Notícias

18701986_401.jpg
Nacional

Em Nampula população sai à rua para manifestar contra os actos de criminalidade no bairro Muahivire

Partilhe

Em Nampula, populares furiosos invadem espaços no bairro de Muahivire, povoado de Mutotope, alegadamente por considerarem corredor da morte face aos constantes assassinatos perpetrados por desconhecidos na calada da noite.A polícia da Republica por um lado confirma a morte de 2 cidadãos naquele local, por outro, diz tratar-se de um conflito de terras em que as comunidades pretendem apropriar-se de forma ilegal.


Partilhe
sgawegawgawg.jpg
Economia

Estudo revela comunidades moçambicanas prejudicadas nos negócios das mineradoras

Partilhe

Há fragilidades na gestão e transparência de projectos financiados através de receitas provenientes da exploração mineira e petrolífera nas comunidades moçambicanas.A Constatação é de um estudo sobre o impacto da indústria extractiva no desenvolvimento das comunidades nas províncias de Inhambane, Tete, Nampula e Cabo Delgado realizado pela AENA e a WWF. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/ihaixF_M6bg” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


Partilhe
sdgsgsggsgs.jpg
Saúde

Má qualidade de energia eléctrica compromete funcionamento bloco operatório do Hospital de Mandimba

Partilhe

Fraca qualidade de energia eléctrica condiciona o funcionamento do bloco operatório do Hospital Distrital de Mandimba, Província do Niassa.A situação tem reflexos no aumento de casos de transferência de parturientes com partos complicado Cuamba e Lichinga, no Niassa e para a vizinha República do Malawi. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/WrpFiUy57L4″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


Partilhe
mortedhl.jpg
Nacional

Igreja Católica em Moçambique considera morte de Dhlakama um retrocesso na democratização

Partilhe

O Presidente da Comissão de Justiça e Paz da Igreja Católica em Moçambique, classifica a morte de Afonso Dhlakama, como um grande retrocesso na democratização do país. Dom Luís Lisboa, diz que este deve ser momento de reflexão e serenidade para toda a sociedade moçambicana, para que o processo de paz não ande à retaguarda. [iframe width=”808″ height=”319″ src=”https://www.youtube.com/embed/JRDe5qnFkz8″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


Partilhe
trafeghm.jpg
Nacional

Governo diz não ter encontrado vestígios de crime de tráfico humano em Gaza

Partilhe

A Comissão de Controle de Legalidade que trabalhou recentemente na província de Gaza, diz não ter constado nenhuma evidência da existência de traficantes de órgãos de seres humanos naquela parcela do país. Segundo o Ministro da Justiça, Isac Chande, os tumultos que ocorreram na província de Gaza são consequência de boatos cujos promotores já estão à contas com a justiça. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/1tK8LsHC_Zk” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


Partilhe
Mundo

Trump recebe Presidente da Coreia do Sul no dia 22 na Casa Branca

Partilhe

O Presidente dos Estados Unidos recebe o seu homólogo sul-coreano, Moon Jae-in, no próximo dia 22, na Casa Branca, anunciou na sexta-feira o governo norte-americano. “Esta terceira cimeira entre os dois líderes afirma a força duradoura da aliança entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul e a profunda amizade entre os nossos países”, afirmou, em comunicado, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, citada pela agência Efe. Segundo Sarah Sanders, os presidentes dos Estados Unidos da América e da Coreia do Sul vão prosseguir a sua “estreita coordenação” relativamente à península da Coreia, após a cimeira intercoreana do dia 27 de abril, e vão discutir o encontro entre Donald Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-un. A cimeira, na fronteira entre as duas Coreias, foi a primeira entre líderes coreanos em 11 anos e Kim Jong-un foi o primeiro dirigente norte-coreano a pisar solo da Coreia do Sul desde o fim da Guerra da Coreia. As duas anteriores cimeiras intercoreanas, em 2000 e 2007, decorreram em Pyongyang. Também na sexta-feira, Donald Trump assegurou que já existia uma data e um lugar acordados para o encontro com o Presidente da Coreia do Norte, embora não tenha revelado. “Temos uma data. E temos um local. Vamos anunciar em breve”, disse o chefe de Estado norte-americano, em declarações aos jornalistas em South Lawn, um dos parques da Casa Branca. Na segunda-feira, Trump admitiu que a zona desmilitarizada criada entre as duas Coreias (DMZ, na sigla inglesa), uma “terra de ninguém” criada entre os dois territórios, poderia seria uma forte candidata para acolher esta cimeira de contornos históricos. Na mesma altura, também mencionou a possibilidade de o encontro realizar-se em Singapura. O Presidente norte-americano tem falado igualmente que o encontro poderá ocorrer em finais de maio ou no início de junho. Após vários anos de alta tensão devido aos programas nuclear e balístico da Coreia do Norte, a península coreana tem testemunhado desde o início do ano um clima de apaziguamento. Este clima de pacificação abriu o caminho para a realização, no passado dia 27 de abril, da cimeira entre os líderes das duas Coreias.


Partilhe
naom_569cc79385c9c.jpg
Mundo

Marcelo saúda todos os cidadãos da CPLP no Dia da Língua Portuguesa

Partilhe

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, saudou hoje todos os cidadãos da CPLP, na data em que esta comunidade de países lusófonos celebra o Dia da Cultura e da Língua Portuguesa. Numa nota divulgada hoje no portal da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado defende que o português tem um “inestimável valor” e é “uma língua de futuro”, com “um incontestável poder de criar laços e entendimentos” dentro e fora da lusofonia, referindo que tem atualmente “mais de 260 milhões de falantes”. Marcelo Rebelo de Sousa dirige “uma calorosa saudação a todos os cidadãos dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)” — composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste — “que diariamente a usam como instrumento de comunicação, reflexão, expressão e criação cultural”. O dia 05 de maio foi instituído em 2009 como Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP. Entre as iniciativas deste ano, o chefe de Estado destaca a celebração desta data “pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, nos Jardins das Nações Unidas, em Nova Iorque, com a presença da secretária-executiva da CPLP, Maria do Carmo Silveira, do humorista e escritor Ricardo Araújo Pereira e do escritor Onésimo Teotónio Almeida”. Durante essa sessão, “será evocada a atribuição, há 20 anos, do Prémio Nobel da Literatura ao escritor português José Saramago”, salienta. O Presidente da República considera que a língua portuguesa se encontra “num processo de constante enriquecimento”, mantendo “desde há séculos um notável dinamismo”, mas “sem nunca perder o seu caráter e a sua natureza própria”. Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, “desempenha um papel crucial na missão da CPLP, enquanto lugar de diplomacia, de promoção dos valores da democracia política e social, de estímulo à vitalidade económica, de encontro entre culturas”, e fora do espaço lusófono é procurada e estudada “como língua de cultura, de ciência, de intercâmbio económico, de criação e inovação”. “Nesse sentido, afirma-se como um instrumento único de comunicação nos países lusófonos, em organizações internacionais, no mundo digital e em todos os países que a valorizam como elemento diferenciador”, acrescenta. Na quinta-feira, o chefe de Estado reagiu à candidatura da França a país associado da CPLP afirmando que Portugal a acolhe de braços abertos e apontando-a como mais um sinal de que a comunidade de países lusófonos está a ganhar peso no mundo. Atualmente, dez países têm o estatuto de observador associado da CPLP: Geórgia, Hungria, Japão, República Checa, Eslováquia, ilhas Maurícias, Namíbia, Senegal, Turquia e Uruguai. Itália e o principado de Andorra formalizaram igualmente propostas em janeiro.


Partilhe
naom_5ae2cca7f17a2.jpg
Mundo

Coreias acordam assinar tratado de paz para terminar guerra oficialmente

Partilhe

O tratado deverá ser assinado antes do fim do ano. As Coreias do Norte e do Sul vão assinar um tratado para acabar formalmente a Guerra da Coreia, no fim deste ano, 65 anos depois de as hostilidades terem terminado. A medida foi anunciada pelos dois países numa declaração conjunta esta sexta-feira, refere a CNN, que afirma que o documento se chamará ‘Declaração para a Paz, Prosperidade e Unificação da Península Coreana’ e será assinado antes do fim do ano. Segundo o comunicado “os dois líderes declaram solenemente que não haverá mais guerra na Península Coreana e que uma nova era de paz vai começar”. A Guerra da Coreia terminou em 1953 num impasse, depois do qual foi assinado um armistício, mas nunca foi seguido de um Tratado de Paz, o que fazia com que os dois lados ainda estivessem tecnicamente em guerra. Kim Jong-un e Moon Jae-in acordaram também tomar medidas para a “completa desnuclearização” da península coreana, durante a histórica cimeira realizada na fronteira entre os dois países. “O Sul e o Norte confirmaram a sua meta comum de conseguir uma península livre de armas nucleares através da completa desnuclearização”, refere a declaração conjunta, assinada por ambos os líderes no final da cimeira. O Presidente da Coreia do Sul anunciou ainda que vai visitar a Coreia do Norte no outono deste ano.


Partilhe
naom_5ae2cca7f17a2.jpg
Mundo

Coreias acordam assinar tratado de paz para terminar guerra oficialmente

Partilhe

O tratado deverá ser assinado antes do fim do ano. As Coreias do Norte e do Sul vão assinar um tratado para acabar formalmente a Guerra da Coreia, no fim deste ano, 65 anos depois de as hostilidades terem terminado. A medida foi anunciada pelos dois países numa declaração conjunta esta sexta-feira, refere a CNN, que afirma que o documento se chamará ‘Declaração para a Paz, Prosperidade e Unificação da Península Coreana’ e será assinado antes do fim do ano. Segundo o comunicado “os dois líderes declaram solenemente que não haverá mais guerra na Península Coreana e que uma nova era de paz vai começar”. A Guerra da Coreia terminou em 1953 num impasse, depois do qual foi assinado um armistício, mas nunca foi seguido de um Tratado de Paz, o que fazia com que os dois lados ainda estivessem tecnicamente em guerra. Kim Jong-un e Moon Jae-in acordaram também tomar medidas para a “completa desnuclearização” da península coreana, durante a histórica cimeira realizada na fronteira entre os dois países. “O Sul e o Norte confirmaram a sua meta comum de conseguir uma península livre de armas nucleares através da completa desnuclearização”, refere a declaração conjunta, assinada por ambos os líderes no final da cimeira. O Presidente da Coreia do Sul anunciou ainda que vai visitar a Coreia do Norte no outono deste ano.


Partilhe
afdhpc.jpeg
Nacional

Quem foi Afonso Dhlakama?

Partilhe

Afonso Dhlakama liderou a Renamo desde a morte de André Matsangaíssa, fundador do movimento, em 1979. Dhlakama tornou a Renamo no maior partido da oposição e morre numa altura em que estava a alcançar consensos com o Presidente da República Filipe Nyusi, em torno da descentralização e dos assuntos militares que compreendem o Desarmamento, a Desmobilização e a Reintegração dos homens armados da Renamo. Jovem soldado das Forças Armadas de Defesa de Moçambique em 1975, Afonso Dhlakama viria a abandonar o exército governamental para se juntar em 1976 a Resistência Nacional de Moçambique, RNM, o movimento armado criado com o apoio do regime minoritário da então Rodésia do Sul. Após a morte de André Matsangaissa em combate e depois de uma luta pela sucessão, Dhlakama tornou-se Presidente do Movimento de oposicao ao Governo da Frelimo. A guerra entre a Renamo e o exército governamental durou 16 anos durante os quais Dhlakama se manteve a liderar a Guerrilha. Nos finais da década de 80, Dhlakama negoceia o fim da Guerra, tendo assinado após longo período de conversações em Roma na Itália, o acordo geral de paz com o Presidente Joaquim Chissano a 4 de Outubro de 1992, um acordo que pos fim a guerra de 16 anos e destruiu a economia e infra-estruturas, tendo provocado a morte de milhares de civis. Desde 1992, a Renamo passou a ser um partido político. Afonso Dhlakama concorreu às primeiras eleições gerais presidenciais mas só obteve 33,7% dos votos contra 53,3 de Chissano. Em Dezembro de 1999 Dhlakama voltou a concorrer e perdeu novamente para Chissano. Dhlakama e o seu partido contestaram as eleições e cerca de um ano depois, em Novembro de 2000, a Renamo organizou manifestações violentas pelo país. Apesar da retoma do diálogo com o Presidente Joaquim Chissano no inicio de 2001, Dhlakama reafirmou que não reconhecia Chissano como Presidente da República de Moçambique e solicitou a recontagem dos votos nos quais havia perdido por uma margem mínima de 200 mil votos. Em Novembro de 2003, a Renamo perdeu novamente para a Frelimo e Dhlakama solicitou mais uma vez ao Conselho Constitucional a impugnação dos resultados alegando irregularidades no processo eleitoral autárquico, razoes que evocaria nas derrotas presidenciais de 2004 e 2009 para Armando Guebuza. A falta de consensos no diálogo com o Presidente Armando Guebuza, levou Afonso Dhlakama a abandonar a capital do país para se instalar em Nampula e de seguida para Santunjira, localidade de Vunduzi, distrito de Gorongosa, na Província de Sofala. Afonso Dhlakama ameaçou dividir o país, e a Renamo protagonizou ataques armados no centro do país, sobretudo ao longo da Estrada nacional numero 1. O ataque das forças governamentais ao quartel-general da Renamo em Santunjira, levaram Dhlakama a refugiar-se num local incerto. Após um período de incertezas, Afonso Dhlakama reapareceu em público, recenseou-se e anunciou que iria concorrer para as eleições de 2014. As eleições tiveram lugar a 15 de Outubro de 2014 e Dhlakama voltou a perder desta vez para o candidato da Frelimo, Filipe Nyusi. Mais uma vez, Dhlakama contestou os resultados e anunciou que iria governar nas províncias onde o partido tinha ganho nas legislativas. Após três atentados contra a sua vida a 12 de Setembro de 2015, a 25 de Setembro do mesmo ano e a 02 de Outubro de 2015, Dhlakama aceitou o diálogo com o Presidente Filipe Nyusi. Durante mais de um ano, as conversações não registaram avanços e o Presidente Filipe Nyusi anunciou um novo modelo de diálogo mais directo com Afonso Dhlakama. Após um ano de diálogo, o Presidente Filipe Nyusi deslocou-se por duas vezes a Gorongosa para acertar os pontos sobre a descentralização. Em 2017, foram anunciados consensos no diálogo e o pacote de descentralização foi submetido ao Parlamento pelo Presidente da República. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/S_bMAfgcB18″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


Partilhe
Scroll to Top
Active notificações e receba notícias no seu browser! OK Não, obrigado