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Nacional

Nas 53 autarquias do país: CNE aprovou hoje em definitivo a lista das mesas das assembleias de voto

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A Comissão Nacional de Eleições aprovou hoje, por unanimidade, a lista das mesas das Assembleias de voto e os respectivos códigos.São no total cinco mil e quatrocentas e cinquenta e nove mesas que vão funcionar nas cinquenta e três autarquias. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/oSixCebPRic” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Dom Edgar Peña Parra: Presidente da República endereça mensagem de felicitação pela nomeação

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereça mensagem de felicitação ao Dom Edgar Peña Parra, Arcebispo Titular de Telepte, pela sua nomeação ao cargo de Substituto para Assuntos Gerais da Secretaria do Estado da Cidade de Vaticano. Dom Edgar é o actual Núncio Apostólico em Moçambique, e vai iniciar as novas missão a partir de 15 de Outubro próximo. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/XVPosqCcT5k” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Melhoria da leitura e escrita: MINEDH lança Manual do Professor de Ensino Primário

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O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano lançou esta quinta-feira, em Maputo, sete mil novos manuais para Professores do ensino primário. Dotados de inovações que visam sanar os problemas de leitura e escrita no nível elementar, os manuais vão cobrir numa primeira fase as províncias da Zambézia e Tete. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/ofGMC_VWZEI” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Presidência da República: PR conferiu posse aos governadores de Sofala, Manica e Niassa

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Presidente da República, Filipe Nyusi, afirma que a mudança dos dirigentes traduz a necessidade que o governo tem de gerir os resultados que obtido na gestão do País. A pouco mais de um ano para o fim do mandato, o Chefe de Estado empossou hoje os novos governadores das Províncias de Sofala, Manica e Niassa. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/HbrcxsMABL8″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Nyusi preside a seminário sobre oportunidades na exploração de gás

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O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, preside hoje, em Pemba, província de Cabo Delgado, norte do país, a uma sessão de informação a empresas moçambicanas sobre oportunidades locais na exploração de gás natural. “O evento tem como objetivo informar as empresas moçambicanas sobre as oportunidades de negócio no âmbito da implementação do projeto de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Anadarko em Moçambique”, refere um comunicado distribuído à imprensa.A iniciativa, promovida em coordenação com o Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, será presidida pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e espera-se a participação de várias empresas locais.Além do chefe de Estado moçambicano, o encontro conta com a presença do vice-presidente da Anadarko, Mitchell Ingram.A Anadarko lidera o grupo de empresas que vai explorar o gás natural encontrado nas profundezas da crosta terrestre, sob o fundo do mar, na designada Área 1, 40 quilómetros ao largo da província de Cabo Delgado, extremo norte de Moçambique – na fronteira com a Tanzânia.O investimento, um dos maiores de sempre em Moçambique, ainda não tem data para avançar, mas o consórcio está a realizar diversos trabalhos associados para que, logo que haja decisão, a construção avance rapidamente, segundo anunciou Steve Wilson, vice-presidente da Anadarko e diretor da empresa em Moçambique, em abril.Depois de extraído, através de perfurações, o gás será encaminhado por gasodutos para a zona industrial a construir em terra, na península de Afungi, onde será transformado em líquido e conduzido para navios cargueiros com contentores especiais para exportação.


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Nacional

Nyusi preside a seminário sobre oportunidades na exploração de gás

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O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, preside hoje, em Pemba, província de Cabo Delgado, norte do país, a uma sessão de informação a empresas moçambicanas sobre oportunidades locais na exploração de gás natural. “O evento tem como objetivo informar as empresas moçambicanas sobre as oportunidades de negócio no âmbito da implementação do projeto de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Anadarko em Moçambique”, refere um comunicado distribuído à imprensa.A iniciativa, promovida em coordenação com o Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, será presidida pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e espera-se a participação de várias empresas locais.Além do chefe de Estado moçambicano, o encontro conta com a presença do vice-presidente da Anadarko, Mitchell Ingram.A Anadarko lidera o grupo de empresas que vai explorar o gás natural encontrado nas profundezas da crosta terrestre, sob o fundo do mar, na designada Área 1, 40 quilómetros ao largo da província de Cabo Delgado, extremo norte de Moçambique – na fronteira com a Tanzânia.O investimento, um dos maiores de sempre em Moçambique, ainda não tem data para avançar, mas o consórcio está a realizar diversos trabalhos associados para que, logo que haja decisão, a construção avance rapidamente, segundo anunciou Steve Wilson, vice-presidente da Anadarko e diretor da empresa em Moçambique, em abril.Depois de extraído, através de perfurações, o gás será encaminhado por gasodutos para a zona industrial a construir em terra, na península de Afungi, onde será transformado em líquido e conduzido para navios cargueiros com contentores especiais para exportação.


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Mundo

Opositor no Zimbabué detido e acusado de incitação à violência pública

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O dirigente da oposição zimbabueana, Tendai Biti, foi hoje acusado de incitação à violência pública e de declarar resultados eleitorais não-oficiais, em Harare, onde foi detido após ter sido extraditado pela Zâmbia, que lhe negou asilo. O opositor fugira para a Zâmbia à procura de asilo, algo que lhe foi negado pelas autoridades, e que resultou na entrega às forças de segurança do Zimbabué. “Vamos continuar a lutar”, disse Biti à entrada do tribunal, em Harare, capital do Zimbabué. A acusação de incitação à violência pública pode levar a uma pena de prisão até dez anos, enquanto que a declaração de resultados não-oficiais pode resultar em seis meses de prisão. Foi-lhe concedida uma fiança de cinco mil dólares (cerca de 4.323 euros), mas Biti deverá entregar o seu passaporte, apresentar-se às autoridades duas vezes por dia e não participar em comícios políticos. Numa carta endereçada à polícia do Zimbabué, a advogada de Biti, Beatrice Mtetwa, alega que as forças policiais “sequestraram ilegalmente” o opositor. A carta, a que a agência Associated Press teve acesso, pede que seja imediatamente devolvido às autoridades de imigração da Zâmbia e, “devido à tradicional tortura a que os detidos são sujeitos no Zimbabué”, pede que uma equipa médica observe Biti antes disso. Na altura da detenção, o advogado zambiano Gilbert Phiri disse à AP que, ao extraditar Biti antes da audição do seu recurso, a guarda-fronteiriça contrariou uma ordem judicial. “As autoridades zambianas atuaram desafiando os nossos tribunais, desafiando a lei regional e internacional”, afirmou Phiri. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Zâmbia justificou a recusa de atribuição de asilo alegando que as razões apresentadas por Biti “não tinham mérito”. A situação de Biti levou a que várias entidades temessem por uma onda de repressão contra os opositores do Governo, liderado por Emmerson Mnangagwa. Mnangagwa venceu as eleições presidenciais do dia 30 de julho com uma ligeira margem, eleições que a oposição considera fraudulentas e que pretendem contestar. “Isto é um desenvolvimento preocupante”, disse David Coltart, amigo de Biti e membro do Movimento para a Mudança Democrática (MDM). “Tendai foi detido em 2008 por razões semelhantes, e enquanto esteve preso foi brutalmente torturado”, acrescentou Coltart, que também é advogado defensor dos direitos humanos. A agência das Nações Unidas para os Refugiados declarou estar “seriamente preocupada” com os relatos do regresso forçado de Biti ao Zimbabué, que considerou sérias violações da lei internacional, e pediu que as autoridades zambianas investigassem urgentemente. Num comunicado assinado pelos diretores das missões da União Europeia (UE), Estados Unidos da América (EUA), Canadá e Austrália no Zimbabué, também é pedido que as autoridades do país garantam a segurança de Biti e respeitem os seus direitos. Os responsáveis acrescentaram estar “profundamente perturbados” pelos relatos das forças de segurança zimbabueanas estarem a perseguir as forças da oposição. No dia 31 de julho, dia seguinte à eleição, Tendai Biti, antigo ministro das Finanças e deputado recém-eleito pelo MDM, apelou aos apoiantes da oposição que defendessem o seu voto, e reclamou a vitória de Nelson Chamisa na corrida presidencial. As autoridades dizem que é ilegal declarar o vencedor de uma eleição antes de a Comissão Eleitoral do Zimbabué anunciar os resultados oficiais. Em 01 de agosto, as forças militares dispersaram protestos da oposição nas ruas do Zimbabué, matando seis pessoas. Os observadores internacionais condenaram o uso “excessivo” de força. A embaixada britânica no Zimbabué anunciou hoje que falou com as autoridades zambianas e zimbabueanas durante a noite à procura de “garantias certas” de que a segurança de Biti seria assegurada. Desde a sua independência em 1980, o país só conheceu dois chefes de Estado, ambos do Zanu-PF: Mugabe e Mnangagwa, o seu antigo vice-presidente, de 75 anos, que obteve no início do mês, a legitimidade eleitoral.


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Política

Renamo apresenta cabeça de listas

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A Renamo apresentou publicamente esta quinta-feira, em Maputo, as listas dos candidatos a membros das assembleias autárquicas e dos respectivos cabeças de listas.Os nomes badalados para as capitais provinciais prevalecem na corrida com destaque para Venâncio Mondlane para a cidade do Maputo, António Muchanga para Matola, o secretario Geral Manuel Bissopo para Beira, Manuel de Araújo – Quelimane e Paulo Vahanle em Nampula. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/GvH4dScOr1s” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Crocodilos matam em Nampula

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Pelo menos dezoito pessoas morreram vitimas de ataques de crocodilos desde o ano passado a esta parte, no distrito de Mecuburi em Nampula.Como solução a vista , o Governo e residentes do Posto Administrativo de Muite, querem ver as duas margens do rio Lúrio que faz limite entre as províncias de Nampula e Cabo Delgado ligadas através de um aponte rodoviária. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/XT9fk8wm9Us” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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