Notícias

Nacional

Audição de Manuel Chang passa para 18 de Janeiro

Partilhe

O tribunal de Kempton Park, em Joanesburgo, adiou para o dia 18 do mês em curso a continuação da audição do deputado e ex-ministro das finanças, Manuel Chang, indiciado no caso de branqueamento de capitais, fraude electrónica e de mobiliários. A decisão surge no âmbito do pedido apresentado pelos advogados de defesa, que não concordam que este caso seja classificado na 5ª secção do sistema de justiça sul-africana. Com efeito, o Ministério Público daquele país decidiu manter o caso no quinto escalão, em vez de “descer” para casos comuns, conforme a solicitação dos advogados do arguido, que alegam ser complicado resolver o caso neste escalão. Por sua vez, a defesa não concorda e, igualmente, continua a apelar ao pagamento da caução, para que o seu constituinte possa responder o caso em liberdade. A procuradora Elivera Dreyer explicou à imprensa que, neste momento, não existe nenhum pedido americano para a extradição de Manuel Chang, contudo, ao abrigo do tratado entre os Estados Unidos e a África do Sul, está previsto que o arguido possa ser enviado para EUA, caso a justiça daquele país apresentar esse pedido. Ainda na sessão de hoje, a juíza aceitou, analisar o pedido de pagamento de caução apresentada pela defesa de Manuel Chang, contudo ainda não teve desfecho, aguardando-se ainda pelo dia 18 de Janeiro.


Partilhe
Nacional

Quatro anos de Filipe Nyusi: Chefe de Estado privilegiou a expansão de fontes de abastecimento de água

Partilhe

Nos primeiros anos de Governação, o Presidente da República, Filipe Nyusi, apostou na edificação de infra-estruturas sociais e novos sistemas de abastecimento de água nas zonas rurais.Em Cuamba, na Província do Niassa, Filipe Nyusi inaugurou, no primeiro semestre de 2016, a Estação de Tratamento de Água e Centro Distribuidor, beneficiando a cerca de oitenta mil pessoas. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/xVHVaOxTOYY” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


Partilhe
Nacional

Acidente de viação: Quatro mortos e 13 feridos, na Estrada Circular de Maputo, no bairro Guava

Partilhe

Quatro mortos e treze feridos, entre graves e ligeiros, na sequência de um acidente de viação, do tipo despiste e embate a um obstáculo fixo, na estrada circular de Maputo, no bairro Guava.O incidente ocorreu na manhã, desta quinta-feira, envolvendo uma mini-bus de transporte de passageiros, que na altura fazia o trajecto Zimpeto-praia da Costa do Sol. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/jzv5epcLZ0c” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


Partilhe
Mundo

Comissão eleitoral do Congo dá vitória a candidato da oposição Tshisekedi

Partilhe

A comissão eleitoral da República Democrática do Congo (RDCongo) informou hoje que um dos candidatos da oposição, Felix Tshisekedi, venceu as eleições presidenciais. Tshisekedi recebeu mais de sete milhões de votos, contra os mais de seis milhões arrecadados por outro candidato da oposição, Martin Fayulu, e por aquele apoiado pelo partido do Governo, Emmanuel Ramazani Shadary, que obteve mais de quatro milhões de votos. “Tendo obtido 7.051.013 votos válidos, ou 38,57%, é proclamado provisoriamente Presidente da República Democrática do Congo, Sr. Tshisekedi Tshilombo Félix”, disse o presidente da comissão eleitoral, Corneille Nangaa. Este resultado sem precedentes na RDCongo ainda pode contestado junto do Tribunal Constitucional, que tem a partir de agora 14 dias para validar a votação. Neste momento permanecem dúvidas sobre a possibilidade de os resultados serem contestados por Martin Fayulu, que liderou as sondagens e advertiu contra uma possível fraude eleitoral. O anúncio do sucessor do Presidente cessante Joseph Kabila, inicialmente previsto para domingo, surge na sequência de pressão internacional e num clima de suspeição entre a população, que temia uma manipulação dos resultados. Um grupo de observadores locais, Symocel, afirmou ter testemunhado 52 irregularidades “graves” nos 101 centros de voto que analisou. A União para a Democracia e o Progresso Social (UDPS) já tinha afirmado que o seu candidato, Félix Tshisekedi, seria o “presumível” vencedor das presidenciais. Estas eleições eram vistas por muitos como uma hipótese de a RDCongo ter uma primeira transição de poder pacífica desde a sua independência, em 1960. As eleições de 30 de dezembro, com 21 candidatos presidenciais, não se realizaram em todo o território, uma vez que a comissão eleitoral decidiu adiar para 19 de março o ato eleitoral nas cidades de Beni, Butembo e Yumbi, devido à epidemia do Ébola e aos conflitos dos grupos armados. Inicialmente previstas para 2016, estas eleições de 30 de dezembro tinham sido adiadas duas vezes. O ainda Presidenete Joseph Kabila governa desde 2001 um país rico em recursos naturais, mas marcado por crises políticas e por um conflito armado que causou milhões de deslocados. A RDCongo é o maior Estado da África Central, com 81,3 milhões de habitantes (Banco Mundial, 2017), principalmente católicos.


Partilhe
Mundo

Deputados dos países lusófonos reúnem-se a partir de hoje em Cabo Verde

Partilhe

A VIII Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP) começa hoje na cidade da Praia, capital de Cabo Verde, com a mobilidade na agenda e uma declaração pelo combate à violência contra mulheres e meninas. A decorrer hoje e sexta-feira nas instalações da Assembleia Nacional cabo-verdiana, a VIII AP-CPLP contará com a participação das delegações de Portugal, Angola, Brasil, Moçambique, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe, faltando a de Timor-Leste, devido a razões políticas internas. O presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde, Jorge Santos, anfitrião do encontro e que se prepara para assumir a liderança da AP-CPLP, sucedendo ao brasileiro Rodrigo Maia, revelou que estão confirmados mais de 120 parlamentares neste encontro, que decorrerá na cidade da Praia. Para Jorge Santos, esta será uma Assembleia Parlamentar “importante” e de “viragem”, pois “o que se quer é um relançamento” da AP-CPLP. “É um momento de apresentar um plano de ação que visa dois grandes objetivos: a mobilidade, queremos relançar toda a problemática e debate em termos do cidadão lusófono, e o reforço da cooperação e relação entre os diferentes parlamentos nacionais, com vista a uma convergência legislativa”, disse. O encontro vai arrancar com um momento cultural a cargo da cantora Cremilda Medina que interpretará duas mornas em apoio da candidatura deste género musical a Património Imaterial da Humanidade. Ao presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde, Jorge Santos; o presidente cessante da AP-CPLP, Rodrigo Maia; o secretário-executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Telles, e o Presidente da República cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, caberão as primeiras intervenções. Segue-se a passagem de testemunho do presidente da AP-CPLP e a sessão plenária. Simultaneamente, decorrem as reuniões das três comissões permanentes – Política, Estratégia, Legislação, Cidadania e Circulação; de Economia, Ambiente e Cooperação; e de Língua, Educação, Ciência e Cultura, para a eleição das respetivas mesas (presidente, vice-presidente e secretário) e análise de deliberações. Na sexta-feira, os trabalhos serão retomados com uma sessão plenária e a apreciação de aprovação de deliberações, entre as quais a composição das comissões permanentes e uma declaração pelo combate a todas as formas de violência contra as mulheres e meninas. Neste dia será igualmente escolhido o país que acolherá a próxima reunião da AP-CPLP e apreciado e aprovado o plano de atividades para o mandato 2019-2020. Na sessão de encerramento será apresentada a declaração final da VIII AP-CPLP.


Partilhe
Nacional

AEFUM: “Férias no Distrito”: 850 Universitários buscam oportunidades para o desenvolver distritos

Partilhe

850 estudantes finalistas e recém-graduados partem, domingo, próximo para diferentes cantos de Moçambique, na busca de oportunidades para o desenvolvimento dos distritos. O Ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Jorge Nhambiu, exortou os estudantes a tirarem o máximo proveito das iniciativas empreendedoras para a geração do auto-emprego.


Partilhe
Economia

Credit Suisse arrisca à multa de até 300 milhões de dólares

Partilhe

A consultora Bloomberg Intelligence considera que o banco Credit Suisse, apesar de não ter sido acusado pela Justiça norte-americana, arrisca-se a pagar até 300 milhões de dólares pelo envolvimento no escândalo das dívidas ocultas em Moçambique. “Apesar de a acusação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos admitir que os banqueiros contornaram os controlos internos do banco, a má conduta dos indivíduos ainda pode ser imputada ao Credit Suisse, porque os banqueiros agiram, alegadamente, no âmbito do seu emprego no Credit Suisse”, escrevem os analistas, que apoiam também a agência de informação financeira Bloomberg. “Estimamos um acordo potencial com as autoridades norte-americanas de 100 a 300 milhões de dólares”, vincam os analistas. Para estes analistas, os banqueiros Andrew Pearse, Surjan Singh e Detelina Subeva tiveram “a intenção, pelo menos, parcialmente, de beneficiar o banco para que trabalhavam”, pelo que as autoridades “podem também procurar perseguir o Credit Suisse, por violação das regras de investimento nos mercados financeiros e falhanço de parar a alegada má conduta, apesar da existência de bandeiras vermelhas”. O banco, sublinha, “fica mal na fotografia”, apesar de não ter sido acusado, “porque tem exposição e faz lembrar o problema de mil milhões de dólares do Goldman Sachs, mas em menor escala”. O valor de 100 a 300 milhões de dólares é encontrado somando as taxas e comissões, que o banco Credit Suisse teria de devolver, às penalizações em que pode incorrer se a Justiça norte-americana decidir ir atrás do banco suíço. “As taxas do Credit Suisse ligadas aos empréstimos de Moçambique podem sugerir um acordo potencial com as autoridades norte-americanas de 100 a 300 milhões de dólares”, escrevem, explicando que “a acusação contra os banqueiros afirma que o banco ganhou comissões de 44 milhões num dos empréstimos de 372 milhões de dólares” à ProIndicus. “Isso pode implicar taxas totais de cerca de 100 milhões para o total de mil milhões que o Credit Suisse emprestou nesses negócios”, dizem os analistas, concluindo que “o acordo potencial pode incluir a devolução das taxas e uma multa que pode ir até ao dobro do montante das comissões cobradas”. Como o banco está “a cooperar com as autoridades e a trabalhar com os investidores dos títulos de dívida soberana, para reestruturar a dívida, as penalidades podem ser mitigadas devido a estes dois fatores”, opinam os analistas. Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/2018-05-04-10-20-41/85520-credit-suisse-arrisca-a-multa-de-ate-300-milhoes-de-dolares


Partilhe
Nacional

Juíza recusa liberdade a Chang

Partilhe

A juíza do tribunal sul-africano de Kempton Park, na África do Sul, negou hoje a liberdade para o ex-ministro das Finanças moçambicano, Manuel Chang, detido naquele país em conexão com o caso das dívidas ocultas. A decisão responde ao pedido interposto ontem ao tribunal, pela defesa do arguido durante a sessão de audição, com o argumento de ser ilegal a detenção e extradição de Chang, para os Estados Unidos de América. Neste contexto, há possibilidade de o tribunal decidir pela extradição de Manuel Chang, para ser ouvido pelas autoridades da justiça americana, no próximo dia 20 de Janeiro. O ex-ministro das Finanças foi detido no passado dia 29 de Dezembro em Joanesburgo, através de uma notificação emitida pelas autoridades americanas para o efeito. Na sessão de hoje, a procuradora Elivera Dreyer apresentou seus argumentos contra o pedido de libertação de Manuel Chang, tendo sido, categórica em referir que o mandado de prisão é legal e baseia-se no acordo de extradição entre os EUA e RSA. Disse que, os EUA depois de efectivada a prisão têm mais tempo para enviar mais documentos, que fundamente a razão da extradição. Numa longa e detalhada explanação, terminou referindo que: “o documento base da prisão é válido e o pedido de liberdade de Chang deve ser negado”, posicionou-se a procuradora em representação do Estado sul-africano. A sessão foi interrompida para a juíza a ler alguns documentos do caso, depois dos argumentos da procuradora e da defesa, enquanto Manuel Chang aproveitou o momento para tomar um sumo, que lhe foi entregue por um agente da Interpol. Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/2018-05-04-10-20-41/85521-juiza-recusa-liberdade-a-chang


Partilhe
Mundo

ONU pede a governo congolês que reponha ligações à internet

Partilhe

Um especialista das Nações Unidas apelou para o Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) repor os serviços de internet no país, suspensos pelo executivo até ao anúncio oficial dos resultados eleitorais. “Um encerramento geral da rede é uma clara violação da lei internacional e não é, de qualquer maneira, justificável”, disse David Kaye, relator especial da ONU para a liberdade de expressão. “Acesso à informação é crucial para a credibilidade do processo eleitoral em curso. Paralisações prejudicam não só o acesso das pessoas à informação, mas também o seu acesso a serviços básicos”, acrescentou David Kaye. O Governo apontou que o corte ao acesso à internet e a serviços de mensagens por telefone pretende preservar a ordem pública perante “resultados fictícios” que circularam nas plataformas e redes sociais e que as ligações seriam restabelecidas com o anúncio dos resultados, no passado domingo. “Peço às autoridades que restaurem os serviços de internet com urgência para assegurar a integridade de um exercício de democracia fundamental como este”, reforçou o especialista. Vários relatos indicam que a suspensão destes serviços de comunicação está a limitar o trabalho de observadores eleitorais e testemunhas em postos rurais, que enfrentam dificuldades na compilação de resultados. Também o trabalho da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO) está a ser afetado, ao ver comprometida a sua comunicação com parceiros no terreno, incluindo mecanismos de proteção. Em 2016, o Conselho dos Direitos Humanos da ONU aprovou uma resolução que condenava medidas que comprometessem o acesso à informação. Para hoje estava prevista uma reunião do Conselho de Segurança da ONU que previa uma análise sobre a MONUSCO, entretanto adiada para sexta-feira, a pedido da África do Sul. A África do Sul acredita que os resultados das eleições serão divulgados até ao final desta semana.


Partilhe
Mundo

Demite-se diretor de clínica onde mulher em coma há 14 anos engravidou

Partilhe

A investigação policial prossegue. A 29 de dezembro, uma criança nasceu em perfeito estado de saúde na clínica Hacienda HealthCare, em Phoenix, no estado norte-americano do Arizona. Mas havia uma questão a ter em conta: a mãe era uma paciente daquela clínica que está há 14 anos em estado vegetativo. As autoridades abriram uma investigação mas ainda não conseguiram determinar quem terá sido o responsável. Entretanto, vendo-se a braços com uma crise de imagem de proporções à escala mundial, a clínica alterou vários procedimentos, nomeadamente de segurança. Esta terça-feira foi anunciada a mais recente medida: a saída do diretor clínico da Hacienda HealthCare, Bill Timmons, saída essa que foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, adianta a Sky News.


Partilhe
Scroll to Top
Active notificações e receba notícias no seu browser! OK Não, obrigado