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Nacional

Crime organizado e transfronteiriço: vulnerabilidade dos postos de travessia preocupante na província de Tete

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Província de Tete na iminência de se tornar num epicentro do crime organizado e transfronteiriço devido a vulnerabilidade fronteiriça com Malawi, Zâmbia e Zimbabwe. 15 jovens etíopes ilegais, um facilitador tanzaniano e um cabecilha somali, capturados numa residência, na cidade capital provincial. Em menos de quinze dias as autoridades reportaram quatro casos envolvendo oitenta e oito estrangeiros. A violação das fronteiras na província de Tete, sobretudo nos distritos de Angónia e Tsangano, tem sido recorrente nos últimos tempos. Em menos de 15 dias as autoridades reportaram quatro casos, dos quais dois despoletados nos postos de controlo de Mboza e Mpadué, dois em duas residências, nos bairros Samora Machel e Chingodzi, na cidade capital provincial. O último caso, envolve quinze etíopes, dois facilitadores tanzanianos e um cabecilha somali. Tete está no centro entre Malawi, Zâmbia e Zimbabwe, e vários estrangeiros, nomeadamente somalis, etíopes, paquistaneses, entre outros, aproveitam-se desta posição geoestratégica da província, para lograrem várias incursões ilegais. Alguns alegam pretenderem ir a África do Sul em busca de boas condições de vida e outros apresentam motivos pouco convincentes. Os ilegais movimentam somas de dinheiro para extorsões. Oficialmente a província de Tete conta com 11 fronteiras terrestres e 1 aérea.


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Nacional

Jindal África continua a produzir e garante que não vai despedir ninguém

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Jindal Africa mantém ritmo de produção de carvão mineral em Chirodzi, província de Tete e assegura não haver espaço para a redução da mão-de-obra por conta dos efeitos da covid-19. A mineradora está focada na finalização do projecto de alargamento da unidade de processamento, com objetivo de atingir a curto prazo uma produção anual de 5 milhões de toneladas, contra 2 vírgula cinco milhões de toneladas produzidas actualmente. Não obstante os efeitos da covid-19 no mercado internacional do carvão mineral, a mineira Jindal África mantém sem abrandamentos o nível de produção do minério na região de Chirodzi, província central de Tete. A mineradora indiana, assegura não haver espaço para a redução da mão-de-obra por conta dos efeitos da pandemia viral. Diz estar neste momento focada na finalização do projecto de alargamento da unidade de processamento de carvão. O objetivo é atingir a curto prazo uma produção anual de 5 milhões de toneladas, contra os actuais 2,5 milhões de toneladas. Para a sustentabilidade da operação mineira, a Jindal Africa optou por reduzir em cerca de 30 por cento os custos operacionais por cada sector. Neste momento a procura é satisfatória sobretudo para o carvão de coque, usado para a indústria de fabrico de aço. Conta com cerca de 1700 colaboradores. A operar desde meados de 2013, a Jindal África produziu em 2019 cerca de 2,4 milhoes de toneladas de carvão que foi todo comercializado no mercado asiático.


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Nacional

Trabalhadores moçambicanos da companhia Anglogold Ashanti regressam aos postos de trabalho na Arica do Sul

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Trabalhadores moçambicanos da companhia Anglogold Ashanti regressam aos postos de trabalho na Arica do Sul sob medidas de prevenção de COVID-19. Uma fonte dos mineiros disse hoje à TVM que autocarros levam trabalhadores em Inhambane e Gaza para Ressano Garcia. Cerca de cinco mil mineiros moçambicanos regressaram ao pais de origem na véspera da entrada em vigor do confinamento geral na África do Sul em final de Marco. Algumas empresas chamam seus trabalhadores para a retomada das activiades laborais, apesar da prevalência de infecções de coronavírus na África do Sul. Num desenvolvimento separado moçambicanos em Joanesburgo juntaram-se neste fim-de-semana para falarem de Eduardo Mondlane e reflectirem sobre o impacto de coronavírus. Alguns oradores manifestaram-se desgastados com a situação provocada pela pandemia. A Arica do Sul acolhe a maior comunidade moçambicana na diáspora, uns trabalhando na industria mineira e outro no sector informal.


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Nacional

“PROJECTO STOP COVID-19”: Leiloados em Maputo quadros de crianças desfavorecidas numa acção beneficente

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Leiloados na cidade de Maputo nove quadros pintados por crianças desfavorecidas na faixa etária entre 9 e 13 anos. É a primeira acção beneficente que acontece entre o Município de Maputo e a Associação SOMAR, no âmbito do projecto Stop COVID-19. [iframe width=”590″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/6zh0Pn9BgWY” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Nas últimas 24 horas 21 pessoas infectadas para covid-19, 14 das quais homens e 7 mulheres

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A multiplicação de infecções pelo coronavirus alerta para a necessidade da intensificação da consciência e medidas preventivas. Nas ultimas 24 horas 21 pessoas foram dadas como sendo portadoras de covid 19 entre elas 14 homens e sete mulheres. Mais gente que era tida como saudável passa a integrar a vasta lista de pessoas infectadas pelo coronavirus. Nas ultimas vinte e quatro horas, oitocentas e quarenta e cinco amostras testaram positivo para vinte moçambicanos e um burundês .  No leque dos infectados estão pessoas de todas as faixas etárias entre elas sete mulheres e catorze homens. O cumulativo nacional elevou-se para 939 casos.  A cidade do Maputo notificou oito casos seguida pela de Nampula com sete infectados. Nas províncias de Manica, Sofala e Maputo foram confirmados seis casos sendo dois para cada. O número cumulativo de recuperados é de 249, e dos 682 casos activos sete contínua, internados. Os seis óbitos anteriormente anunciados ainda não conheceram variação. Mas varia para mais, a intensidade de apelos para o cumprimento rigoroso das medidas preventivas divulgadas pelas autoridades.


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Nacional

Retoma aulas presenciais Unicef, Unesco e parceiros mobilizam 15 milhões USD para o governo

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Disponíveis 15 milhões de dólares norte-americanos para apoiar a retoma das aulas presenciais em Moçambique. Mobilizado pelo UNICEF, UNESCO e outros parceiros, o montante será aplicado na criação de condições de higiene e saneamento nas escolas nacionais. Moçambique é um dos 191 países do mundo que encerraram as escolas por causa da COVID-19. Decorridos 4 meses após a Organização Mundial da Saúde declarar a COVID-19 como uma pandemia Global, as aulas presenciais tem vindo a retomar um pouco por todo o mundo, exigindo dos governos locais esforços financeiros adicionais para garantir a higienização dos recintos escolares e descongestionamento das salas de aula. Neste contexto, em Moçambique, o UNICEF, UNESCO e outras organizações mobilizaram, através da Parceria Global para a Educação, dinheiro para apoiar a retoma das aulas presenciais, num ambiente são, limpo e livre da contaminação do novo coronavírus. A retoma das aulas presenciais foi anunciada há dias pelo executivo e deverá observar três fases. O UNICEF e UNESCO apoiam a iniciativa do governo, porque entendem que o acesso à educação é um direito adquirido das crianças. Mas, apelam a criação de condições de higiene e saneamento antes do reinício das aulas presenciais. Em Moçambique, apenas 30% das escolas tem condições criadas de higiene e saneamento antes do reinicio das aulas.


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Nacional

Medidas de estado de emergencia respondem a realidade das condições de vida dos moçambicanos

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Partidos políticos sem assento parlamentar, na Assembleia da Republica, consideram ser arriscado a retoma das aulas no país, devido a actual situação epidemiológica da COVID-19. Outros partidos defendem que, em caso de retoma, as igrejas deviam ser transformadas em salas de aula como forma de materializar o objectivo comum. No debate moderado pelo Presidente da República, os partidos políticos apresentaram diferentes pontos de vista sobre o relaxamento de algumas medidas emanadas na terceira fase do Estado de Emergência. João Massango do Partido os Verdes defende que a retoma das aulas carece de um estudo profundo para o país não cair no erro que os outros cometeram. Yacub Sibind do PIMO entende que pior que o coronavírus está o que chamou de coronafome. Sibind sugere a adopção de um programa de emergência para a produção alimentar em tempos da COVID-19. Ilídio Mavumbi do PODEMOS defende haver necessidade de reforçar o controlo das fronteiras. No que diz respeito a retoma das aulas, Mavume entende que as igrejas deviam ser transformadas em salas de aula.          Face as queixas apresentadas sobre alegada violência perpetrada pela Polícia no uso das actividades, o Presidente da República sublinhou não haver orientação para o uso de força. Neste encontro foi discutida a situação militar nas regiões centro e norte do país.


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