O secretário-geral das Nações Unidas lamentou o número de mortos provocados pela covid-19, que já ultrapassou um milhão em todo o mundo, e exortou a sociedade a aprender com os erros para superar a pandemia.
"O nosso mundo deve lamentar hoje um número terrível: a perda de um milhão de vidas como resultado da pandemia da covid-19. Eram pais e mães, mulheres e maridos, irmãos e irmãs, amigos e colegas", disse António Guterres.
Guterres afirmou que embora o fim da pandemia ainda não esteja à vista, o mundo pode "superar este desafio", mas que para o fazer todos devem aprender com os erros. A liderança responsável é essencial. A ciência é importante. A cooperação é importante. A desinformação mata, advertiu o responsável da ONU.
O secretário-geral das Nações Unidas pediu a toda a população que faça o que puder para salvar vidas, incluindo manter a distância física, usar máscara e lavar as mãos, enquanto se espera por uma vacina.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 33,1 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em Fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) defendeu hoje seis ações que os governos devem implementar para recuperar de forma sustentável dos impactos da pandemia de covid-19, com vista ao combate às alterações climáticas.
O furacão Laura aumentou hoje significativamente de intensidade, já com a categoria 4, com as autoridades norte-americanas a temerem que se torne um fenómeno "extremamente poderoso e catastrófico" quando atingir os Estados do Texas e de Louisiana.
Pelo menos 30 pessoas morreram em inundações repentinas causadas por chuvas intensas na cidade de Charikar, a norte de Cabul, no Afeganistão, anunciou hoje o Governo.
O Senegal está a retirar, desde sábado, cerca de 2.700 toneladas de nitrato de amónio armazenadas no porto de Dakar, depois de receios de uma explosão semelhante à ocorrida no porto de Beirute, onde morreram 182 pessoas.