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Economia

Volume de negócios entre Moçambique e Itália atinge os seiscentos milhões de euros

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    Existem em Moçambique quarenta empresas de origem italiana.A descoberta de recursos em Moçambique permitiu a solidez da cooperação económica. A multinacional e petrolífera italiana ENI é caso de destaque.O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi diz que o país vai tirar benefícios da assistência técnica e financeira da Itália e pretende ser solução para o crescimento da economia italiana. Nyusi falava na manhã de hoje, no Fórum de Negócios Moçambique – Itália.


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Mundo

Julgamento de Julius Malema adiado para Setembro

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O julgamento do líder do partido sul-africano Economic Freedom Fighters (EFF), Julius Malema, acusado de violar a Lei de Encontros Desordeiros, foi adiado para 09 de Setembro, noticiou ontem a imprensa local. Os advogados de Malema compareceram, ontem, no tribunal de Newcastle, província de KwaZulu-Natal, encarregue do processo motivado por afirmações do opositor num congresso do EFF em Junho de 2016. Malema disse então, aos seus apoiantes, para ocuparem as terras, que pertenciam aos negros e que os brancos não podiam reclamar a propriedade de terrenos da África do Sul, segundo o diário sul-africano “TimesLive”. O opositor tinha sido acusado do mesmo crime em Bloemfontain, depois de fazer declarações semelhantes em 2014. Num pedido feito ao Supremo Tribunal em Pretória, Malema pediu a anulação da Lei de Encontros Desordeiros. Segundo o “TimesLive”, o EFF deve abordar o Tribunal Constitucional sul-africano, para que a lei seja considerada inconstitucional.


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Nacional

Oito detidos por desvio de donativos em Sofala

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A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve oito pessoas suspeitas de desviar produtos destinados às vítimas dos ciclones Idai, em Nhamatanda, na província de Sofala, divulgou ontem fonte da corporação. “Estes indivíduos, que pertencem à mesma organização não-governamental, engendraram um esquema de desvio de produtos destinados à ajuda humanitária”, declarou Daniel Macuácua, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala. Segundo a Polícia, o grupo terá desviado uma quantidade não especificada de arroz, feijão e óleo, após a sua distribuição num dos bairros de Nhamatanda. “Preocupa-nos o facto de os indiciados terem recorrido aos nomes de alguns membros da Polícia que, segundo eles, teriam se apoderado à força destes produtos”, afirmou o porta-voz, acrescentando que investigações decorrem para apurar estas informações. Os indiciados são todos trabalhadores da organização não-governamental Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, disse a fonte à Lusa. Em Abril, o Tribunal Judicial da Cidade da Beira condenou duas pessoas à pena de um ano de prisão por desvio de donativos destinados às vítimas do ciclone Idai. Além de Búzi, Nhamatanda está entre os distritos mais afectados pelo ciclone Idai na província de Sofala, no centro de Moçambique. O ciclone Idai atingiu o centro de Moçambique em Março, provocando 604 vítimas mortais e afectando cerca de 1,8 milhão de pessoas. Pouco tempo depois, Moçambique voltou a ser atingido por um outro ciclone, o Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em Abril, matando 45 pessoas, para além de afectar outras 250 000.


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Nacional

ANE passa a penalizar degradadores de estradas

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  A Administração Naciona de Estrada (ANE), já pode penalizar os usuários de estradas, cujas acções concorram para a degradação. O instrumento foi a provado, hoje, pelo Conselho de Ministros, reunido na sua 23.ª Sessão Ordinária. Na Sessão, o Governo aprovou o Decreto que revê o Decreto n.º 13/2007, de 30 de Maio, que cria a Administração Nacional de Estradas (ANE). Segundo o comunicado recebido à nossa Redacção, arevisão do Decreto visa ajustar as atribuições, competências e funcionamento da AdministraçãoNacional de Estradas. O novo instrumento conferepoder a ANE para penalizar usuários,cujas acções concorram para a degradação das estradas, permitindo a preservação das zonas de proteção parcial das mesmas.


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Economia

Fórum de negócios Moçambique – Itália: Volume de negócios entre os dois países atinge os seiscentos milhões de euros

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  Volume de negócios entre Moçambique e Itália atinge os seiscentos milhões de euros. Existem em Moçambique quarenta empresas de origem italiana.A descoberta de recursos em Moçambique permitiu a solidez da cooperação económica. A multinacional e petrolífera italiana ENI é caso de destaque.O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi diz que o país vai tirar benefícios da assistência técnica e financeira da Itália e pretende ser solução para o crescimento da economia italiana. Nyusi falava na manhã de hoje, no Fórum de Negócios Moçambique – Itália.


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Nacional

Presidente da Republica em Itália: Enaltece visita do Papa que ocorre num momento em que o país precisa de oração

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A visita do Papa à Moçambique ocorre num momento em que o país realmente precisa de oração, de esperança e consolo.Insegurança em Cabo Delgado, seca na zona sul e trauma após os ciclones Idai e Kenneth abalam o país.Disse hoje o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, em Itália, no prosseguimento da visita oficial que efectua aquele país europeu.


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Nacional

Nos domínios político e económico: PR visita Itália de olho na parceria estratégica

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O REFORÇO da parceria estratégica, sobretudo nos domínios político e económico, é um dos principais objectivos da visita que o Presidente Filipe Nyusi inicia hoje à República da Itália. Esta deslocação, que surge a convite do Presidente italiano, Sergio Mattarella, é a primeira oficial do Presidente Nyusi à Itália e acontece num momento particularmente dinâmico para o desenvolvimento político e económico de Moçambique, desde as negociações sobre o diálogo da paz, passando pelo lançamento dos investimentos no sector do gás, até à preparação das próximas eleições gerais de 15 de Outubro. Moçambique e Itália são dois parceiros estratégicos ligados por uma profunda amizade e interesses comuns. Neste quadro, a Itália diz estar a seguir com grande atenção os temas da paz e do desenvolvimento de Moçambique. Aliás, o embaixador italiano em Moçambique, Marco Conticelli, garante que o seu país tem interesse em apoiar a paz e o desenvolvimento do país. “A Itália em Moçambique agiu sempre, sem dúvida, neste sentido. Basta recordar os Acordos de Roma de 1992 assinados com a mediação do Governo italiano; os financiamentos em donativo da cooperação italiana que ascendem a cerca de 900 milhões de euros até hoje; a crescente presença das empresas italianas na indústria do país. Temos, claramente, o interesse comum em crescer juntos”, sustentou.   Importa referir que a Itália é, neste momento, o primeiro investidor europeu em Moçambique, o terceiro em absoluto. Só nos últimos sete anos, os investimentos privados transalpinos totalizaram cerca de 3.2 mil milhões de dólares. O sector do petróleo e gás está em primeiro lugar, mas há também infra-estruturas, a logística, a energia renovável e o turismo. Também há novas importantes iniciativas, nomeadamente o projecto Mamba, liderado pelo consórcio Eni-ExxonMobil para a extracção e liquefacção de gás “on-shore” em Cabo Delgado. A decisão final de investimento para este projecto deverá acontecer ainda este ano, num valor que poderá ultrapassar 20 mil milhões de dólares. Marco Conticelli considera que a visita do Presidente Nyusi à Itália é a confirmação de uma forte amizade e coloca as premissas para desenvolvimento concreto, principalmente no sector económico-comercial. Em terras transalpinas, Filipe Nyusi abrirá dois convénios que foram organizados em Roma e em Milão, com a participação de associações empresariais italianas e de uma ampla delegação da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA). Durante a vista será assinado um memorando de entendimento entre os dois ministérios do Ambiente sobre a cooperação em matéria de vulnerabilidade às mudanças climáticas, avaliação do risco, adaptação e mitigação. A tutela ambiental é um tema de grande actualidade, como demonstram, por exemplo, os recentes ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. Espera-se que, com este memorando, os dois países tenham um novo instrumento para relançar a cooperação também neste sector. O Presidente irá manter em Itália conversações oficiais com o seu homólogo Sergio Mottarella e com o primeiro-ministro daquele país, Giuseppe Conte, numa agenda que contempla ainda um encontro com a comunidade moçambicana ali residente. Nesta deslocação, o Presidente da República faz-se acompanhar pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco; dos Recursos Minerais e Energia, Ernesto Max Tonela; Vice-Ministra da Agricultura e Segurança Alimentar, Luísa Caetano Meque; e o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Moçambique junto da República Italiana, César Francisco de Gouveia Júnior. Titos Munguambe, em Roma


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Nacional

Mundial de Patinagem-Barcelona 2019: Moçambique goleia Egipto por 16-2 no jogo inaugural

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A SELECÇÃO Nacional de hóquei em patins entrou ontem no Campeonato Intercontinental com opé direito,ao vencer o Egipto por 16-2, na primeira jornada do Grupo “A”. Estão inseridos também neste grupo as selecções de Andorra e Inglaterra, que também jogaram na tarde de ontem,com a vitória a sorrir aos andorenhos por 4-3. Em relação ao jogo com o Egipto, já se antevia um jogo tranquilo para o combinado nacional e por números expressivos,facto que viria a se confirmar.Porém, importadizer que os hoquistas nacionais tiveram que se esforçar para derrotar os faraós, que entraram em campo aguerridos e com uma enorme vontade de surpreender. Aatitude ousada dos faraós foi coroada com um golo de Ahmed Abdelnaby,aos três minutos, numa altura em quea equipa nacionalainda estavameio desorganizada, sobretudo nas acções defensivas, nãotendo, porém, tremida com o tento egípcio. Aliás, o golo serviu para despertá-la. A Selecção Nacional meteu mais intensidade no jogo e com toda a naturalidade foi construindo uma vitória que não merece qualquer tipo de contestação, terminando aprimeira com 7-1, com golos deMário Rodrigues (Marinho), Filipe Vaz, Nuno Araújo, Pedro Martins, Ivan Esculudes (bisou) e Kevin Pimentel. Na segunda parte, a equipa nacional esteve ainda mais certeira e viria a marcar mais nove golos. Com quatro golos, Marinho chegou aos cinco na sua conta pessoal. Os outros foram da autoria de Filipe Vaz, o segundo melhor marcador do encontro,com quatro. Filipe Nabais, com dois, também entrou no jogo como um dos marcadores. O segundo golo do Egipto foi apontado por Omar Omar, numa altura em que a formação nacional vencia por 13-1. Esta partida serviu de embalo para o jogo de hoje,frente àInglaterra, uma equipa que irá certamente impor maiores dificuldades. Ivo Tavares, em Barcelona


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