Saúde

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SIDA matou mais de 50 mil pessoas em 2018 no país

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Um total de 53 886 pessoas morreram no ano passado (2018) no país, devido ao HIV/SIDA, segundo o Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS), número que representa uma redução, quando comparado com o do ano de 2017, em que morreram 54 765 pessoas.Os dados foram anunciados pela Secretária Executiva Adjunta do Conselho Nacional de Combate ao SIDA (CNCS), Idalina Libombo, em conferência de Imprensa realizada ontem, em Maputo, no âmbito do lançamento da semana comemorativa do Dia Mundial de Luta contra a Sida que se assinala a um de Dezembro próximo.Segundo Libombo, em 2018, um total de 2 184 626 pessoas foram diagnosticadas com o vírus de HIV/SIDA em todo o país, das quais 1 212 562 estão em tratamento.A fonte apontou a cidade e província de Maputo, e a província de Gaza, na região sul do país, como as mais críticas, facto que, no seu entender, pode estar associado à proximidade com a África do Sul, que é o terceiro país mais infectado pelo HIV/SIDA no mundo.As altas taxas de infecções resultam, por outro lado, pelo facto de alguns pacientes com HIV, ao atingirem o estágio de carga viral indetectável, pensarem que estão livres do vírus e que por isso abandonam o tratamento e mantêm relações sexuais desprevenidas.A fonte mostrou-se preocupada com o facto de boa parte das pessoas infectadas pelo vírus, ao se deslocarem às unidades sanitárias para iniciar o tratamento, dar informações erradas em relação ao seu nome e endereço, o que dificulta a sua localização em caso de desistência no tratamento.Apontou o estigma e a discriminação como principais factores por detrás deste cenário, tendo apelado para o efeito maior envolvimento das comunidades e da família neste processo para que elas sejam mais vigilantes e menos preconceituosas, porque só assim é que se pode manter cada vez mais pacientes em tratamento. A fonte mostrou-se, igualmente, preocupada com cada vez mais casos de infecções em adolescentes e disse que, para reverter o cenário, o Ministério da Saúde (MISAU) tem apostado em palestras de sensibilização com vista a alertar sobre os riscos aos quais estão expostos ao manter relações sexuais desprevenidas.O CNCS, em parceria com o Ministério da Saúde, agendou para a semana comemorativa do Dia Mundial de Luta contra o HIV/SIDA uma série de marchas em todas as 11 províncias do país, para além de palestras de sensibilização junto às comunidades.


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Saúde reflecte sobre humanização dos seus serviços

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A Ministra da Saúde, Nazira Abdula, destaca a necessidade de maior e melhor coordenação na comunicação entre os diferentes intervenientes, com vista a aumentar a participação dos utentes e funcionários na gestão da qualidade dos serviços de saúde em Moçambique.Abdula lançou o repto na sessão de abertura, ontem, da 5ª reunião nacional de balanço e partilha de experiências sobre Qualidade e Humanização dos Cuidados de Saúde, um evento de dois dias, que congrega, em Maputo, a sociedade civil, comités de co-gestão das unidades sanitárias, especialistas de saúde e parceiros de cooperação com o objectivo de promover e fortalecer a implementação das Iniciativas de Melhoria da Qualidade e Humanização nas Unidades Sanitárias do país.“Não obstante os ganhos obtidos reconhecemos que o caminho ainda é longo e está longe de chegar ao fim. É, por isso, necessária uma melhor integração da qualidade nas diferentes práticas clínicas e gestão de programas de saúde”, disse a ministra.A titular da pasta da saúde disse, por outro lado, ser necessário melhorar a captação e uso de dados referentes à qualidade dos serviços; melhorar a coordenação e comunicação entre os diferentes intervenientes, provedores de saúde, provedor e utente; seus familiares e comunidade e aumentar a participação dos utentes e funcionários na gestão da qualidade dos serviços.Segundo a ministra, citada pela AIM, a 2ª Estratégia de Qualidade e Humanização 2017/23 estabelece como meta “Fortalecer a Implementação do Sistema de Qualidade e Humanização nas Unidades Sanitárias do Serviço Nacional da Saúde”.A título de exemplo, a qualidade e humanização é uma oferta de cuidados atempados que se traduzem na pontualidade e que atinjam os resultados desejados na forma de eficácia, sem causar danos ao utente, ao profissional da saúde e ao ambiente (segurança) e que respeitem as necessidades e preferências dos utentes.Aliás, no quadro da expansão com vista a uma maior participação da comunidade na gestão dos serviços de saúde pelos comités de saúde, de co-gestão e humanização, o país possui, actualmente, 1302 órgãos, contra 215 em 2011. Quanto aos gabinetes de utentes, o número totaliza agora 246, contra 160 em 2011, acções que garantem a segurança dos utentes e funcionários de saúde.


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HIV/Sida em Moçambique: É o quinto país com níveis altos de infecções na região austral DE África

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Moçambique é o quinto país com níveis altos de infecções por HIV/Sida na região Austral, situação que coloca a nação na lista dos que contribui de forma negativa para o aumento dos índices de seroprevalência no mundo.O Conselho Nacional do Combate ao Sida insta as comunidades a envolverem-se na luta e combate à discriminação e estigma, factores considerados motivos para o fracasso da adesão e retenção dos doentes ao tratamento anti-retroviral no país.


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Princesa da Jordânia em Moçambique: Esposa do Presidente da República manteve encontro de cortesia

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A Esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, manteve, hoje, encontro de cortesia com a Princesa Dina Mired, do Reino da Jordânia. O encontro centrou-se na troca de experiência em programas  de  prevenção, tratamento e acções de combate à cancros do colo de úetro e o da mama. A Princesa Dina Mired transmitiu ao Gabinete da Primeira-Dama de Moçambique, as dificuldades que a Jordânia enfrentou inicialmente para lidar com a problemática do cancro e,  partilhou casos de sucesso no combate à doença, que tem sido mortífera no mundo. Durante o encontro de cortesia, a Princesa da Jordânia defendeu a implantação de sistemas de gestão mais consistentes no sector de saúde em vários países, particularmente em Moçambique para que se ultrapassem os problemas. Dina Mired referiu que uma melhor gestão e boa organização do sistema de saúde é condição essencial para convencer os parceiros a mobilização de fundos de apoio à um sector considerado como de extrema importância para a humanidade. Uma fonte do Gabinete da Esposa do Presidente da República disse à TVM que a Princesa da Jordânia aconselhou também a criação em Moçambique de equipa de transição que se encarregará a dar auxílio na definição de estratégias ao Ministério da Saúde e, defendeu ser importante rever toda a cadeia de logística de abastecimento de medicamentos, no país. Dina Mired partilhou momentos tristes da sua vida quando perdeu alguns dos seus parentes vítimas de cancro, facto que terá inspirado a Princesa da Jordânia a abraçar a iniciativa de apoiar os que mais sofrem por cancro do colo de útero e cancro da mama. A Princesa da Jordânia convidou a Esposa do Presidente da República a participar numa conferência internacional.


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HIV-SIDA, redução de infecções: Grupo técnico discute melhores formas de transmissão de mensagens

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Grupo técnico de comunicação do Conselho Provincial de Combate ao Sida reuniu-se hoje, em Maputo, com objectivo de discutir as melhores formas de transmitir mensagens sobre a matéria. O sector pretende com o encontro, reduzir o número de novas infecções diárias pelo HIV e prolongar a qualidade de vida das Pessoas Vivendo com o vírus. O encontro de um dia, conta com cerca de 20 participantes de vários sectores de actividade, na Cidade de Maputo.


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