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O encontro sobre a Síria que decorreu em Nova Iorque terminou sem permitir o restabelecimento das tréguas.
Uma situação lamentada pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry.
Kerry indicou aos jornalistas que deverá reunir-se com o seu homólogo russo, Sergueï Lavrov, esta sexta-feira.
Ao fim de duas horas de consultas entre os membros do Grupo Internacional de Apoio à Síria, Kerry pediu à Federação Russa que fosse “séria”, para se poder recolocar no bom caminho o acordo de cessar-fogo que Washington e Moscovo tinham assinado dia 9 de setembro, mas que implodiu na segunda-feira.
Kerry tornou a reclamar que Damasco “pare de utilizar” a sua aviação para ir bombardear a oposição e os civis.
O secretário de Estado norte-americano adiantou que o seu homólogo russo foi incapaz de prometer que iria manter os aviões sírios no chão e parar com os bombardeamentos das cidades sírias.

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Pelo menos 40 pessoas morreram no naufrágio de um barco que transportava centenas de migrantes no Mar Mediterrâneo, junto a costa do Egipto.
Segundo as autoridades egípcias a embarcação transportava mais de quinhentas pessoas.
Até ao momento foram resgatadas com vida pelo menos 170 pessoas pelas de salvamento.
Segundo um homem, que tinha familiares a bordo, vários barcos de pesca partiram a procura da embarcação naufragada, e acrescenta que os proprietários dos barcos são conhecidos da polícia que, segundo ele, recebe pagamentos mensais para os ignorar.
O primeiro-ministro egípcio garantiu toda a assistência necessária aos sobreviventes e a punição dos responsáveis pelo naufrágio.
De acordo com o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, as partidas de barco do Egipto constituem cerca de dez por cento das chegadas à Europa.

 

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O Presidente da República Filipe Nyusi poderá visitar Portugal em breve.
O convite para visita de Estado foi hoje formulado pelo seu homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, à margem da 70ª cimeira da Assembleia-geral das Nações Unidas que decorre em Nova Iorque.

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As três pessoas que estavam a bordo estão bem de saúde.

Um jato privado aterrou de emergência, esta terça-feira, numa autoestrada em França.

Quando sobrevoava Brignoles, o piloto do aparelho sentiu dificuldades e decidiu usar a autoestrada para fazer uma aterragem segura. Serviu-se, para isso, da berma da Autoestrada 8, evitando chocar com os veículos que pudessem passar.

As imagens da aeronave, que transportava dois passageiros, foram difundidas via Twitter. Na mesma rede social, o piloto informou que estão todos bem de saúde.

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Os Estados Unidos enviaram hoje outro bombardeiro para a Coreia do Sul, como aviso à Coreia do Norte, aumentando a tensão devido ao novo teste nuclear e contínuos desenvolvimentos de armamento do regime de Kim Jong-un.

O bombardeiro supersónico B-1B Lancer aterrou na base norte-americana de Osan em Pyeongtaek, a 70 quilómetros de Seul, procedente da base de Guam, no Pacífico, informaram as Forças dos Estados Unidos na Coreia do Sul (USFK), em comunicado.

Inicialmente foram dois os bombardeiros que partiram para Guam em direção à Coreia do Sul, mas um teve de regressar, revelou à Efe uma porta-voz das USFK em Seul, sem especificar o motivo.

Os Estados Unidos já enviaram na semana passada para Osan dois B-1B Lancer, que realizaram um voo de teste sobre a Coreia do Sul como sinal de advertência à Coreia do Norte, quatro dias depois do quinto teste nuclear, no dia 09.

A chegada do novo bombardeiro "é apenas um recurso da ampla gama de opções que temos" para responder ao "comportamento agressivo" da Coreia do Norte, indicou o tenente general Thomas W. Bergeson da Força Aérea dos Estados Unidos.

"A península coreana enfrenta uma grave crise de segurança devido à quinta prova nuclear da Coreia do Norte e ao seu contínuo lançamento de mísseis balísticos e SLBM (mísseis lançados a partir de um submarino)", afirmou por seu lado o tenente general Lee Wang-keun, comandante de operações da Força Aérea sul-coreana.

Os Estados Unidos mantêm, desde a Guerra da Coreia (1950-53), uma aliança militar com a Coreia do Sul, em que se comprometem a defender o seu aliado num hipotético conflito com o Norte. O quinto teste nuclear norte-coreano gerou uma forte condenação entre a comunidade internacional e é possível que o Conselho de Segurança da ONU imponha novas sanções ao regime de Kim Jong-un.

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