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Nacional

Nyusi exige transparência e profissionalismo no Inquérito Agrário Integrado

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  O Presidente da República, Filipe Nyusi, exige transparência, fiabilidade e profissionalismo na colecta de dados referentes ao Inquérito Agrário Integrado, lançado esta terça-feira, em Maputo. Filipe Nyusi considera que a operação estatística vai servir de linha de base para o desenvolvimento agrário e irá permitir avaliar o nível de implementação do programa de governação. “Distante dos discursos retóricos pretendemos imprimir uma governação transparente orientada para os resultados”, disse Filipe Nyusi na cerimónia de lançamento do Inquérito Agrário Integrado, IAI.  Filipe Nyusi falando no acto de lançamento do Inquérito Agrário Integrado, uma operação estatística, que visa, fundamentalmente, proporcionar dados e informação fiáveis que permitem o diagnóstico realístico da actividade agrícola em Moçambique. O documento irá garantir a planificação e implementação efectiva das políticas estratégicas para o desenvolvimento do sector agrário. Segundo o Presidente da República o documento é crucial para o desenvolvimento sustentável do país e para avaliação do nível de implementação do programa de governação no sector agrário. O país, segundo Filipe Nyusi, tem metas e compromissos assumidos a nível internacional. “ Com IAI, vamos poder monitorar a implementação dos compromissos da declaração de Malabo, em particular a reafirmação dos princípios e valores do Programa Integrado de Desenvolvimento da Agricultura na União Africana. Estaremos em condições de avaliar o incremento do investimento na agricultura com a alocação de 10 por cento do Orçamento do Estado, o compromisso de acabar com a fome até 2025”, sublinhou o Presidente da República. Filipe Nyusi disse que as estatísticas constituem um veículo importante e barómetro da boa governação. Por isso, Nyusi exige transparência e profissionalismo na recolha, selecção e tratamento de dados referentes ao sector agrário. O Chefe de Estado apelou ao trabalho com dedicação e entrega, mas alertou que tudo passa pela capacitação integral dos profissionais envolvidos no Inquérito Agrário Integrado – 2020.


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Mundo

Comandante-Geral da PRM diz que há garimpeiros ligados ao terrorismo

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O Comandante-Geral da PRM diz que há praticantes do Garimpo que estão ligados ao terrorismo, em Cabo Delgado. Bernardino Rafael apela a população para maior vigilância e denunciar de qualquer foco de instabilidade no seio das comunidades. O Distrito de Montepuez localiza-se a cerca de duzentos quilómetros da cidade de Pemba. Naquela região do país, o Comandante-geral reuniu com líderes comunitários no bairro municipal de Nacate, em Montepuez, devido ao elevado nível de vulnerabilidade aos actos terroristas. Na ocasião, Bernardino Rafael disse que há ligação da prática do garimpo com os terroristas que semeiam dor e luto na província. No bairro de Nacate, o Comandante-geral da PRM prometeu reforçar o efectivo policial e apetrechar a corporação com meios circulantes para dinamizar a missão de garantia da ordem, segurança e tranquilidade públicas, no distrito de Montepuez.  


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Economia

Moçambique vai terminar o ano fiscal com crescimento de 0,8 por cento

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Moçambique vai terminar o ano fiscal de 2020 com crescimento de zero vírgula oito porcento, valores muito abaixo das previsões macroeconómicas iniciais. No primeiro semestre, o país perdeu vinte e seis mil milhões de meticais devido a conjuntura imposta pela pandemia do Coronavírus e instabilidade militar no centro e norte do país. O governo vai, por isso, submeter, na próxima quinta-feira, à Assembleia da República, a solicitação da rectificação do Orçamento do Estado. A mais recente avaliação do desempenho económico do país foi apresentada, esta segunda feira, pelo Ministério da Economia e Finanças aos deputados da Comissão do Plano e Orçamento, da Assembleia da República, na visita de cortesia. Para elucidar a actual situação económica do país, o Ministro da Economia e Finanças lembrou que Orçamento do Estado para 2020 previa a arrecadação de receitas na ordem de trezentos e trinta e cinco mil milhões de meticais. As contas apresentadas por Adriano Maleiane mostram que o Moçambique vai terminar o presente ano fiscal com um crescimento de zero vírgulas oito por cento e um défice de receitas em torno de vinte e um mil milhões de meticais. O défice de receitas pode ser colmatado com a ajuda financeira de vinte e três mil milhões de meticais canalizada pelos parceiros de cooperação internacional, no âmbito da mitigação dos efeitos da pandemia do novo Coronavírus no sector social e económico.   Para reflectir nas contas do Estado, o montante disponibilizado pelos parceiros deve ser ratificado pela Assembleia da República. O executivo vai, por conseguinte, na próxima quinta-feira, submeter, ao Parlamento a proposta de rectificação do Orçamental do Estado de 2020. Simultaneamente o governo vai submeter ao Parlamento a proposta de Plano Económico e Social e o Orçamento do Estado para 2021, muito condicionado pela actual conjuntura.  Ao visitar o Ministério da Economia e Finanças, os deputados que integram a Comissão do Plano e Orçamento tinham em vista compreender o ciclo de planificação num contexto particular, de Orçamento deficitário e cujas fontes de arrecadação de receitas estão profundamente afectadas pelas restrições impostas pelo Coronavírus.   No início do exercício económico 2020, recorda-se, o governo moçambicano previa um crescimento de quatro por cento. Em Abril houve uma revisão em baixo, passando a previsão de crescimento para dois vírgula dois por cento e o país vai fechar o ano com zero vírgulas oito por cento.  


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Economia

Moçambique vai terminar o ano fiscal com crescimento de 0,8 por cento

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Moçambique vai terminar o ano fiscal de 2020 com crescimento de zero vírgula oito porcento, valores muito abaixo das previsões macroeconómicas iniciais. No primeiro semestre, o país perdeu vinte e seis mil milhões de meticais devido a conjuntura imposta pela pandemia do Coronavírus e instabilidade militar no centro e norte do país. O governo vai, por isso, submeter, na próxima quinta-feira, à Assembleia da República, a solicitação da rectificação do Orçamento do Estado. A mais recente avaliação do desempenho económico do país foi apresentada, esta segunda feira, pelo Ministério da Economia e Finanças aos deputados da Comissão do Plano e Orçamento, da Assembleia da República, na visita de cortesia. Para elucidar a actual situação económica do país, o Ministro da Economia e Finanças lembrou que Orçamento do Estado para 2020 previa a arrecadação de receitas na ordem de trezentos e trinta e cinco mil milhões de meticais. As contas apresentadas por Adriano Maleiane mostram que o Moçambique vai terminar o presente ano fiscal com um crescimento de zero vírgulas oito por cento e um défice de receitas em torno de vinte e um mil milhões de meticais. O défice de receitas pode ser colmatado com a ajuda financeira de vinte e três mil milhões de meticais canalizada pelos parceiros de cooperação internacional, no âmbito da mitigação dos efeitos da pandemia do novo Coronavírus no sector social e económico.   Para reflectir nas contas do Estado, o montante disponibilizado pelos parceiros deve ser ratificado pela Assembleia da República. O executivo vai, por conseguinte, na próxima quinta-feira, submeter, ao Parlamento a proposta de rectificação do Orçamental do Estado de 2020. Simultaneamente o governo vai submeter ao Parlamento a proposta de Plano Económico e Social e o Orçamento do Estado para 2021, muito condicionado pela actual conjuntura.  Ao visitar o Ministério da Economia e Finanças, os deputados que integram a Comissão do Plano e Orçamento tinham em vista compreender o ciclo de planificação num contexto particular, de Orçamento deficitário e cujas fontes de arrecadação de receitas estão profundamente afectadas pelas restrições impostas pelo Coronavírus.   No início do exercício económico 2020, recorda-se, o governo moçambicano previa um crescimento de quatro por cento. Em Abril houve uma revisão em baixo, passando a previsão de crescimento para dois vírgula dois por cento e o país vai fechar o ano com zero vírgulas oito por cento.  


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Mundo

Desenvolvimento de arsenais nucleares: Pyongyang continua a violar sanções internacionais, denuncia a ONU

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A Coreia do Norte está a violar as sanções internacionais tomadas para a forçar a desistir da energia nuclear, por exceder as suas cotas de importação de petróleo, denunciaram hoje as Nações Unidas. Pyongyang tem sido alvo de várias sanções do Conselho de Segurança desde 2017, que limitam as importações de produtos petrolíferos e também a proíbem de exportar carvão, peixe ou têxteis. O regime norte-coreano, no entanto, conseguiu continuar a desenvolver os seus arsenais nucleares e balísticos, de acordo com especialistas, enquanto decorriam as reuniões com os presidentes dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, Donald Trump e Moon Jae-in. O Conselho de Segurança da ONU disse, na segunda-feira, que nos primeiros cinco meses do ano, Pyongyang já havia excedido a sua cota anual de importação de produtos refinados de petróleo, que é de 500 mil barris. O site do “notícias ao minuto”, afirma que de acordo com um relatório, as entregas “excederam em muito” o limite permitido, baseando-se em “fotografias, dados e cálculos”. “Os barcos da República Popular Democrática da Coreia e os navios com bandeira estrangeira continuam as suas elaboradas práticas de desvio” para importar petróleo ilegalmente, acusam especialistas da ONU, citados pelo “notícias ao minuto” . A China e Rússia, dois aliados importantes de Pyongyang, descartaram as descobertas, dizendo que foram baseadas “em suposições e estimativas”. O relatório acusa a Coreia do Norte de “continuar a desrespeitar as resoluções do Conselho de Segurança através das exportações ilegais de carvão marítimo, embora estas tenham sido temporariamente suspensas entre o final de Janeiro e o início de Março de 2020”.


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Nacional

Desvio de fundos no HCB: iniciou na beira o julgamento de 2 indivíduos acusados pelo roubo de cerca de 10 milhões de mt

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Iniciou, esta segunda-feira, na Cidade da Beira, o julgamento do caso de desvio de fundos do Hospital Central da Beira, um roubo estimado em mais de nove milhões e setecentos mil meticais. Dois indivíduos, que acederam e subtraíram indevidamente o valor através do sistema E-sistafe, estão no banco dos réus. Trata-se de indivíduos um dos quais de 38 anos de idade, engenheiro informático e funcionário público, que engendrou a operação devido à sua facilidade de aceder ao sistema em Abril de 2019. Este para viabilizar o esquema contactou um elemento de 45 anos, proprietário de uma empresa de construção e prestação de serviços, tendo o obrigado a criar mais uma empresa para onde foram drenados os valores subtraídos do Hospital Central em Dezembro do mesmo ano, uma na ordem de 4.800.000 Meticais e outra 4.990.000 Meticais. Os réus acederam ao sistema financeiro, fraudulentamente, sem que fossem funcionários daquele estabelecimento de saúde. Os co-réus tiveram acesso aos valores da primeira conta, mas já na segunda viram frustrada a intenção de levantar o dinheiro, uma vez que os valores já haviam sido cativados após descoberta a operação. A leitura da sentença do caso está marcada para dia 2 de Outubro, próxima sexta – feira.


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Mundo

Secretário-Geral das Nações Unidas lamenta 1 milhão de mortos por Covid-19

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O secretário-geral das Nações Unidas lamentou o número de mortos provocados pela covid-19, que já ultrapassou um milhão em todo o mundo, e exortou a sociedade a aprender com os erros para superar a pandemia. “O nosso mundo deve lamentar hoje um número terrível: a perda de um milhão de vidas como resultado da pandemia da covid-19. Eram pais e mães, mulheres e maridos, irmãos e irmãs, amigos e colegas”, disse António Guterres. Guterres afirmou que embora o fim da pandemia ainda não esteja à vista, o mundo pode “superar este desafio”, mas que para o fazer todos devem aprender com os erros. A liderança responsável é essencial. A ciência é importante. A cooperação é importante. A desinformação mata, advertiu o responsável da ONU. O secretário-geral das Nações Unidas pediu a toda a população que faça o que puder para salvar vidas, incluindo manter a distância física, usar máscara e lavar as mãos, enquanto se espera por uma vacina. A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 33,1 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em Fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.


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