{"version":"1.0","provider_name":"TVM - Televis\u00e3o de Mo\u00e7ambique","provider_url":"https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite","author_name":"Edson Sengo","author_url":"https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite\/author\/esengo\/","title":"O que vamos comer em 2050? - TVM - Televis\u00e3o de Mo\u00e7ambique","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"fmXXmU8OiI\"><a href=\"https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite\/2018\/04\/23\/o-que-vamos-comer-em-2050\/\">O que vamos comer em 2050?<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite\/2018\/04\/23\/o-que-vamos-comer-em-2050\/embed\/#?secret=fmXXmU8OiI\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;O que vamos comer em 2050?&#8221; &#8212; TVM - Televis\u00e3o de Mo\u00e7ambique\" data-secret=\"fmXXmU8OiI\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/www.tvm.co.mz\/novosite\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/naom_5ada09f0eb976.jpg","thumbnail_width":1920,"thumbnail_height":1080,"description":"Prev\u00ea-se que num futuro n\u00e3o muito long\u00ednquo as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e tecnologia obrigar\u00e3o a uma grande mudan\u00e7a nos h\u00e1bitos alimentares. A popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o para de crescer e leva \u00e0 frequente quest\u00e3o de onde se ir\u00e1 arranjar alimento para todos. Para se responder a tal quest\u00e3o, importa n\u00e3o esquecer que as inevit\u00e1veis altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas v\u00e3o tamb\u00e9m alterar os recursos que atualmente fornecem produtos alimentares, um problema que ter\u00e1 mais impacto nas zonas onde a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 mais densa, como aponta a especialista Jordi Serra ao La Vanguardia. Prev\u00ea-se, por isso, certas altera\u00e7\u00f5es que se podem desde j\u00e1 antever. Para come\u00e7ar, o consumo de carne ter\u00e1 obrigatoriamente de diminuir (a sua produ\u00e7\u00e3o carece de uma quantidade de \u00e1gua e energia que n\u00e3o ser\u00e1 garantida daqui a uma d\u00e9cadas). Para se prevenirem, algumas empresas t\u00eam vindo a definir estrat\u00e9gias de produ\u00e7\u00e3o de carne sint\u00e9tica, como \u00e9 o caso da China, que fechou acordo com uma empresa israelita que produz \u2018galinha\u2019 de forma sint\u00e9tica \u2013 um neg\u00f3cio que custou 300 milh\u00f5es de d\u00f3lares aos empres\u00e1rios chineses. Tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o de peixe ser\u00e1 afetada e investimentos semelhantes est\u00e3o a ser negociados, por exemplo para a produ\u00e7\u00e3o de salm\u00e3o a partir de c\u00e9lulas vegetais. Mas n\u00e3o s\u00f3 de solu\u00e7\u00f5es sint\u00e9ticas prev\u00ea-se depender a alimenta\u00e7\u00e3o dentro de tr\u00eas d\u00e9cadas, mas tamb\u00e9m de outras formas, desde que n\u00e3o dependam de terra ou sol, como atrav\u00e9s de insetos &#8211; das solu\u00e7\u00f5es mais faladas em an\u00e1lises do g\u00e9nero, que ser\u00e3o alimentos n\u00e3o s\u00f3 para os humanos mas tamb\u00e9m de outros animais. Segundo o respons\u00e1vel pela Reimagine Food, a prote\u00edna ser\u00e1 ainda conseguida atrav\u00e9s das pr\u00f3prias casas, onde cada indiv\u00edduo ter\u00e1 aparelhos pr\u00f3prios para tal (biorreatores). Outros aparelhos que se aponta como futuramente \u2018indispens\u00e1veis\u2019 ser\u00e3o os drones que nos trar\u00e3o as compras a casa e as smartkitchens \u2013 em suma, a intelig\u00eancia artificial ir\u00e1 marcar presen\u00e7a, e qui\u00e7\u00e1 protagonizar, a vida dos seres humanos num futuro em breve."}