Notícias

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Nacional

Produção e processamento da castanha: Subsector contribui com cerca de 140 mil toneladas por campanha agrícola

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Subsector de produção de castanha de caju contribui com cerca de 140 mil toneladas por campanha agrícola. O subsector agrícola contribui com mais de 17 mil postos de trabalho mas os elevados custos de produção e processamento da castanha afectam o funcionamento normal. Constatações do Primeiro Conselho Técnico do Instituto de Fomento do Caju realizado esta quinta-feira, em Maputo.


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Nacional

Junta Militar da Renamo poderá ter sido a autora do crime de Zimpinga

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Junta militar podera ter sido a autora dos ataques registados esta 3ª Feira em Zimpinga, distrito de Gondola em Manica. O general Mariano Nyongo, que falou por via telefónica a imprensa, descarta o acordo de paz definitiva, condicionando a paragem do processo eleitoral para dar lugar ao enquadramento das forças residuais nos diversos ramos das forças de defesa e segurança.


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Mundo

Pelo menos 10 mortos em atentado no sul do Afeganistão

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Pelo menos dez pessoas morreram hoje e 85 ficaram feridas após a explosão de um carro armadilhado contra um edifício dos serviços secretos afegãos em Qalat, no sul do país, informaram as autoridades locais.Oataque, que também atingiu o hospital da cidade, foi confirmado à agência de notícias France-Presse (AFP) pelo governador da província de Zabul, Rahamatullah Yarmal, e reivindicado por um porta-voz dos talibãs Qari Yusuf Ahmadi. Na quarta-feira, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num atentado contra um edifício governamental na província de Nangarhar, no Afeganistão, um dia depois de dois atentados que causaram perto de 50 mortos. Os atentados de terça-feira foram reivindicados pelos talibãs, que já ameaçaram boicotar todo o processo eleitoral com violência, para impedir a realização, por considerarem que o processo é manipulado por potências estrangeiras.


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Nacional

Fracas chuvas na época 2019/20: Agricultura recomenda aposta nas zonas baixas

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Cultivar nas zonas baixas para aproveitar a humidade residual e privilegiar o uso de sementes de ciclo curto pode ser a solução para produtores da região Sul do país na próxima época agrícola, ante um prognóstico de baixos níveis de precipitação na época chuvosa 2019/2020, sobretudo no período de Janeiro a Março. No geral, o sector da Agricultura e Segurança Alimentar perspectiva uma boa campanha agrícola nas regiões centro e norte do país, onde se prevê chuva em quantidades que poderão satisfazer as culturas durante o período. Segundo Hiten Jantilal, da Direcção Nacional da Agricultura e Silvicultura (DNAS), o sector vai monitorar a evolução da campanha agrária, tendo sido desenhado um plano de intervenção para a segunda época agrícola. “Esperamos que a zona sul tenha, nos primeiros três meses, uma precipitação moderada. A grande preocupação é que esta região vem de um cenário de seca na campanha anterior e esta previsão não é das melhores”, disse Jantilal. Para fazer face ao cenário de baixo índice de satisfação hídrica na região sul, perspectivam-se sementeiras antecipadas com uso de sementes de curta duração, além do aproveitamento de culturas como milho, feijão vulgar, feijão-nhemba, amendoim, batata-doce e mandioca. Se por um lado há preocupação com a fraca precipitação, por outro há o risco de inundações nas zonas centro e norte, que obriga o pelouro a desenhar um plano de intervenção para evitar a perda de culturas, como aconteceu na época passada. “Sem dúvidas que as inundações serão uma preocupação, sobretudo para a segunda metade da época chuvosa, nas zonas ribeirinhas e nos leitos dos rios que nascem nos países vizinhos. É por isso que temos intervenções previstas para evitar a devastação de culturas. Vamos alertar os produtores a retirarem instrumentos agrícolas e animais de pequeno e grande porte”, disse. Refira-se que o prognóstico da época chuvosa que se avizinha perspectiva o alcance do nível pleno de armazenamento nas barragens de Cahora Bassa, Muda, Nampula, Nacala e Chipembe. Enquanto isso, as barragens da zona sul, à excepção de Massingir, poderão não chegar a 60 por cento de armazenamento, atendendo que estiveram sob uma estiagem severa nas últimas épocas. Jornal Notícias


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Nacional

Força Aérea dos EUA planeia criar o seu próprio carro voador

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O ramo das forças armadas norte-americanas será uma das rivais de empresas como a Uber ou a Boeing. Não há falta de empresas com planos para lançar os seus próprios carros voadores mas, de acordo com o Defense One, a Força Aérea dos EUA pretende ser uma das que contribuirá para este mercado com o seu próprio modelo. O programa Agility Prime será desenvolvido pelo Air Force Research Laboratory já a partir deste outono, com o ramo das forças armadas norte-americano a esperar desenvolver modelos de carros voadores que possam competir com as propostas de empresas tecnológicas, entre elas a Uber e a Boeing. Sabe-se também que este projeto tem um objetivo comercial e não será apenas para uso militar.


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Mundo

Presidente da Libéria quer tribunal para julgar crimes de guerra

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O Presidente da Libéria, George Weah, apoia a constituição de um tribunal para julgar os crimes de guerra cometidos durante o conflito que abalou o país entre 1989-96 e 1999-2003.Ainformação foi divulgada na terça-feira, através de um comunicado de várias organizações do país e internacionais, entre as quais a Human Rights Watch. Em carta dirigida ao parlamento, datada de 12 de setembro, Weah escreveu: “Apelo ao parlamento que aconselhe e oriente todas as medidas legislativas e outras que sejam necessárias para a aplicação do relatório CVR [Comissão para a Verdade e a Reconciliação], incluindo o estabelecimento do Tribunal para os Crimes de Guerra e Económicos”. Na opinião de Adama Dempster, de uma plataforma de defesa dos direitos humanos no país e do Secretariado para o Estabelecimento de um Tribunal de Crimes de Guerra na Libéria, “o apoio do Presidente Weah a um tribunal para julgar crimes de guerra é um passo importante para as vítimas e para ajudar a garantir que a violência que trouxe tanta dor e perda à Libéria não volta a acontecer”. Durante aqueles anos de conflito armado, os liberianos sofreram o desrespeito generalizado das leis internacionais humanitárias e de direitos humanos, como assassínios de massa, violações e outras forças de violência sexual, execuções sumárias, mutilações e torturas, além do recurso a crianças-soldado. No seu relatório, a CVR, que trabalhou entre 2006 e 2009, recomendou a criação de um tribunal para julgar crimes de guerra, mas muitas das recomendações da Comissão nunca foram concretizadas.


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