Em 2018, o governo já tinha alcançado em mais de 60% as metas traçadas no Plano Quinquenal do Governo.
O executivo espera ultrapassar os 60% por cento de realização em finais do presente ano.
O Primeiro-Ministro explica que a restauração da paz, o desenvolvimento do capital humano e social e a recuperação da economia ditaram o alcance das metas.
Observadores da Sociedade Civil constatam que 83% dos mil, 907 postos de recenseamento visitados abriu com regularidade desde o início do processo a 15 de Abril passado.
Os restantes postos sofreram interrupções nas actividades devido à factores como avaria de impressoras, falta de tinta e papel para imprimir os cartões de eleitores, desconexão entre os mobiles e as impressoras e a incompatibilidade entre estas e o material de impressão do boletim ou do cartão de eleitor.
A sociedade civil constatou que, há 2 semanas para o fim do recenseamento, 5 postos não abriram em Mogovolas, Nampula, e 94 no distrito de Gurué, na Zambézia, por avaria de geradores, painéis solares e impressoras.
Foram 2 mil, 893 postos observados em 161 distritos do país nas primeiras 4 semanas do recenseamento eleitoral ou seja, de 15 de Abril a 12 de Maio.
Governo vai adquirir meios aéreos, marítimos e terrestres para responder com rapidez e segurança aos efeitos das calamidades naturais que tem afectado o país.
A garantia foi dada esta quarta-feira pelo Primeiro-Ministro durante a sessão de perguntas ao Governo, realizada na Assembleia da República.
O processo de descentralização de Moçambique deve se inspirar na constituição da República de 2004.
Defende o presidente do Conselho Constitucional, Hermenegildo Gamito, sustentando que a lei mãe tem o mérito de ser o primeiro instrumento, aprovado em regime verdadeiramente democrático.