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Cólera em Cabo Delgado: Província registou Sessenta e quatro casos da doença nos últimos cinco dias

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A cidade de Pemba e o distrito de Mecufi tem um cumulativo de sessenta e quatro casos de cólera, em cinco dias desde que a doença foi diagnosticada em consequência da passagem do ciclone Kenneth. E uma das medidas obrigatórias de controle, para evitar a propagação da cólera é a lavangem das mãos e a desinfecção dos sapatos e outros artigos das pessoas que pretendam aceder a cidade de Pemba, via aérea ou rodoviária.


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Banco de Socorros: Hospital Central de Maputo preparado para atender situações de emergência

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Banco de socorros do hospital central de Maputo está preparado para atender qualquer eventual solicitação hospitalar de urgência.Os agentes de saúde advertem ao consumo controlado de sal e açúcar por situações de diabetes e hipertensão.Da entrada da Sexta feira Santa ate a data, o banco de socorros do HCM esta a registar movimento calmo sem grandes alterações


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Banco de Socorros: Hospital Central de Maputo preparado para atender situações de emergência

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Banco de socorros do hospital central de Maputo está preparado para atender qualquer eventual solicitação hospitalar de urgência.Os agentes de saúde advertem ao consumo controlado de sal e açúcar por situações de diabetes e hipertensão.Da entrada da Sexta feira Santa ate a data, o banco de socorros do HCM esta a registar movimento calmo sem grandes alterações


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Programa protege mulheres com fístula

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Mulheres adultas e raparigas com fístula obstétrica poderão ver a sua condição melhorada com o lançamento, há dias, em Maputo, de um projecto de promoção dos direitos sexuais e reprodutivos através da advocacia, prevenção, tratamento e reintegração social das vítimas desta doença. Denominado “Uma vida nova e digna para raparigas e mulheres que sofrem de fístula obstétrica”, o programa tem a duração de quatro anos e vai abranger um público dos 10 aos 24 anos, em todo o país, com enfoque nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Zambézia, Manica, Sofala e Maputo-Cidade. Na ocasião, a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, explicou a importância deste plano na melhoria do bem-estar das vítimas que, normalmente, são alvo de estigma e rejeição da sociedade, pois a doença debilita-as física, psíquica e socialmente. A fístula obstétrica é uma das complicações da gravidez e parto prevenível e tratável. A condição resulta, principalmente, de um parto arrastado, mas também pode ocorrer devido a violação sexual. Por isso, a ministra apelou à intervenção de todos, em particular da sociedade civil, para trabalhar na advocacia e eliminação de práticas nocivas como casamentos prematuros, gravidezes precoces e procura tardia por cuidados para o parto. Ao Ministério do Género, Criança e Acção Social cabe a missão de contribuir na reintegração social das doentes tratadas. “Para que Moçambique possa alcançar os objectivos da Estratégia Nacional das Fístulas, precisamos de uma resposta coordenada e integrada entre os diferentes actores na prevenção, tratamento, reintegração social e advocacia”, instou Nazira Abdula. O programa conta com apoio do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) em 270 milhões de meticais disponibilizados pelo Alto Comissariado do Canadá. Andrea Wojnar, representante do FNUAP em Moçambique, reiterou o compromisso da instituição que representa de continuar a apoiar o Ministério da Saúde na resposta para pôr fim à fístula obstétrica e alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis que visam construir um mundo mais equitativo. O projecto é lançado numa altura em que, segundo as estatísticas, ocorrem, anualmente, 2500 novas fístulas obstétricas no país, sendo metade destas em mulheres com idades entre 15 e 24 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em África, Ásia, região Árabe e América Latina, cerca dois milhões de mulheres sofrem de fístula obstétrica e há cinquenta mil a cem mil novos casos cada ano.


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Programa protege mulheres com fístula

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Mulheres adultas e raparigas com fístula obstétrica poderão ver a sua condição melhorada com o lançamento, há dias, em Maputo, de um projecto de promoção dos direitos sexuais e reprodutivos através da advocacia, prevenção, tratamento e reintegração social das vítimas desta doença. Denominado “Uma vida nova e digna para raparigas e mulheres que sofrem de fístula obstétrica”, o programa tem a duração de quatro anos e vai abranger um público dos 10 aos 24 anos, em todo o país, com enfoque nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Zambézia, Manica, Sofala e Maputo-Cidade. Na ocasião, a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, explicou a importância deste plano na melhoria do bem-estar das vítimas que, normalmente, são alvo de estigma e rejeição da sociedade, pois a doença debilita-as física, psíquica e socialmente. A fístula obstétrica é uma das complicações da gravidez e parto prevenível e tratável. A condição resulta, principalmente, de um parto arrastado, mas também pode ocorrer devido a violação sexual. Por isso, a ministra apelou à intervenção de todos, em particular da sociedade civil, para trabalhar na advocacia e eliminação de práticas nocivas como casamentos prematuros, gravidezes precoces e procura tardia por cuidados para o parto. Ao Ministério do Género, Criança e Acção Social cabe a missão de contribuir na reintegração social das doentes tratadas. “Para que Moçambique possa alcançar os objectivos da Estratégia Nacional das Fístulas, precisamos de uma resposta coordenada e integrada entre os diferentes actores na prevenção, tratamento, reintegração social e advocacia”, instou Nazira Abdula. O programa conta com apoio do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) em 270 milhões de meticais disponibilizados pelo Alto Comissariado do Canadá. Andrea Wojnar, representante do FNUAP em Moçambique, reiterou o compromisso da instituição que representa de continuar a apoiar o Ministério da Saúde na resposta para pôr fim à fístula obstétrica e alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis que visam construir um mundo mais equitativo. O projecto é lançado numa altura em que, segundo as estatísticas, ocorrem, anualmente, 2500 novas fístulas obstétricas no país, sendo metade destas em mulheres com idades entre 15 e 24 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em África, Ásia, região Árabe e América Latina, cerca dois milhões de mulheres sofrem de fístula obstétrica e há cinquenta mil a cem mil novos casos cada ano.


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