Author name: Edson Sengo

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Política

Parlamento retifica decreto presidencial que prorroga Estado de Emergência no país

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O Parlamento ratificou, hoje, por consenso, o decreto presidencial que prorroga, por mais 30 dias, o Estado de Emergência em Moçambique, a partir de amanhã, 1 de Maio. Os deputados, das 3 bancadas parlamentares, votaram a favor da manutenção do Estado de Emergência, por considerar uma medida oportuna, face ao número de casos positivos registados no país. Parlamento ratifica por consenso o decreto Presidencial que prorroga, por mais 30 dias, o Estado de Emergência em Moçambique. 217 deputados ratificaram o documento.  A Frelimo aprovou, porque entende que a prevenção é o melhor caminho para mitigação da propagação da Covid-19. A Renamo anuiu, embora considere que o Estado de Emergência deve ser acompanhado por outros incentivos sociais.  Para o MDM, o combate à Covid-19 depende de todos moçambicanos, mas a bancada minoritária defende que o Governo deve criar formas de apoiar as famílias mais vulneráveis.  O decreto presidencial entra em vigor, a partir desta sexta-feira, 1 de Maio.


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Saúde

MISAU reforça a obrigatoriedade do uso da máscara de protecção em aglomerados

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Ministério da Saúde recomenda o uso obrigatório de máscara de protecção facial, em aglomerados. Apelo é extensivo a crianças acima de 2 anos de idade. Segundo a directora nacional de saúde pública, Rosa Marlene, a medida visa travar a onda de contaminação da pandemia de Covid-19, em Moçambique. O apelo das autoridades sanitárias surge numa em que, pelo quarto dia consecutivo, o país não sai dos 76 casos cumulativos, dos quais 78 de infecção local, e os restantes 8, importados. Dados divulgados, esta quinta-feira, em Maputo, apontam para a recuperação de mais 1 infectado pelo novo coronavirus, totalizando 10, o número de pacientes já se encontram clinicamente curados.


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Encontro entre PR Nyusi, PR Mnangagwa e as respectivas delegações7.jpg
Nacional

Os dois estadistas falaram da situação política, económica e social nos dois países

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Presidente da República do Zimbabwe reafirma o seu comprometimento em apoiar Mocambique na busca de uma paz efectiva e estabilidade financeira robusta. Emmerson Mwanangagua que manteve um encontro com Filipe Nyusi presidente da República de Mocambique, a principio da tarde desta quinta feira na cidade Chimoio em Manica, condenou veemente as incursões armadas dos insurgentes sem rosto na província de Cabo Delgado e dos homens da auto proclamada junta militar da Renamo na região centro do pais. No âmbito do reforço das relações bi laterais entre Mocambique e Zimbabwe, o presidente da Republica Filipe Nyusi recebeu na manha desta quinta feira, na cidade de Chimoio em Manica, o seu homologo da vizinha república do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa. O encontro de aproximadamente quatro horas, foi dominado por assuntos relacionados com a situação política, económica e social dos dois países, da região da África Austral e do mundo, em geral. O referido encontro também serviu para traçar acções conjuntas com vista a impulsionar a cooperação política, económica e social em benefícios de Mocambique e Zimbabue, bem como, superar aos desafios comuns que se colocam na actualidade. Os dois Chefes de Estado e de Governo congratularam-se com os progressos que se registam na implementação das suas agendas de governação, mesmo reconhecendo as múltiplas adversidades que atravessam. Nyusi e Mwanangagua apreciaram ainda os esforços empreendidos pelos dois países na prevenção do novo corona vírus, tendo de seguida trocado informações sobre boas práticas sanitárias e administrativas sobre as medidas de prevenção e de contenção da propagação do novo Coronavírus. Os estadistas comprometeram-se, em viabilizar a realização da Comissão Mista de Cooperação, assim que as medidas extraordinárias decorrentes da pandemia da Covid -Dezanove  permitirem. O comunicado conjunto enviado a nossa redacção pelo gabinete de imprensa da presidência da república destaca com agrado, a cooperação bilateral no domínio político e de defesa e segurança. A situação de segurança em Cabo Delgado e em partes das províncias de Manica e Sofala, onde grupos terroristas e armados protagonizam ataques, assassinatos e destruição de infraestruturas públicas e privadas, mereceu a atenção dos estadistas. Razão pela qual condenaram veemente os ataques uma vez que compromete os esforços de paz e desenvolvimento, em curso nos Dois países, uma vez que Zimbabwe também depende do corredor da Beira. A situação política, económica e social na região da SADC também mereceu a atenção. Os dois presidentes vincaram a necessidade de maior cooperação no enfrentamento dos desafios decorrentes do ambiente macroeconómico menos favorável, tendo apelado às instituições financeiras multilaterais e outros parceiros a continuarem a apoiar os países da região a fazer face à Covid-19 e aos seus impactos socioeconómicos nefastos. O levantamento imediato das sanções ilegais impostas contra a República do Zimbabwe foi um dos apelos deixado pelos estadistas. Neste encontro Filipe Nyusi fez se acompanhar pelo ministro da defesa nacional Jaime Neto e outros quadros da presidência enquanto Emmersosn Mwananguagua pela ministra da defesa Oppha Kashira e comandante geral das forcas da defesa e segunranca, incluindo forcas aéreas do Zimbabwe Phillip Sibanda.


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Nacional

Obrigatoriedade de uso de máscaras é quase impraticável nos mercados da capital moçambicana

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A obrigatoriedade para o uso de máscaras de protecção é quase que impraticável nos mercados da capital do país. Tomamos como exemplo o mercado do Xipamanine onde poucos usam as máscaras e se as têm está mal colocada. Apesar de não fazer parte do nosso dia-a-dia, a máscara de protecção é de uso obrigatório em locais movimentados e com significativa aglomeração como forma de nos protegermos da covid-19. A equipa de reportagem da TVM decidiu visitar o mercado do xipamanine para ver como está a ser implementada a medida para o uso das máscaras de protecção. O que se constata é que poucos têm as máscaras colocadas. A maioria têm-nas nos bolsos ou no pescoço. Rosa sabe que deve estar sempre de máscara. Mas nem todos sabem disso e as justificações são variadas. Logo a seguir Pedro Samuel foi buscar a máscara à sua banca. As medidas básicas de higiene são de conhecimento de quase todos. No mercado do xipamanine, vimos máscaras de todo o tipo. De capulana, pequenas ou grandes. Que cobrem a boca e o nariz ou que cobrem parte das zonas de risco. Máscaras com marca ou simples. Máscaras profissionais ou artesanais são também vistas um pouco por todo o lado. Os vendedores, quase todos usam a máscaras mas, os utentes nem por isso. Muitos circulam como se o perigo estivesse longe. Falar do distanciamento de 1 metro e meio entre as pessoas, isso é impossível neste mercado. Juntinhos, os clientes escolhem as peças que desejam. O mais caricato é ver os vendedores de máscaras de protecção, sem máscara. A vida segue no mercado do xipamanine, como se o coronavirus, ou SARS-CoV-2 ou ainda COVID-19, terminasse na televisão.


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Nacional

Propagação do mal do Panamá: Situação afecta farmas de produção da Banana na zona norte do país

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Farmas de produção da banana estão em quarentena na zona norte do país, devido a contínua propagação do Mal do Panamá, uma doença que afecta a bananeira. Neste momento Moçambique não possui um Mapeamento das zonas realmente afectadas pela doença por isso as farmas localizadas na zona sul estão em risco eminente de ver os campos de Banana totalmente destruídos. Em dois mil e dezanove Moçambique iniciou com os trabalhos de colheita de amostras de Bananeiras para o Mapeamento das zonas contaminadas pelo Mal do Panamá, uma doença que já causou a eliminação de cerca de mil e quinhentos hectares de plantações de Banana só na província de Nampula. Através de um projecto denominado FOC TR4 especialistas efectuaram durante sete meses o rastreio de quase todas as províncias do país. Recentemente os gestores do FOC TR4 anunciaram o fim do projecto financiado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos da América e Governo de Moçambique. O facto deixa o país sem mapeamento das zonas realmente afectadas pela doença o que coloca em risco o sector que produz a fruta mais consumida do mundo, a Banana. Neste momento, todas farmas de produção da banana localizadas na zona norte do país estão em quarentena obrigatória devido a propagação da doença. Nenhuma pessoa ou viatura entra ou sai da farma sem obedecer as medidas de desinfecção e prevenção, que estão cada vez mais apertadas. Os produtores de Banana clamam pelo apoio do governo. O governo diz estar em busca de financiamento para dar continuidade aos trabalhos de recolha de amostras para o diagnóstico ou não da doença em várias regiões do país. O sector comercial da Banana em Moçambique contribuía com cerca de sessenta milhões de dólares anualmente. Com a Falência da Maior Farma do país, a Matanusca, a contribuição baixou para menos de metade.


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Saúde

Há registo de 67 activos e 9 pacientes recuperados clinicamente

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113 amostras de casos suspeitos testados nas últimas 24 horas, revelaram resultados negativos para Covid-19,em Moçambique. O país continua com 76 casos cumulativos, sessenta e oito dos quais de transmissão local e os restantes oito importado. Moçambique cumpriu esta quarta-feira o terceiro dia consecutivo sem registo de novo caso da pandemia de Covid-19. Os dados divulgados pelo sector de saúde apontam para a testagem nas últimas vinte e quatro horas de centro e treze amostras sendo, cinquenta da cidade de Maputo, quarenta e quatro de cabo delgado, dezoito da província de Maputo e um da província central de Sofala. Os dados que resultam da testagem cumulativa de mil oitocentos e noventa e seis pessoas suspeitas de terem a doença. Dos setenta e seis casos cumulativos de infecções com o novo coronavírus, oitenta e oito são de transmissão local e os restantes oito são importados.


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Saúde

INS reforça capacidade técnica e humana para responder a demanda

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Impacto devastador da pandemia de Covid-19, força a suspensão de actividades, de 370 empresas de diversos ramos de actuação, em todo o país. 12São dados referentes ao período de estado de emergência que o pais vive, face a pandemia de covid-19. Questionado sobre a situação salarial dos trabalhadores em causa, o Inspector-geral do Trabalho, no Ministério do Trabalho e Acção social, Joaquim Siuta, explica. Os dados foram tornados públicos esta terça-feira em Maputo, durante a conferência de imprensa multissectorial para a actualização dos dados sobre a pandemia de Covi-19 no país.


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Saúde

Dos mais de 70 casos positivos da codiv-19 em Moçambique, 30 são assintomáticos

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Uma equipa do Instituto Nacional de Saúde desloca-se à província de cabo Delgado, para melhor investigação e descontaminação do acampamento de Afungi, local do país que regista mais casos de contaminação da covid-19. Uma actividade que pode revelar um aumento ainda maior de casos da doença no país. Pode-se considerar Afungi como o epicentro da pandemia, em Moçambique. Porque o maior número de casos regista-se em Cabo Delgado, com 47 casos em Palma e 7 na cidade de Pemba, há necessidade da realização de um trabalho mais aturado de pesquisa e desinfecção do acampamento. Com o trabalho de investigação, o país pode assistir ao aumento de casos positivos da covid-19. O Director Geral do INS chama atenção para os casos pediátricos. É preocupante porque as crianças são transmissoras da doença. Dos mais de 70 casos positivos de codiv-19, 30 são assintomáticos. A maior parte dos casos positivos são do sexo masculino.


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