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Nacional

Morte da antiga vereadora pode ser esclarecida nos próximos 40 dias

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A morte da antiga vereadora do Plano e Finanças do Conselho Autárquico de Maputo, Célia Cumbe, pode ser esclarecida nos próximos quarenta dias. A finada foi encontrada sem vida a 5 de Março deste ano na sua residência, no município da Matola, em circunstâncias até ao momento desconhecidas. A procuradora-chefe da província de Maputo, Evelina Gomane, disse à Rádio Moçambique que neste momento decorre o processo de recolha de dados que irão permitir o esclarecimento das circunstâncias que terão levado à morte da antiga vereadora de Plano e Finanças da autarquia de Maputo. “Pedimos a colaboração, quer do sector de trabalho da vítima, quer de outro tipo de informação, relativamente aos movimentos da vítima, a sua comunicação e, provavelmente, por esta via encontrarmos algum suspeito”, afirmou. Segundo os resultados da autópsia realizada, está longe a hipótese de a vítima ter-se suicidado.


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Nacional

Moçambique e Portugal juntos em prol da mobilidade na CPLP

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OS presidentes de Moçambique, Filipe Nyusi, e de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, olham para as relações pessoais como pressupostos fundamentais para o aprofundamento e ampliação das ligações económicas e financeiras entre os dois países. Esta foi, aliás, a tónica dos discursos dos dois estadistas no fim do encontro realizado no Palácio de Belém, em Lisboa, e que marcou o início ontem da visita de Estado de quatro dias que Filipe Nyusi está a efectuar à Portugal, no âmbito do reforço dos laços de amizade, solidariedade e cooperação luso-moçambicana. Na ocasião, os dois estadistas asseguraram que juntos continuarão a trabalhar para aprofundar o debate sobre a circulação de pessoas no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tema que há muito preocupa o sector empresarial dos estados-membros. Embora seja vontade de quase todos os países da CPLP, a mobilidade de pessoas é matéria bastante complexa, tendo em conta o facto de cada um dos estados pertencer a organizações regionais, com regras próprias de migração. No entanto, o Presidente Filipe Nyusi disse que se dependesse de Moçambique e Portugal o assunto da mobilidade já podia ter sido resolvido, exactamente porque os dois países reconhecem a sua importância no desenvolvimento do comércio. “No próximo mês vou receber o Presidente de Cabo Verde e penso que um dos temas a abordar vai ser o da mobilidade na CPLP”, disse o Presidente da República, lembrando, num contexto diferente, que Moçambique assinou um acordo de supressão de vistos com Angola. Por seu turno, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que “o que se pode fazer mais em termos de presença económica e financeira de portugueses em Moçambique e de moçambicanos em Portugal é sobretudo o relacionamento entre pessoas.” Entretanto, em relação ao processo de paz em Moçambique o Presidente Nyusi disse ter falado ao presidente da Renamo sobre a sua viagem à Portugal, tendo Ossufo Momade reafirmado o seu compromisso com o processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração das forças residuais deste partido. Nyusi agradeceu o apoio prestado a Moçambique pelo povo e governo portugueses, quando da ocorrência dos ciclones Idai e Kenneth, no Centro e Norte do país. Ainda ontem, o Presidente da República visitou o parlamento português. Hoje vai participar da cerimónia de abertura do seminário empresarial sob o lema “Parcerias para o Desenvolvimento de Moçambique e Portugal”, evento em que tomarão parte os 70 empresários moçambicanos que integram a sua delegação e a contraparte portuguesa. Está igualmente prevista para hoje a realização da quarta cimeira entre Filipe Nyusi e o Primeiro-Ministro português, António Costa, sendo que no final do encontro serão assinados 13 instrumentos jurídicos em vários domínios, com destaque para Saúde, Educação Técnico, Justiça, Turismo, Acção Social e Função Pública. Esta deslocação é vista como sendo estratégica porque Portugal figura entre os 10 maiores investidores em Moçambique, tendo como áreas de interesse a agricultura, agro-indústria, aquacultura e pescas, seguros, construção, energia, indústria, serviços, transportes e comunicações e turismo e hotelaria. ANTÓNIO MONDLANE, em Lisboa


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Moçambique e Portugal juntos em prol da mobilidade na CPLP

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OS presidentes de Moçambique, Filipe Nyusi, e de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, olham para as relações pessoais como pressupostos fundamentais para o aprofundamento e ampliação das ligações económicas e financeiras entre os dois países. Esta foi, aliás, a tónica dos discursos dos dois estadistas no fim do encontro realizado no Palácio de Belém, em Lisboa, e que marcou o início ontem da visita de Estado de quatro dias que Filipe Nyusi está a efectuar à Portugal, no âmbito do reforço dos laços de amizade, solidariedade e cooperação luso-moçambicana. Na ocasião, os dois estadistas asseguraram que juntos continuarão a trabalhar para aprofundar o debate sobre a circulação de pessoas no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tema que há muito preocupa o sector empresarial dos estados-membros. Embora seja vontade de quase todos os países da CPLP, a mobilidade de pessoas é matéria bastante complexa, tendo em conta o facto de cada um dos estados pertencer a organizações regionais, com regras próprias de migração. No entanto, o Presidente Filipe Nyusi disse que se dependesse de Moçambique e Portugal o assunto da mobilidade já podia ter sido resolvido, exactamente porque os dois países reconhecem a sua importância no desenvolvimento do comércio. “No próximo mês vou receber o Presidente de Cabo Verde e penso que um dos temas a abordar vai ser o da mobilidade na CPLP”, disse o Presidente da República, lembrando, num contexto diferente, que Moçambique assinou um acordo de supressão de vistos com Angola. Por seu turno, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que “o que se pode fazer mais em termos de presença económica e financeira de portugueses em Moçambique e de moçambicanos em Portugal é sobretudo o relacionamento entre pessoas.” Entretanto, em relação ao processo de paz em Moçambique o Presidente Nyusi disse ter falado ao presidente da Renamo sobre a sua viagem à Portugal, tendo Ossufo Momade reafirmado o seu compromisso com o processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração das forças residuais deste partido. Nyusi agradeceu o apoio prestado a Moçambique pelo povo e governo portugueses, quando da ocorrência dos ciclones Idai e Kenneth, no Centro e Norte do país. Ainda ontem, o Presidente da República visitou o parlamento português. Hoje vai participar da cerimónia de abertura do seminário empresarial sob o lema “Parcerias para o Desenvolvimento de Moçambique e Portugal”, evento em que tomarão parte os 70 empresários moçambicanos que integram a sua delegação e a contraparte portuguesa. Está igualmente prevista para hoje a realização da quarta cimeira entre Filipe Nyusi e o Primeiro-Ministro português, António Costa, sendo que no final do encontro serão assinados 13 instrumentos jurídicos em vários domínios, com destaque para Saúde, Educação Técnico, Justiça, Turismo, Acção Social e Função Pública. Esta deslocação é vista como sendo estratégica porque Portugal figura entre os 10 maiores investidores em Moçambique, tendo como áreas de interesse a agricultura, agro-indústria, aquacultura e pescas, seguros, construção, energia, indústria, serviços, transportes e comunicações e turismo e hotelaria. ANTÓNIO MONDLANE, em Lisboa


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Nacional

Gás de cozinha: INAE diz que venda a retalho do produto não responde às obrigações da lei

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A Inspecção Nacional de Actividades Económicas considera que a venda a retalho do gás de cozinha em todo o país, não está a corresponder com as exigências e obrigações mínimas estipuladas por lei. Em causa estão as condições e  conservação das botijas  aliadas a quantidade do gás  que por vezes não corresponde com  as medidas anunciadas para a comercialização deste produto.


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Gás de cozinha: INAE diz que venda a retalho do produto não responde às obrigações da lei

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A Inspecção Nacional de Actividades Económicas considera que a venda a retalho do gás de cozinha em todo o país, não está a corresponder com as exigências e obrigações mínimas estipuladas por lei. Em causa estão as condições e  conservação das botijas  aliadas a quantidade do gás  que por vezes não corresponde com  as medidas anunciadas para a comercialização deste produto.


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Nacional

Aprovada resolução que ratifica acordos de isenção de vistos com o Quénia

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Governo moçambicano aprova resolução que ratifica acordos de cooperação com as Repúblicas do Quénia e das Seychelles, assinados em Nairobi e Maputo, respectivamente. O acordo com o Quénia, é sobre a isenção de vistos de passaportes normais, enquanto que com as Ilhas Seychelles, o instrumento estabelece o domínio da segurança e ordem pública.


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Aprovada resolução que ratifica acordos de isenção de vistos com o Quénia

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Governo moçambicano aprova resolução que ratifica acordos de cooperação com as Repúblicas do Quénia e das Seychelles, assinados em Nairobi e Maputo, respectivamente. O acordo com o Quénia, é sobre a isenção de vistos de passaportes normais, enquanto que com as Ilhas Seychelles, o instrumento estabelece o domínio da segurança e ordem pública.


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Mundo

Filipe Nyusi disse, em Lisboa, ter recebido garantias de Ossufo Momade

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O Presidente da República diz ter recebido mais uma promessa do presidente da Renamo, Ussufo Momad, para o cumprimento integral da agenda da desmilitarização, desmobilização e reintegração, em curso no país. Filipe Nyusi falava na capital portuguesa, Lisboa, quando na companhia do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, dirigia-se à imprensa.


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