Notícias

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Saúde

COVID-19, gigante asiático em crise: Economias dos países africanos poderão as mais prejudicadas pela situação

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O Economista e antigo Secretário Geral-Adjunto das Nações Unidas, Carlos Lopes, considera que a prevalência do coronavírus poderá afectar as economias dos países africanos. Para Carlos Lopes a china representa 18 por cento da economia global, e África é o maior beneficiário de investimentos daquela país asiático considerado centro de eclosão e possível difusor do coronavírus que já matou mais de duas mil e quinhentas pessoas em cerca de 1 mês.


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Economia

África em transformação’’: É novo livro do antigo Secretário Geral-Adjunto da ONU, Carlos Lopes

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África em transformação é livro lançado hoje em Maputo. De autoria de Carlos Lopes a obra recomenda aos países africanos a promover a transformação estrutural da indústria não mais com três focos. O economista moçambicano Omar Mitha questiona o modelo de industrialização de África tendo em conta as várias barreiras impostas pelas economias ocidentais.Na ocasião Lourenço do Rosário disse que para implementar as propostas incluídas no livro é preciso ter governos flexíveis no continente africano.


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Nacional

Mário Machungo: Antigos estadistas, dirigentes, economistas e académicos elogiam o malogrado

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Estadistas, Antigos dirigentes do Governo, economistas e académicos defendem que Mário Machungo notabilizou-se por ter organizado a economia moçambicana um paríodo em que as contas públicas sofriam um abalo pela guerra e seca.Os entrevistados pela TVM consideram o malogrado, um ícone na estrutura financeira do país e um dos primeiros impulsionadores do desenvolvimento socioeconómico.


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Nacional

Cooperação Moçambique-França: Governo francês reitera apoio a consolidação da paz e formação do capital humano no país

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O Presidente da Republica recebeu em audiencia, no seu gabinete de Trabalho, o Ministro Frances para a Europa e Negocios Estrangeiros. Depois do encotro com o Chefe do Estado, o Diplomata Fraces reiterou o interesse da Franca em cointinuar a apoiar a consolidacao da paz, formacao do capital humano e criacao de emprego.


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Nacional

Restos mortais de Mário Machungo já se encontram em Maputo

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Os restos mortais do antigo Primeiro-Ministro, Mário Machungo, falecido na madrugada do dia 17 de Fevereiro corrente, em Lisboa, Portugal, chegaram cerca das 7h30, da manhã de hoje, sábado, a Maputo, transportados numa aeronave dos Transportes Aéreos de Portugal, TAP. No aeroporto Internacional do Maputo, a urna foi recebida por uma Comissão do Conselho de Ministros, encabeçada pelo Ministro dos Combatentes, Carlos Siliya, na presença da família do malogrado, membros do partido Frelimo, para além de dezenas de cidadãos que se juntaram à família enlutada. Num ambiente carregado de dor e consternação, a urna viria a ser transportada para a Morgue do Hospital Central do Maputo, para, às 10 horas, ser conduzida à capela da Igreja Anglicana São Cipriano, decorreu a missa de corpo presente, momento em que os crentes, amigos, familiares e a população em geral terão a oportunidade de prestar homenagem ao malogrado. Na local do ofício religioso registou um movimento desusado de pessoas que foram render a sua homenagem ao malogrado num acto presenciado por membros do Executivo e do partido no poder.Terminada a missa, o corpo será levado de novo para a morgue do Hospital Central de Maputo para a sua conservação, até segunda-feira, dia do funeral. Segundo o Ministro dos Combatentes, Carlos Siliya, falando ontem a imprensa, o governo moçambicano proclamou o funeral oficial de Mário Machungo, “devido a natureza e a função que o antigo Primeiro-Ministro desempenhou neste país”.“Como sabeis, Machungo faz parte daqueles moçambicanos que deram a sua juventude pela libertação desta pátria, participou na clandestinidade para criar as bases para a independência deste país. Foi dos primeiros jovens que juntaram esforços para criar condições de luta de libertação nacional”, enalteceu o Ministro, lembrando também que, após a independência de Moçambique, ele desempenhou muitas funções no governo.O Ministro explicou que o funeral de Machungo será antecedido de velório, a ter lugar nos Paços do Conselho Municipal de Maputo, na Praça da Independência, uma cerimónia que conhecerá duas etapas.“A primeira etapa do velório começa as 10:00 horas, devendo terminar as 11:30 horas e se destina ao público em geral. A partir das 12:00 horas começa a etapa oficial do velório e será marcado pela leitura de mensagens de amigos, pessoas que trabalharam com ele, incluindo antigos colegas no Millennium BIM, onde foi PCA (Presidente do Conselho de Administração), da família e, finalmente, o elogio fúnebre do Presidente da República”, explicou Siliya.O velório termina as 14:00 horas, após o que a urna seguirá para o Cemitério de Lhanguene, em Maputo, onde os restos mortais repousarão, uma cerimonia a iniciar as 15:00 horas.Para além do funeral oficial, o Governo proclamou um luto nacional em memória a Mário Machungo, a partir de 0.00 hora de domingo, dia 23 de Fevereiro, até às 24.00 horas de segunda-feira, 24 de Fevereiro, durante o qual a bandeira nacional será içada a meia haste em todo o território nacional e nas missões diplomáticas e consulares da República de Moçambique.Natural de Chicuque, cidade da Maxixe, província de Inhambane, Mário Machungo perdeu a vida na segunda-feira, vítima de doença, em Lisboa, onde permaneceu nos últimos tempos em tratamento hospitalar.Ele foi combatente na clandestinidade da luta de libertação nacional desde 1962 enquanto estudante no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, em Portugal. Depois da independência, Mário Machungo desempenhou diversas funções. Aliás, no Governo de Transição assumiu a pasta de Cooperação e Economia, em 1974.


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Nacional

Filipe Nyusi desencoraja a população de Cabo Delgado a não se deixar enganar por malfeitores

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O Presidente da República voltou a reiterar o apelo a Renamo e a auto-proclamada Junta Militar para encontrarem alternativas que ponham fim aos ataques à civis na regiao centro do país. Filipe Nyusi apela ainda as populações de Niassa e cabo Delgado a não se deixarem levar com promessas falsas dos homens armados que aterrorizam alguns distritos do norte do país.


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