Notícias

Screen Shot 2020-04-30 at 8.57.24 PM.jpeg
Política

Parlamento retifica decreto presidencial que prorroga Estado de Emergência no país

Partilhe

O Parlamento ratificou, hoje, por consenso, o decreto presidencial que prorroga, por mais 30 dias, o Estado de Emergência em Moçambique, a partir de amanhã, 1 de Maio. Os deputados, das 3 bancadas parlamentares, votaram a favor da manutenção do Estado de Emergência, por considerar uma medida oportuna, face ao número de casos positivos registados no país. Parlamento ratifica por consenso o decreto Presidencial que prorroga, por mais 30 dias, o Estado de Emergência em Moçambique. 217 deputados ratificaram o documento.  A Frelimo aprovou, porque entende que a prevenção é o melhor caminho para mitigação da propagação da Covid-19. A Renamo anuiu, embora considere que o Estado de Emergência deve ser acompanhado por outros incentivos sociais.  Para o MDM, o combate à Covid-19 depende de todos moçambicanos, mas a bancada minoritária defende que o Governo deve criar formas de apoiar as famílias mais vulneráveis.  O decreto presidencial entra em vigor, a partir desta sexta-feira, 1 de Maio.


Partilhe
Screen Shot 2020-04-30 at 8.56.58 PM.jpeg
Saúde

MISAU reforça a obrigatoriedade do uso da máscara de protecção em aglomerados

Partilhe

Ministério da Saúde recomenda o uso obrigatório de máscara de protecção facial, em aglomerados. Apelo é extensivo a crianças acima de 2 anos de idade. Segundo a directora nacional de saúde pública, Rosa Marlene, a medida visa travar a onda de contaminação da pandemia de Covid-19, em Moçambique. O apelo das autoridades sanitárias surge numa em que, pelo quarto dia consecutivo, o país não sai dos 76 casos cumulativos, dos quais 78 de infecção local, e os restantes 8, importados. Dados divulgados, esta quinta-feira, em Maputo, apontam para a recuperação de mais 1 infectado pelo novo coronavirus, totalizando 10, o número de pacientes já se encontram clinicamente curados.


Partilhe
Encontro entre PR Nyusi, PR Mnangagwa e as respectivas delegações7.jpg
Nacional

Os dois estadistas falaram da situação política, económica e social nos dois países

Partilhe

Presidente da República do Zimbabwe reafirma o seu comprometimento em apoiar Mocambique na busca de uma paz efectiva e estabilidade financeira robusta. Emmerson Mwanangagua que manteve um encontro com Filipe Nyusi presidente da República de Mocambique, a principio da tarde desta quinta feira na cidade Chimoio em Manica, condenou veemente as incursões armadas dos insurgentes sem rosto na província de Cabo Delgado e dos homens da auto proclamada junta militar da Renamo na região centro do pais. No âmbito do reforço das relações bi laterais entre Mocambique e Zimbabwe, o presidente da Republica Filipe Nyusi recebeu na manha desta quinta feira, na cidade de Chimoio em Manica, o seu homologo da vizinha república do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa. O encontro de aproximadamente quatro horas, foi dominado por assuntos relacionados com a situação política, económica e social dos dois países, da região da África Austral e do mundo, em geral. O referido encontro também serviu para traçar acções conjuntas com vista a impulsionar a cooperação política, económica e social em benefícios de Mocambique e Zimbabue, bem como, superar aos desafios comuns que se colocam na actualidade. Os dois Chefes de Estado e de Governo congratularam-se com os progressos que se registam na implementação das suas agendas de governação, mesmo reconhecendo as múltiplas adversidades que atravessam. Nyusi e Mwanangagua apreciaram ainda os esforços empreendidos pelos dois países na prevenção do novo corona vírus, tendo de seguida trocado informações sobre boas práticas sanitárias e administrativas sobre as medidas de prevenção e de contenção da propagação do novo Coronavírus. Os estadistas comprometeram-se, em viabilizar a realização da Comissão Mista de Cooperação, assim que as medidas extraordinárias decorrentes da pandemia da Covid -Dezanove  permitirem. O comunicado conjunto enviado a nossa redacção pelo gabinete de imprensa da presidência da república destaca com agrado, a cooperação bilateral no domínio político e de defesa e segurança. A situação de segurança em Cabo Delgado e em partes das províncias de Manica e Sofala, onde grupos terroristas e armados protagonizam ataques, assassinatos e destruição de infraestruturas públicas e privadas, mereceu a atenção dos estadistas. Razão pela qual condenaram veemente os ataques uma vez que compromete os esforços de paz e desenvolvimento, em curso nos Dois países, uma vez que Zimbabwe também depende do corredor da Beira. A situação política, económica e social na região da SADC também mereceu a atenção. Os dois presidentes vincaram a necessidade de maior cooperação no enfrentamento dos desafios decorrentes do ambiente macroeconómico menos favorável, tendo apelado às instituições financeiras multilaterais e outros parceiros a continuarem a apoiar os países da região a fazer face à Covid-19 e aos seus impactos socioeconómicos nefastos. O levantamento imediato das sanções ilegais impostas contra a República do Zimbabwe foi um dos apelos deixado pelos estadistas. Neste encontro Filipe Nyusi fez se acompanhar pelo ministro da defesa nacional Jaime Neto e outros quadros da presidência enquanto Emmersosn Mwananguagua pela ministra da defesa Oppha Kashira e comandante geral das forcas da defesa e segunranca, incluindo forcas aéreas do Zimbabwe Phillip Sibanda.


Partilhe
Screen Shot 2020-04-29 at 9.22.56 PM.jpeg
Nacional

Obrigatoriedade de uso de máscaras é quase impraticável nos mercados da capital moçambicana

Partilhe

A obrigatoriedade para o uso de máscaras de protecção é quase que impraticável nos mercados da capital do país. Tomamos como exemplo o mercado do Xipamanine onde poucos usam as máscaras e se as têm está mal colocada. Apesar de não fazer parte do nosso dia-a-dia, a máscara de protecção é de uso obrigatório em locais movimentados e com significativa aglomeração como forma de nos protegermos da covid-19. A equipa de reportagem da TVM decidiu visitar o mercado do xipamanine para ver como está a ser implementada a medida para o uso das máscaras de protecção. O que se constata é que poucos têm as máscaras colocadas. A maioria têm-nas nos bolsos ou no pescoço. Rosa sabe que deve estar sempre de máscara. Mas nem todos sabem disso e as justificações são variadas. Logo a seguir Pedro Samuel foi buscar a máscara à sua banca. As medidas básicas de higiene são de conhecimento de quase todos. No mercado do xipamanine, vimos máscaras de todo o tipo. De capulana, pequenas ou grandes. Que cobrem a boca e o nariz ou que cobrem parte das zonas de risco. Máscaras com marca ou simples. Máscaras profissionais ou artesanais são também vistas um pouco por todo o lado. Os vendedores, quase todos usam a máscaras mas, os utentes nem por isso. Muitos circulam como se o perigo estivesse longe. Falar do distanciamento de 1 metro e meio entre as pessoas, isso é impossível neste mercado. Juntinhos, os clientes escolhem as peças que desejam. O mais caricato é ver os vendedores de máscaras de protecção, sem máscara. A vida segue no mercado do xipamanine, como se o coronavirus, ou SARS-CoV-2 ou ainda COVID-19, terminasse na televisão.


Partilhe
Screen Shot 2020-04-29 at 9.24.49 PM.jpeg
Nacional

Propagação do mal do Panamá: Situação afecta farmas de produção da Banana na zona norte do país

Partilhe

Farmas de produção da banana estão em quarentena na zona norte do país, devido a contínua propagação do Mal do Panamá, uma doença que afecta a bananeira. Neste momento Moçambique não possui um Mapeamento das zonas realmente afectadas pela doença por isso as farmas localizadas na zona sul estão em risco eminente de ver os campos de Banana totalmente destruídos. Em dois mil e dezanove Moçambique iniciou com os trabalhos de colheita de amostras de Bananeiras para o Mapeamento das zonas contaminadas pelo Mal do Panamá, uma doença que já causou a eliminação de cerca de mil e quinhentos hectares de plantações de Banana só na província de Nampula. Através de um projecto denominado FOC TR4 especialistas efectuaram durante sete meses o rastreio de quase todas as províncias do país. Recentemente os gestores do FOC TR4 anunciaram o fim do projecto financiado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos da América e Governo de Moçambique. O facto deixa o país sem mapeamento das zonas realmente afectadas pela doença o que coloca em risco o sector que produz a fruta mais consumida do mundo, a Banana. Neste momento, todas farmas de produção da banana localizadas na zona norte do país estão em quarentena obrigatória devido a propagação da doença. Nenhuma pessoa ou viatura entra ou sai da farma sem obedecer as medidas de desinfecção e prevenção, que estão cada vez mais apertadas. Os produtores de Banana clamam pelo apoio do governo. O governo diz estar em busca de financiamento para dar continuidade aos trabalhos de recolha de amostras para o diagnóstico ou não da doença em várias regiões do país. O sector comercial da Banana em Moçambique contribuía com cerca de sessenta milhões de dólares anualmente. Com a Falência da Maior Farma do país, a Matanusca, a contribuição baixou para menos de metade.


Partilhe
Screen Shot 2020-04-29 at 9.17.45 PM.jpeg
Saúde

Há registo de 67 activos e 9 pacientes recuperados clinicamente

Partilhe

113 amostras de casos suspeitos testados nas últimas 24 horas, revelaram resultados negativos para Covid-19,em Moçambique. O país continua com 76 casos cumulativos, sessenta e oito dos quais de transmissão local e os restantes oito importado. Moçambique cumpriu esta quarta-feira o terceiro dia consecutivo sem registo de novo caso da pandemia de Covid-19. Os dados divulgados pelo sector de saúde apontam para a testagem nas últimas vinte e quatro horas de centro e treze amostras sendo, cinquenta da cidade de Maputo, quarenta e quatro de cabo delgado, dezoito da província de Maputo e um da província central de Sofala. Os dados que resultam da testagem cumulativa de mil oitocentos e noventa e seis pessoas suspeitas de terem a doença. Dos setenta e seis casos cumulativos de infecções com o novo coronavírus, oitenta e oito são de transmissão local e os restantes oito são importados.


Partilhe
Screen Shot 2020-04-29 at 9.18.28 PM.jpeg
Saúde

INS reforça capacidade técnica e humana para responder a demanda

Partilhe

Impacto devastador da pandemia de Covid-19, força a suspensão de actividades, de 370 empresas de diversos ramos de actuação, em todo o país. 12São dados referentes ao período de estado de emergência que o pais vive, face a pandemia de covid-19. Questionado sobre a situação salarial dos trabalhadores em causa, o Inspector-geral do Trabalho, no Ministério do Trabalho e Acção social, Joaquim Siuta, explica. Os dados foram tornados públicos esta terça-feira em Maputo, durante a conferência de imprensa multissectorial para a actualização dos dados sobre a pandemia de Covi-19 no país.


Partilhe
b13b2b358077c7b781fe22dc2889cd0a_L.jpg
Nacional

INS testa mais amostras de Afungi para Covid-19

Partilhe

O laboratório do Instituto Nacional de Saúde (INS) recebeu, na tarde de hoje, quase 80 amostras recolhidas no acampamento de Afungi, distrito de Palma, província nortenha de Cabo Delgado, no âmbito da realização da testagem massiva de modo a conter o contágio. As amostras resultam do trabalho que é feito desde a manhã de hoje pela equipa de epidemiologistas que se encontram a trabalhar em Afungi, informou um representante do INS, durante o informe do balanço sobre a evolução da pandemia. Os epidemiologistas, dirigidos pelo director adjunto do INS, Eduardo Samo Gudo, chegaram ontem em Pemba tendo se reunido com as estruturas locais e hoje deslocaram-se a Afungi para o início da testagem massiva. Rosa Marlene, directora nacional de Saúde Pública, falando no habitual balanço sobre a Covid-19, disse que pelosegundo dia, no processo de testagem, o nosso país não regista casos de infecção pelo novo coronavírus. Entretanto, nas últimas 24 horas, o Instituto Nacional de Saúde testou 84 amostras colhidas na cidade de Maputo (31), Maputo província (52) e um da província de Gaza. Assim, o nosso país já testou 1.772 amostras suspeitas, tendo registado um cumulativo de 76 casos positivos, nove indivíduos completamente recuperados da infecção, 68 de contaminação local e 8 importados, referiu. A fonte explicou que já foram rastreadas mais de 518 mil pessoas, das quais 11.500 foram submetidas a quarentena e 831 continuam em seguimento.


Partilhe
903e9b1fe43aee5c9b1041341d4bc406_L.jpg
Nacional

País procura repatriar moçambicanos retidos no estrangeiro

Partilhe

Um total de 75 cidadãos moçambicanos que se encontram retidosem seis países devido ao bloqueio imposto pela pandemia do novo coronavíruscontactaram as autoridades governamentais nacionais solicitando apoio para o regresso ao país. Do total, 27 encontram-se na Índia, 21 em Portugal, 10 no Brasil, oito no Paquistão e igual número em Angola. Há também um moçambicano que se encontra em Sri Lanka. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Geraldo Saranga, referiu recentemente que a maioria destes cidadãos foi retido naqueles países quando se encontrava em missões de tratamento médico, visita a familiares, trabalho ou turismo. Explicou que o Executivo está a trabalhar com os governos daqueles países para se encontrar uma forma de repatriá-los. “Estamos a negociar com as entidades desses países para encontrarmos uma forma de repatriar os cidadãos moçambicanos retidos no estrangeiro e que foram encontrados em contra-pé por conta da Covid-19”, explicou o porta-voz. Por outro lado, Saranga referiu que até ao momento foram registados pelo menos oito moçambicanos residentes no estrangeiro infectados pela pandemia do novo coronavírus, dos quais um, natural de Alto-Molocuè, na Zambézia, perdeu a vida na Alemanha. Dos oito infectados, três estão nos Estados Unidos da América, dois na Suíça, um em Espanha, outro em Portugal e um, já morto, na Alemanha. Em relação aos estudantes que se encontram na República Popular da China, indicou que todos passam bem e não há relatos de maus-tratos, como alguma imprensa noticiou.


Partilhe
Untitled.jpg
Nacional

Detidos por violar e assassinar jovem de 26 anos

Partilhe

Dois homens encontraram-se sob custódia policial desde a tarde de ontem, na 24 ª esquadra no bairro de Magoanine “C”, vulgo Matendene, na cidade de Maputo, indiciados de roubar, violar e assassinar uma jovem de 26 anos de idade. O crime ocorreu no bairro do Zimpeto, na cidade capital, por volta das 21 horas da última 5ªfeira (23), quando a vítima regressava do trabalho. Os meliantes interpelaram a vítima e arrastaram-lhe para uma casa de banho de uma residência não habitada, onde arrancaram seus bens, violaram sexualmente e por fim, assassinaram e abandonaram o corpo no local. Na sequência, os indiciados teriam efectuado uma ligação telefónica para a mãe da finada, para lhe exigir quatro mil meticais, em troca da informação do paradeiro da filha. Por sua vez, a mãe comunicou o caso às autoridades policiais e a corporação efectuou diligências que culminaram com a detenção dos violadores, na tarde de ontem, no Mercado Estrela Vermelha, na cidade de Maputo. Durante a operação houve tumultos caracterizados por arremessos de pedras, garrafas, e outros objectos contundentes, contra os agentes da polícia, com pretensões de impedir que a captura dos meliantes se efectivasse, o que degenerou num tiroteio, nas imediações do mercado e detenção do grupo. Leonel Muchina, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade de Maputo, indicou que em conexão com os tumultos foram neutralizados mais três indivíduos indiciados de tentativa de inviabilizar a operação e de aquisição de bens roubados. Acrescentou que a detenção dos violadores foi possível através do rastreio dos telemóveis furtados da vítima.


Partilhe
Scroll to Top
Active notificações e receba notícias no seu browser! OK Não, obrigado