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Nacional

Terrorismo e crimes complexos: PR Nyusi exige actuação coordenada entre os órgãos da Justiça

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O Alto Magistrado da Nação exigiu actuação coordenada entre os diversos Órgãos da Administração da Justiça para a investigação de crimes complexos como o terrorismo, sequestros e outros ambientais. Hoje, em Maputo, Filipe Nyusi disse que o governo poderá usar a força, caso a junta militar da RENAMO, continue a atentar à paz e a soberania do estado. “Não vamos continuar acarinhar os criminosos, caso a junta militar não se reveja com a legalidade, poderemos usar a força em defesa da soberania”, disse Filipe Nyusi. O Chefe do Estado moçambicano fez este pronunciamento numa altura em que as Forcas Defesa e Segurança mantêm a trégua na região centro do país, uma vez que ainda não receberam ordens para ir ao encalço dos discípulos de Mariano Nhongo. Sobre a acção dos terroristas em Cabo Delgado, o Comandante-chefe das FDS desafiou aos Órgãos de Administração da Justiça para responsabilizar criminalmente os autores dos actos macabros. “ Ao vosso nível devem participar de forma activo, responsável e profissional na responsabilização criminal dos terroristas que actuam na Província de Cabo Delgado”, afirmou o Presidente da República. Na ocasião, Filipe Nyusi revelou que, nos últimos 10 dias, o país registou 4 ataques terroristas em Cabo Delgado. Raptos e sequestros são um fenómeno que o comandante-chefe quer ver, igualmente, estancado.


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Nacional

Dia da Legalidade: PR Nyusi quer resposta em tempo real das inquietações do cidadão

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O Presidente da República disse que o desconhecimento da lei, por parte do cidadão, está a descredibilizar o papel dos Órgãos da Administração da Justiça em Moçambique. Filipe Nyusi falava hoje, em Maputo, durante a recepção dos titulares dos Órgãos da Administração da Justiça, por ocasião do dia da legalidade. O país comemorou, esta quinta-feira, a passagem do 39 aniversário desde a institucionalização do dia da legalidade, em 1981. Por ocasião da efeméride, os titulares dos Órgãos da Administração da Justiça depositaram uma coroa de flores na Praça dos Heróis moçambicanos na Cidade de Maputo. Logo a seguir, foram recebidos, em audiência, pelo Chefe do Estado, Filipe Nyusi, no gabinete de trabalho. Filipe Nyusi desafiou aos titulares dos Órgãos da Administração da Justiça para responderem em tempo real as inquietações do cidadão. Filipe Nyusi exigiu uma acção coordenada entre os diversos órgãos da Administração da Justiça, que passa igualmente pela formação do capital humano. Até 2023, segundo Filipe Nyusi, o governo vai construir tribunais em todos os distritos do país. Este ano o dia da legalidade foi comemorado sob o lema, Sistema da Administração da Justiça, pelo Reforço da Legalidade e Promoção dos Direitos Humanos e da Cidadania.


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Nacional

Projecto Coral-sul: Plataforma flutuante de liquefação do gás chega à Moçambique em 2021

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O Presidente da República destaca a montagem do último módulo da plataforma Coral-Sul FLNG, em construçao nos estaleiros da Samsung Heavy Industry, na Coreia do Sul. Para a defesa do interesse nacional, Filipe Nyusi chamou atenção, no entanto, a Magistratura Judicial e do Ministério Público na resoluçao de casos logísticos em volta do projecto. Foi atraves do Director-geral Roberto Dall’Omo que a Eni Rovuma Basin deu a conhecer ao país e ao mundo que a plataforma flutuante de liquefaçao do gás para o projecto Coral-Sul vai mesmo sair dos Estaleiros da Samsung Heavy Industry já no próximo ano, com destino a Moçambique. Dirigindo-se, esta quinta-feira, em Maputo, aos representantes das instituiçoes da justiça Filipe Nyusi, destacou o inicio da colocaçao do último dos 13 módulos que compõem a planta FLNG. No entanto, Filipe Nyusi disse que o projecto enfrenta problemas logísticos que precisam de engajamento dos Majistrados Judiciais e do Ministério Público. Para o chefe do Estado, a legalidade deve ter atençao na documentação produzida e compromissso assumidos entre Moçambique e os investidores. Na Correia do Sul, os módulos que compõem a planta já foram todos colocados sobre o casco. Assim que as actividades de integração e comissionamento estiverem concluídos, a planta deverá seguir para Moçambique e instalada nas águas profundas da costa de Cabo-Delgado, para o inicio dos trabalhos de liquefacção do gás.


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Nacional

Resposta à Covid-19: Parceiros de cooperação disponibilizaram mais 450 milhões de USD até Setembro

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Os Parceiros de cooperação disponibilizaram mais de 450 milhões de dólares norte americanos, o que representa mais de 50 por cento do valor previsto no Plano de Acção de Resposta à Covid-19 em Moçambique. Para o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, a canalização de recursos financeiros pelos parceiros internacionais expressa a confiança que o mundo tem com Moçambique. As projecções iniciais previam um crescimento macro-económico estimado em 4 por cento, mas com o evoluir da situação financeira mundial, o país reviu em baixa o Produto Interno Bruto para 0.8 por cento, contra 2.2 por centoprevistos no Plano Económico e Social aprovado em Abril do presente ano. Face a desaceleração da economia nacional, imposta pelo impacto da Covid-19, terrorismo em Cabo Delgado e ataques da Junta Militar no Centro do país, o Governo submeteu e defendeu, esta quarta-feira, no parlamento a Proposta de Revisão do Orçamento do Estado de 2020. “ É competência da Assembleia da República autorizar por lei qualquer alteração do limite máximo da despesa que tiver sido aprovada por esta Magna Casa do Povo. Sucede que actualmente temos um conjunto de factores que afectam a estrutura e o limite da despesa pública aprovada por esta Magna Casa do Povo que são: As acções de resposta e mitigação dos efeitos da COVID-19; A necessidade de recursos adicionais para assistência humanitária aos deslocados internos causados pelo terrorismo; e O reforço da capacidade operativa das Forças de Defesa e Segurança face às acções terroristas em Cabo Delgado e aos ataques armados da auto-intitulada Junta Militar da Renamo”, disse o Primeiro – ministro moçambicano. De acordo com o princípio de equilíbrio orçamental, não pode haver alteração do limite da despesa sem estarem asseguradas as fontes do seu financiamento. A lei estabelece que só com a confirmação da entrada de recursos financeiros é que se pode assegurar a realização da despesa prevista no Orçamento do Estado. Neste sentido, o Primeiro – ministro afirmou que os compromissos de desembolsos dos parceiros de cooperação para operacionalização do Plano de Acção de Resposta à COVID-19 começaram a ganhar consistência no segundo semestre do corrente ano, com o desembolso total do montante de mais 450 milhões de dólares norte-americanosaté o passado mês de Setembro.  Carlos Agostinho do Rosário disse que foi possível prever, a partir desta fase, com alguma segurança, o nível de despesa a realizar com base no apoio prometido pelos parceiros de cooperação. “A preparação da presente proposta de revisão do Orçamento do Estado só foi possível a partir do momento em que passamos a dispor de informação mais consolidada sobre a situação socioeconómica do país e das perspectivas de crescimento da economia em face dos impactos negativos da COVID-19, bem como da concretização dos desembolsos de recursos por parte dos parceiros de cooperação. Excelências, a entrada de recursos dos parceiros de desenvolvimento para o financiamento de vários projectos e iniciativas específicas para a mitigação dos impactos negativos da pandemia COVID-19, expressa a confiança que estes têm com o nosso país”, sublinhou Carlos Agostinho do Rosário. O Plano de Acção de Resposta à COVID-19 está orçado em 700 milhões de dólares norte-americanos.


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Política

CC lança livro sobre as fontes materiais das constituições de 1975 e 1990

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O Conselho Constitucional lançou hoje, na Cidade de Maputo, um livro sobre o constitucionalismo moçambicano. A obra aborda a origem e o desenvolvimento das constituições moçambicanas de 1975 e 1990. Composto por 466 páginas, Constitucionalismo Moçambicano: Fontes Materiais das Constituições de 1975 e 1990, inaugura a colecção o “O GUARDIÃO”, do Conselho Constitucional. O livro resulta das comunicações apresentadas em Junho e Julho últimos, num colóquio organizado pelo Conselho Constitucional. Co-autor do livro, o antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, foi um dos palestrantes do colóquio organizado pelo Conselho Constitucional. O Conselho Constitucional lançou igualmente a 1ª revista daquele órgão de soberania. Com o magazine quadrimestral, de natureza informativa e formativa, o Conselho Constitucional pretende aproximar mais o cidadão das instituições de administração de justiça.


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Nacional

Naufrágio em Cabo Delgado: Insegurança condiciona a busca e salvamento dos 42 desaparecidos

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Clima de insegurança está a condicionar a realização da missão de buscas e salvamento dos 42 deslocados desaparecidos, na passada quinta-feira, na praia de Pangane, em Macomia, idos da ilha de Namadingo, distrito de Palma, na província de Cabo Delgado. Esta Quarta-feira, a equipa de reportagem da Televisãode Mocambique contactou a Administracao Marítima de Pemba, para apurar o número real de ocupantes da embarcacao que naufragou, ao largo da praia de Pangane, em Macomia, na semana passada. O substituto do Administrador Maritimo, José da Silva Raja, declinou-se a dar a cara às câmeras, mas em conversa deu-nos a entender, que mesmo com uma embarcacao à disposição e em condições operacionais, os técnicos e mergulhadores afectos à Administracao Marítima de Pemba, estão a enfrentar dificuldades de efectuar a missão de busca e salvamento dos desaparecidos, devido a insegurança na região. José da Silva Raja disse que não há, ainda, previsão de realização do resgate de prováveis sobreviventes. Lembre-se que a informação avançada pelo Administrador do Distrito de Ibo, telefonicamente, dava conta que a embarcação movida à vela tinha como destino a cidade de Pemba e transportava a bordo, 74 deslocados, dois quais 32 sobreviveram e 42 são dados como desaparecidos. O governo provincial de Cabo Delgado, não se pronunciou sobre a matéria.


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Economia

Parlamento aprova, na Generalidade, a Proposta de Revisão do OE de 2020

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Com votos a favor do partido Frelimo e contra do partido Renamo e do MDM, o instrumento, que vai permitir ajustes orçamentais para fazer face ao impacto negativo da Covid-19, foi validado, esta quarta-feira, pela Assembleia da República. Para o partido Frelimo a Proposta de Revisão do Orçamento do Estado para o ano de 2020, que prevê incorporar recursos adicionais de 28,7 biliões de meticais, é pertinente e necessária tendo em conta o contexto dos impactos da Covid-19.   Para a bancada maioritária, a revisão do Orçamento do Estado vai permitir e criar condições financeiras para o Estado responder com eficiência ao impacto da Covid-19 e reforçar a capacidade técnica das Forças de Defesa e Segurança envolvidas no Combate ao terrorismo no teatro operacional norte e Auto-proclamada Junta Militar na região centro de Moçambique. Por outro lado, o partido Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique, MDM, que votaram contra, fundamentaram que não existem condições para aprovação instrumentos.  Pois o documento, de acordo com as bancadas da oposição, é inoportuno, impreciso e não responde ao actual contexto sócio-económico imposto pela Covid-19. Depois da apreciação na generalidade, o plenário volta está quinta-feira para a aprovação na especialidade da Proposta de Revisão do Orçamento de Estado referente ao ano de 2020.


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Economia

Lei de Recuperação de Activos: AR aprova por consenso e na generalidade o instrumento legal

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Moçambique perdeu quase 3 biliões de meticais por crimes de corrupção. Os dados divulgados hoje, no parlamento pela Ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Khida, são referentes a apenas a um período de 4 anos, entre 2016 e 2019.  “Em Moçambique, calcula-se que só pela prática do crime de corrupção, o Estado ficou lesado em cerca de 2.6 biliões de meticais entre 2016 a 2019, segundo dados da Procuradoria-geral da República. Por isso, a repressão dessa criminalidade não será eficaz se não se voltar para a recuperação de fundos, isto é, dos bens e produtos gerados pelas actividades ilícitas”, disse Helena Khida na sessão de debate da Proposta de Lei que estabelece o regime jurídico especial de perda alargada de Bens e Recuperação de Activos a favor do Estado. Os números foram apresentados no parlamento pelo Governo para justificar a importância de uma lei para a recuperação de activos, um instrumento legal que se pressupõe que venha desencorajar o enriquecimento ilícito. Governo vai criar gabinetes para recuperação de activos e gestão de bens. A Ministra da Justiça garantiu que a criação destas instituições não vai resultar em encargos ao Orçamento de Estado. A oportunidade da aprovação de uma lei de gestão e recuperação de activos começa a ganhar eco na sequência do escândalo das chamadas “ dívidas não declaradas” que lesaram o Estado moçambicano em mais de 2 mil milhões de dólares. O dispositivo é aguardado com enorme expectativa. O Ministério Publico há muito que se queixa da falta de uma lei específica de gestão e recuperação de activos. O guardião da legalidade sempre defendeu que uma lei sobre a matéria garantiria que os proventos decorrentes de actividades criminais não sejam reinvestidos no cometimento de novos crimes e contaminação da economia dos Estados. Hoje, as 3 bancadas parlamentares aprovaram por consenso e na generalidade a iniciativa. Esta quinta-feira, o documento será apreciado na especialidade, artigo por artigo.


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Nacional

PR Nyusi lançou a 1ª Pedra para a construção da nova sede do Conselho Constitucional

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse, hoje, em Maputo, que o país está a celebrar um constitucionalismo, genuinamente, moçambicano, volvidos 45 anos de Independência Nacional. O Chefe do Estado falava após ter lançado a 1ª pedra para construção da nova sede do Conselho Constitucional.   Implantado em 2003, sem instalações próprias, o Conselho Constitucional começou a funcionar no estabelecimento da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane e no Centro Internacional de conferências Joaquim Chissano. Mais tarde, viria a adquirir um edifício próprio, que posteriormente veio a revelar-se inadequado para responder ao crescimento da instituição. Para dar maior comodidade ao Conselho Constitucional, o Presidente da Republica, Filipe Nyusi, procedeu esta quarta-feira ao lançamento da primeira pedra para a construção do novo edifício sede. A infra-estrutura, cujas obras terminam em Novembro de 2022, resulta da promessa feita pelo Chefe do Estado, em Fevereiro do ano em curso. Volvidos 45 anos desde a criação da 1ª Constituição, o Presidente da República disse que o país celebra um constitucionalismo genuinamente moçambicano. “ A nossa Constituição está dividida em 3 partes, sendo de 1975/90, de 1990 a 2004 e a actual, aprovada no âmbito do processo de descentralização administrativa e provincial”, referiu o chefe de estado moçambicano. O Conselho Constitucional, que é um órgão de soberania ao qual compete especialmente administrar a justiça em matérias jurídico-constitucional, completou a 3 de Novembro corrente 17 anos da sua implantação.


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Mundo

Elevada participação prejudica recandidatura de Trump

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Donald Trump encerrou a campanha no Michigan, no mesmo local em que terminou em 2016, enquanto Joe Biden apelou à participação dos democratas e ao voto do eleitorado afro-americano, na Pensilvânia. Tratou-se de uma campanha eleitoral fora do normal marcada pela crise sanitária mas que atingiu uma elevada participação no voto antecipado e por correspondência: mais de noventa milhões de eleitores já votaram prevendo-se também longas filas nas assembleias de voto durante o dia de hoje. Apesar da sólida base de apoio republicana, várias sondagens estaduais e registos de apostas sobre o vencedor das eleições indicam que os estados da Pensilvânia, Michigan e mesmo o Texas podem deixar de ser território republicano. Em 2016, o candidato republicano Donald Trump venceu nos estados do Michigan e da Pensilvânia – com 20 votos eleitorais – por uma estreita margem que o ajudou a vencer o cargo de chefe de Estado. Este ano, ambos os Estados voltam a estar no centro das atenções o que obrigou os dois candidatos a organizarem ações de campanha nos últimos dias na região do “Midwest” dos Estados Unidos. No estado de Michigan, Donald Trump centrou a mensagem na importância da indústria automóvel do país onde ainda estão instaladas, apesar da crise, as fábricas das empresas Ford, General Electrics e Chrysler. Em 2016, Trump venceu o estado do Michigan à candidata republicana Hillary Clinton pela estreita margem de apenas 11 mil votos. O Michigan confere 16 votos eleitorais e marcou a campanha eleitoral de 2020 devido à detenção em outubro, pelo FBI, de elementos da milícia armada de extrema direita que planeava sequestrar a governadora Gretchen Whitmer. De acordo com as autoridades judiciais, os detidos pertencem à milícia Wolverine Watchman empenhados em provocar distúrbios no país. Apesar da luta eleitoral no estado da Florida, com 29 votos eleitorais, o Texas, que faz fronteira com o México, pode igualmente ser determinante para uma posição vantajosa do candidato democrata Joe Biden. O último candidato democrata a vencer no Texas foi Jimmy Carter em 1977. Segundo o centro de sondagens Pew a “decisão final” pode pender para os democratas em 2020. Joe Biden fez campanha junto da população “latina” do Texas, assim como apelou ao voto do eleitorado mais jovem e com estudos universitários e também ao voto feminino dos subúrbios de Houston, Dallas, San Antonio e Austin. Trump, em vários comícios, quer na Florida e também na Pensilvânia, referiu-se à grande conquista da administração: o “muro” no sul dos Estados Unidos para impedir a entrada de emigrantes. No domingo à noite, o presidente dos Estados Unidos emitiu uma mensagem através das redes sociais em que afirmava que seria “bom” que o resultado ficasse definido hoje, dia 03 de novembro. No sábado, afirmou a mesma coisa perante os apoiantes republicanos no estado da Pensilvânia num comício realizado numa urbanização de luxo a cerca de 50 quilómetros de Filadélfia onde a polícia abateu a tiro Walter Wallace Jr na semana passada, o que provocou a indignação da população desfavorecida afro-americana da zona oeste da cidade.


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