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Tecnologia

Estudo descobriu qual é a esperança média de vida de um produto da Apple

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Infelizmente a investigação não vai ao pormenor de cada um dos dispositivos da tecnológica de Cupertino. Quanto tempo dura um iPhone? E um Mac? Esta é uma questão que os clientes da Apple se colocam praticamente sempre que compram um dispositivo da ‘empresa da maçã’, com muitos a considerarem que o preço associado aos produtos se deve traduzir numa longevidade alargada. Pois bem, de acordo com um estudo levado a cabo por Horace Dedlu parece que a esperança média de vida de um produto da Apple é de quatro anos. A investigação reuniu todos os dispositivos da Apple (iPhone, iPad, Mac e Apple Watch) e, infelizmente, não individualiza cada um dos produtos. Como refere o The Next Web, é natural que um Mac acabe por durar mais tempo que um iPhone ou um Apple Watch tendo em conta que se tratam de gadgets portáteis e, portanto, mais suscetíveis de se estragarem em algum momento.


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Curiosidades

Viagens. Porquê alugar uma casa em vez de um quarto de hotel?

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Poupar dinheiro não é o único fator desta opção que lhe garante uma experiência mais próxima do local que visita. Seja em hotéis de luxo, em hostels ou mesmo acampamentos, as viagens são sempre uma boa opção. No prazer de conhecer uma cidade nova, o local escolhido para dormir pode passar para segundo plano, mas com o entusiasmo de preparar o roteiro e organizar-se para a viagem propriamente dita corre o risco de escolher um alojamento pouco seguro e que não corresponda às suas necessidades e expetativas. Nesta lógica, tudo o que não quer é que o local escolhido para passar a noite torne a sua experiência de viagem menos agradável. Optar por Airbnb, seja num quarto ou casa, é prática cada vez mais comum e para garantir que toma a melhor decisão partilhamos aqui as dez dicas a ter em conta na hora de escolher o sítio onde ficará durante as próximas férias. A confirmar que o Airbnb é uma ferramenta útil para viajantes que não esquecem a segurança, mas querem algo privado e pouco dispendioso, o Consumer Reports argumenta porque deve escolher alugar uma casa em vez de optar por um quarto de hotel, provando que há mais vantagens além do preço. Claro que numa casa alugada não terá inúmeros serviços que o hotel oferece como pequeno almoço, limpeza do quarto ou ginásio à sua disposição. Ainda assim, e mesmo que numa casa não possa contar com a mesma previsibilidade com que conta num hotel, há vantagens a considerar. O luxo é algo possível em vários apartamentos ou casas para alugar, pela antiga arquitetura do edifício, onde se sentirá mais próximo da cultura local. Se for viajar com um grupo grande, uma casa com bastante espaço pode ser tão mais luxuosa que um hotel, por vezes até com espaços exteriores. A privacidade, em que muitos apoiam a sua decisão, é outro aspeto a ter em conta já que estará muito mais à vontade numa casa onde só conta com os seus companheiros de viagem. Este à-vontade também se traduz no espaço que tem à sua disposição – por exemplo, para espalhar a roupa. Algo a que estamos mais contidos num hotel, onde há limpeza diária do quarto. Por fim, a cozinha: não tem de a usar e possivelmente vai com a ideia de “estou de férias, não quero ter de cozinhar”. Ainda assim, é bom poder contar com este apoio para os dias em que não lhe apeteça jantar fora ou simplesmente para preparar uma sandes – algo bastante simples, mas só para quem tem os meios básicos essenciais.


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Tecnologia

A Apple está a planear lançar um MacBook Air mais barato

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O novo modelo do portátil poderá ser lançado ainda este ano. O analista Ming-Chi Kuo da KGI Securities previu que a Apple poderá vir a apostar num modelo financeiramente mais acessível do MacBook Air, um produto que poderá chegar no segundo semestre deste ano. Diz o The Next Web que a meta será expandir o número de vendas da sua linha MacBook entre 10% a 15%, um objetivo que poderá muito bem ser cumprido com a oferta de um portátil mais barato que as atuais ofertas da tecnológica de Cupertino para este mercado. De acordo com os últimos rumores que circularam a propósito deste novo portátil, a Apple poderá integrar nestes equipamentos processadores fabricados pela própria empresa. Teremos de esperar para saber os planos da Apple para este computador.


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Saúde e Lazer

Selfies no ginásio podem estar a arruinar a sua autoestima

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Onde é que costuma ver pessoas a treinar? Sim, no ginásio ou no parque ao fundo da rua, ou então, claro está, nas redes sociais. Afinal, todos conhecemos alguém que não consegue evitar publicar ‘aquela’ fotografia… A professora e investigadora da Universidade Texas State, nos Estados Unidos, Tricia Burke queria descobrir o que acontece no nosso cérebro quando visualizamos imagens e selfies de pessoas no ginásio ou que praticam outro tipo de exercício como correr. Burke e o investigador da Universidade do Arizona, Stephen Rains, analisaram 230 pessoas ativas nas redes sociais e que publicam fotografias e declarações sobre as suas ideias pessoais sobre saúde, fitness e acerca do seu peso. Examinaram a frequência com que publicavam informação no seu perfil, sobre os treinos que faziam; a tendência ou não de se compararem a outros, e mais. Os resultados, publicados no journal Health Communication, detetaram uma relação fascinante entre esses conteúdos de saúde e quem visualisa essas publicações, explica Burke. Os indivíduos que mais se deparavam com esse tipo de conteúdos apresentavam uma probabilidade maior, comparativamente a quem não estava exposto a essa informação, de se preocuparem em demasia com o seu próprio peso, o que se poderá refletir em problemas de autoestima. De acordo com Burke, o efeito é ainda mais pronunciado se a pessoa se considerar parecida com o autor daquele perfil, já que possíveis parecenças podem originar comparações sobre tamanho, boa forma e capacidade física. Porém, as notícias não são apenas más. Burke detetou que muitos dos indivíduos que consideram as pessoas que veem nas fotos ‘superiores’, também passam a ter uma atitude mais positiva e recetiva à prática desportista. “Pode ser um fator de motivação”, diz a investigadora. Já Rains, refere que a maioria dos utilizadores de redes sociais não está consciente dos efeitos psicológicos que estas publicações podem exercer. Todavia, salienta que o importante é reter que aquilo que se vê ou se partilha online tem de facto impacto. “Muitos de nós deslizamos o dedo pelo ecrã do telemóvel e consultamos estas redes sociais passivamente. E nem sequer nos apercebemos que estamos a internalizar o que vemos – imagens que podem afetar as nossas atitudes e pensamentos”, explica Rains. Estas conclusões são importantes tanto para os consumidores das redes como para quem cria conteúdos. “É preciso precaução sobre o modo como as imagens e a informação publicada é divulgada e contextualizada. Os utilizadores deveriam publicar de forma responsável e com o intuito de transmitir mensagens positivas e de cariz saudável, promovendo por sua vez atitudes positivas em quem visualiza essas imagens e textos”, conclui Burke.


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Tecnologia

Instagram: Pistas indicam que será possível fazer chamadas

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O código da aplicação da rede social inclui ícones que indicam a capacidade de realizar chamadas de voz e vídeo. O Instagram poderá tornar-se em breve muito mais que uma rede social. O TechCrunch analisou a aplicação Android da plataforma e descobriu pistas que indicam que em breve poderá ser concedida a capacidade de realizar chamadas de voz e vídeo. Conta a publicação que foram encontrados ícones que apontam para essa possibilidade. A ideia será permitir que os utilizadores do Instagram realizem chamadas entre si, ou pelo menos só aqueles que se sigam mutuamente. Ao longo dos últimos meses o Instagram tem incluído cada vez mais opções de comunicação, chegando até ao ponto de lançar uma app (a Direct) inteiramente dedicada a trocar mensagens. Ainda assim, é imprevisível como poderão os utilizadores da aplicação reagir a esta novidade.


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Tecnologia

Sim, é (muito) provável que o Huawei P20 tenha uma câmara tripla

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O novo topo de gama da fabricante chinesa deverá ser anunciado no final do mês em Paris. Uma publicação feita na rede social chinesa Weibo e partilhada pelo GizmoChina volta a ‘atiçar’ a internet e a reforçar os rumores que dão conta que o próximo topo de gama da Huawei terá uma câmara tripla. Como pode ver na imagem, os três ‘O’ usados na publicação indicam que a câmara do alegado Huawei P20 terá três sensores e não apenas dois, como tem sido hábito recente entre os grandes topo de gama do mercado. A publicação indica ainda que o smartphone será desvendado em Paris num evento a decorrer no dia 27 de março. Falta pouco pelo que é apenas uma questão de esperar por novidades.


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Curiosidades

Selfies estão a levar mais pessoas a fazer operações ao nariz, diz estudo

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Tudo porque estas fotografias são capazes de tornar os nossos narizes maiores. Já alguma vez reparou que o seu nariz parece diferente nas selfies que tira? Isto porque, de acordo com um estudo levado a pelo pelo JAMA Facial Plastic Surgery, o nariz fica de facto distorcido e é aumentado 30% quando captado numa selfie. Até aqui nada de novo, o problema surge quando este é o motivo de mais pessoas estarem a ser submetidas a rinoplastias. “Os jovens adultos estão constantemente a tirar selfies para publicarem em redes sociais e pensam que essas imagens são representativas de como realmente são, o que pode ter impacto no seu estado emocional. Quero que percebam que quando tiram uma selfie estão a olhar, essencialmente, para um espelho que distorce”, escreve um dos autores do estudo, Boris Paskhover, de acordo com o CNET. O estudo da JAMA indica que, em 2017, 55% dos pacientes escolheu fazer rinoplastias por quererem tirar melhores selfies, o que representa um aumento de 13% face ao ano anterior.


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Arte e Cultura

Cinquentas e seis peças de artes a serem leiloadas expostas em Maputo

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Cinquenta e seis obras compõem a exposição que antecede o primeiro leilão de artes plásticas moçambicanas. Lançada na cidade de Maputo, a exposição conta com renomados artistas do país, como o célebre Malangatana, Naguib, Idasse, Jorge Dias entre outros. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/nIe9dw0RJ3U” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Saúde e Lazer

Amamentar ou não. Experiência científica caseira dá que falar

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Uma mãe britânica está a ser alvo de polémica após ter realizado uma experiência científica caseira com o intuito de descobrir como o leite materno e o leite de fórmula combatem infeções. Jessica Wilson, de Merseyside, no Reino Unido partilhou imagens nas redes sociais nas quais se podiam ver duas placas de petri. A mãe e estudante de biologia, terá colocado o mesmo tipo de bactéria ‘microcossus luteus’ em ambas as placas e posteriormente terá adicionado a uma delas leite materno e à outra leite de fórmula. Nas imagens uma das placas parece estar coberta por bolor e a outra parece não apresentar quase manchas. Wilson, afirmou que os resultados obtidos através do projeto cientifico amador mostram as propriedades anti bacteriais do leite materno, comparativamente à substituição sintética. “Como podem ver os círculos à volta dos discos mostram como o leite materno conseguiu ‘lutar’ contra a bactéria e o prato está quase limpo. Já na outra placa, o leite em fórmula não teve qualquer efeito e a bactéria espalhou-se completamente”, afirmou a mãe. Apesar da publicação ter recebido comentários de apoio, a reação de outros cibernautas foi menos positiva. “Todas as mulheres sabem que o leite materno faz melhor ao bebé, porém muitas não conseguem produzir a quantidade necessária. Nenhuma mulher deve sentir-se inferior por não conseguir dar de mamar”,escreveu a internauta Mary Herrick. Já outra disse: “Nada simpático ou solidário para as mães que não conseguem amamentar!”


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