Author name: Edson Sengo

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Nacional

Gestores dos penitenciários aprendem como prevenir os reclusos da infecção

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Os gestores dos estabelecimentos penitenciários da província de Maputo aprendem como prevenir os reclusos da infecção do novo coronavírus. A capacitação é extensiva para os reclusos chefes dos pavilhões.  Uma prática simples, mas que pode salvar a vida e evitar a propagação do novo coronavírus nos estabelecimentos penitenciários do país. As atenções das autoridades sanitárias estão agora voltadas para os recintos fechados de maior aglomeração humana. A equipa médica da província de Maputo quer evitar que a gripe mortal chegue aos estabelecimentos penitenciários. No pavilhão 5 da cadeia central de Maputo estão os reclusos mais novos da penitenciária. É o pavilhão mais superlotado de todos. Comporta pouco mais de 400 reclusos. Constitui, por conseguinte, o grupo prioritário da equipa médica. A Cadeia central de Maputo tem 10 pavilhões. Em média, cada pavilhão alberga 300 reclusos, número além do que é recomendado. A direcção da Cadeia Central faz o que pode para evitar o alastramento de doenças. A capacitação sobre a prevenção da COVID-19 foi extensiva aos gestores das cadeias da província de Maputo, que funcionam em regime fechado e semi-aberto. A província de Maputo tem seis estabelecimentos penitenciários.


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Nacional

Prevenção COVID-19 nas cadeias: Reclusos pedem clemência para beneficiarem de liberdade condicional

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É um apelo dos reclusos da cadeia central de Maputo, na vigência do Estado de Emergência, face ao novo coronavírus. Os reclusos pedem clemência para os que reúnem requisitos para beneficiarem de liberdade condicional, os indiciados de crimes não qualificados e os que aguardam julgamento há mais de um ano. Alberto José João, 19 anos de idade, está detido provisoriamente, há um ano, por furto de 350 meticais. A Cadeia Central de Maputo está superlotada. Tem 3.592 pessoas encarceradas. Muitos dos que aqui permanecem não foram, sequer, ouvidos por um juiz e têm o prazo de prisão preventiva vencido, há seis, um ano ou mais. Alberto João é o rosto dos que pedem clemência, por consideraram que já não preenchem os requisitos para permanecerem no recinto reclusório. João justifica que a medida pode descongestionar a penitenciária e prevenir os reclusos de contrair o novo coronavírus. O coro dos reclusos que querem ir para casa ganhou mais vozes. O momento de registo de imagens foi caracterizado por alguma animosidade. Pelo facto foi necessária a intervenção do director do estabelecimento penitenciário para confortá-los e afiançar que o governo pensa na melhor forma de protegê-los. Lourenço Tivane cumpriu mais de metade da pena a que foi condenado. Diz-se agastado com as condições agrestes. O risco de contraírem o coronavírus apoquenta-lhes todos os dias. Arlindo Muade aproximou-se à equipa de reportagem da TVM e diz reconhecer o trabalho de prevenção implementado pela direcção da Cadeia Central de Maputo. Muade diz que as medidas de higiene individual podem não ser suficientes para evitar a disseminação da COVID-19, se a cadeia não for rapidamente descongestionada. Desde que foi notificado o primeiro caso positivo do coronavírus, a direcção do Serviço Nacional penitenciário suspendeu as visitas, limitou a circulação nos pavilhões e alargou o tempo de permanência dos reclusos fora das celas. A superlotação constrange os responsáveis da maior estabelecimento penitenciário do país. Este ano, o Presidente da República, Filipe Nyusi, indultou 25 doentes graves a cumprir penas nos Estabelecimentos penitenciário moçambicanos.


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Saúde

Subiu de 8 para 10 o número de casos positivos da COVID-19

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Subiu de 8 para 10 o número de pessoas infectadas pelo coronavírus em Moçambique. Os 2 casos confirmados nas últimas 24 horas envolvem um jovem moçambicano de 18 anos que estudava em Portugal e um cidadão sul-africano de mais de 60 anos.  Moçambique registou nestas últimas 24 horas mais 2 novos casos positivos de coronavírus testados num laboratório privado e outro na vizinha África do Sul, passando assim, de 8 para 10 casos de pessoas infectadas e confirmadas no país. Do acompanhamento feito aos casos confirmados há dias, não há relatos de agravamento do quadro clínico dos doentes. O Instituto Nacional de Saúde conta com um cumulativo de 284 casos suspeitos já testados. Deste universo, 17 são referentes as últimas 24 horas e todos deram negativo. As autoridades de saúde apelam para a observância rigorosa das medidas preventivas obrigatórias integradas no decreto presidencial que activou o Estado de Emergência que vigora desde a madrugada desta quarta-feira. A nível global as estatísticas da COVID-19 apontam para um cumulativo de cerca de 890 casos positivos mais de 45 mil óbitos e cerca de 186 mil recuperados.  


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Nacional

Igrejas estão a cumprir as decisões do governo na Cidade de Maputo

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Igrejas da cidade de Maputo reforçam medidas de higiene e distanciamento social nas concentrações religiosas, face a pandemia da covid-19. Destaca-se o numero reduzido de fieis nos locais de adoração, em resposta as recomendações do governo moçambicano. Igrejas das da cidade de Maputo reforçam as medidas de combate a covid-19 nos cultos. A igreja católica que optou por celebrar a missa com um grupo de fiéis, privilegiou a rádio como forma de alcançar mais crentes que não puderam se fazer presentes, na Se Catedral da cidade de Maputo. No salão principal da Cenáculo maior, a igreja Universal optou por receber 50 fiéis num período de trinta minutos de cada vez. Amone Singa membro da Igreja Presbiteriana de Moçambique destacou a adopção de horários especiais com vista a reduzir o número de crentes por culto. Fies da Igreja Gloria da Ultima Casa esperam do lado de fora do templo numa fila pela sua vez de prestar culto a Deus. São cinquenta fies por trinta minutos. As medidas implementadas pelas confissões religiosas visam responder as recomendações de distanciamento social face ao novo coranavírus que assola o país e mundo.


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Mundo

Vacina contra COVID-19: novos testes serão efectuados na Noruega e Espanha

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Organização Mundial da Saúde inicia testes em seres humanos na luta contra Covid-19. A Noruega e Espanha são os primeiros países a realizarem os testes. Os primeiros pacientes na Noruega e Espanha já começaram a ser testados com medicamentos que se acreditam serem compostos da vacina contra a Covid-19. Medicamentos de combate à malária e ébola estavam na lista dos primeiros testes que começaram este sábado na Noruega. Só os resultados destes testes permitirão concluir se estes medicamentos serão, ou não, eficazes na luta contra o novo coronavírus.   O director-geral da OMS, Tedros Adhanom, afirma que a vacina poderá estar disponível nos próximos 12 meses, mas, acredita que este estudo poderá acelerar o processo. Mais de quarenta e cinco países estão a contribuir para esta pesquisa, que visa, descobrir o medicamento eficaz para a Covid-19. (X)


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Saúde

Suspensão de aulas: Impõe-se a decisão para evitar possível catástrofe no Sistema Nacional de Saúde

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O Instituto Nacional de Saúde diz que se não se evitar aglomerações de pessoas o país pode registar casos catástrofes de COVID-19. O INS diz que as medidas tomadas pelo Governo estão a surtir efeitos positivos mas há necessidade de as pessoas acatarem com as recomendações. A primeira medida adoptada pelo executivo foi a de encerramento de escolas públicas e privadas aliviando em 25%  a aglomeração de pessoas no país. A medida foi tomada antes de se registarem casos preocupantes no país.   O Director Nacional-Adjunto do INS considera que esta medida pode ajudar a eliminar o pior cenário da Pandemia em Moçambique. As autoridades da saúde reforçam a aplicação medidas adicionais de prevenção e combate a Covid-19 para aliviar a pressão nas unidades sanitárias do sector público, na eventual de Moçambique atingir o pico da pandemia. O Ministério da Saúde está com apoio dos parceiros de cooperação a fazer a revisão da modelagem em função do novo contexto de contaminação. As medidas a serem tomadas vão ajudar a quebrar a cadeia de transmissão entre pessoas reduzindo fluxo de doentes nos hospitais.  


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Saúde

Nas últimas 24 horas Moçambique não diagnosticou caso de COVID-19

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Moçambique não diagnosticou casos positivos de COVID-19 nas últimas 24 horas.  Segundo a Directora Nacional de Saúde Pública, o estado de saúde dos 8  pacientes é estável e dispensa cuidados intensivos. Nas últimas 24 horas o Instituto Nacional de Saúde colheu e testou doze casos suspeitos, cujos, resultados foram negativos. Moçambique eleva apenas o número de casos suspeitos testados para 217 e mantém os números de infectados. O país continua com 8 casos que acusaram Covid-19 positivo. Segundo a Directora Nacional de Saúde Pública o estado de saúde dos doentes é estável dispensando cuidados intensivos. Os doentes recebem tratamento em isolamento domiciliário. As autoridades da saúde apelam aos cuidados redobrados para se evitar novas contaminações. Rosa Marlene sustenta que em caso de suspeita as pessoas devem contactar as autoridades da saúde ou procurar os hospitais mais próximos para a testagem. Os dados mais preocupantes registam-se nos países europeus e nos Estados Unidos América onde o novo Coronavírus continua dizimar vidas humanas em grandes proporções.


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Saúde

Médicos assumem compromisso de tudo fazer em prol da saúde dos moçambicanos

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A Ordem dos Médicos diz que vai dedicar-se ao trabalho, apesar do elevado risco que o novo Coronavírus representa aos profissionais.   Os médicos pedem mais material médico de protecção. Em conferencia de imprensa, em Maputo, os profissionais da saúde representados pelo bastonário da Ordem dos Médicos juraram tudo fazer para responder aos desafios impostos pelo novo coronavírus. A Ordem dos Médicos reconhece as limitações não só de Moçambique face ao novo desafio mas apela a disponibilização dos materiais de trabalho e de prevenção do COVID-19 aos profissionais da saúde. A Associação dos Médicos Moçambicanos também sublinha que jurou salvar vidas por isso fará o seu trabalho com zelo e dedicação apesar dos riscos impostos. Como forma de evitar contaminação aos profissionais da saúde no exercício das suas actividades, a Ordem dos Médicos e a Associação dos médicos apelam a observação das medidas de higiene e outras recomendações do Governo e das autoridades da saúde.


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