naom_59316df42f07f.jpg

O fundador da Microsoft não acredita que desmantelar empresas tecnológicas seja uma solução.
Opoder reunido por gigantes tecnológicas como o Facebook, a Amazon, a Google ou a Apple nos últimos anos tem levado muitos críticos a defender o desmantelamento destas empresas, retirando-lhes efetivamente poder. Porém, o fundador da Microsoft, Bill Gates, não acredita que esta seja uma solução.

“Separar a empresa em duas e teres duas pessoas a fazer coisas más não me parece uma solução”, aponta Gates em entrevista com a Bloomberg, onde o filantropo apontou ainda que as empresas criticadas estão a “comportar-se de forma totalmente legal”. “Não é [uma opinião] imparcial mas vejo estas empresas como bem intencionadas e altamente inovadoras. Cabe à sociedade garantir que as suas inovações não tem efeitos negativos”.

Outra solução apontada por críticos baseia-se na regulação, uma perspetiva que tem conquistado cada vez mais adeptos depois de casos como o escândalo da Cambridge Analytica e numa altura que cada vez mais internautas estão preocupados com a forma como os seus dados pessoais estão a ser utilizados.

Três astronautas regressam à Terra depois de 197 dias no Espaço

Três astronautas regressaram hoje à Terra, com aterragem no Cazaquistão, depois de mais de seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional, anunciou a agência espacial russa.
"A aterragem já ocorreu (...). A tripulação do Soyuz MS-09 voltou em segurança para a Terra", escreveu a agência Roscosmos na rede social Twitter.


A astronauta da NASA Serena Aunon-Chancellor e dois astronautas da Agência Espacial Europeia, o russo Sergey Prokopyev e o alemão Alexander Gerst, aterraram às 11:02 (05:02 em Lisboa), um minuto antes do previsto, no Cazaquistão.

O trio passou 197 dias no espaço.

naom_55a7de0fe3afa.jpg

 Cientistas nos Estados Unidos descobriram cerca de duas dezenas de novas bactérias que usam hidrocarbonetos como o metano, gás com forte efeito de estufa, e o butano como fontes de energia para sobreviver e crescer.

Segundo os investigadores do Instituto de Ciências Marinhas da Universidade do Texas, estas novas bactérias podem ajudar a limitar as concentrações de gases de efeito de estufa na atmosfera e até serem úteis para a limpeza de derrames de petróleo.

Num artigo publicado hoje no boletim científico Nature Communications, os investigadores documentaram uma extensa diversidade nas comunidades microbianas que vivem nos sedimentos extremamente quentes localizados na bacia de Guaymas, no Golfo da Califórnia.

A equipa descobriu novas espécies microbianas que são tão geneticamente diferentes daquelas que foram previamente estudadas que representam novos ramos na árvore da vida.

Muitas dessas espécies possuem capacidade de degradação de substâncias de poluentes, semelhantes às de outros micróbios previamente identificados no oceano e no solo.

"Isto mostra que os oceanos profundos contêm uma vasta biodiversidade inexplorada e que os organismos microscópicos são capazes de degradar petróleo e outras substâncias químicas prejudiciais", disse o professor assistente de ciência marinha Brett Baker, que liderou a investigação.

Segundo o cientista, "sob o fundo do mar existem enormes reservatórios de gases hidrocarbonetos - incluindo metano, propano, butano e outros - e esses micróbios impedem que esses gases com efeito estufa sejam libertados na atmosfera".

Para o novo estudo, representando a maior amostragem genómica de sedimentos da Bacia de Guaymas, os investigadores recolheram sedimentos a 2.000 metros de profundidade, onde a atividade vulcânica eleva a temperatura para cerca de 200 graus Celsius, contendo amostras de 551 genomas diferentes, 22 dos quais representaram novas entradas na árvore da vida.

"A árvore da vida é algo que as pessoas têm tentado entender desde que Darwin surgiu com o conceito, há mais de 150 anos, e ainda é um alvo em movimento", refere Baker no artigo publicado na Nature Communications.

O investigador explicou que "tentar mapear a árvore da vida é realmente crucial para entender todos os aspetos da biologia".

Apenas cerca de 0,1% dos micróbios do mundo podem ser cultivados, o que significa que existem milhares, talvez milhões, de micróbios ainda a serem descobertos, adiantou.

A equipa de Baker investiga as interações entre as comunidades microbianas e os nutrientes disponíveis no ambiente, retirando amostras de sedimentos e micróbios da natureza e, em seguida, extraindo ADN das amostras, que sequenciam para juntar os genomas individuais.

24692160.jpg

A agência espacial norte-americana NASA deverá colocar hoje na superfície de Marte a sonda InSight, que vai estudar o interior do planeta 'vermelho'.

A aterragem do 'laboratório robótico' na superfície marciana está prevista para as 20:00 em Lisboa, ao fim de uma 'viagem' de seis meses e meio.

A missão InSight, que tem uma duração de dois anos, pretende dar pistas sobre a evolução da formação dos planetas rochosos do Sistema Solar, incluindo a Terra, ao estudar o tamanho, a espessura e a densidade do núcleo, manto e crosta de Marte e a temperatura interior do planeta.

Se tudo correr como o previsto, a sonda, equipada com instrumentos geológicos, irá aterrar numa ampla planície, a "Elysium Planitia".

Lançada no espaço em 05 de maio, a InSight é a segunda missão robotizada da NASA em Marte depois da Curiosity, a explorar a superfície do planeta desde 2012.

naom_5be5c9de221bf.jpg

Um estudo francês recente apurou que as crianças que frequentam o infantário desenvolvem mais competências sociais, comparativamente aquelas que permanecem ao cuidado dos avós.

A mesma pesquisa concluiu ainda que os mais novos cujos pais os deixam na creche relacionam-se melhor com os seus pares e têm igualmente menos problemas comportamentais, sobretudo após um ano de frequentarem esse tipo de estabelecimento.

O estudo conduzido por investigadores da Universidade de Sorbonne seguiu o desenvolvimento emocional de 1,428 crianças desde o nascimento até aos oito anos de idade.

Os dados apurados revelaram que as crianças que receberam cuidados mais formais tinham uma menor predisposição para terem problemas emocionais e comportamentais, e que por outro lado em média mostravam ter melhores competências sociais.

Previamente, em 2017, uma pesquisa realizada pela Universidade de Glasgow, na Escócia, indicava de modo semelhante que os avós poderão não ser a melhor influência para os netos.

Na altura aquele estudo concluiu que os avós poderiam contribuir para a má saúde dos netos e para o desenvolvimento de obesidade nos mesmos, ao alimentá-los de modo menos saudável e mimando-os com guloseimas.

Uma outra pesquisa, que analisou 56 estudos provenientes de 18 países diferentes apurou que raramente as crianças perdem peso quando estão ao cuidado dos avós, acabando ao invés geralmente por engordar.

Os especialistas alertam que o aparecimento de obesidade logo na infância deixa as crianças mais propensas a virem a desenvolver 13 tipos de cancro durante a idade adulta.

Pág. 1 de 7

PROGRAMAÇÃO DE TV

Câmbio do Dia

Moeda Compra Venda
EUR 76.43

77.95

USD 68.60 69.97
ZAR 3.93 4.00
Fonte: BCI, 29 de Maio de 2020

Telefones Úteis

Por provincia

Assista a emissão em directo:

tvm1 smalltvm2 small