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Nacional

Concluída reconstrução do Centro de Saúde de Marrocanhe na Beira

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Concluída a reconstrução do Centro de Saúde de Marrocanhe, na Cidade da Beira, com recurso a material resiliente ao impacto devastador das tempestades e dos ciclones. Segundo o empreiteiro da obra,  foi colocada uma viga de coroamento para dar resistência ao terminal de blocos. Os trabalhos consistiram ainda colocação de asnas em material galvanizado.  


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Nacional

Embaixador da China procede a entrega da escola primária Lewi Pethrus

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Embaixador da China em Moçambique diz que o seu país está comprometido em apoiar o sector da educação em Moçambique como uma das 8 acções prioritárias subscritas na cooperação bilateral e em África. Su-Jian falava na cerimónia de entrega e inauguração da Escola Primária Lewi Pethrus, na Ka-Tembe, cidade de Maputo.


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Nacional

Embaixador da China procede a entrega da escola primária Lewi Pethrus

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Embaixador da China em Moçambique diz que o seu país está comprometido em apoiar o sector da educação em Moçambique como uma das 8 acções prioritárias subscritas na cooperação bilateral e em África. Su-Jian falava na cerimónia de entrega e inauguração da Escola Primária Lewi Pethrus, na Ka-Tembe, cidade de Maputo.


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Mundo

Nicolás Maduro diz estar orgulhoso de diálogo com a oposição

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O Presidente venezuelano declarou, na quarta-feira, estar orgulhoso desta fase de diálogo com a oposição e insistiu que ambas partes concordaram, em Oslo, serem “muito prudentes” sobre as negociações. “Chegámos a um acordo para ser muito prudentes e respeitamos essa prudência (…) Estou orgulhoso da delegação que temos na Noruega e de estarmos em fase de diálogo construtivo com a oposição venezuelana (…) acredito que o caminho é a paz, o diálogo, o entendimento”, disse Nicolás Maduro.   O chefe de Estado venezuelano falava durante uma intervenção transmitida pela televisão estatal venezuelana, durante a qual explicou que terminou o segundo encontro de diálogo com a oposição e que esteve em comunicação durante os três dias que durou.   “Custou muito chegar à Noruega. Tivemos vários meses de conversações secretas, prudentes, e devem continuar assim, prudentes. Foram vários meses até que há dez dias chegámos à Noruega”, disse.   Maduro sublinhou ter o apoio “do povo chavista, revolucionário, bolivariano e das Forças Armadas Bolivarianas” para estes diálogos de paz.   “Tenho sondagens nas mãos, mais de 80% do povo da Venezuela apoia os diálogos de paz entre o governo bolivariano e a oposição (…) Apenas uma minoria apoia um golpe de Estado, só uma minoria está a pedir uma invasão ‘gringa’ [norte-americana]”, acrescentou. O Presidente da Venezuela sublinhou que “nem golpe nem invasão. Aqui, serão impostos a paz, o diálogo, a concórdia, a harmonia, o entendimento”. Por outro lado, Maduro agradeceu à Noruega pelos esforços para conseguir reunir o Governo e a oposição.   Pela segunda vez, no espaço de algumas semanas, as delegações dos dois campos reuniram-se para conversações destinadas a encontrar uma solução para a crise política que se prolonga há vários meses na Venezuela.   A crise política no país agravou-se em 23 de janeiro, quando o opositor Juan Guaidó jurou assumir as funções de Presidente interino, prometeu formar um Governo de transição e organizar eleições livres.   Na madrugada de 30 de abril, um grupo de militares manifestou apoio a Guaidó, que pediu à população para sair à rua e exigir uma mudança de regime, mas não houve desenvolvimentos na situação até ao momento.   Nicolás Maduro, de 56 anos e no poder desde 2013, denunciou as iniciativas do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderado por Washington. À crise política na Venezuela soma-se uma grave crise económica e social, que já levou três milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.


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Nicolás Maduro diz estar orgulhoso de diálogo com a oposição

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O Presidente venezuelano declarou, na quarta-feira, estar orgulhoso desta fase de diálogo com a oposição e insistiu que ambas partes concordaram, em Oslo, serem “muito prudentes” sobre as negociações. “Chegámos a um acordo para ser muito prudentes e respeitamos essa prudência (…) Estou orgulhoso da delegação que temos na Noruega e de estarmos em fase de diálogo construtivo com a oposição venezuelana (…) acredito que o caminho é a paz, o diálogo, o entendimento”, disse Nicolás Maduro.   O chefe de Estado venezuelano falava durante uma intervenção transmitida pela televisão estatal venezuelana, durante a qual explicou que terminou o segundo encontro de diálogo com a oposição e que esteve em comunicação durante os três dias que durou.   “Custou muito chegar à Noruega. Tivemos vários meses de conversações secretas, prudentes, e devem continuar assim, prudentes. Foram vários meses até que há dez dias chegámos à Noruega”, disse.   Maduro sublinhou ter o apoio “do povo chavista, revolucionário, bolivariano e das Forças Armadas Bolivarianas” para estes diálogos de paz.   “Tenho sondagens nas mãos, mais de 80% do povo da Venezuela apoia os diálogos de paz entre o governo bolivariano e a oposição (…) Apenas uma minoria apoia um golpe de Estado, só uma minoria está a pedir uma invasão ‘gringa’ [norte-americana]”, acrescentou. O Presidente da Venezuela sublinhou que “nem golpe nem invasão. Aqui, serão impostos a paz, o diálogo, a concórdia, a harmonia, o entendimento”. Por outro lado, Maduro agradeceu à Noruega pelos esforços para conseguir reunir o Governo e a oposição.   Pela segunda vez, no espaço de algumas semanas, as delegações dos dois campos reuniram-se para conversações destinadas a encontrar uma solução para a crise política que se prolonga há vários meses na Venezuela.   A crise política no país agravou-se em 23 de janeiro, quando o opositor Juan Guaidó jurou assumir as funções de Presidente interino, prometeu formar um Governo de transição e organizar eleições livres.   Na madrugada de 30 de abril, um grupo de militares manifestou apoio a Guaidó, que pediu à população para sair à rua e exigir uma mudança de regime, mas não houve desenvolvimentos na situação até ao momento.   Nicolás Maduro, de 56 anos e no poder desde 2013, denunciou as iniciativas do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderado por Washington. À crise política na Venezuela soma-se uma grave crise económica e social, que já levou três milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.


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