Para conter roubo de combustível: Governo reforça medidas de segurança no Porto da Matola

Ministra dos Recursos Minerais e Energia quer ver reforçadas as medidas de segurança para evitar o roubo de combustível no porto da Matola.

Ministra dos Recursos Minerais e Energia quer ver reforçadas as medidas de segurança para evitar o roubo de combustível no porto da Matola.

Assassino de quatro jovens moçambicanos condenado a quatro penas de Prisão perpetua pelo tribunal supremo de Joanesburgo em Katlehong,

Moçambique quer aproveitar na efectividade as condições agro-ecológicas que dispõe para massificar a Vinicultura ou seja a produção de Uvas.

Julgamento da ex-presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Agrário, marcado para próxima terça-feira.

Trinta técnicos de diferentes áreas ligadas a agricultura deixam amanhã, sábado para República Federativa do Brasil.
Arranca, ainda este mês, o projecto de instalação de sistemas de energia eólica, nas zonas mais recônditas da província de Nampula.A iniciativa é da empresa de capitais italianos Ecólibri e vai, numa primeira fase, abranger às instituições de intervenção social como escolas e hospitais. O uso de fontes naturais alternativos como geradoras de energia eléctrica é cada vez mais frequente no mundo. O vento, sol e a água são algumas das fontes usadas para minimizar a emissão de oxigénio na atmosfera, principal causa do aquecimento da terra e responsável pelas mudanças climáticas.Moçambique pretende abraçar a iniciativa da Ecólibri que está a instalar sistemas de geração e fornecimento de energia eólica, nas zonas rurais e mais recônditas.Depois da cidade de Siteki, da vizinha Suazilândia, Nampula será a província pioneira em Moçambique. O projecto pretende auxiliar a Electricidade de Moçambique, através de provisão de energia eléctrica a hospitais e escolas das zonas rurais. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/7-aYnEgAKXE” frameborder=”0″ allowfullscreen ]
Os Acordos de Lusaka foram assinados no dia 7 de setembro de 1974, em Lusaka, na Zâmbia, entre o Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique, FRELIMO; na altura movimento nacionalista que desencadeou a Luta Armada de Libertação Nacional. O acordo tinha como objectivo assegurar a transição para a independência de Moçambique.Nos acordos, o Estado Português reconheceu formalmente o direito do povo de Moçambique à independência e, em consequência, acordou com a FRELIMO o princípio da transferência de poderes, ou seja, transferência da soberania que detinha sobre o território de Moçambique. Este aspecto constava da Cláusula 1 do acordo.No âmbito dos mesmos acordos foi igualmente estabelecido que a independência completa de Moçambique seria solenemente proclamada no dia 25 de junho de 1975, data que coincidiria, propositadamente, com o aniversário da fundação da FRELIMO. Referia-se então a Cláusula 2.Além dos princípios já enunciados, o da independência e o da transferência de poderes, a Cláusula 3 do acordo estabelecia, relativamente ao território de Moçambique, o regime jurídico que vigoraria durante o período de transição para a independência. O período iniciava com a assinatura dos acordos e terminava com a proclamação da independência de Moçambique. As restantes cláusulas referiam-se ao tipo de regime que seria estabelecido. Definiu-se uma bipartição de poderes sobre o território, tendo-se confiado a soberania ao Estado português, representado por um Alto-Comissário e o governo ou administração à FRELIMO, a quem foi reconhecida a prerrogativa de designar não só o primeiro-ministro como também dois terços dos ministros do Governo de Transição. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/YhofBfdk3qg” frameborder=”0″ allowfullscreen ]
O Presidente da República, Filipe Nyusi, instou hoje (06) a ordem dos Engenheiros de Moçambique a massificar o uso sustentável da engenharia na busca de soluções para o aumento da produção e produtividade no país.O número reduzido de engenheiros face às necessidades para o desenvolvimento de Moçambique é uma das preocupações apresentadas pelo Chefe de Estado durante o quinto Congresso de Engenharia que decorre em Maputo.Os temas a serem tratados no congresso dos engenheiros justificam-se por se enquadrarem na agenda e prioridades de governação nas dimensões nacionais e internacionais, de acordo com o Presidente Nyusi.O estadista moçambicano pretende que os engenheiros equacionem os problemas de Moçambique no alinhamento e na complementaridade das áreas deste campo científico que podem ser racionalizadas dentro da cadeia de valores de produção.

Volume de negócios entre Moçambique e Finlândia cresceu de 4.7 milhões USD em 2010 para cerca de 110 milhões USD em 2017.

Centenas de candidatos registaram-se em cerca de uma semana para a fase de pré-inscrição para compra de dois mil e quatrocentos e oitenta apartamentos a serem construídos no bairro do Zimpeto.