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Síria: EUA reiteram à Rússia compromisso para cessar-fogo no sudoeste

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“O secretário Pompeo voltou a enfatizar o compromisso dos Estados Unidos para o cessar-fogo no sudoeste da Síria, que foi aprovado pelo Presidente Trump e pelo Presidente Putin há um ano”, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, em comunicado. Segundo Heather Nauert, o responsável pelas Relações Exteriores dos Estados Unidos considerou que “é crucial”, tanto para a Rússia como para o governo sírio, aderirem ao acordo e garantirem que “não há nenhuma atividade unilateral” na área. Nas últimas semanas, as forças do governo sírio enviaram reforços para as províncias de Deraa e Al Quneitra, no sudoeste do país, como um preparativo para uma possível ofensiva na área. Nestas regiões está em vigor um cessar de hostilidades em vigor desde julho de 2017, promovido pelos Estados Unidos, Rússia e Jordânia. Washington e Amã apoiam a oposição síria, enquanto Moscovo é aliada do governo de Damasco.


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Encontrados destroços de avião desaparecido com 10 pessoas a bordo

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As autoridades quenianas confirmaram hoje ter encontrado num parque nacional do sudoeste do Quénia os destroços do avião que tinha desaparecido na terça-feira quando regressava a Nairobi com oito passageiros e dois membros da tripulação a bordo.“É um grande avanço. A nossa equipa de resgate trabalhou sem descanso e agora é só uma questão de chegar junto do avião e fazer o resgate”, disse Boaz Cherutch, o comissário do Condado de Nyandarua, onde fica o local do acidente. As buscas para encontrar o avião tinham sido suspensas durante a noite devido às condições climatéricas adversas, tendo sido retomadas hoje por vários helicópteros das forças de defesa do Quénia e da polícia, que conseguiram localizar o avião nos limites do Parque Nacional de Aberdare. As autoridades desconhecem se os oito passageiros e os dois pilotos ainda estão vivos. O avião da companhia aérea Fly540 desapareceu na terça-feira à tarde quando regressava a Nairobi e sobrevoava um parque nacional no sudoeste do Quénia, segundo os media locais. Segundo o jornal The Standard, um cidadão americano estaria entre os passageiros. No local do acidente estão elementos da polícia, do Serviço de Vida Selvagem do Quénia e de outros serviços de resgate. O avião, um modelo CS208 da Safari Air Express – subsidiária da empresa de baixo custo Fly540 – com capacidade para 12 passageiros, viajava da cidade de Kitale (oeste) para o aeroporto internacional Jomo Kenyatta quando a torre de controlo perdeu o sinal, às 17h00 locais (15h00 em Lisboa).


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Herói de Paris juntou-se aos bombeiros da cidade

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Homem galgou várias varandas para alcançar criança e salvá-la. Mamoudou Gassama protagonizou um momento que levou o seu nome a vários pontos do mundo. O imigrante ilegal, que salvou uma criança pendurada numa varanda, em Paris, França, foi apelidado de herói, e juntou-se já aos Bombeiros. O maliano de 22 anos que estava a viver em França de forma ilegal arriscou a sua própria vida para salvar a criança de quatro anos. O seu gesto valeu-lhe um visto para permanecer no país, que lhe foi entregue pessoalmente por Emmanuel Macron, bem como uma medalha de bravura. Hoje, o jovem assinou um estágio de 10 meses nos bombeiros de Paris, e vai receber um ordenado de 600 euros por mês.


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Alto quadro de Pyongyang parte de Pequim rumo aos Estados Unidos

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Um alto quadro do regime norte-coreano chegou hoje de carro ao aeroporto de Pequim, de onde deve partir para os Estados Unidos, para preparar a histórica cimeira entre os líderes dos dois países. O general Kim Yong-chol, considerado o “braço direito” do líder norte-coreano, Kim Jong-un, é esperado em Nova Iorque, segundo anunciou na terça-feira o Presidente dos EUA, Donald Trump. Trata-se da primeira visita de um alto quadro de Pyongyang aos EUA desde 2000, quando o militar Jo Myong-rok reuniu com o então Presidente Bill Clinton. Kim Yong-chol, que é também diretor do Departamento da Frente Unida, é uma das figuras do regime norte-coreano atingida pelas sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU e pelo Departamento do Tesouro norte-americano. Donald Trump chegou a cancelar a cimeira com Kim Jong-un, na passada sexta-feira, mas voltou atrás após várias mensagens conciliadoras com Pyongyang. A confirmar-se, será a primeira reunião de sempre entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte. No ano passado, a tensão entre Pyongyang e Washington atingiu níveis inéditos desde o fim da Guerra da Coreia (1950-53), na sequência dos sucessivos testes nucleares e de misseis balísticos realizados por Pyongyang, e à retórica belicista de Trump. No entanto, desde o início do ano que Kim Jong-un tem procurado uma solução diplomática, e o regime procedeu já ao desmantelamento de infraestruturas numa central nuclear, processo efetuado na presença de cerca de 20 jornalistas de cinco países: Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Rússia e Reino Unido.  


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Nações Unidas calculam que 68% da população mundial em 2050 será urbana

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A população que vive em áreas urbanas vai atingir os 2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo em 2050, reapresentando 68%, com o crescimento concentrado na Ásia e em África, anunciaram hoje as Nações Unidas. O Departamento de Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas apresentou um relatório sobre as previsões para a urbanização mundial, salientando que existe uma “megatendência” para o aumento nas áreas urbanas devido ao crescimento populacional e ao deslocamento das áreas rurais para as cidades. “Cerca de metade da população mundial (55%) vive atualmente em centros urbanos e, para 2050, estima-se que cerca de dois terços (68%) de todas as pessoas residam em áreas urbanas”, afirmou John Wilmoth, diretor de divisão do departamento. O aumento na população urbana mundial estará concentrado (90%) em duas regiões que acolhem precisamente a maioria dos residentes rurais, África e Ásia, mas será limitado a “alguns países”, entre os quais a ONU destacou a Índia, a China e a Nigéria.


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Candidata independente abandona corrida presidencial do México

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A candidata presidencial independente e ex-primeira-dama do México Margarita Zavala anunciou hoje o abandono da corrida às eleições marcadas para 1 de julho. Zavala afastara-se do partido de que foi durante muito tempo militante, o conservador Ação Nacional, e reuniu os requisitos para uma candidatura independente, mas as sondagens atribuíam-lhe intenções de voto de apenas um algarismo, muito atrás dos três principais candidatos. A candidata desistente, mulher de Felipe Calderón, que foi Presidente entre 2006 e 2012, anunciou o abandono da corrida presidencial num programa gravado para transmissão hoje à noite, mas não expressou apoio a qualquer dos outros candidatos ao cargo. “Vou retirar a minha candidatura de acordo com o princípio da honestidade política e um sentido de congruência, mas também para libertar as pessoas que tão generosamente me apoiaram, para que possam tomar a decisão que precisam de tomar nesta difícil corrida”, declarou Margarita Zavala na entrevista gravada à estação Televisa. O instituto eleitoral do país já tinha começado a imprimir o material de voto para o escrutínio de 01 de julho, pelo que o nome de Zavala deverá manter-se no boletim. Margarita Zavala afastou-se do Ação Nacional em parte porque o partido formou uma aliança direita-esquerda com o Partido da Revolução Democrática para apoiar o candidato da coligação, Ricardo Anaya. Anaya, que as sondagens posicionam em segundo lugar nas intenções de voto, andava a ‘cortejar’ os apoiantes de Zavala e após o anúncio dela ter sido conhecido, descreveu-a na sua conta da rede social Twitter como “uma mulher corajosa, com princípios”. “Os seus contributos para o país, e para esta corrida em particular, foram muito valiosos. Todo o meu reconhecimento para ela e a sua equipa”, escreveu Anaya. Contudo, divergências entre Zavala e Anaya fazem duvidar de que todos, ou mesmo a maioria dos apoiantes da candidata independente, transfiram os seus votos para Anaya. Quatro candidatos continuam agora na corrida, e as sondagens indicam que o candidato de esquerda Andrés Manuel Lopez ocupa a dianteira, com uma margem confortável.


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EUA emitem alerta vermelho para “erupção vulcânica iminente” no Havai

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As autoridades norte-americanas emitiram um alerta vermelho para a erupção do vulcão Kilauea, no Havai, que na última semana já obrigou a retirar centenas de pessoas das suas casas. Um alerta vermelho significa que “uma grande erupção vulcânica está iminente ou a ocorrer”, indicou na terça-feira o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). “A erupção de cinza aumentou de intensidade” desde terça-feira de manhã, no Kilauea, e a nuvem de cinza tem já entre três mil e seis mil metros de altura, indicou. Embora a atividade vulcânica se mantenha “muito variável”, pode “tornar-se explosiva a qualquer momento, aumentando a intensidade da produção de cinza e de projéteis”. As autoridades locais alertaram os residentes das zonas mais próximas do vulcão para estarem preparados para uma retirada de emergência, possivelmente sem aviso prévio. Até agora, foram já retiradas 1.700 pessoas que ainda não foram autorizadas a regressar a casa. Este nível de alerta significa também “perigo imediato para a saúde, sendo necessário tomar medidas para evitar qualquer exposição”, indicou em comunicado a proteção civil do Havai. O vulcão entrou em erupção a 03 de maio e desde então já foram registadas 20 fissuras que estão a expelir lava. Até agora, 40 casas ou edifícios foram destruídos pela lava. Junto à cratera, registaram-se durante vários dias dezenas de sismos, alguns de magnitude superior a 5 na escala de Richter. O vulcão situa-se no sudeste da Grande Ilha do Havai, onde vivem cerca de 185 mil pessoas. O Kilauea, a 1.200 metros de altitude, é um dos mais ativos no mundo e um dos cinco existentes no arquipélago norte-americano. O turismo, uma das maiores indústrias locais, já registou perdas de “pelo menos cinco milhões de dólares norte-americanos” (cerca de quatro milhões de euros), de acordo com as autoridades turísticas.


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Erros em carros sem chave de ignição provocaram já várias mortes nos EUA

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Reportagem do New York Times fala já em algumas dezenas de mortes registadas desde 2006. Foi uma das evoluções a ter em conta no setor automóvel: em vez de ser preciso rodar a chave na ignição, um simples botão ligava o carro. O problema? Por distração, é possível deixar o carro ainda a trabalhar, ao contrário do que acontece com as chaves de ignição antigas, que quando são retiradas desligam o carro. E, por vezes, estes erros podem ser fatais. O New York Times refere que algumas duas dúzias de condutores já morreram desde 2006, envenenados por monóxido de carbono, na sequência deste tipo de falhas. Entre os casos referidos pelo jornal nova-iorquino, conta-se o de Fred Schaub, que estacionara o seu Toyota RAV4 na garagem da sua casa, na Florida. Ao sair do carro levou consigo o cartão-chave do carro, pensando que este se desligara. Não foi o caso. Quase 30 horas depois foi encontrado morto em caso, vítima de envenenamento por monóxido de carbono. “Depois de 75 anos a conduzir, o meu pai pensou que quando levasse a chave consigo o carro se desligava”, explica o filho de Fred Schaub à mesma publicação. Cada vez mais, os cartões-chave vieram para substituir as tradicionais chaves de ignição. Porém, para alguns condutores há hábitos antigos e distrações que podem constituir perigo. Há marcas que introduzem algumas características extra de segurança (o carro pode por exemplo dar um alerta sonoro para quando o carro continua a trabalhar, mesmo após se ter retirado o cartão-chave). Mas esta é uma área ainda algo indefinida não só em termos de regulação, aponta o mesmo jornal.


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Erros em carros sem chave de ignição provocaram já várias mortes nos EUA

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Reportagem do New York Times fala já em algumas dezenas de mortes registadas desde 2006. Foi uma das evoluções a ter em conta no setor automóvel: em vez de ser preciso rodar a chave na ignição, um simples botão ligava o carro. O problema? Por distração, é possível deixar o carro ainda a trabalhar, ao contrário do que acontece com as chaves de ignição antigas, que quando são retiradas desligam o carro. E, por vezes, estes erros podem ser fatais. O New York Times refere que algumas duas dúzias de condutores já morreram desde 2006, envenenados por monóxido de carbono, na sequência deste tipo de falhas. Entre os casos referidos pelo jornal nova-iorquino, conta-se o de Fred Schaub, que estacionara o seu Toyota RAV4 na garagem da sua casa, na Florida. Ao sair do carro levou consigo o cartão-chave do carro, pensando que este se desligara. Não foi o caso. Quase 30 horas depois foi encontrado morto em caso, vítima de envenenamento por monóxido de carbono. “Depois de 75 anos a conduzir, o meu pai pensou que quando levasse a chave consigo o carro se desligava”, explica o filho de Fred Schaub à mesma publicação. Cada vez mais, os cartões-chave vieram para substituir as tradicionais chaves de ignição. Porém, para alguns condutores há hábitos antigos e distrações que podem constituir perigo. Há marcas que introduzem algumas características extra de segurança (o carro pode por exemplo dar um alerta sonoro para quando o carro continua a trabalhar, mesmo após se ter retirado o cartão-chave). Mas esta é uma área ainda algo indefinida não só em termos de regulação, aponta o mesmo jornal.


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Teste nuclear da Coreia do Norte elevou montanha em dois metros

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Imagens de radar mostram que uma montanha da Coreia do Norte foi levantada dois metros devido ao mais recente teste nuclear de Pyongyang, a 3 de setembro de 2017, segundo informação hoje divulgada.Numa altura em que o Presidente da Coreia do Norte promete desnuclearizar a península coreana, e quando está já marcado para 12 de junho um encontro entre Kim Jong-un e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma equipa internacional de cientistas publicou a visão mais detalhada do local do mais recente teste nuclear subterrâneo da Coreia do Norte. A nova imagem de como o teste nuclear alterou a montanha sobre do local da detonação destaca a importância do uso de imagens de radar por satélite, aliadas a registos sísmicos, para melhor localizar os testes nucleares, seja na Coreia do Norte seja noutro local do planeta. Os investigadores, uma equipa que inclui especialistas de várias universidades de Singapura, Estados Unidos, China e Alemanha, anunciaram os resultados do trabalho, que vai ser publicado na revista Science. O estudo refere que a explosão aconteceu sob o Monte Mantap, no norte do país, provocando um terramoto de 5,2 graus de magnitude. Com base em gravações sísmicas e redes regionais e globais de imagens de radar a equipa demonstrou que a explosão fez expandir a superfície do monte. Criando um modelo por computador, os investigadores conseguiram identificar a localização da explosão e a profundidade a que ocorreu. E ainda localizaram o sítio exato de outro evento sísmico, a cerca de 700 metros a sul da explosão e 8,5 minutos depois. (Que pode ter sido causado pelo colapso de um túnel ou de uma cavidade resultante de uma explosão nuclear anterior). “Este é a primeira vez que os deslocamentos de superfície tridimensionais completos, associados a um teste nuclear subterrâneo, foram visualizados e apresentados ao público”, disse o principal autor do trabalho, Teng Wang, da Universidade Tecnológica de Nanyang, Singapura. Juntando toda a informação os investigadores estimam que o teste nuclear, o sexto da coreia do Norte e o quinto realizado no Monte Mantap, representou uma potência entre 120 a 300 quilotoneladas, cerca de 10 vezes a potência da bomba lançada pelos Estados Unidos em Hiroxima durante a segunda guerra mundial. Este cenário difere de dois outros divulgados na semana passada, um deles identificando a explosão a quase um quilómetro a noroeste do local agora apontado. Mas para os responsáveis pelo estudo agora divulgado o cenário é bem preciso: a explosão ocorreu a mais de 400 metros abaixo do cume do Monte Mantap e danificou um volume de rocha de cerca de 300 metros de diâmetro. A explosão elevou a montanha cerca de dois metros e expandiu-a até três a quatro metros. Posteriormente um a dois quilómetros de diâmetro de rocha fraturada compactou, fazendo com que a montanha encolhesse 1,5 metros, em relação a antes da explosão.


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