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Nacional

Necessários 21 milhões de USD para conter Praga de Gafanhoto Migratório Africano na SADC

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A Praga de Gafanhoto Migratório Africano preocupa países membros da SADC. Devido a situação, os países afectados lançaram, esta quarta-feira, numa reunião virtual, um pedido de apoio aos estados membros, para conter o surto que assola a região, desde Maio último. Moçambique, Botswana, Eswatini, Malawi, Namíbia, África do Sul, Tanzânia e Zâmbia são os 8 estados membros da SADC, que estão a ser assolados pela praga de gafanhoto migratório africano.Segundo o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, a Situação preocupa os países da região austral, que temem o agravamento da insegurança alimentar e nutricional.Moçambique registou, este mês de Novembro, ninfas do gafanhoto vermelho, numa área de 1.5 hectares, exigindo uma intervenção imediata.“No caso de Moçambique, as planícies de Buzi e do Lago Chiúta, na Província nortenha de Niassa são uma das 7 reconhecidas zonas de eclosão do gafanhoto vermelho em África”, disse Celso Correia.Para conter o fenómeno, os países afectados pediram ao apoio dos parceiros de cooperação.“Apelar aos nossos parceiros que apoiem, totalmente, este esforço com vista a combater este surto, que poderá se expandir em todos os estados membros da SADC”, referiu Correia.Para combater a praga de gafanhoto migratório africano, na região, são necessários de 21 milhões dólares norte americanos.


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Nacional

Parlamento aprova, em definitivo, a revisão do OE-2020 e Lei de Recuperação de Activos

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O Parlamento aprovou, hoje, em definitivo, a Proposta de Revisão do Orçamento do Estado referente ao ano 2020 e a Lei de Perda Alargada de Bens e Recuperação de Activos. A Lei de Perda Alargada de Bens e Recuperação de Activos foi aprovada por consenso, enquanto que a Proposta de Revisão Orçamental foi chancelada com 141 votos da bancada parlamentar da Frelimo. A oposição chumbou o documento com 38 votos. Após aprovação da Proposta de Revisão do Orçamento do Estado – 2020, as bancadas parlamentares esgrimiram os argumentos que fundamentaram as posições tomadas em sede da sessão plenária. As duas bancadas da oposição reprovaram a Proposta de Revisão do Orçamento do Estado com 38 votos. Representada por Arnaldo Chalaua, a Renamo disse que votou contra, porque o Governo não apresentou o relatório de execução financeira do Orçamento do Estado aprovado em Abril passado e nem se sabe, exactamente, o que é que foi feito na gestão do orçamento anterior. Por sua vez, o MDM reprovou argumentando que a revisão do Orçamento do Estado não prevê um fundo de apoio às famílias vítimas do terrorismo em Cabo Delgado. Silvério Ronguane referiu que o novo Orçamento do Estado vai alocar recursos financeiros às empresas “falidas” e sem intervenção directa no comércio informal. A bancada maioritária afirmou que aprovou a Revisão do Orçamento do Estado ciente das responsabilidades que o governo tem com o povo. Foram 141 votos a favor. Sábado Chombe, deputado da Frelimo, sublinhou que a aprovação do Orçamento do Estado visa o reforço dos recursos financeiros para as Forças de Defesa e Segurança que se encontram no teatro operacional norte e combate aos ataques militares protagonizados pela Junta militar da Renamo no Centro do País. O alívio do impacto da Covid-19 na economia moçambicana foi outra razão apontada pela bancada da Frelimo. A proposta de Revisão do Orçamento do Estado foi aprovada com um défice orçamental de cerca de cento e sessenta mil milhões de meticais. Ainda esta quarta-feira o parlamento aprovou em definitivo e por consenso a Proposta de Lei que estabelece o Regime Jurídico Especial de Perda Alargada de Bens e Recuperação de Activos. A presente lei é aplicável à actividade criminosa relativa a 18 tipos de crime, com destaque para a corrupção e crimes conexos, terrorismo e financiamento ao terrorismo, agiotagem, branqueamento de capitais, associação para delinquir, rapto, pornografia de menor e todo acto criminal de que resulte vantagem económica.


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Nacional

Governo prevê um crescimento macroeconómico de 2.1% em 2021

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O Ministro da Economia e Finanças garantiu, esta quarta-feira, em Maputo, que o governo vai executar, com transparência e rigor, o Orçamento do Estado de 2020 revisto e aprovado, em definitivo, pela Assembleia da República. Adriano Maleiane disse que a aprovação do OE-2020 vai permitir que a economia do País alcance a meta de crescimento macroeconómico de 0.8 por cento este ano e de 2.1 por cento em 2021. Depois da aprovação, pelo plenário, da proposta de revisão do Orçamento do Estado – 2020, segue-se a execução Orçamental. O executivo disse estar pronto para dar seguimento a uma política de gestão orçamental estruturada. Em entrevista exclusiva a Televisão de Moçambique, o Ministro da Economia e Finanças revelou, esta quarta-feira, que a economia do País mostrou resiliência este ano, face ao impacto da Covid-19 comparativamente a outras economias. “ No mundo, a economia vai desacelerar, em media, em menos de 4.8 por cento, enquanto que em Moçambique a economia vai crescer 0.8 por cento, o que representa crescimento acima da média regional”, disse o Ministro da Economia e Finanças. E para o próximo ano, Adriano Maleiane projecta também um crescimento económico, ainda mais acentuado. “Em 2021, de acordo com as nossas projecções a economia de Moçambique vai crescer 2.1 por cento ”, referiu Maleiane 214 biliões de meticais é o valor total das receitas do estado para o ano de 2020.


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Nacional

Condenados nas Maurícias e Vietname vão ser transferidos para Moçambique

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Dois moçambicanos condenados nas Maurícias poderão cumprir o resto das suas penas de prisão no país. Segundo a Ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Khida, a mesma situação aplica-se aos condenados no Vietname, onde presume-se não existir nenhum moçambicano na cadeia.  Já existem acordos bilaterais nesse sentido que careciam de autorização da Assembleia da República. A medida aplica-se aos condenados nas Maurícias e no Vietname. Pretende-se que os condenados cumpram as suas penas no país de origem. O Governo sabe da existência de dois moçambicanos nas cadeias nas Mauricias e no Vietname não há dados. O Governo disse que ainda vai fazer levantamento.  “ Nós temos dois casos de moçambicanos nas Maurícias. No caso de Vietname, vamos fazer o levantamento para ver se temos. É provável que não tenhamos. O mais importante é prevermos o futuro. Como deve saber, as leis são feitas para o futuro”, referiu a Ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Khida. A implementação dos acordos estava dependente da ratificação dos documentos pela Assembleia da República. Esta quarta-feira, o parlamento aprovou em definitivo e por consenso os Acordos sobre a Transferência de Pessoas Condenadas entre o Governo da República de Moçambique e as Repúblicas das Maurícias e Vietname.


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Nacional

Em Março de 2021: Moçambique acolhe a Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC

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No contexto da Presidência Rotativa da SADC, Moçambique acolhe em Março do próximo ano a Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, o primeiro Fórum Empresarial da SADC e a Cimeira da dupla troika de Defesa e Segurança.Moçambique assumiu, em Agosto de 2019, a presidência rotativa da SADC e definiu 8 prioridades: consolidação da estrutura da força em Estado de Alerta da região; estabelecimento do centro de operações humanitárias e de emergência da SADC em Nacala; criação do fórum de negócios da SADC; transformação do fórum parlamentar em parlamento regional; mitigação da pandemia do novo coronavírus; e segurança alimentar. Neste contexto, o país vai acolher em Março do próximo ano a Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, o primeiro Fórum Empresarial da SADC e a Cimeira da dupla troika de Defesa e Segurança. A Cimeira dos Chefes de Estado e o fórum empresarial serão presenciais, enquanto a cimeira da troika irá decorrer com recurso a plataformas digitais.


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Mundo

Eleições nos EUA – 2020: Joe Biden mais próximo da Casa Branca

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O candidato Democrata, Joe Biden, está cada vez mais próximo da Casa Branca depois de vencer nos Estados de Wisconsin e Michigan. Entretanto, o candidato republicano submeteu pedido de recontagem de votos em Wisconsin. Donald Trump mantém a esperança de reverter os resultados que dão vantagem de 50.36 por cento ao candidato Democrática, contra 48.1 de Trump. Joe Bidem está cada vez mais próximo de se tornar no quadragésimo sexto Presidente dos Estados Unidos da América. O candidato democrata mantém – se na frente com 264 votos, contra 214 do candidato republicano, Donald Trump. Enquanto, Joe Biden precisa de conseguir 6 assentos nos Estados da Pensilvânia, Geórgia, Carolina do Norte e Nevada o candidato republicano, Donald Trump ainda mantém, igualmente, a esperança de uma difícil e improvável reviravolta. A diferença entre os dois candidatos é 50 votos de um total de 270 lugares necessários para se tornar presidente americano. Especialistas dizem que após dois dias do início da apuramento dos votos nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, os resultados até agora apontam um cenário favorável para o candidato democrata, Joe Biden, que está bem mais próximo da vitória que o presidente republicano Donald Trump. Apesar da liderança de Biden, o clima é de apreensão entre democratas e republicanos. Donald Trump submeteu um pedido de recontagem de votos para o Estado de Wiscomsin, suspendendo 10 votos anteriormente ganho por Joe Biden. Analistas afirmam que a pequena margem de avanço de Biden, ainda pode ser revertida por Trump, pois, contesta cada vez mais os resultados das urnas, e de votos enviados por correios e apresenta acusações sem provas e acções judiciais. Analistas temem que o caminho seguido por Donald Trump poderá definir as eleições americanas pela via judicial, o que consideram ser um “cenário de pesadelo” para política americana e mundial. Além da batalha judicial anunciada por Trump que poderá atrasar a divulgação dos resultados definitivos, o cenário está a provocar uma onda de protestos e prisões dos apoiantes republicanos, que contestam a diferença de votos em estados decisivos para o resultado final. Há relatos de apoiantes de Donald Trump que se dirigem aos centros de contagem de votos e exigem para que a contagem seja interrompida, além de protestos em Nova York contra a Administração de Trump. Joe Biden arrecadou mais de 72 milhões de votos contra mais de 68 milhões de eleitores conseguidos de Donald Trump.


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Economia

AR aprova nova Lei do SISTAFE adequada às normas internacionais de gestão de finanças públicas

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A Assembleia da República aprovou, esta quinta-feira, na generalidade a Proposta de Lei de Revisão do Sistema de Administração Financeira do Estado, SISTAFE.     O Sistema será agora adequado às normas internacionais de gestão de finanças públicas e vai conferir maior transparência na implementação, pois estão previstas novas normas de infracções e sanções. Dezoito anos depois da criação o Sistema de Administração Financeira do Estado, SISTAFE, vai ser reestruturado. Segundo o Ministro da Economia e Finanças, o SISTAFE passa a ser constituído por 6 subsistemas: Sistemas de planificação e orçamento; Contabilidade Pública; Tesouro Público; Património do Estado; Monitoria Interna e auditoria interna. A proposta de revisão da Lei de Criação do SISTAFE, que foi esta quinta-feira, aprovada por consenso e unanimidade pelo parlamento, contém 91 artigos com aspectos revistos e introduzidos. “Todos eles têm com o objectivo de adequar esta lei a dinâmica de gestão das finanças públicas e as normas e regras internacionais a ela aplicáveis ”, referiu Adriano Maleiane. As normas relativas às fraudes perpetradas no SISTAFE, nomeadamente, o desvio de fundos ou manipulação de informação estão acauteladas na nova estrutura. “Rever o subsistema que constitui o SISTAFE adaptando às necessidades actuais de gestão do horário e definir as infracções financeiras, fraudes e respectivas sanções”, sublinhou o Ministro da Economia e Finanças. Dados da Procuradoria-geral da República indicam que entre os anos 2016 a 2019, o Estado perdeu em cerca de 3 biliões de meticais devido à corrupção.


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