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Tecnologia

A Samsung apresentou televisões quase invisíveis

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O Modo Ambiente da linha QLED permite camuflar a televisão com o mesmo padrão da parede onde for colocada. A Samsung continua a inovar e apresentou uma linha de televisões está a dar que falar. A empresa sul-coreana organizou um evento esta quarta-feira para exibir as suas televisões mais recentes. De acordo com a Quartz, a nova linha QLED de televisões 4K destaca-se por uma tecnologia que definiu como Modo Ambiente e que permite camuflar a televisão. Como? Antes de colocar a televisão na parede ou junto a uma parede, pode tirar uma fotografia à parede. Depois de colocá-la, pode definir a fotografia para ficar no fundo do ecrã. O resultado é uma camuflagem que torna quase invisível a televisão. Os tamanhos destas televisões varia entre os 125 e os 225 centímetros. A Samsung não divulgou valores, mas tendo em conta que estamos a falar de topo de gama, será de esperar que tenha de pagar muito para ter uma televisão destas.


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Saúde e Lazer

Exercício físico é mais fácil desta maneira, diz novo estudo

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Se acha que ouvir música lhe dá mais energia quando está a correr ou a levantar pesos no ginásio… Não está sozinho, a ciência ‘diz’ que tem razão. Um grupo de investigadores da Universidade Texas Tech, nos Estados Unidos, afirma que ouvir melodias alegres aumenta de facto a resistência física de quem pratica exercício físico de alta intensidade. No novo estudo, os indivíduos que ouviram música durante um exame de stress cardíaco, aguentaram em média um minuto a mais, a praticar o mesmo tipo de exercício, comparativamente a quem não ouviu música. O projeto de investigação, ainda não foi divulgado em nenhuma publicação científica, e será apresentado pela primeira vez durante esta semana na conferência anual de American Cardiology, em Orlando, na Florida. “Pelo menos em pequena escala, este estudo sugere que ouvir música motiva quem está a praticar algum tipo de atividade física, incentivando a que pratique ainda mais desporto – que é crucial para a saúde do coração”, afirma o coordenador da equipa de cientistas, o médico cardiologista Waseem Shami. Shami e os seus colegas recrutaram 127 voluntários para serem monitorizados durante um exame de stress cardíaco. Este tipo de exame é utilizado para medir a frequência cardíaca durante a prática intensa de exercício. Neste caso, o nível de inclinação e de velocidade das passadeiras foi sendo aumentando de três em três minutos. Metade dos voluntários foram selecionados, ao acaso, para ouvirem música latina, house e pop, ao mesmo que andavam ou corriam nas passadeiras; enquanto, que o outro grupo fez o exercício físico que lhe competia em silêncio (todos utilizaram auriculares, de forma a que os investigadores não soubessem quem fazia parte de cada grupo). Os cientistas norte-americanos concluíram que os indivíduos que escutaram música aguentaram em média mais oito minutos e 26 segundos, comparativamente aos elementos do grupo ‘silencioso’, que resistiram em média durante sete minutos e 35 segundos. “Após os primeiros seis minutos, parece que está a subir uma montanha, por isso resistir durante mais 50 segundos, ou mais do que isso, é muito significativo!”, explica o cardiologista Shami.


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Saúde e Lazer

Não gosta de treinar em público? Saiba como ganhar confiança

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Muito serve de desculpa ou entrave para que se comece a treinar. Para o evitar, importa que se sinta confiante durante o treino e, para tal, há simples medidas que deve adotar – pelo bem da sua saúde. Na hora de começar a praticar exercício físico, muitos são os obstáculos (diga-se, desculpas) para que se entre na rotina. Seja porque não estamos em forma e o colega do lado consegue levantar 20 quilos como se nada fosse, ou porque a resistência está no mínimo e não conseguimos correr nem metade do que aquele frequente praticante que vemos diariamente a treinar no jardim ou ginásio. A ansiedade que muitos sentem na hora de treinar é algo comum e fácil de se evitar. No fundo, basta que se tome consciência de que pelo simples facto de sairmos de casa para praticar exercício físico, estamos a fazer algo por nós mesmos, e isto é reconhecido mesmo que se esteja no nível zero. Em segundo lugar, racionalizar que somos os únicos a dar importância à ‘má’ forma física e desempenho dos exercícios. Ainda assim, a insegurança não é algo racional pelo que, no sentido de ajudar a que se desbloqueie este comportamento aquando do treino, a Women’s Health UK aponta sete situações comuns e a melhor forma de se agir em cada uma delas. Chegar a um novo ginásio ou aula de grupo: Cada espaço tem a sua organização, e mesmo que lhe tenham feito uma visita guiada, é normal que nos primeiros dias não saiba como se dirigir para os balneários, onde fica a sala de grupo (cuja aula começa dentro de cinco minutos), qual a dinâmica dos cacifos nos balneários, entre outras comuns situações que, quando não estamos a par, nos parecem entraves. Para conhecer o espaço rapidamente, basta que esteja atento nos primeiros dias. Pediu ajuda para chegar à sala de cycling, memorize-a, bem como a sala de Yoga que fica mesmo ao lado. Não tenha receio de perguntar a outros membros do ginásio onde fica o depósito de água ou como reservar uma aula. Todos já tiveram o seu primeiro dia no ginásio e, regra geral, são abertos a este tipo de ajuda. O inevitável balneário: A roupa é um meio de escondermos certas inseguranças que tenhamos com o corpo. Nos casos de maior insegurança, pode ser difícil o momento de trocar de roupa ao lago de alguém com o corpo bem tonificado. Pense que todos estão na mesma situação e que cada um está concentrado em arranjar-se e vestir-se e não em observar os demais corpos. O isolamento na sala de pesos livres: Entre a escolha do peso certo e na execução do exercício que depende apenas de si e do seu peso, sem o apoio de qualquer máquina, pode-se sentir algo desprotegido. Uma forma de se sentir mais à vontade nesta situação é ao conhecer ao máximo o seu plano de treino. Foque-se nos seus exercícios e na sua boa execução – vai esquecer-se que está numa sala com mais gente. Se se sentir à vontade, dê dois dedos de conversa com o colega do lado, vai se surpreender com a abertura que muitos têm em partilhar dicas de treino ou curiosidades sobre o seu plano. Participar em grupos de treino: Nas aulas de grupo há aqueles que vão para a primeira fila, têm entusiasmo para dar e vender e respondem ‘vamos!’ a todos os incentivos do professor, e há os que preferem passar despercebidos e se preocupam apenas em conseguir fazer a aula até ao fim. Não se compare com os primeiros: toda aquela confiança foi trabalhada naquelas mesmas aulas. Em vez disso, veja-os como inspiração e não uma forma de comparação que o leva a auto julgar-se. Começar um novo plano de treino: Não avançar para um novo plano de treino antes de estar à vontade com o atual, é a melhor forma de evitar dores. Mas aspetos físicos à parte, é frequente o caso em que nos dão um novo plano de treino que nos deixe perdidos, sem saber como fazer. Peça ajuda a um PT – é para isso que estão no ginásio. Se achar necessário, marque uma aula particular com um personal trainer e no caso de exercícios mais complexos, peça-o para o filmar. Assim, quando for repetir o treino, terá um arquivo pessoal a que recorrer. Correr na rua: É onde muitos se sentem desprotegidos já que não está num ambiente onde – mal ou bem – todos estão a treinar, como no ginásio. Quem sente ansiedade ao treinar na rua, pensa que todos estão atentos à forma como corre ou mesmo a roupa que está a usar. Contudo, pense no que mais frequentemente lhe passa pela cabeça quando vê alguém correr na rua: “eu devia praticar exercício físico” é o pensamento mais comum, e é nisto que muitos pensam quando o veem correr. Pense nisso e, para se abstrair do ambiente, opte por um caminho que começa e escolha uma playlist de que goste e o distraia. Participar numa maratona: …ou outro evento que conte com público. Tal como na corrida, o participar num evento do género é visto como ao de coragem e força. Certamente que treinou e se preparou para o mesmo: foque-se nisso e tenha orgulho em si mesmo pelo que conquistou. Nem todos conseguem correr uma maratona.


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Saúde e Lazer

Viajar é bom para a saúde. Cinco razões para o fazer já

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É tão válido como qualquer outro o argumento de ‘preciso de viajar, pelo bem da minha saúde’. O bem estar de cada indivíduo merece diferentes cuidados em várias áreas: desde o bem estar a nível físico, que passa pela alimentação e exercício físico, o bem estar emocional, que tem em conta a relação com os que nos rodeiam e o bem estar interior que, se não for trabalhado, não permite que nos relacionemos bem com os outros. Por questões de confiança, humildade e outros aspetos imprescindíveis a quem quer levar uma vida saudável e equilibrada, viajar é uma prática que não deve faltar nos seus dias. E no caso de precisar de motivos para aderir a esta aventura (ou de argumentos para convencer o seu futuro parceiro de viagem), o site Leaf aponta cinco motivos que esclarecem porque é que viajar é bom para a saúde: 1. Deixa-nos menos stressados e mais felizes É a forma ideal para recarregar energias e fazer uma pausa da sua rotina diária. É tão válido para quem queira ficar a torrar ao sol como quem passe o dia a andar em trilhos ou a escalar. 2. Melhora a saúde cerebral e a criatividade Conhecer espaços novos e realidades diferentes abre-nos a mente para novas visões e perspetivas na hora de resolver um problema ou quando precisa de novas ideias. 3. Permite a conexão com novas pessoas Fazer amigos nestes cenários é algo que não consegue noutra situação. Tal como o conhecer novos espaços, o conhecer novas culturas é a forma ideal de se abrir a novos pensamentos e perspetivas sobre a vida, que o fará olhar para si de outro modo 4. Oferece-nos novos objetivos pessoais O simples acto de planear uma viagem tem benefícios para a saúde, segundo vários estudos que defendem que o otimismo e planeamento com que prevemos novas situações, são benéficas ao tempo presente 5. Traz-nos novas perspetivas Quando estamos embrenhados na rotina diária e de trabalho, podemos nos fixar na ideia de que a felicidade deve-se apenas ao sucesso e bom desempenho no trabalho, que se conjuga com um bom físico. O viajar com alguma rotina abre-nos os olhos para outros aspetos importantes que se relacionam com a verdadeira felicidade, principalmente se o destino for um local mais pobre do que aquele em que vivemos: vale a pena ficar chateado por o estacionamento em certo local ser pago, quando há tanta gente que nem tem possibilidade de ter carro próprio? Todos estes pontos sustentam a ideia de que viajar faz bem, contudo, nada como ir sem perspetivas e com um plano de viagem meio criado. Deste modo, vai evitar stress desnecessário e conseguir tirar o máximo proveito da viagem.


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Saúde e Lazer

Melhore o seu dia: Seja egoísta

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Para ser bem sucedido é fundamental que você e os seus objetivos sejam a prioridade, e não os outros. É a opinião do autor Andrew Merle, que partilhou as suas ideias na publicação norte-americana Time. Merle considera que para que isto aconteça deve iniciar o seu dia a fazer aquilo que é mais importante para si, antes de começar a dar respostas às necessidades ‘urgentes’ de quem o rodeia. O autor recomenda que ‘proteja’ a primeira hora do seu dia de trabalho, aquilo que refere como “Mine O’Clock” ou “A Minha Hora”. E que a utilize de forma proativa para concretizar objetivos a curto e longo prazo. Para Merle, se não ‘protege’ esta hora do dia, irá passá-la a responder aos emails dos seus colegas ou a correr de reunião em reunião. Consequentemente, irá sentir-se exausto e sem energia, antes de poder dar atenção aos seus próprios projetos. Andrew Merle aconselha que siga estes passos para que torne assim “A Minha Hora” (neste caso a ‘sua hora’), uma parte constante da rotina diária. ‘Bloqueie’ a primeira hora do seu dia de trabalho Marque esta hora no calendário do seu telemóvel ou no Outlook, do computador do escritório, para que este período de tempo seja preservado e mostrando desta forma aos seus colegas que está ocupado. Não marque reuniões ou chamadas para esta hora. Respeitosamente decline qualquer pedido para marcar reuniões durante esse período de tempo, a não ser que não tenha mesmo nenhuma alternativa. E nesse caso, considere começar o seu dia de trabalho uma hora mais cedo. Estabeleça previamente as suas tarefas diárias Limite a sua lista a três tarefas cruciais. Escreva a lista de afazeres na noite anterior. Comece o dia pela tarefa mais importante Encontre um sítio calmo e onde não será incomodado para trabalhar. Assim, que acabe siga para a tarefa seguinte. Evite usar o email ou redes sociais nesta altura.


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Saúde e Lazer

Por quanto tempo deve aguentar cada alongamento?

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É imprescindível para terminar em bem o seu treino, mas há que fazê-lo de forma correta, ou estará apenas a perder tempo. Melhora a flexibilidade, reduz o risco de lesões e melhora a performance. Três vantagens que fazem valer a pena os minutos que ‘perde’ a alongar depois do exercício físico. Sem demasiado esforço e com foco nos músculos mais trabalhados durante o treino (ouça o seu corpo, vai facilmente saber que músculos carecem de alongamento), a questão que se coloca é apenas uma: por quanto tempo deve segurar em cada alongamento? Diz a Men’s Health que o ideal são 60 segundos para cada músculo, que podem ser contabilizados em três séries de 20 segundos, por exemplo. Para que a fase final do treino seja ainda mais eficaz, garanta que alonga logo após o exercício físico. Ainda, segundo aconselha o colégio americano de medicina do desporto, “adultos saudáveis devem praticar pelo menos duas vezes por semana uma série de exercícios de flexibilidade”. Em grande parte dos ginásios estão disponíveis aulas de stretching ou aparelhos que ajudam a alongar, basta que lhes dê o devido tempo, como parte do seu treino.


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Tecnologia

Rússia garante operacionalidade do primeiro satélite angolano

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, garantiu hoje, em Luanda, que o primeiro satélite angolano, AngoSat-1, lançado em dezembro e que enfrentou alguns problemas técnicos vai entrar serviço no próximo mês, como previsto. O chefe da diplomacia russa falava em conferência de imprensa no final da sua visita a Angola, que serviu para reforçar a cooperação e preparara a visita do Presidente angolano à Rússia ainda este ano. Segundo Serguei Lavrov, o satélite angolano, produzido e lançado pela Rússia mantém-se em órbita, devendo entrar em serviço em abril. O governante russo desvalorizou as informações veiculadas pela imprensa, sobre um suposto desaparecimento do satélite angolano ou ainda a perda de comunicação com o mesmo, pelo fabricante russo. O primeiro satélite angolano, um investimento do Estado angolano de 320 milhões de dólares (269,6 milhões de euros), construído por um consórcio estatal russo, foi lançado em órbita, em dezembro de 2016, no Cazaquistão, com recurso ao foguetão ucraniano Zenit-3SLB, envolvendo ainda a Roscosmos, empresa espacial estatal da Rússia. Serguei Lavrov disse que foi hoje abordado com as autoridades angolanas a extensão da cooperação dos dois países para as tecnologias de ponta, em áreas como a utilização de energia atómica e do espaço cósmico, ambas para fins pacíficos.


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Saúde e Lazer

Está sempre com sede? Pode ser sinal de algo grave

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Nem sempre o motivo é o insuficiente consumo de água por dia. Tem o hábito de estar sempre a beber água? Ainda bem. O consumo diário médio para um adulto saudável é de 1,5 a 2 litros de água por dia, valor que varia com o volume de cada indivíduo, bem como da atividade física que pratica e exposição ao calor. Exceder o consumo médio aconselhado pode não ser benéfico, assim como não o é a sensação constante de se ter sede – sobre este último caso, há vários motivos e seja qual deles for, há que dar a volta, já que não devemos sentir sede, seja em que situação for. Pelo contrário, é essencial estar constantemente hidratado. Não beber água suficiente é a primeira causa apontada. O corpo responde a esta necessidade básica com a sensação de sede. Por exemplo, quando vai treinar e não leva uma garrafa de água, rapidamente o seu corpo sente a falta de água, que é imediatamente saciada assim que repõe os níveis de água no organismo. Outro motivo, que também se expressa com a sensação de sede, é aquando da ingestão de comida demasiado salgada. Alimentos com grande concentração de sal desidratam o corpo, logo, obrigam a um maior consumo de água. Também a medicação pode desidratar o corpo, o que se revela em boca demasiado seca. No caso de estar a sentir mais sede que o normal aquando da medicação, verifique na burla se o que está a tomar contém dimenidrinato ou se é anti-histamínico. É provável que nestes casos tenha de aumentar a dose diária de água. A par destas situações mais comuns, há casos em que se bebe a dose diária de água recomendada e uma alimentação equilibrada, mas ainda assim, sente-se constantemente com sede – estes são os casos mais alarmantes que podem significa que tem diabetes ou uma doença autoimune. Sofrer de diabetes significa que há mais açúcar no sangue do que o devido. Tal faz com que se urine mais, como tentativa natural à expulsão do açúcar no sangue. A vontade de urinar e sede constante podem, por isso, estar associadas a esta doença. No caso de doenças autoimunes, os sintomas passam frequentemente por olhos e boca seca, a par da sensação de sede. Se sentir estes sintomas mas não tiver nenhum medicamento a que os associar, o melhor será ver um médico.


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Saúde e Lazer

Liberte-se do vício do açúcar. Saiba como

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Se está a tentar evitar ingerir alimentos com açúcar sabe que não é tarefa fácil. Porém, existem alguns truques para que não desista da sua saúde e para que se liberte de vez do vício. O álcool faz mal, as drogas também e obviamente o tabaco está na mesma categoria. E o açúcar? Investigadores das universidades de Princeton e do Minnesota, nos Estados Unidos, realizaram testes com ratos que mostraram que o vício no açúcar leva à compulsão e à síndrome de abstinência. Nos humanos, imagens cerebrais mostraram que a foto de um gelado em pacientes ‘normais’ gera a mesma sensação prazeirosa no cérebro que imagens de um cachimbo de ‘crack’ para um viciado. A seguir ao Natal ou a uma grande festa já teve a sensação de se sentir ressacado, mesmo não tendo ingerido álcool? Pois é, a ressaca que sentiu aconteceu muito provavelmente devido aos doces que comeu. E o açúcar está presente em diversos alimentos do dia a dia, desde o pão à fruta. Eliminá-lo da dieta é quase impossível… Porém, há algumas medidas que pode tomar… Conheça os açúcares que consome Um alimento sem ‘açucares adicionados’ não tem necessariamente um baixo teor de açúcar. Verifique a sacarose, a frutose, a glicose, o amido e a maltose. Mantenha um registo Mantenha um registo diário de tudo o que come e quando. Até pode acreditar que não come muito açúcar, mas ficará surpreendido com o resultado. Elimine a ‘comida rápida’ A ‘fast food’ contém açúcar e o doce provoca a produção em excesso de insulina. Escolha açúcares saudáveis Nem todos os açúcares são maus. Há doce na batata-doce ou nas cenouras. Coma fruta fresca no início do dia A fruta fresca tem um elevado teor de vitaminas, mas contém frutose (o açúcar natural da fruta). Consuma fruta em pequenas quantidades e faça-o logo no início do dia. Pratique exercício Ao mexer-se e quando pratica desporto o corpo liberta endorfinas que o farão sentir-se melhor, sem necessitar de ingerir estimulantes como o açúcar. Seja realista As alterações no seu corpo não se darão de um dia para o outro e poderão passar algumas semanas até começar a ver benefícios. Seja paciente – invista tempo em si e na sua saúde.


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Tecnologia

Diga ‘adeus’ ao ecrã verde. O YouTube está a preparar uma alternativa

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Está a ser testada na plataforma de vídeos a capacidade de adicionar um fundo à escolha. A Google está a testar no YouTube a capacidade de adicionar uma imagem de fundo à escolha a vídeos sem necessidade de equipamento extra como panos verdes, conta o Digital Trends. A funcionalidade está a ser testada na Reels, a aplicação do YouTube que serve de resposta às Stories do Snapchat e do Instagram. Ainda não há previsão de quando é que esta app será lançada mas, ainda assim, funcionalidades como esta podem ajudá-la a conquistar utilizadores. Diz a Google que a tecnologia usada nesta funcionalidade consegues substituir o verdadeiro fundo com imagens escolhidas em tempo real, aplicando mudanças a 100 frames por segundo no iPhone 7 e a 40 frames por segundo no Pixel 2.


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