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Tecnologia

Pode ter chegado a altura de abandonar o WhatsApp, diz o New York Times

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A saída do fundador Jan Koum pode ser um ponto de viragem para a app de mensagens. O co-fundador do WhatsApp, Jan Koum, anunciou esta semana a sua saída não só da empresa responsável pela app de mensagens como também do conselho de administração do Facebook e, nota o New York Times, o momento significa que poderá ter bons motivos para deitar de usar o WhatsApp. De acordo relatos de fontes anónimas do Facebook, Koum estava cada vez mais preocupado com a forma como o tecnologia recolhia dados dos utilizadores, procurando afastar a prática tanto quanto possível do WhatsApp. É ainda adiantado que os membros do conselho de administração do Facebook não se preocupavam com questões de segurança e privacidade, com colaboradores do WhatsApp a recear que a empresa venha a recolher ainda mais dados a partir da app de mensagens. De momento o WhatsApp já partilha alguns dos seus dados com o Facebook mas, com a saída de Koum, é provável que o Facebook tenha caminho aberto para reunir ainda mais informações sobre os seus utilizadores.


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Tecnologia

Twitter admite vulnerabilidade. Eis como proteger a sua conta

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Uma vez identificado o problema, a empresa emitiu um alerta onde apelou para que os seus 330 milhões de utilizadores alterassem as suas palavras-passe. O Twitter revelou ter descoberto um problema na forma como gravava as palavras-passe dos utilizadores, as quais não eram protegidas sem a devida encriptação. Uma vez identificado o problema, a empresa apelou aos seus 330 milhões de utilizadores que alterassem as respetivas palavras-passe. A oportunidade deve ser aproveitada para todos não só para alterar a palavra-passe como ainda para tomar medidas adicionais para se protegerem, nomeadamente através de autenticação por dois passos. Uma vez alterada a palavra-passe – através da área ‘Definições e privacidade’ – o utilizador deverá dirigir-se à ‘Verificação de login’ disponível na área respeitante à ‘Conta’ para ativar a autenticação em dois passos. Com este método poderá receber um código no smartphone sempre que um novo dispositivo se tentar ligar à sua conta de Twitter, efetivamente impedindo que alguém tenha acesso indevido.


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Tecnologia

Twitter pede a todos os utilizadores que mudem palavra-passe

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Erro na encriptação das ‘passwords’ na origem do apelo dos responsáveis da rede social. Os responsáveis pela rede social Twitter emitiram um comunicado em que pedem a todos os seus 330 milhões de utilizadores que mudem a palavra-passe. Em causa, está um erro descoberto pela empresa que fez com que as palavras-passe dos utilizadores ficassem gravadas sem a devida encriptação. O Twitter garante que o problema já foi identificado e resolvido. Apesar disso, faz questão de alertar para a importância de mudar a palavra-passe para evitar complicações e para garantir a segurança dos utilizadores. Na própria rede social, o diretor-técnico do Twitter, Parag Agrawal, pediu desculpa pela situação e explica que decidiram lançar o alerta porque consideraram “o mais certo a fazer”. “Estamos a partilhar esta informação para ajudar as pessoas a tomarem uma decisão informada relativamente à sua segurança. Não o tínhamos de fazer, mas acreditámos que era o mais certo”, escreveu Agrawal.


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Arte e Cultura

Adidas mantém parceria com Kanye West e responde à petição

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A polémica gerada pelo rapper levou à criação de uma petição que pedia para descontinuar a linha Yezzy. Kanye West voltou a gerar polémica ao afirmar que “a escravidão foi uma escolha dos negros”. Em resposta por parte de todos os que lamentam tal atitude, o site Care2 lançou uma petição à Adidas para que a marca descontinue a parceria com o rapper, nomeadamente a linha Yezzy assinada pelo mesmo. Em resposta, o CEO da Adidas avançou esta quinta-feira que a parceria irá se manter pelo grande comprometimento que a marca de sportswear tem com a marca Yezzy – um compromisso que não se reflete tanto em termos económicos, mas pelo buzz que gera face ao reconhecimento do artista e lançamento de coleções em número limitado. Lembra o Fashion Network que a parceria de Kanye West com a Adidas começou em 2013 e que em 2016 a marca “lançou uma estratégia global, sugerindo um relacionamento a longo prazo” que se reflete, entre outros aspetos, “na expansão das suas linhas de vestuário”. Este sábado, 5 de maio, é lançada a mais recente coleção – a Season 7 Yezzy, em parceria com a 2XU.


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Tecnologia

Fazer compras no Instagram será ainda mais fácil (e ‘perigoso’)

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A rede social confirmou que a opção se encontra a ser testada com um conjunto limitado de utilizadores.  O Instagram continua a avançar nos seus planos de se tornar uma app de compras, introduzindo a capacidade de realizar reservas dando aos utilizadores a opção de pagar através da aplicação. A rede social confirmou ao TechCrunch que se encontra a testar a opção com um conjunto limitado de utilizadores e parceiros, nomeadamente restaurantes e salões de beleza. É ainda adiantado que em breve os utilizadores do Instagram serão até capazes de comprar bilhetes de cinema. Dada a popularidade do Instagram entre público adepto de conteúdo de fitness e lifestyle, a aposta em pagamentos móveis não deixa de ser prometedora para a rede social. Mais ainda, tendo em conta o tempo que muitos utilizadores passam no Instagram é provável que esta facilidade de pagamentos torne a app ‘perigosa’ para a carteira.


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Saúde e Lazer

Mulheres que comem pouca fruta têm mais dificuldade em engravidar

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Dificuldade em engravidar pode estar relacionada com o consumo de fruta em doses insuficientes, ou com o consumo em demasiada de ‘fast-food’, diz um novo estudo australiano.  Os investigadores concluíram que as mulheres que comem menos de três peças de fruta por mês demoram, em média, mais 50% de tempo a engravidar, comparativamente a mulheres que comam mais de três unidades daquele alimento mensalmente. O consumo de ‘fast-food’, ou da chamada comida rápida, foi também analisado. As mulheres que a ingeriam raramente engravidaram pelo menos um mês antes, do que quem comia ‘fast-food’ durante quatro vezes por semana ou mais. Enquanto que o consumo de fruta e de comida rápida afeta o tempo que as mulheres demoram a gerar, os investigadores não conseguiram estabelecer a mesma ligação com o consumo de vegetais ou de peixe. O estudo foi publicado no periódico Human Reproduction, e questionou um universo de 5,598 mulheres acerca da sua dieta, durante a sua primeira visita pré-natal ao médico. Esta era a primeira gravidez para as voluntárias, provenientes do Reino Unido, da Irlanda, da Austrália e da Nova Zelândia. Entre os casais envolvidos no projeto de investigação, 468 (8%) foram classificados como inférteis (isto é, demoraram mais de um ano para conceber) e 2,204 (39%) conceberam dentro de um mês. Quando os investigadores analisaram o impacto da dieta na fertilidade, apuraram que nas mulheres com o menor consumo de fruta, o risco de infertilidade subiu entre 8% a 12%; e entre aquelas que comiam ‘fast-food’ quatro vezes por semana ou mais, o risco de infertilidade aumentou entre 8% a 16%. A professora Claire Roberts, da Universidade de Adelaide, que conduziu a investigação, disse: “Os resultados mostram que ingerir uma dieta nutritiva, que inclui fruta e minimiza o consumo de comida rápida, melhora os níveis de fertilidade e reduz também o tempo de espera para engravidar”.


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Saúde e Lazer

Esta é a melhor forma de lavar as frutas e vegetais

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Há métodos para garantir que elimina mais bactérias, e não é com o uso de produtos anti-bacterianos. A lavagem normais dos legumes e frutas não elimina todas as bactérias lá presentes, um problema que ganhou atenção com a divulgação de que a alface romana é um vegetal bastante afetado pela E. Coli, tendo sido responsável por um surto de infeção nos Estados Unidos. Na procura pela forma mais eficaz de lavar os vegetais, vários cientistas fizeram vários testes, concluindo que a imersão em água não elimina as bactérias presentes nos alimentos, nem tão pouco os produtos específicos anti-bacterianos são eficazes para tal eliminação. Quando às boas notícias, os cientistas garantem que dificilmente encontrará a bactéria específica E. Coli em alimentos frescos (que não foram conservados para transporte, por exemplo), no entanto, não deve descurar de uma limpeza já que tais produtos estão, nos locais de venda, expostos ao toque de qualquer um, além de que mantêm resíduos de terra, que podem conter químicos ou vestígios de outras substâncias – para os eliminar, o melhor é não complicar: passe-os por água corrente e se possível seque-os com uma leve fricção, já que o uso de uma toalha pode ajudar a reduzir em muito os microrganismos, aponta a Time. Outro aspeto importante é a altura em que limpa as frutas e vegetais. Deve fazê-lo apenas antes de comer, já que, quando hidratado, o alimento fica mais propício ao crescimento de bactérias. Por fim, garanta que a toalha, tábua de corte e as suas próprias mãos estão bem limpas antes de entrarem em contato com qualquer produto.


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Saúde e Lazer

Dieta é capaz de influenciar a chegada da menopausa

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Um regime alimentar demasiado rico em hidratos de carbono pode provocar a ocorrência da menopausa precoce, sugere um estudo realizado pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, que envolveu 914 mulheres. Comer muita massa, pão e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos. No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixe, leguminosas e feijão pode de facto atrasar o aparecimento da menopausa natural. Os especialistas sublinham que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre a menopausa ainda não é completamente óbvia, mas que é real. A pesquisa foi publicada no periódico Epidemiology & Community Health. Os cientistas envolvidos entrevistaram 914 mulheres sobre os seus hábitos alimentares. Uma dieta rica em leguminosas, que inclui ervilhas, feijões, lentilhas e grão-de-bico, atrasou a menopausa em um ano e meio, em média. Já ingerir muitos carboidratos refinados, particularmente arroz e massa, foi relacionado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo. Os pesquisadores levaram em consideração outros fatores, como o peso, a história reprodutiva e o uso de terapia de reposição hormonal (TRH), mas nesta primeira fase do estudo não consideraram fatores genéticos, que também podem influenciar a chegada da menopausa. O estudo não pôde provar qualquer relação de causa, mas oferece algumas possíveis explicações por trás das descobertas. Por exemplo, as leguminosas contêm antioxidantes, capazes de prolongar a menstruação. O ómega-3, presente nos peixes mais gordos, também estimula a capacidade antioxidante do organismo. Em contrapartida, os hidratos de carbono refinados aumentam o risco de resistência à insulina, o que pode interferir na atividade das hormonas sexuais – e aumentar os níveis de estrogénio. O que por sua vez pode elevar a quantidade de ciclos menstruais, fazendo com que a quantidade de óvulos no corpo feminino acabe mais rapidamente. A co-autora do estudo, Janet Cade, professora de epidemiologia nutricional, disse que: “Uma compreensão clara de como a dieta afeta o início da menopausa natural será muito benéfica para as mulheres que já estão em risco de menopausa precoce ou que têm um histórico familiar de certas complicações relacionadas à menopausa”. Convém salientar que as mulheres que passam pela menopausa mais cedo têm um maior risco de desenvolverem osteoporose, doenças cardíacas e vários tipos de cancro.


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Saúde e Lazer

Especialistas veem detox como desperdício de dinheiro e risco para saúde

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O tema ganhou destaque pelo plano detox de 10 dias de Kim Kardashian, que partilhou nas redes sociais. Tudo o que é em exagero, não é aconselhado para a saúde. A ideia é mais que sabida, e por isso um plano detox que dura 10 em vez dos mais comuns 3 dias poderá deixar qualquer um em dúvida sobre a validade desta prática. Por outro lado, tendo o mesmo sido divulgado pela socialite Kim Kardashian, muitos serão os que pretendem seguir o exemplo, mesmo que esta prática alimentar não se sustente na experiência de especialistas. Na sua página de Instagram, Kardashian justifica que a Met Gala está a chegar e que embora se tenha esforçado a nível de exercício físico, admite que a sua alimentação não tem sido a melhor nos últimos tempos: “quero alterar a minha rotina alimentar para comer de forma mais saudável e cortar o máximo possível o açúcar da minha vida”, escreve na descrição de uma foto em biquini. Segundo o nutricionista Hazel Wallace, citado pela Women’s Health UK, o plano de ‘limpeza’ de 10 dias é mal sustentado e pode trazer mais desvantagens do que benefícios. A esclarecer, a especialista esclarece que o termo ‘detox’ refere-se a desintoxicação, um processo normal do corpo humano, de expulsão de certas substâncias que não são aproveitadas pelo organismo. A concluir, o nutricionista garante que uma dieta equilibrada e variada é, a médio e longo prazo, bastante mais eficaz que os sumos, batidos ou chás detox que mesmo que garantam uma quase imediata perda de peso, o mesmo facilmente será ganho, além de que tais bebidas podem levar à perda de sódio ou desidratação extrema, por exemplo.


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Saúde e Lazer

Cientistas confirmam ‘poder’ da música para ativar partes do cérebro

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Tal descoberta permite abordar a ansiedade, depressão ou mesmo o Alzheimer através de novas abordagens. Há uma zona do cérebro que não é atingida pelo Alzheimer nem pela demência, foi o que concluiu um grupo de investigadores da Universidade de Saúde de Utah, nos Estados Unidos, que garante que a música, esta sim, ativa a referida área cerebral e é vista como forma de ajudar a aliviar a ansiedade em pacientes com demência, aponta o Sur. A investigação comprovou que o ouvir programa de música personalizado faz com que o cérebro ‘ative’ uma zona do cérebro externa à afetava pelo Alzheimer ou demência que se carateriza por ansiedade, depressão e agitação. Tais aspetos são diminuídos quando a música ‘influencia’ o cérebro, trazendo o paciente novamente à realidade, o que o acalma. Ao contrário da capacidade sonora, que ativa o cérebro principalmente nos pacientes que estão a perder o contato com a realidade que o rodeia, a memória visual e de linguagem são afetadas pelo tempo, não permitindo o tratamento por este meio. Apesar dos promissores resultados, a análise contou apenas com uma amostra de 17 adultos, não sendo ainda claro, por exemplo, quais serão os efeitos deste tratamento a longo prazo. Ainda assim, e não achando que este será o caminho para a cura do Alzheimer, é um método promissor como forma de diminuir os efeitos da doença e melhorar a qualidade de vida do doente.


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