Filipe Nyusi lança novas variedades de arroz e batata-doce em Cuamba

O Presidente da República, Filipe Nyusi, lançou no distrito de Cuamba em Niassa, 4 novas variedades de Arroz e 5 de Batata-doce. A ideia é de garantir qualidade nutricional, quantidade de produção e retorno financeiro aos produtores.
As cinco novas variedades de Batata-doce lançadas pelo Chefe de Estado, Filipe Nyusi, em Cuamba, vão ser multiplicadas em todo o território nacional, enquanto as 4 novas variedades de arroz estão experimentadas, numa fase inicial, nas zonas baixas das províncias de Sofala, Zambézia e Nampula.
O governo pretende com a ideia, garantir qualidade nutricional, quantidade de produção e retorno financeiro ao produtor e com perspectivas de novas variedades da Soja e Gergelim.
Além de conter teores elevados de vitaminas, as variedades bio-fortificadas têm rendimentos acima de 20 toneladas por hectare.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, visitou igualmente à exposição de produtos agro-pecuários, espaço que Niassa aproveitou trazer as suas potencialidades.
As novas variedades de arroz e batata-doce fazem parte do lote das 5 grandes prioridades de orientação do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento rural, a segurança alimentar, rendimento familiar, emprego, inclusão social, produção e produtividade.
Ler maisFilipe Nyusi encoraja produtores de algodão e gestores da JFS em Cuamba

Maurícias tem o mercado moçambicano como primeira opção de compra do algodão caroço, disse Filipe Nyusi, durante a visita na fábrica de processamento do chamado ouro branco, no distrito de Cuamba em Niassa.
Depois do lançamento da campanha Agrária 2020/21, o Presidente da República visitou a Sociedade Algodoeira do Niassa do grupo JFS, instalada no distrito de Cuamba.
Filipe Nyusi encorajou os produtores de algodão e aos gestores da fábrica, afirmando que o algodão tem mercado garantido.
O Presidente da República deu apenas um exemplo das Maurícias, que tem o Mercado moçambicano como primeira opção de compra do algodão caroço.
O chefe de estado ficou a saber que a unidade fabril vai introduzir próximo ano, uma nova linha de produção de óleo refinado de soja e algodão, um investimento de 3 milhões de dólares norte americanos.
A Sociedade Algodoeira do Niassa produziu este ano, 7 mil toneladas de algodão caroço e em 2021, a unidade fabril vai introduzir nova linha de produção de óleo refinado de soja e do caroço do algodão.
Todo o equipamento já foi mobilizado para instalação, faltando apenas a montagem.
Ler maisCerca de 500 mil alunos da 7ª Classe voltam às aulas na próxima segunda-feira

Cerca de meio milhão de alunos da sétima classe são esperados na última fase da retoma das aulas presenciais, em todo país. De acordo com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano o arranque das aulas presenciais, será nas escolas que tiverem criadas condições sanitárias previstas, no contexto da covid-19.
Vai ser a última fase da retoma gradual das aulas presenciais, no país, após o encerramento das actividades de ensino e aprendizagem em Março último.
O arranque das aulas da 7ª Classe previsto para 2 de Novembro de 2020 até 26 de Fevereiro de 2021, vai decorrer no contexto das medidas de prevenção impostas pela pandemia global.
Cerca de 8 mil escolas estão prevista para a retoma das aulas presencias do sétimo ano do ensino geral em Moçambique.
De acordo com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano de um total de 476 escolas que leccionam a 12ª Classe 90 por cento retomaram as aulas presenciais. E na 10ª Classe, das 618 escolas, 70 por cento voltaram a leccionar.
Ler maisBarragem de Corumana: PR Nyusi diz que as obras complementares vão melhorar a situação sócio-económica da Província

O Presidente da República inaugurou, esta quinta-feira, as obras complementares da Barragem de Corumana. Na ocasião, Filipe Nyusi afirmou que a conclusão das obras da Barragem era uma dívida do governo para com a população, desde 1989.
Ler maisApoio às vítimas do terrorismo: PM reitera que o executivo estará sempre presente no terreno

O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, reiterou, esta quinta-feira, no Parlamento que o Governo estará sempre presente no terreno, prestando assistência em bens alimentares e não alimentares aos compatriotas afectados pelas acções terroristas e que se encontram nos centros de acomodação e nas famílias acolhedoras, bem como as populações que permanecem nas zonas de origem.
Os pronunciamentos de Carlos Agostinho do Rosário foram feitos no final da sessão reservada às informações do governo. Segundo o Primeiro-ministro, paralelamente as acções desenvolvidas no terreno, o executivo vai continuar a reassentar a população deslocada e a apoiá-la a normalizar sua vida de modo a reduzir gradualmente a dependência em relação a ajuda alimentar.
“ Reiteramos o nosso apelo a todos moçambicanos a manter o gesto de solidariedade para, assim, continuarem a contribuir na mitigação do sofrimento causado a população pelo terrorismo”, disse Carlos Agostinho do Rosário.
O Governo descreveu o terrorismo, em Cabo Delgado, como sendo uma clara rejeição do normal funcionamento do Estado e uma agressão territorial e soberania do estado.
“ O nosso país tem sido, igualmente, vítima das acções terroristas que têm posto em causa a nossa soberania e integridade territorial, bem como gerado dor e luto no seio da população moçambicana”, referenciou o Primeiro-ministro moçambicano.
Carlos Agostinho do Rosário pediu, uma vez mais, a coesão de todos os moçambicanos no combate ao terrorismo.
“ Estamos perante uma situação que exige de todos nós maior união e coesão em prol da defesa de um bem supremo que é a defesa da população moçambicana e a integridade territorial, através do apoio as acções das Forças de Defesa e Segurança. A partir deste pódio, convidamos a Vossas Excelências, Senhores Deputados e a todas forças vivas da sociedade moçambicana, para nos juntarmos numa saudação efusiva aos membros das Forças de Defesa e Segurança do nosso país pela bravura, valentia e sacrífico que têm consentido na defesa do Estado moçambicano”, reiterou Do Rosário.
Quanto a situação dos ataques na região centro do país, a Junta Militar da Renamo foi orientada a guiar-se pelo diálogo e aderir ao processo de desarmamento e reintegração em curso.
