Notícias

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Nacional

Presidente da República chocado com a morte do líder da Renamo e assegura que gostaria de ter evitado a morte de Dhlakama

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O Presidente da República diz-se profundamente triste com a morte de Afonso Dhlakama, a quem considerava um irmão. Filipe Nyusi diz estar em agonia por não ter conseguido evacuar o líder da Renamo para receber tratamento médico fora da serra da Gorongosa. Filipe Nyusi diz que só tomou conhecimento que Afonso Dhlakama estava acometido por uma grave doença nas últimas vinte e quatro horas quando afinal, segundo ele, Dhlakama já se encontrava em estado crítico há uma semana. O Presidente da República pede para que todos respeitem o momento de dor e não se tente instrumentalizar a morte de Afonso Dhlakama. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/FUe2NwMdxp0″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

CSCS considera que o desaparecimento de Dhlakama é uma oportunidade para escolha de um novo chefe do partido

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O Presidente do Conselho Superior da Comunicação Social, Tomás Vieira Mário, considera que a morte de Afonso Dlhakama é um momento histórico para que a Renamo use das capacidades e coesão interna, visando se reorganizar, para a escolha da nova liderança do partido. Para Tomás Vieira Mário, a Renamo tem agora uma oportunidade histórica de continuar com a condução do processo de paz, sem o líder e, sem perturbar o processo que já estava encaminhado. Tomás Vieira Mário, um dos jornalistas que cobriu as negociações de Roma para a paz em Moçambique, refere estar lançado o desafio para que a Renamo desencadeie processos internos que não desorientem o curso do diálogo que estava em curso entre Afonso Dlhakama e o Presidente da República Filipe Nyusi. O processo da desmilitarização é para Tomás Vieira Mário, uma das questões chave que deverá merecer uma abordagem coesa mesmo sem Afonso Dlhakama. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/AQiUSvukx9Q” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Política

Analistas políticos receiam complexidade no processo de paz iniciado por Dhlakama e Nyusi

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Com a morte do líder da Renamo, estão em aberto possibilidades complexas para o cenário político do país, inclusive de ameaça à paz. Segundo os analistas do Quinta à Noite de ontem, programa televisivo da TVM, a razão é que os detalhes da última fase do diálogo político só eram conhecidos pelo Presidente da República e o próprio Afonso Dhlakama. O Pacote da Descentralização já está no Parlamento moçambicano, mas faltava ainda a questão da desmilitarização e reintegração dos homens nas Forças de Defesa e Segurança, um dos aspectos cruciais nas negociações.  Os analistas defendem que para salvaguardar o rumo que já se seguia com vista a paz, a sucessão de Afonso Dhlakama deve ser pensada de forma cautelosa.   [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/NdYXaq4pgA8″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Morreu Afonso Dhlakama

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O líder da RENAMO, perdeu a vida ontem, 5a feira, vítima de diabete. Afonso Dhlakama encontrou a morte quando ia ser transferido para a África do Sul em tratamento. O Presidente da República, Filipe Nyusi, considera ter perdido um importante parceiro para estabilidade político do país.


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Nacional

Reestruturação da EDM: De setenta e cinco cargos de chefia para trinta e cinco

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A Empresa Electricidade de Moçambique possui uma divida que deve ser paga a curto prazo, de trezentos e cinquenta milhões de dólares e uma outra de longo prazo de cerca de oitocentos milhões de dólares, cujo valor foi destinado a projectos de investimentos.Os gestores dizem ter submetido a empresa a um processo profundo de reestruturação financeira e técnica que já resultou na saída de cerca quatrocentos trabalhadores por desenquadramento.O Conselho de Administração da EDM diz estar a por em prática um processo de reestruturação da empresa. Dela poderá resultar a saída de cerca de 400 pessoas por falta de enquadramento.A EDM não revela o comportamento do preço da tarifa de energia para os próximos dias. Diz que tudo depende da estratégia de maximização da receita e minimização dos custos em curso.A Nova estrutura da empresa recentemente aprovada, já resultou na redução de cargos de Chefia de setenta e cinco para trinta e cinco.


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Saúde

Sectores da Saúde e da Justiça unidos para combater roubo de medicamentos

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Actores dos sectores da Saúde e da justiça delineiam melhores estratégias de combate ao roubo de medicamentos nos armazéns e farmácias das maiores unidades sanitárias do país. Reunidos, esta quinta-feira, em Maputo, as entidades garantiram que o Estado continua a perder elevadas somas de dinheiro devido à crescente onda de roubos que envolve na sua maioria funcionários da saúde.A crescente onda de roubo de medicamentos, envolvendo funcionários do sector da saúde, já levantou vários debates mas nunca tinha juntado na mesma sala a Procuradoria-geral da República, ministérios da Justiça e da saúde, Serviço Nacional de Investigação Criminal, Inspecção Nacional das Actividades Económicas.Os actores discutem com apoio da experiencia da Interpol da Franca melhores estratégias para aliviar o estado do fardo criado por pessoas de má fé.O Estado moçambicano perde anualmente elevadas somas de dinheiro devido ao roubo de medicamentos que envolve na sua maioria funcionários da saúde.


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Mundo

Eleições locais realizam-se hoje em 151 autarquias inglesas

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Cerca de 4.370 lugares em 151 autarquias britânicas vão hoje a votos em Inglaterra, sobretudo em regiões urbanas, como Londres, Manchester e Birmingham, mas também em áreas rurais do país. Os mandatos dos vereadores locais são de quatro anos, mas nem todas as autarquias realizam eleições ao mesmo tempo: no ano passado foram a votos lugares em algumas autarquias rurais, mas este ano serão eleitos vereadores em Londres. Em áreas como Liverpool serão eleitos apenas um terço dos vereadores, o que significa que quase todos os anos se realizem eleições locais. No total, vão a votos 32 municípios londrinos, 34 municípios metropolitanos, 68 conselhos distritais e municipais e 17 autoridades unitárias. Em localidades como Hackney, Lewisham, Newham, Tower Hamlets, Watford e na região da cidade de Sheffield será ainda eleito um Mayor. Quatro portugueses vão participar nestas eleições, com destaque para o trabalhista Tiago Corais, que tem a missão facilitada pelo facto de a área de Littlemore, em Oxford, eleger tradicionalmente um vereador ‘Labour’. Pelo contrário, em Lambeth, na cidade de Londres, a portuguesa Élia Monteiro é candidata do partido Conservador por Thurlow Park, uma área com o hábito de votar maioritariamente no partido Trabalhista. Também em Londres, em Tower Hamlets, os portugueses Sofia Sousa e Carlos de Freitas são candidatos igualmente pelo partido Conservador. Sofia Sousa tem hipóteses de ser eleita na área de Blackwall & Cubitt Town, onde ‘Labour’ e ‘Tories’ disputam de perto os votos que em 2014 ditaram a eleição de dois vereadores trabalhistas e um conservador. Já Carlos de Freitas tem pela frente uma vantagem considerável do partido Trabalhista, que domina tradicionalmente a área de Mile End, e do partido Tower Hamlets First, que também registou sucesso há quatro anos. As mesas eleitorais abrem às 10h00 horas locais (mesma hora em Lisboa) e encerram às 22h00 horas. A maioria dos boletins serão contados durante a noite e madrugada, mas os resultados finais só serão conhecidos ao longo do dia de sexta-feira.


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Mundo

Ataque a jornalistas na África Central e Ocidental com níveis alarmantes

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A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje o aumento significativo dos ataques a jornalistas em vários países da África Central e Ocidental, que atingiram, considera, “níveis alarmantes”. Num comunicado, a organização de defesa e promoção dos direitos humanos, com sede em Londres, argumenta que o aumento dos ataques aos jornalistas se deve ao uso de força excessiva da parte das autoridades de segurança e ao recrudescimento das tensões étnicas e políticas que põem os ‘media’ em risco. A AI, porém, destaca a existência de “alguns sinais de esperança” em vários países das duas regiões, não havendo referências a qualquer um dos Estados daquelas regiões membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa – Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe. Segundo o comunicado, divulgado por ocasião da celebração, hoje, do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Amnistia Internacional descreve que os jornalistas têm sido vítimas de intimidação, ameaças e assédio, bem como de detenções injustificadas, enquanto vários grupos de ‘media’ estão a ser obrigados a encerrar. Nesse sentido, a AI apelou aos Governos das duas regiões para promover a liberdade de imprensa e proteger os jornalistas e os grupos editoriais. “Da Libéria ao Togo, continuam os inusitados ataques contra os jornalistas, havendo também relatos de detenções arbitrárias quando estão em serviço de reportagem, sobretudo na cobertura de protestos [contra o poder], sendo impedidos de exercer o direito à liberdade de expressão”, afirmou Samira Daoud, diretora adjunta da Amnistia Internacional para a África Central e Ocidental. A responsável da AI destacou, por outro lado, os “sinais positivos” dados nos Camarões, com a libertação de Ahmed Abba, que fora sentenciado com a pena de morte, e da reforma da outrora opressiva Lei de Imprensa aprovada pelo novo Governo na Gâmbia. Do lado negativo, a AI destaca as “contínuas ameaças contra jornalistas” na Libéria, onde um profissional foi encontrado morto a 16 de abril último em Monróvia e em que um outro, correspondente da BBC na capital liberiana, foi obrigado a abandonar o país por temer represálias dos apoiantes do novo Presidente, George Weah, depois de ter feito uma pergunta “incómoda”. A AI dá conta de detenções arbitrárias no Congo, de abusos das forças de segurança no Chade, Guiné-Conacri (relatos de espancamento de profissionais de comunicação social), Níger e na Costa do Marfim, países onde vários grupos de ‘media’ foram encerrados pelo poder político. Por outro lado, denuncia a AI no comunicado, os “apagões” na Internet estão a “emergir como uma prática corrente” em vários países — Camarões, Chade, Serra Leoa e Togo -, com o objetivo de privar os jornalistas de fazerem o seu trabalho. A organização internacional manifestou, também, no comunicado “preocupação” pelo facto de a nova Lei de Imprensa no Senegal, aprovada em junho de 2017, permitir às autoridades o poder de acusar jornalistas se estes puserem em causa a idoneidade das instituições. A nova lei dá o poder de o Estado se apropriar dos registos utilizados para divulgar informação, de parar temporária ou indefinidamente um programa de rádio ou de televisão, encerrar um órgão de comunicação social e de proibir ou ilegalizar periódicos estrangeiros. “Muitos jornalistas fazem um trabalho essencial para informar a população da África Central e da África Ocidental, frequentemente em circunstâncias muito difíceis. É da responsabilidade das autoridades das duas regiões garantir que os ‘media’ possam desempenhar livremente o seu trabalho, sem receio de ataques ou de ameaças”, frisou Samira Daoud.


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