Assassino de quatro moçambicanos : Tribunal supremo de JHB condena a quatro penas de prisão perpétua

Assassino de quatro jovens moçambicanos condenado a quatro penas de Prisão perpetua pelo tribunal supremo de Joanesburgo em Katlehong,

Assassino de quatro jovens moçambicanos condenado a quatro penas de Prisão perpetua pelo tribunal supremo de Joanesburgo em Katlehong,

Moçambique quer aproveitar na efectividade as condições agro-ecológicas que dispõe para massificar a Vinicultura ou seja a produção de Uvas.

Julgamento da ex-presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Agrário, marcado para próxima terça-feira.

Trinta técnicos de diferentes áreas ligadas a agricultura deixam amanhã, sábado para República Federativa do Brasil.
Arranca, ainda este mês, o projecto de instalação de sistemas de energia eólica, nas zonas mais recônditas da província de Nampula.A iniciativa é da empresa de capitais italianos Ecólibri e vai, numa primeira fase, abranger às instituições de intervenção social como escolas e hospitais. O uso de fontes naturais alternativos como geradoras de energia eléctrica é cada vez mais frequente no mundo. O vento, sol e a água são algumas das fontes usadas para minimizar a emissão de oxigénio na atmosfera, principal causa do aquecimento da terra e responsável pelas mudanças climáticas.Moçambique pretende abraçar a iniciativa da Ecólibri que está a instalar sistemas de geração e fornecimento de energia eólica, nas zonas rurais e mais recônditas.Depois da cidade de Siteki, da vizinha Suazilândia, Nampula será a província pioneira em Moçambique. O projecto pretende auxiliar a Electricidade de Moçambique, através de provisão de energia eléctrica a hospitais e escolas das zonas rurais. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/7-aYnEgAKXE” frameborder=”0″ allowfullscreen ]
Milhares de pessoas marcharam ontem (06) pelas ruas de Lomé, capital do Togo, exigindo que o Presidente Faure Gnassingbe abandone o poder.Organizadas pela oposição togolesa, as manifestações também tiveram lugar na cidade costeira de Sokode e outros centros urbanos do país. Faure Gnassingbe subiu ao poder em 2005 na sequência da morte do pai, Gnassingbe Eyadema, que governou o Togo durante 38 anos consecutivos.Na terça-feira última, o governo togolês aprovou uma proposta de emenda à Constituição visando restabelecer o limite máximo de dois mandatos presidenciais.Mas, ao contrário da expectativa do governo, a medida não impediu que milhares de pessoas saíssem à rua para exigir a demissão do Presidente Faure Gnassingbe.No entanto, ainda não se sabe quando é que a proposta de lei será submetida ao Parlamento.Também não está claro se a alteração da Constituição irá afectar o presidente Gnassingbe, o qual está a cumprir o terceiro mandato de cinco anos, que termina em 2020. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/7AEFaokV4jc” frameborder=”0″ allowfullscreen ]
Os Acordos de Lusaka foram assinados no dia 7 de setembro de 1974, em Lusaka, na Zâmbia, entre o Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique, FRELIMO; na altura movimento nacionalista que desencadeou a Luta Armada de Libertação Nacional. O acordo tinha como objectivo assegurar a transição para a independência de Moçambique.Nos acordos, o Estado Português reconheceu formalmente o direito do povo de Moçambique à independência e, em consequência, acordou com a FRELIMO o princípio da transferência de poderes, ou seja, transferência da soberania que detinha sobre o território de Moçambique. Este aspecto constava da Cláusula 1 do acordo.No âmbito dos mesmos acordos foi igualmente estabelecido que a independência completa de Moçambique seria solenemente proclamada no dia 25 de junho de 1975, data que coincidiria, propositadamente, com o aniversário da fundação da FRELIMO. Referia-se então a Cláusula 2.Além dos princípios já enunciados, o da independência e o da transferência de poderes, a Cláusula 3 do acordo estabelecia, relativamente ao território de Moçambique, o regime jurídico que vigoraria durante o período de transição para a independência. O período iniciava com a assinatura dos acordos e terminava com a proclamação da independência de Moçambique. As restantes cláusulas referiam-se ao tipo de regime que seria estabelecido. Definiu-se uma bipartição de poderes sobre o território, tendo-se confiado a soberania ao Estado português, representado por um Alto-Comissário e o governo ou administração à FRELIMO, a quem foi reconhecida a prerrogativa de designar não só o primeiro-ministro como também dois terços dos ministros do Governo de Transição. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/YhofBfdk3qg” frameborder=”0″ allowfullscreen ]
O Estado moçambicano poderá encaixar cerca de 350 milhões dólares norte-americanos, das mais-valias, no processo da venda dos 35% à Exxon Mobil, do total dos 70% detidos pela ENI East África, na Bacia do Rovuma.A Informação foi tornada pública pela Ministra dos Recursos Minerais, Letícia Clêmence, no final da 31ª sessão do Conselho de Ministros que teve lugar ontem (05), na Cidade de Maputo.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, instou hoje (06) a ordem dos Engenheiros de Moçambique a massificar o uso sustentável da engenharia na busca de soluções para o aumento da produção e produtividade no país.O número reduzido de engenheiros face às necessidades para o desenvolvimento de Moçambique é uma das preocupações apresentadas pelo Chefe de Estado durante o quinto Congresso de Engenharia que decorre em Maputo.Os temas a serem tratados no congresso dos engenheiros justificam-se por se enquadrarem na agenda e prioridades de governação nas dimensões nacionais e internacionais, de acordo com o Presidente Nyusi.O estadista moçambicano pretende que os engenheiros equacionem os problemas de Moçambique no alinhamento e na complementaridade das áreas deste campo científico que podem ser racionalizadas dentro da cadeia de valores de produção.
Burundi será investigado com urgência pelo Tribunal Penal Internacional sobre crimes contra humanidade e outras atrocidades cometidas pelos políticos. A investigação será levada a cabo pelo TPI sob o mandato da Comissão de Investigação da Organização das Nações Unidas. Das atrocidades cometidas, constam, execuções extrajudiciais, detenções injustas, tortura, violência sexual e desaparecimentos forçados, que segundo a, ONU, são uma autêntica violação dos direitos humanos. De acordo com os resultados da investigação de peritos da ONU A maioria destes crimes são cometidos por funcionários de alto nível do Governo, dos Serviços Secretos e das Autoridades Nacionais e as vítimas são na sua maioria jovens simpatizantes da oposição. O país está desde 2015, mergulhado numa grave crise política que eclodiu depois da recandidatura de Pierre Nkuruziza para um terceiro mandato.