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Reduzem infecções por HIV na província de Maputo

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A PROVÍNCIA de Maputo está a registar uma redução de casos de infecção por HIV, revelou quarta-feira, em Boane, a directora provincial da Saúde, Iolanda Santos, durante a realização da III sessão do Conselho Provincial de Combate à SIDA, alargada ao XI Fórum de Concertação da Resposta Multissectorial ao HIV e SIDA. Leia mais


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Esposa do PR em Nampula defende que o aleitamento materno não deve ser tarefa exclusiva das mães

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Esposa do Presidente da Republica diz que o aleitamento materno não deve ser tarefa exclusiva das Mães mas também dos pais, por forma a garantir um crescimento são da criança. Isaura Nyusi salienta que só desta forma o pais poderá elevar a fasquia das 55 por cento actuais de crianças amamentadas exclusivamente de acordo com o último relatório do IMASIDA divulgado em 2015.


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PR lança 1ª pedra para construção do Hospital Central da Beira

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A cidade da Beira vai beneficiar de um hospital geral, com três salas de operação, na zona da Manga-Mungassa. A primeira pedra, para a construção da unidade sanitária, de dois pisos, foi hoje lançada pelo Presidente da República. Filipe Nyusi diz-se um homem satisfeito por fechar o mandado com novos  hospitais nas cidades de Quelimane, Nampula e Beira.  


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250 pacientes de todo o país vão receber aparelhos auditivos

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Pelo menos 250 pacientes deverão beneficiar de aparelhos auditivos este ano, acção que resulta da cooperação entre a Fundação Rizuan Adátia e o Ministério da Saúde. Para o Vice-ministro da Saúde, além de contribuir para o aumento da oferta de serviço Otorrino, o gesto desta fundação concorre para a melhoria da qualidade de vida dos beneficiários dos aparelhos auditivos.


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Saúde ensaia novo método de prevenção do HIV/SIDA

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As províncias de Tete, Sofala, Zambézia, Manica e Nampula estão a testar um novo método de prevenção do HIV para pessoas com alto risco de contrair o vírus da Sida. Denominado Profilaxia Pré-exposição (PrEP), o método consiste na toma oral de medicamentos anti-retrovirais. Estes são administrados a trabalhadoras de sexo, casais discordantes (um HIV positivo e outro não), raparigas e mulheres dos 15 aos 24 anos, e homens que fazem sexo com homens cujo risco de infecção é maior. A propósito, Francisco Mbofana, director do Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS), explicou que a pré-proflaxia do HIV é um novo método de prevenção combinada do vírus da Sida, recomendado pela Organização Mundial da Saúde. A prevenção é feita tomando diariamente um comprimido para bloquear a infecção caso a pessoa tenha contacto com o HIV. O efeito começa a fazer-se sentir sete dias após a primeira toma. “A Profilaxia Pré-Exposição não é para todos. Deve ser prescrita por pessoal médico clínico e não substitui o preservativo”, alerta Mbofana. Explicou que a combinação de métodos de prevenção permite alcançar um maior nível de protecção, uma vez que a PrEP, ao contrário do preservativo, não previne de outras infecções de transmissão sexual e as gravidezes indesejadas. Em Moçambique, os ensaios de utilização deste método iniciaram em 2016 em algumas províncias do centro e norte para se aferir a viabilidade e aceitabilidade, incluindo adesão da PrEP na população alvo. Segundo Mbofana, não constituem verdade as informações que circulam nas redes sociais segundo as quais o PrEP está a ser implementado em todas unidades sanitárias do país para todo e qualquer cidadão. “O MISAU distancia-se dessas informações por não corresponderem à verdade. O piloto está em curso e ainda não existem resultados que sugiram a expansão da PrEP em todo o território nacional”, esclareceu o director executivo do CNCS.


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Sector da saúde faz auto-avaliação: Melhoria da prestação impõe revisão de estratégias

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O sector da saúde necessita de rever as suas estratégias de atendimento e de desenvolvimento do seu quadro do pessoal, de modo a assegurar o reforço da cobertura universal e a oferta de cuidados primários ajustados aos momentos de transição epidemiológica. Segundo tese defendida pela ministra do pelouro, Nazira Abdula, a experiência do dia-a-dia de atendimento nas unidades sanitárias e os resultados da avaliação dos serviços, demonstra que é preciso melhorar a qualidade da atenção prestada ao utente. A ministra, que falava ontem na abertura do Conselho Coordenador do sector, a decorrer na cidade de Tete, destacou os avanços alcançados pelo seu pelouro na componente de expansão do acesso aos cuidados de saúde, no combate a grandes epidemias como a malária, HIV/Sida e tuberculose, bem como no aumento da rede de unidades sanitárias. “O processo de descentralização constitui, em simultâneo, uma oportunidade e um desafio. Temos ainda crianças, adolescentes e jovens, adultos, homens e mulheres que ainda não têm acesso a uma unidade sanitária próxima”, disse a governante. A ministra afirmou que a entrada em funcionamento do quarto hospital central no país levou a que toda a zona norte tivesse mais um hospital de referência com valências especializadas, o que permite reduzir a pressão sobre os hospitais centrais de Nampula, Beira e Maputo. “Reduziu o impacto familiar e económico das transferências, a sobrecarga dos outros hospitais centrais em cerca de 1.200 cirurgias de grande vulto por ano e, acima de tudo, melhorou a qualidade de vida e da saúde das populações”, sublinhou. Abdula disse que o governo reconhece a vacinação como a intervenção de saúde pública mais eficaz, pois antes do tratamento de qualquer que seja a doença, primeiro vem a prevenção. No seu entender, o impacto da vacinação na saúde e na dinâmica da população é inestimável, tendo em conta que as vacinas previnem doenças e oferecem uma boa saúde, contribuem para um desenvolvimento cada vez mais sustentável e para o bem-estar da população. “Por isso, o sector está ciente de que, com a administração de cada vez mais vacinas às nossas crianças, o Governo está a contribuir de forma segura para uma considerável melhoria dos indicadores da saúde infantil”, concluiu.


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Saúde

Cura está próxima. HIV é removido pela primeira vez do genoma de animais

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Descoberta de cientistas norte-americanos traz esperança para tratamento da SIDA, mas investigadores alertam que técnicas ainda serão testadas em humanos. Um estudo divulgado nesta terça-feira pelo periódico científico Nature revelou que uma equipa de cientistas conseguiu remover pela primeira vez o vírus HIV do genoma de animais vivos. A experiência, conduzida por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Temple, na Pensilvânia, e do Centro Médico da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, envolveu técnicas de edição de genes e representa um caminho extremamente promissor para a cura da SIDA. Contrariamente, aos tratamentos antirretrovirais disponibilizados atualmente, que impedem a replicação do vírus, mas não o eliminam do organismo, os resultados obtidos pela pesquisa apontaram de maneira inédita para a possibilidade da doença poder ser curada. Os testes foram realizados em ratos de laboratório. Neste momento está a ser realizada a segunda fase do estudo, desta vez em primatas. Caso se mostre novamente bem-sucedido, o processo poderá ser repetido em humanos. Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, o tratamento teve êxito a partir da combinação de duas ferramentas. A primeira delas, chamada de Laser Art, consiste na manipulação de fármacos convencionais de tratamentos antirretrovirais, de modo a facilitar o acesso do conteúdo dessas drogas às membranas das células, onde o vírus se costuma alojar, e a retardar a dispersão desse material, garantindo que o material acompanhe o ciclo do HIV. Medicamentos comuns, por sua vez, têm curta duração e exigem dosagem diária. A segunda técnica, batizada de Crispr, edita os genes das células infectadas com o vírus que não foram captadas pelo Laser Art para remover o HIV. Isoladamente, os tratamentos não surtiram o efeito esperado mas, quando combinados, o vírus foi eliminado em 30% dos 29 ratos usados na pesquisa. Em entrevista à ao canal televisivo CNN, Kamel Khalili, um dos líderes da pesquisa, afirmou que as descobertas representam apenas um primeiro passo para a cura. Uma das premissas do trabalho, segundo ele, foi tratar a SIDA como uma doença genética, e não infecciosa. Os cientistas também inseriram células imunológicas dos animais tratados em ratos saudáveis para garantir que todos os resquícios do HIV tinham sido eliminados. Os testes não identificaram o vírus, confirmando a tese da pesquisa. Na segunda fase, a avaliação dos primatas deve demorar cerca de nove meses para que os investigadores se certifiquem, cientificamente, se o vírus foi definitivamente eliminado dos seus genomas.


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Cura está próxima. HIV é removido pela primeira vez do genoma de animais

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Descoberta de cientistas norte-americanos traz esperança para tratamento da SIDA, mas investigadores alertam que técnicas ainda serão testadas em humanos. Um estudo divulgado nesta terça-feira pelo periódico científico Nature revelou que uma equipa de cientistas conseguiu remover pela primeira vez o vírus HIV do genoma de animais vivos. A experiência, conduzida por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Temple, na Pensilvânia, e do Centro Médico da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, envolveu técnicas de edição de genes e representa um caminho extremamente promissor para a cura da SIDA. Contrariamente, aos tratamentos antirretrovirais disponibilizados atualmente, que impedem a replicação do vírus, mas não o eliminam do organismo, os resultados obtidos pela pesquisa apontaram de maneira inédita para a possibilidade da doença poder ser curada. Os testes foram realizados em ratos de laboratório. Neste momento está a ser realizada a segunda fase do estudo, desta vez em primatas. Caso se mostre novamente bem-sucedido, o processo poderá ser repetido em humanos. Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, o tratamento teve êxito a partir da combinação de duas ferramentas. A primeira delas, chamada de Laser Art, consiste na manipulação de fármacos convencionais de tratamentos antirretrovirais, de modo a facilitar o acesso do conteúdo dessas drogas às membranas das células, onde o vírus se costuma alojar, e a retardar a dispersão desse material, garantindo que o material acompanhe o ciclo do HIV. Medicamentos comuns, por sua vez, têm curta duração e exigem dosagem diária. A segunda técnica, batizada de Crispr, edita os genes das células infectadas com o vírus que não foram captadas pelo Laser Art para remover o HIV. Isoladamente, os tratamentos não surtiram o efeito esperado mas, quando combinados, o vírus foi eliminado em 30% dos 29 ratos usados na pesquisa. Em entrevista à ao canal televisivo CNN, Kamel Khalili, um dos líderes da pesquisa, afirmou que as descobertas representam apenas um primeiro passo para a cura. Uma das premissas do trabalho, segundo ele, foi tratar a SIDA como uma doença genética, e não infecciosa. Os cientistas também inseriram células imunológicas dos animais tratados em ratos saudáveis para garantir que todos os resquícios do HIV tinham sido eliminados. Os testes não identificaram o vírus, confirmando a tese da pesquisa. Na segunda fase, a avaliação dos primatas deve demorar cerca de nove meses para que os investigadores se certifiquem, cientificamente, se o vírus foi definitivamente eliminado dos seus genomas.


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