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Saúde

Malária provocou 803 óbitos de Janeiro a Setembro

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A malária provocou a morte de 803 pessoas durante o período compreendido entre Janeiro e Outubro do corrente ano, em cerca de seis milhões de casos notificados, contra 963 óbitos em igual período de 2017, o que corresponde a uma redução de 21 por cento. Os dados foram divulgados pela porta-voz do Ministério da Saúde (MISAU), Lídia Chongo, em conferência de imprensa havida ontem, em Maputo, que tinha por objectivo apresentar e avaliar o grau de preparação do sector face ao actual período e apresentar o quadro epidemiológico do país.“Do dia 01 de Janeiro até ao dia 30 de Setembro do ano em curso foram notificados, cumulativamente, 6.062.408 casos e 803 óbitos, contra 6.225.957 casos e 963 óbitos do mesmo período de 2017, o que representa uma redução de três por cento no número de casos e uma redução de 21 por cento no número de óbitos”, afirmou Chongo, citado pela AIM.A fonte anunciou que para o caso da cólera foram registados na época chuvosa anterior um total de 810 casos, dos quais 649 na província Cabo Delgado e 161 em Nampula, onde foram notificados quatro óbitos. “Até ao momento o país não tem casos de cólera e continuam as actividades de preparação para a resposta a um eventual surto, desde os alertas às províncias e preparação das equipas de resposta rápida”, sublinhou a fonte.Com relação a doenças diarreicas foram registados 475.666 casos, de Janeiro a Outubro do corrente ano, que resultaram em 124 óbitos, contra 531.893 casos com 182 óbitos de 2017, o que corresponde a uma redução de 11 por cento no número de casos e de 47 por cento no número de óbitos. Face à época chuvosa que se aproxima, o MISAU apela à sociedade em geral para redobrar os esforços de prevenção a doenças e respeitar as recomendações que são deixadas pelos agentes da saúde.“A época chuvosa vai de Outubro a Março e neste período há um maior risco de aparecimento e agravamento de algumas doenças, como diarreias, malária, hipertensão arterial, entre outras”, disse Chongo.Por isso, o MISAU recomenda o reforço das medidas de prevenção destas doenças através de ingestão de muitos líquidos para evitar a desidratação, redução do consumo de sal, lavagem das mãos com sabão ou cinza antes e depois das refeições. Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/sociedade/83370-malaria-provocou-803-obitos-de-janeiro-a-setembro


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Nacional

Restrições no abastecimento de água a Maputo devem continuar em 2019

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As restrições no abastecimento de água à capital do país e arredores, com o fornecimento a ocorrer só durante parte do dia, devem continuar até finais de 2019, anunciou ontem o Instituto Nacional de Gestão Hídrica. “A província e cidade de Maputo poderão continuar com restrições no abastecimento de água, pelo menos até finais de 2019, caso se confirmem as previsões” que apontam para a possibilidade de precipitação abaixo do normal na próxima época chuvosa, que arranca em Novembro, indicou Agostinho Vilanculos, dirigente do Instituto Nacional de Gestão Hídrica, citado ontem pelo boletim informativo do Governo. Ainda assim, as perspectivas são positivas, tendo em conta que, em 2019, Maputo beneficiará da ligação ao rio Movene e da reabilitação da barragem de Corumana, já em curso, para o aumento da sua capacidade de armazenamento. “No mês de Dezembro será reavaliado o modo de distribuição da água para o consumo nas três regiões da província”, ou seja, Maputo, Matola e Boane. A capital e arredores sofrem com insuficiência da água na barragem dos Pequenos Libombos devido à baixa precipitação registada na época chuvosa 2017/2018, que se seguiu à seca prolongada do ano anterior. Na época de restrições mais apertadas, entre Fevereiro e Abril, a água era disponibilizada apenas durante algumas horas em dias alternados. Ainda no que respeita à próxima época chuvosa, prevêem-se chuvas acima da média no centro e norte do país. Naquelas regiões, “as albufeiras de Chicamba e Cahora Bassa poderão registar um aumento acima dos níveis de garantia das necessidades de abastecimento de água, irrigação e produção de energia eléctrica”, acrescenta o Governo.


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Nacional

Interacção escola / comunidade: Governo diz que as escolas do SNE devem estar ligadas ao trabalho produtivo socialmente útil

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O Governo diz que as escolas do Sistema Nacional de Educação devem estar ligadas ao trabalho produtivo socialmente útil e dinamizarem a vida nas comunidades onde estão implantadas. Por outro lado, as comunidades devem dar aos estabelecimentos educacionais a orientação necessária para o ensino e formação que respondam as exigências do desenvolvimento local e nacional.


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Economia

Cooperação Moçambique – Malásia: Empresários Malaios convidam os homólogos moçambicanos a visitarem a Malásia

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  Empresários Malaios convidam os homólogos moçambicanos a visitarem a Malásia. Durante o encontro com empresários associados a Câmara do Comercio de Moçambique, o Chefe da Missão da delegação empresarial da Malásia afirmou que a troca de visitas com homens de negócios do nosso país poderá acelerar o conhecimento mútuo, estimular a colaboração e criação de parcerias de negócios.Situado no sudeste da Ásia, a Malásia é um país que a partir de 1970 passou de fornecedor de matérias-primas para uma economia emergente, com exportações acima duzentos e cinquenta biliões de dólares norte-americanos por ano. A indústria é o principal motor da economia. O Produto Interno Bruto Por Habitante está acima dos Dezassete mil dólares.Com uma população em número quase igual a de Moçambique, a Malásia tem um território duas vezes e meia menor que o nosso país.


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Nacional

Garimpo ilegal: 34 Moçambicanos detidos na República do Malawi

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Trinta e quatro cidadãos moçambicanos encontram se detidos na vizinha República do Malawi.Os compatriotas são indiciados da prática de garimpo ilegal na província malawiana de Manganchi. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/0MeeekqTj6o” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Visita do presidente do Botwsana: Mokgweetsi Masisi rende homenagem aos heróis nacionais

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Muito feliz e excecional, palavras do Presidente de Botswana para descrever a visita a Moçambique.Mokgweetsi Masisi rendeu hoje homenagem aos heróis moçambicanos. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/rZI18PchlJA” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Economia

Exploração do gás natural: Parte do combustível destina-se ao consumo doméstico e indústrias nacionais

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Vice-Ministro dos Recursos Minerais e energia encoraja empresas multinacionais a escolherem moçambique como destino dos seus investimentos. O facto acontece numa altura em que Moçambique prevê registar um investimento global de mais de cinquenta milhões de dólares nos próximos anos de acordo com Augusto Fernando. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/fN4xNq1WOew” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Centro de mediação e arbitragem: Mais de 21 mil contenciosos laborais foram dirimidos amigavelmente

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Mais de vinte e sete mil casos de conflitos laborais deram entrada nos Centros de Mediação e Arbitragem Laboral do país de 2015 a esta parte.Acima de dois mil trabalhadores que tinham perdido os seus postos de trabalho, foram readmitidos em resultados dos acordos alcançados.Os ramos da segurança privada, Construção Civil, serviços e Comércio, são os ramos com maior índice de conflitualidade.


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Nacional

Assembleia da República: Aprova na generalidade lei de revisão do Sistema Nacional de Educação

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  A Assembleia da República aprovou hoje na generalidade a lei de revisão do Sistema nacional de Educação. O documento submetido pelo governo actualiza o sector educativo que vem funcionando com um sistema aprovado a vinte e seis anos. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/Asc55xK0B6A” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Mundo

Duas muçulmanas preparam-se para ser eleitas para o Congresso dos EUA

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Duas mulheres muçulmanas devem ser eleitas para o Congresso dos EUA nas próximas eleições legislativas de 06 de novembro, o que será uma novidade quando o discurso anti migrantes tem peso nos círculos dirigentes do país. Ilhan Omar, uma refugiada somali, parece segura de conseguir um lugar na Câmara dos Representantes através de um círculo maioritariamente democrata no Estado do Minnesota, onde é a candidata por este partido. Já Rashida Tlaib, nascida em Detroit de pais palestinianos, está bem posicionada para ser eleita também para a Câmara num círculo onde não tem rival. Se forem eleitas, serão as duas primeiras mulheres muçulmanas a entrarem no Congresso, o que eleva para três o número de muçulmanos nesta instituição. O terceiro, Andre Carson, que é negro e muçulmano, deve ser reeleito no seu círculo no Estado do Indiana. Estes acontecimentos históricos ocorrem porém no momento em que o Conselho para as Relações Americano-Islâmicas (CAIR, na sigla em Inglês) divulgou uma subida de 21% dos crimes antimuçulmanos no primeiro semestre de 2018. Rashida Tlaib e Ilhan Omar estão nos antípodas de Donald Trump e do seu partido republicano, designadamente opondo-se às políticas restritivas sobre imigração e apoiando um sistema de saúde universal. “A eleição de Donald Trump foi um sinal de alarme”, disse Colin Christopher, da Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA, na sigla em Inglês), à AFP. “Vemos agora comunidades antes ausentes das discussões publicas (…) que estão verdadeiramente comprometidas”, acrescentou. O perfil destas duas candidatas reflete a importância crescente dada pelos democratas, na era Trump, a questões quentes como os direitos das mulheres e das minorias. Rashida Tlaib é a mais velha de 14 irmãos. Em 2008, tornou-se a primeira mulher muçulmana a entrar no parlamento estadual do Michigan. Aos 42 anos, posicionou-se contra Trump e como campeã da causa das classes populares. Em agosto, ganhou a primaria no partido democrata num círculo maioritariamente negro. “O seu círculo não conta muitos muçulmanos”, realçou Dawud Walid, o diretor executivo da seção do CAIR no Michigan, em declarações à AFP. “Não creio que a sua identidade étnica ou religiosa tenha tido um grande papel na sua vitória”, acrescentou. Rashida Tlaib está consciente do caráter histórico da sua candidatura. Num discurso emotivo, depois da sua vitória em agosto, com a mãe ao lado, evocou a sua família na Cisjordânia, que segue o seu percurso de perto. Sem adversário republicano, deve ser eleita na próxima semana para um mandato de dois anos para substituir o eleito de longa data John Conyers, que se demitiu em dezembro depois de ter sido acusado de assédio sexual e por razões de saúde. Ilhan Omar, por seu lado, forjou-se uma identidade política progressista e defende uma educação universitária gratuita, habitação para todos e uma reforma da justiça penal. Esta jovem, que usa o ‘hijab’, lenço que cobre a cabeça deixando a cara destapada, fugiu da guerra civil no seu país com oito anos de idade, antes de emigrar com a família para os EUA. Em 2016, a jovem mulher de 36 anos conseguiu ser eleita para o parlamento estadual do Minnesota, onde vive uma importante comunidade somali. Desta vez, apresenta-se a disputar um lugar no Congresso, num círculo dominado pelos democratas, e deve derrotar facilmente o seu rival republicano. Se eleita, Omar vai substituir Keith Ellison, que foi o primeiro muçulmano eleito para o Congresso, em 2006.


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