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Após vinte anos de corte diplomático com Moçambique irão volta a fixar embaixada

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A República Islâmica do Irão quer  restabelecer a Embaixada em Moçambique e relançar os laços de cooperação, em áreas sócio económicas, após mais de vinte anos de encerramento da Embaixada no nosso país. 5 novos embaixadores apresentaram esta sexta – feira  as cartas credenciais, ao Presidente da República, Filipe Nyusi. Trata-se Toshio Ikeda, Embaixador do Japão, Rajab Lukwavi, Alto Comissário da República da Tanzânia, Narjes Dridi,  da Tunísia, Mohsen Ghomi, do Irão e Weerawardena Dharmasena Alto comissário do Sri Lanka. Moçambique e o Japão mantêm, relações de cooperação há vários anos em vários domínios sócio económicos e procura-se elevar para o mais alto nível, através de desenvolvimento de acções que tragam vantagens mútuas. Os laços históricos que unem Moçambique à Tanzânia são descritas como estando ao mais alto nível. Oldemiro Balói considera haver desafios para o estabelecimento de cooperação com  Irão, Sri Lanka e Tunísia, no domínio político económico e social. A República Islâmica do Irão já teve uma embaixada em Moçambique e que foi encerrada na década de 1990 e, pretende relançar a cooperação Bi- lateral com Moçambique nas áreas dos recursos Minerais e Energia. Com o Sri-Lanka e a Tunísia também procura-se estabelecer uma cooperação sólida em áreas potencialmente económicas. Segundo Oldemiro Balói, Moçambique procura dar expressão à cooperação com maior número de países e estreitar os laços históricos e de  amizade entre as nações no mundo. 


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Moçambique interdita entrada de aves por razões de surto

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Governo moçambicano interdita a importação de frango e produtos avícolas da região austral de África.Em causa está o surto de uma doença aviária patogénica, denominada Astirpe H1N8. Um surto de influência aviária patogénica está a causar a morte de aves em alguns países africanos como Congo, Zimbabwe e África do SulAs autoridades moçambicanas tomaram conhecimento no passado dia 2 de Junho e já tomaram medidas, interditando a importação do frango da região, com destaque para África do Sul. Denominada Estirpe H1N8, a doença aviária já foi detectada em 35 países dos quais 6 africanos. Moçambique não está na lista e autoridades garantem estar a fazer de tudo para evitar que a doença entre no País. A doença não afecta os humanos, mas é totalmente infecciosa e mortífera em aves, daí que as autoridades apelam aos importadores a acatarem as ordens.


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ÚLTIMA HORA: Terramoto na Beira e Dondo

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  UM terramoto com uma magnitude de 5.8 na escala de Richter foi registado na madrugada deste sábado, pouco depois das quatro horas, nas cidades da Beira e Dondo, na província de Sofala, causando pânico entre os residentes daquelas regiões. Alguns chegaram a abandonar as suas residências receando tratar-se de assaltos protagonizados por amigos do alheio. A situação voltou à normalidade. Até à altura em que redigimos estas linhas não havia registos de danos nem humanos nem materiais. As autoridades moçambicanas do sector ainda não emitiram nenhuma informação oficial sobre a ocorrência, mas dados divulgados pela agencia norte-americana de pesquisa geológica, o tremor teve uma magnitude de 5.8 na escala de Richter, e teve como epicentro na região do Dondo. Outras informações reportam, igualmente, a ocorrência de réplicas em algumas regiões da província de Manica.   Mais informações sobre o assunto nas próximas horas.   http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/ciencia-e-ambiente/68860-ultima-hora-terramoto-na-beira-e-dondo.html


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Antigos Chefes de Estados Africanos em Maputo para traçar estratégias contra o HIV Sida.jpg
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Antigos Chefes de Estados Africanos em Maputo para traçar estratégias contra o HIV/Sida

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Antigo Chefe do Estado moçambicano, Joaquim Chissano, diz que a instabilidade militar reduziu a capacidade das autoridades, de lutar contra o HIV/SIDA. Chissano que falava esta quinta-feira, em Maputo, no encontro dos antigos líderes africanos contra a pandemia, mostrou-se satisfeito com o entendimento entre o Presidente da República e o líder da Renamo.África continua a ocupar o primeiro lugar dos continentes mais afectados pelo HIV-Sida, daí que Joaquim Chissano defende ser altura de se passar das palavras às acções.Em Moçambique, o nível de seroprevalência tende a subir, fixando-se, actualmente, em 13% contra 11.5% em 2009. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/5O2CUdfcQ6I” frameborder=”0″ allowfullscreen ]


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Mundo

ANC afirma que mesmo que seja secreto os deputados irão votar fielmente em Zuma

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O ANC diz que os seus deputados jamais vão votar contra o seu líder Jacob Zuma mesmo em segredo. A Presidente da Assembleia Nacional sul-africana, Baleka Mbete, tem poderes constitucionais para autorizar ou não a votação secreta de moção de censura contra o Presidente Jacob Zuma no parlamento. O caso foi clarificado esta quinta-feira, em Joanesburgo, pelo Tribunal Constitucional a pedido dos partidos da oposição que querem votação secreta de moção contra Zuma. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/OJBOeZ_2sKY” frameborder=”0″ allowfullscreen ]


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Agudizasse o braço de ferro entre vendedores de Nwakakana e a Maputo Sul para a ponte Maputo – Ka-Tembe.jpg
Nacional

Agudizasse o braço de ferro entre vendedores de Nwakakana e a Maputo Sul para a ponte Maputo – Ka-Tembe

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Há impasse na transferência dos vendedores do Mercado informal Nwakakana para o da Malanga, visando libertar o espaço para o início das obras de construção de viadutos, no contexto do projecto da ponte Maputo Ka-Tembe. Os vendedores que deverão ser transferidos de Nwakakana alegam que o número de bancas construídas na Malanga não é suficiente para albergar a todos que exercem actividades naquele mercado.A Empresa Maputo Sul e o Conselho Municipal de Maputo, acordaram em remodelar o mercado da Malanga em fases, para acomodar todos os vendedores, evitando entrar em compensações em dinheiro aos vendedores de Nwakakana.A primeira fase já está pronta. Os cento e quarenta vendedores contemplados na Malanga já ocuparam as bancas. O impasse gira em torno dos que exercem actividade no Nwakakana, com uns a se mostrarem disponíveis a ceder o espaço, outros ainda a resistirem em abandonar o local.Os números quanto aos vendedores abrangidos divergem, uma vez os de Nwakakana alegarem ser quatrocentos e vinte e o Conselho Municipal fala em trezentos e quatro recenseados.Face ao braço de ferro dos vendedores de Nwakakana, o Município de Maputo refere que vai continuar a dialogar com os visados, tendo em vista encontrar soluções conjuntas para ultrapassar o diferendo.Segundo vereadora para área de mercados e feiras, Orlanda Fonseca, o espaço em conflito já devia ter sido disponibilizado até princípios do ano em curso de modo a dar lugar a edificação de viadutos neste local.Parte dos vendedores contemplados já com bancas disponíveis na Malanga deverão ceder o espaço até a segunda-feira para dar início às obras. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/2IfFgCpmmoQ” frameborder=”0″ allowfullscreen ]llscreen>e>


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Saúde

Aumento de calor no planeta concorre para a multiplicação de casos de doenças e em Moçambique há exemplos

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A subida dos níveis de temperatura média em Moçambique, particularmente nas províncias de Tete, Manica e Niassa, poderá originar o aumento de casos de malária e diarreias.São dados contidos no primeiro relatório sobre impacto das mudanças climáticas na saúde, divulgados em Maputo, pelo Ministério da Saúde.Nos últimos 40 anos o país registou aumento da temperatura média em cerca de 1º C.O segundo o relatório sobre impactos das mudanças climáticas na saúde, divulgado esta quinta-feira em Maputo, as recentes ondas de calor em várias partes do país, bem como secas, cheias, ciclones e subida do nível do mar, criaram impactos negativos na saúde dos Moçambicanos .O estudo revela o aumento de casos de malária e diarreias. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/zMTHWaHFvgg” frameborder=”0″ allowfullscreen ]


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Ordem dos Médicos considera de infundados os argumentos da PGR.jpg
Nacional

Ordem dos Médicos considera de infundados os argumentos da PGR

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A inscrição e reconhecimento pela Ordem dos Médicos são condições obrigatórias para o exercício da actividade médica em Moçambique.Em conferência de imprensa, na manhã desta quinta-feira, a Ordem dos Médicos considera de errónea a interpretação feita pela Procuradoria-Geral da República, sobre o exercício da medicina privada.Entretanto o académico Mouzinho Nicols disse que a intervenção da PGR é contrária ao disposto no número um do artigo oito da Lei número três barra dois mil e seis de três de Maio, segundo a qual e passo a citar `o exercício da medicina privada em Moçambique depende da inscrição prévia na Ordem dos Médicos e obtenção do respectivo cartão de identificação profissional`.A criação da Ordem dos médicos de Moçambique e a aprovação do seu estatuto inseriu-se na necessidade de regular a actividade médica no país, através do registo e certificação do exercício, da acção disciplinar e do controlo sobre profissionais do ramo, ao abrigo do número um do artigo cento e setenta e nove da Constituição da República. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/sq_cIHgHPsI” frameborder=”0″ allowfullscreen ]


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Mau tempo na região Sul

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O INSTITUTO Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de ventos com rajadas que poderão atingir os 70 quilómetros por hora, ocasionando agitação marítima e ondas com alturas entre 3,5 e 5,0 metros, a partir da noite de hoje, quinta-feira, dia 22 de Junho, na região sul do país, que inclui as províncias de Maputo, Gaza e Inhambane. Segundo um comunicado da instituição recebido na nossa Redacção, prevê-se para amanhã tempo frio, com temperaturas a rondar entre 20 e 23 graus centígrados, nas províncias de Maputo e Gaza. Entretanto, os efeitos dos ventos com rajadas serão sentidos em quase toda a província de Maputo e extremo sul das províncias de Gaza e Inhambane, com maior destaque para os distritos de Bilene, Mandlakazi, Guijá, Chibuto, Zavala, Inharrime, Jangamo e cidade de Xai-Xai, lê-se no documento. A nota do INAM alerta para a necessidade de tomada de medidas de precaução e segurança, face aos riscos associados aos ventos com rajadas e agitação marítima.     Fonte: Jornal Noticias Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/ciencia-e-ambiente/68792-mau-tempo-na-regiao-sul.html


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