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Morreu o último urso polar tropical do mundo

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  Tinha 27 anos e morreu vítima de doenças relacionadas com a idade. O único urso polar nascido nos trópicos morreu, em Singapura, vítima de doenças relacionadas com a idade. A notícia foi dada pelo próprio zoo de Singapura através de um comunicado difundido na rede social Facebook. “Apesar dos melhores esforços da sua equipa , a condição de Inuka piorou e tomámos a difícil, mas necessária, decisão de não o reanimar”, lê-se. Inuka nasceu no zoo, a 26 de dezembro de 1990, e lá viveu até aos 27 anos, superando em dois anos a expetativa média de vida de ursos em cativeiro. A presença de ursos polares no zoo de Singapura foi, desde sempre, alvo de controvérsia entre ambientalistas e ativistas dos direitos dos animais. E facilmente se percebe porquê: o clima de Singapura está longe de ser o clima do habitat natural de um urso polar, uma espécie nativa do ártico. Contudo, Inuka, o quarto urso polar a nascer no zoo de Singapura, viveu num espaço com o clima controlado, para que o ambiente fosse o mais parecido com o que seria o seu habitat. Ambientalistas e ativistas dos direitos dos animais iniciaram, ainda em 1978, uma campanha contra a presença de ursos polares neste jardim zoológico, tendo, em 2006, sido anunciado pelo parque, após várias discussões sobre o bem-estar animal, que o parque não teria mais ursos polares depois de Inuka, recorda a BBC.


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Macron já está nos EUA para iniciar visita de Estado e reuniões com Trump

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O Presidente francês, Emmanuel Macron, chegou hoje aos Estados Unidos para iniciar uma visita de Estado durante a qual manterá dois dias de contactos com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, e proferirá um discurso no Congresso. Macron é o primeiro Presidente homenageado com uma visita e um jantar de Estado nos 15 meses de Trump na Casa Branca, e espera-se que nos seus encontros falem sobre os planos de Washington quanto ao acordo nuclear com o Irão, a situação na Síria e a relação comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE). “É uma grande honra e uma visita de Estado muito importante, dado o contexto atual”, disse o Presidente francês à imprensa ao aterrar na base aérea de Andrews, nos arredores de Washington. “Teremos a oportunidade de conversar sobre vários temas bilaterais, como a segurança e o comércio, e muitos temas multilaterais que são muito importantes além das nossas fronteiras”, disse Macron em inglês, acrescentando depois em francês que também debateria com Trump “o meio ambiente”. O chefe de Estado francês viaja acompanhado da mulher, Brigitte, e deverão hoje jantar com Trump e a mulher, Melania, na histórica residência do primeiro Presidente dos Estados Unidos, George Washington, conhecida como Mount Vernon e situada na Virgínia, perto de Washington. Na terça-feira, Macron terá uma reunião bilateral e uma conferência de imprensa com Trump, seguida de uma visita ao Departamento de Estado e um jantar de Estado; e na quarta-feira, o Presidente francês proferirá um discurso perante o Congresso norte-americano. “Será uma visita de Estado muito produtiva e positiva para ambos os países”, disse hoje a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, na conferência de imprensa diária. “Os dois líderes têm um grande respeito mútuo, uma grande amizade”, que lhes permite terem conversações “francas”, acrescentou. Trump é o primeiro Presidente norte-americano em décadas a não convidar alguém para uma visita de Estado no seu primeiro ano no poder, e o facto de ter escolhido Macron demonstra que considera ter uma boa relação com o homólogo francês.


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Macron já está nos EUA para iniciar visita de Estado e reuniões com Trump

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O Presidente francês, Emmanuel Macron, chegou hoje aos Estados Unidos para iniciar uma visita de Estado durante a qual manterá dois dias de contactos com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, e proferirá um discurso no Congresso. Macron é o primeiro Presidente homenageado com uma visita e um jantar de Estado nos 15 meses de Trump na Casa Branca, e espera-se que nos seus encontros falem sobre os planos de Washington quanto ao acordo nuclear com o Irão, a situação na Síria e a relação comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE). “É uma grande honra e uma visita de Estado muito importante, dado o contexto atual”, disse o Presidente francês à imprensa ao aterrar na base aérea de Andrews, nos arredores de Washington. “Teremos a oportunidade de conversar sobre vários temas bilaterais, como a segurança e o comércio, e muitos temas multilaterais que são muito importantes além das nossas fronteiras”, disse Macron em inglês, acrescentando depois em francês que também debateria com Trump “o meio ambiente”. O chefe de Estado francês viaja acompanhado da mulher, Brigitte, e deverão hoje jantar com Trump e a mulher, Melania, na histórica residência do primeiro Presidente dos Estados Unidos, George Washington, conhecida como Mount Vernon e situada na Virgínia, perto de Washington. Na terça-feira, Macron terá uma reunião bilateral e uma conferência de imprensa com Trump, seguida de uma visita ao Departamento de Estado e um jantar de Estado; e na quarta-feira, o Presidente francês proferirá um discurso perante o Congresso norte-americano. “Será uma visita de Estado muito produtiva e positiva para ambos os países”, disse hoje a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, na conferência de imprensa diária. “Os dois líderes têm um grande respeito mútuo, uma grande amizade”, que lhes permite terem conversações “francas”, acrescentou. Trump é o primeiro Presidente norte-americano em décadas a não convidar alguém para uma visita de Estado no seu primeiro ano no poder, e o facto de ter escolhido Macron demonstra que considera ter uma boa relação com o homólogo francês.


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Ex-Presidente Bush hospitalizado um dia após funeral da mulher

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O ex-Presidente norte-americano George H. W. Bush, de 93 anos, foi hospitalizado no Texas no domingo, um dia após as exéquias da mulher, Barbara, devido a “uma infeção que se disseminou no sangue”, anunciou hoje o seu porta-voz. “O Presidente Bush foi admitido no hospital Houston Methodist no domingo de manhã, depois de ter apanhado uma infeção que se disseminou no sangue. Está a responder aos tratamentos e parece estar a recuperar”, escreveu o seu gabinete num comunicado replicado via rede social Twitter pelo seu porta-voz, Jim McGrath. O republicano que foi o 41.º Presidente dos Estados Unidos, entre 1989-1993, depois de ter sido vice-presidente de Ronald Reagan, sofre da doença de Parkinson, o que o obriga há vários anos a deslocar-se de cadeira de rodas. Foi na mesma cidade texana de Houston que se realizaram, no sábado, as cerimónias fúnebres de Barbara Bush, o pilar de uma das maiores famílias políticas do país, que morreu a 17 de abril, aos 92 anos. George H. W. Bush, seu marido durante 73 anos, esteve presente, apertando a mão de muitos convidados. Juntos, os Bush tiveram cinco filhos, entre os quais George W. Bush, presidente entre 2001 e 2009, 17 netos e sete bisnetos.


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Presidente francês começa hoje visita de Estado aos EUA

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O presidente francês, Emmanuel Macron, inicia hoje uma visita de três dias a Washington, durante a qual deverá apelar ao Presidente norte-americano para que mantenha o acordo nuclear iraniano e o envolvimento dos EUA na Síria. Trata-se da primeira visita de Estado a Washington desde que Donald Trump assumiu funções como Presidente dos Estados Unidos. Segundo a Associated Press, a deslocação deverá ser sobretudo simbólica, não se esperando grandes avanços, mas Macron deverá tentar mitigar algumas das divergências entre os dois chefes de Estado. Numa entrevista à Fox News publicada no domingo, Macron referiu-se a algumas dessas divergências: contestou as novas tarifas que Trump ameaçou impor a partir de 01 de maio, considerando que não se faz “guerra comercial com os aliados”, e apelou a Trump para manter o acordo nuclear iraniano, argumentando que não há “plano B”. Trump prometeu retirar-se do acordo com o Irão até 12 de maio, a não ser que os negociadores norte-americanos e europeus concordem em reparar o que chamou de falhas sérias no documento, enquanto Macron é um dos maiores defensores daquele pacto. Apesar das divergências, Macron disse que tem com Trump uma relação “muito especial”, principalmente porque são políticos “inconformistas” e comprometidos com a luta contra o terrorismo islâmico. E afirmou esperar que a sua visita a Washington “sirva para ressaltar a história comum entre ambos os países”. França é considerada o primeiro aliado dos EUA por ter ajudado o país a conquistar a independência face à Grã-Bretanha. Macron pretende celebrar a aliança de longa data oferecendo a Trump um rebento de carvalho proveniente do local de uma das batalhas que envolveram tropas norte-americanas na I Guerra Mundial, a batalha da floresta de Belleau. Trata-se de um sinal de gratidão pelos sacrifícios que a América fez pela França, mas também pode ser visto como um sinal da preocupação de Macron com o ambiente. As alterações climáticas são aliás outro ponto de discórdia entre Trump e Macron desde que Trump anunciou a intenção de sair do acordo climático de Paris. Momentos depois desse anúncio, Macron publicou um vídeo em inglês em que dizia, numa referência ao slogan de campanha de Trump: “Fazer o nosso planeta grande outra vez!”.


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Rei Mswati muda o nome do país: Suazilândia passa oficialmente a chamar-se eSwatini

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O Reino da Suazilândia passa a denominar-se ESwatini ou seja a terra dos suázis.O anúncio da mudança do nome do país, foi feito esta quinta-feira em Manzini pelo Rei Mswati terceiro durante as celebrações do quinquagésimo aniversário da independência nacional.A cidade económica, Manzini, foi esta quinta-feira palco da celebração dos cinquenta anos da independência do Reino de ESwatini, nova denominação de Suazilândia.Foi na mesma cerimónia que o Rei Mswati terceiro o ultimo monarca absoluto de África, que governo o país desde 1986, anunciou para o seu reinado e ao mundo, a mudança do nome do país, que passara a se chamar ESwatini.ESwatini, que significa a terra dos suazis, já vinha sendo referido pelo rei Mswati nos últimos anos em diversos eventos da Comunidade Internacional com destaque para a recente Assembleia Geral da ONU em 2017.O rei afirma ter concretizado um sonho, que desejava que seu país possuísse um nome com o qual se identificasse, uma vez que o antigo nome causava com frequência confusões, os suazis eram confundidos com suíços, sobretudo quando o rei se deslocava para o exterior.Segundo as agências noticiosas internacionais, a alteração do nome foi surpreendente e como seria de esperar, o novo nome já esta a gerar alguma indignação perante os populares, alguns dos quais tencionam organizar protestos para estabelecer uma democracia no país. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/hxCABFCPc2A” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Filipe Nyusi discursa hoje em Londres na cimeira da Commonwealth

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O Presidente Filipe Nyusi está em Londres, capital britânica, para participar na cimeira dos Chefes de Estado e de governo da Commonwealth. Nyusi vai falar esta terça-feira, num encontro paralelo sobre Moçambique e manter encontros com diversas personalidades politicas e empresariais britânicas. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/TqlCPawSViQ” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Restos mortais Winnie Mandela: Vão hoje a enterra no cemitério de Fourways, em Joanesburgo

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Vão hoje a enterra no cemitério de Fourways, arredores de Joanesburgo os restos mortais de Winnie Madikizela Mandela. Milhares de sul-africanos, e diversas personalidades internacionais, prestaram esta manha no Orlando Stadium a última homenagem a Winnie , falecida a dois de Abril corrente no Milpark Hospital em Joanesburgo. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/d5lkPYF5V7Y” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Lula da Silva recebe primeira visita de familiares na cadeia

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O ex-Presidente brasileiro Lula da Silva recebeu hoje a primeira visita de familiares após ser preso sábado passado, para começar a cumprir em regime fechado a pena de 12 anos e um mês que lhe foi imposta pela Justiça.Alguns filhos e netos do antigo chefe de Estado brasileiro chegaram hoje de manhã de carro a uma das entradas da Polícia Federal em Curitiba para o visitar, informaram agentes da Polícia Federal. A visita foi alterada pelas autoridades policiais, que decidiram mudar o dia de visita semanal a que todos os presos têm direito para quinta-feira, alegando “questões de segurança”. Segundo as regras da Polícia Federal, os familiares podem levar roupa aos detidos e “algo para comer” uma vez por semana. Além da família, Lula da Silva também recebeu a visita do advogado Cristiano Zanin Martins, que integra a sua equipa de defesa. O ex-Presidente brasileiro começou a cumprir pena em Curitiba em conformidade com uma ordem judicial emitida na quinta-feira passada pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável por julgar os casos de corrupção relacionados a Operação Lava Jato. Desde então, a Polícia Militar montou um perímetro de segurança de cerca de 100 metros à volta da sede da Polícia Federal, e só permite o acesso de moradores da área, pessoal autorizado, jornalistas e pessoas que agendaram algum procedimento burocrático no edifício, onde se emitem passaportes e certidões fiscais. Perto da sede da Polícia Federal, mais de 500 apoiantes de Lula da Silva montaram um acampamento, que batizaram com o nome de “Lula Livre”, e garantem que permanecerão no local até que o ex-Presidente seja solto. Em junho do ano passado o juiz Sérgio Moro condenou Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e branqueamento de capitais, num processo em que foi considerado culpado de receber como suborno um apartamento de luxo da Construtora OAS. Essa sentença foi ratificada e a pena ampliada para 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), um tribunal de segunda instância, em janeiro, que também determinou a prisão imediata do antigo chefe de Estado depois que se esgotassem todos os recursos naquele tribunal. Lula da Silva, que lidera todas as sondagens de intenção de voto sobre as eleições presidenciais marcadas para outubro no Brasil, é arguido noutros seis outros processos penais. Após a sua prisão, a sua candidatura foi confirmada pelo Partido dos Trabalhadores, formação política que fundou e liderou. O partido, porém, pode ter o pedido de registo da candidatura negado antes do escrutínio, porque as normas legais brasileiras proíbem que condenados em segunda instância se candidatem a cargos públicos eletivos.


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Sindicato pede transferência de Lula para unidade das Forças Armadas

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O Sindicato dos delegados da Polícia Federal do Paraná pediu hoje a transferência do ex-Presidente do Brasil Lula da Silva da sede da Polícia Federal para um prédio das Forças Armadas.Em comunicado de imprensa, os delegados paranaenses alegam que o antigo chefe de Estado brasileiro deve ser transferido para uma unidade das Forças Armadas, que ofereça condições de segurança e não traga “transtornos e riscos à população e aos funcionários da Polícia Federal que trabalham no local”. “A medida mais acertada seria a transferência imediata do ex-Presidente para uma unidade das Forças Armadas, que possua efetivo e estrutura à altura dos riscos envolvidos”, lê-se no comunicado. Lula da Silva começou a cumprir uma pena de doze anos e um mês de prisão no passado sábado, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ser condenado em duas instâncias por ter supostamente recebido um apartamento de luxo como suborno da construtora OAS. A associação sindical de delegados argumentou que o local em que se encontra Lula da Silva é inadequado porque lá acontecem atendimentos ao público, designadamente a emissão de passaportes e certidões de antecedentes criminais, e que as pessoas que frequentam estas instalações precisam de segurança. “Há comprovados riscos à população que reside no entorno do prédio da Polícia Federal, aos polícias e demais integrantes do sistema de segurança pública que moram nas imediações da Sede da Polícia Federal, ao passo que os alguns invasores [apoiantes de Lula da Silva], que já se instalaram com barracas e determinada estrutura, estão promovendo ações no sentido de intimidar estas pessoas”, alegou o sindicato. Por questões de segurança a polícia brasileira determinou o bloqueio do local, facto que, segundo o sindicato, causou “graves inconvenientes e atrasos nos atendimentos e ações policiais”. O comunicado concluiu afirmando que a “superintendência Regional da Polícia Federal no Estado do Paraná não é, sob nenhum aspecto, local apropriado para o cumprimento de sentença penal condenatória, por questões alusivas à segurança da população e à ordem pública, devendo, na opinião do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal, o Réu condenado Luiz Inácio Lula da Silva ser imediatamente transferido”. Na madrugada da última quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil negou um ‘habeas corpus’ apresentado pela defesa de Lula da Silva, que visava evitar a sua prisão antes de se esgotarem os recursos na Justiça. Na sequência da decisão do STF, o juiz federal Sérgio Moro decretou a prisão e deu como prazo a tarde de sexta-feira para o ex-Presidente brasileiro se apresentar voluntariamente na Polícia Federal em Curitiba. No sábado, quase 26 horas depois do prazo dado pelo magistrado, Lula da Silva saiu a pé, rodeado de seguranças, do Sindicato dos Metalúrgicos onde se encontrava desde quinta-feira, em São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo, para se entregar à Polícia Federal (PF). Luiz Inácio Lula da Silva, 72 anos, foi o 35.º Presidente do Brasil (2003-2011) e é o primeiro ex-chefe de Estado condenado por um crime comum.


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