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Papa Francisco exorta soluções concretas e imediatas para o fim da crise humanitária provocada pelos ataques dos malfeitores na região norte de Cabo Delgado.

No domingo de Páscoa em que o Líder da Igreja Católica transmite a mensagem ao conceder a bênção, apelou a erradicação da indiferença num período em que o mundo deve sentir-se unido para enfrentar a pandemia de COVID-19. O sumo pontífice mencionou igualmente a instabilidade na Síria, no Iémen, no Iraque, bem como no Líbano.

Papa Francisco falou de conflitos em Israel e da Palestina, Ucrânia, bem como da crise dos refugiados na Líbia e na fronteira entre a Grécia e a Turquia e de países da Ásia, sem deixar de lado os da América Latina onde destacou a situação que se vive na Venezuela.

Papa Francisco diz que é preciso que o mundo erradique as indiferenças neste tempo de crise pandémica.

“Este não é tempo para a indiferença, porque o mundo inteiro está sofrendo e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia”, disse ainda o Pontífice, pedindo que não faltem os bens de primeira necessidade aos que vivem nas periferias, aos refugiados e aos desabrigados.

A redução das sanções internacionais que impedem alguns países de proporcionar apoio adequado aos cidadãos, inclusive o cancelamento da dívida que pesa sobre os orçamentos dos mais pobres, foi um dos pedidos que norteou a mensagem do Papa Francisco ao conceder a bênção à cidade de Roma e ao mundo.

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A pandemia da covid-19 matou mais de 87 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro e mais de 1,5 milhões estão infetados, segundo um balanço da AFP às 05:30.

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País regista já 73.522 casos confirmados e 872 mortes causadas pelo novo coronavírus.

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O Papa Francisco uniu-se hoje ao apelo da ONU para decretar um cessar-fogo global que permita enfrentar a pandemia da covid-19 e instou a criação de corredores de ajuda humanitária durante a oração do Angelus.

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Organização Mundial da Saúde inicia testes em seres humanos na luta contra Covid-19.

A Noruega e Espanha são os primeiros países a realizarem os testes.

Os primeiros pacientes na Noruega e Espanha já começaram a ser testados com medicamentos que se acreditam serem compostos da vacina contra a Covid-19.
Medicamentos de combate à malária e ébola estavam na lista dos primeiros testes que começaram este sábado na Noruega.

Só os resultados destes testes permitirão concluir se estes medicamentos serão, ou não, eficazes na luta contra o novo coronavírus.

 

O director-geral da OMS, Tedros Adhanom, afirma que a vacina poderá estar disponível nos próximos 12 meses, mas, acredita que este estudo poderá acelerar o processo.

Mais de quarenta e cinco países estão a contribuir para esta pesquisa, que visa, descobrir o medicamento eficaz para a Covid-19. (X)

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