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Nacional

Polícia de Trânsito reforça controlo de velocidade na EN4

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A Polícia de Transito a nível da província de Maputo acaba de receber dois radares de controlo de velocidade, para serem usados em acções de combate à sinistralidade rodoviária, ao longo da Estrada Nacional Quatro (EN4). As máquinas, Pro Lazer III, foram adquiridas através de uma parceria entre a concessionária da EN4, a Trans African Concessions (TRAC) e a Mozal que adicionalmente, vai conceder uma formação sobre o uso do equipamento para 25 agentes da polícia. Segundo um comunicado de imprensa emitido hoje, indica que a TRAC e a MOZAL instam as autoridades policiais a desencadearem acções de controlo de velocidade e de educação rodoviária aos utentes da N4 e ao público em geral, bem como, aplicar medidas exemplares aos infractores. A N4 beneficiou de reabilitação e ampliação no troço Shoprite-Praça 16 de Junho, estando a registar vários acidentes de viação devido ao excesso de velocidade por parte de alguns automobilistas.


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Nacional

Mais de 100 moçambicanos deportados da África do Sul

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Um total de 108 moçambicanos foram deportados da África do Sul, na semana finda, por diversas infracções migratórias, com destaque para a permanência ilegal e falta de documentos de viagem. Os nacionais em causa são de idades compreendidas entre 18 e 45 anos, todos do sexo masculino. A deportação dos moçambicanos foi feita através do posto de travessia de Ressano Garcia (100) e os restantes oito pela fronteira da Ponta D’Ouro. Celestino Matsinhe, porta-voz do Serviço Nacional de Migração (SENAMI), indicou que a permanência ilegal continua sendo a principal causa da expatriação de nacionais dos países vizinhos. Face a esta situação apela aos moçambicanos para que se preocupem em obter a documentação de viagem, de modo a evitar a deportação. Explicou que a permanência de cidadãos nacionais na África do Sul bem como nos outros países circunvizinhos como Zimbabwe, Malawi e Zâmbia é de 30 dias, no âmbito do acordo de isenção de vistos de entrada. Acrescentou que passado este período o cidadão deve regularizar a sua permanência junto às autoridades. Matsinhe disse que em caso de perda do passaporte, o cidadão nacional deve reportar a ocorrência às autoridades polícias do respectivo país. No mesmo período, a instituição recusou a entrada de 24 cidadãos estrangeiros contra 54 de igual período de 2019, por não reunirem os requisitos necessários para o efeito. As principias causas da recusa de entrada destes estrangeiros foram a falta de clareza quanto aos motivos da sua vinda ao país (21), o uso de passaporte alheio (02), porte de documentos de viagem com validade inferior a seis meses (01). Referiu ainda os repatriados são de nacionalidade nigeriana (05), chinesa (03), etíope e malawiana com dois casos cada. Os postos de travessia que registaram maior número de recusas de entrada foram o Aeroporto Internacional de Mavalane, Ressano Garcia e Goba.


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Nacional

Quatro países presentes nas exéquias de Marcelino dos Santos

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A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, anunciou hoje em Maputo, que quatro personalidades de diferentes países confirmaram a sua presença nas exéquias do herói nacional, Marcelino dos Santos, que amanhã iniciam, na capital do país. Sem referir os cargos que ocupam, Macamo salientou que trata-se de personalidade de Angola, África do Sul, Zâmbia e Cuba, que confirmaram sua presença, estando ainda o Estado à espera de mais confirmações. “Tratando-se de um assunto mais familiar, algumas personalidades estrangeiras já confirmaram a sua presença, com destaque para membros da Fundação Agostinho Neto, de Angola, Cuba, Zâmbia e África do Sul”, disse a ministra numa conferência de imprensa.


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Mundo

COVID-19 mata 1669 pessoas no mundo: 150 pessoas perderam a vida,nas últimas 24 horas, na China

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A nível mundial subiu para 1669 o número de mortos com o coronavírus. 142 pessoas morreram nas últimas 24 horas, na China, região onde foram diagnosticados os primeiros casos de coronavírus. Dados actualizados sobre o número de infectados na China continental é de 68 mil 500 pessoas, verificando-se um aumento de 2009 casos nas últimas 24 horas. No mesmo período em análise, 1.323 pessoas receberam alta hospitalar na China continental. Só na província chinesa de Hubei registaram-se mais 139 mortes, elevando para 1596 os casos fatais naquela região, foco da epidemia detectada no final de 2019. A comissão de saúde daquela província contabilizou ainda 1843 novos casos, aumentando o número de infectados na região para 56.249. Com estes números, o total de mortes a nível mundial é de 1.669. Além dos 1.665 mortos na China continental, há  registos de um morto em Hong Kong, um nas Filipinas, um no Japão e um em França. As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.


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