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Situação de inundações pelo Save controlada em Inhambane

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O rio Save no distrito de Govuro em Inhambane já está abaixo do nível de alerta. A onda gigante que era esperada na madrugada deste domingo, passou sem provocar inundações na Vila de Nova Mambone. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/oBVH_VwrtQc” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Sobe caudal do Save e mais de quatrocentas famílias em eminência de ficarem afectadas

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Pelo menos quatrocentas famílias poderão ser afectadas por inundações no Distrito de Govuro, em Inhambane. O Rio Save continua acima do nível de alerta e espera-se nas próximas horas por uma onda gigante que poderá piorar a situação. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/0nuqlCYSOiY” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Cresce crimes contra o ambiente no Niassa: quarenta e cinco processos no ano passado

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Caça furtiva, abate desordenado de florestas e garimpo ilegal nas áreas de conservação preocupa os órgãos de administração de justiça na província do Niassa. Só no ano passado foram registados quarenta e cinco processos crimes contra o ambiente. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/M1-Y8gFG37s” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Distrito de Machanga sob risco de isolamento por inundações em Sofala

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Os caudais dos rios Púnguè na estação de Mafambisse, Lucite em Búzi e Save ultrapassaram os níveis de alerta e já transbordam em Sofala. Segundo a Administração Regional de Águas do Centro com o aumento do caudal na zona franca do Save, a vila distrital de Machanga está na eminência de ficar isolada. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/bP4ysg_CFok” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Casos de Conflito Homem Animal reduzem em noventa por cento

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Moçambique registou uma redução em mais de noventa por cento nos casos de conflito homem fauna bravia nos últimos oito anos. Por outro lado, o abate ilegal de animais selvagens protegidos por lei, também tende a baixar resultando na multiplicação de espécies em vias de extinção.Elefantes e rinocerontes foram os animais mais abatidos nas florestas moçambicanas pelo maior valor comercial que representam no mercado internacional. No ano 2010 por exemplo, o país registou cerca de mil abates de elefantes mas o número viria a baixar consideravelmente nos últimos tempos devido a intensificação das medidas de fiscalização. Segundo a Administração Nacional das Áreas de Conservação em 2017 os furtivos abateram cerca de cento e oitenta elefantes. No conflito homem fauna bravia, também houve redução. Os casos baixaram de seiscentos em 2010 para cem em 2017Apesar de esforços diversos de conservação da biodiversidade, os leões, leopardos e chitas estão sob forte perigo de extinção, devido a factores demográficos e económicos, entre os quais destaca-se a caça furtiva e tráfico de animais selvagens. A força de protecção dos recursos naturais e meio ambiental está a enfrentar caçadores furtivos que não cessam de mudar de estratégias. Apesar de uma ligeira redução, actualmente a maior preocupação tem a ver com o abate de pangolins para fins comerciais no mercado asiático. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/ibO1B-WGQKU” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Alfândegas apreendem cerca de duas mil garrafas não seladas de bebidas em Nampula

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Alfândegas de Moçambique em Nampula, apreendem mais de mil seiscentas garrafas contendo bebida alcoólica que estavam a ser comercializadas sem o selo de controlo fiscal.         A operação levada acabo em apenas 1 dia resultou ainda na apreensão de cerca de cem selos supostamente adquiridos ilegalmente. Trata-se de mil seiscentas e oitenta garrafas de bebidas alcoólicas de diferentes marcas que estavam a ser comercializadas sem ostentar o selo de controlo fiscal atribuído pela autoridade tributaria, no âmbito do projecto de selagem de produtos manufacturados incluindo bebidas visando combater afuga ao fisco e contrabando. A operação que poderá estender-se para outros pontos da cidade de Nampula, resultou ainda na apreensão de cerca de cem selos que se prevê que tenham sido adquiridos ilegalmente. O estado perderia nesta fuga ao fisco, cerca de quinhentos mil meticais e por se tratar de um crime, o caso será encaminhado ao tribunal aduaneiro para os devidos trâmites legais. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/q2LqPdaWNA8″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Há esquemas na emissão de licenças de transporte de passageiros e mercadoria na Matola

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Conselho Municipal da Matola desmantela esquema fraudulento de emissão de licenças e taxas de circulação para actividades de transporte de mercadorias e passageiros. Em conexão com o caso 3 funcionários da edilidade recolheram às celas da Polícia da República de Moçambique. Há sensivelmente uma semana que a vereação dos transportes em coordenação com a polícia municipal da Matola desencadeou uma operação cujo objectivo é a fiscalização de licenças e taxas de circulação nos semi-colectivos e em camiões de grande tonelagem. Esta terça-feira o conselho municipal convocou uma conferência de imprensa para apresentar os primeiros resultados da operação. Entretanto, na noite da última segunda-feira indivíduos até aqui desconhecidos atearam fogo na viatura de serviço atribuída ao vereador de transportes, numa altura em que esta encontrava-se parqueada na sua residência. Depois de avaliar as circunstâncias a polícia municipal aventa a possibilidade se tratar de um acto de retaliação protagonizado pelos supostos falsificadores de licenças. O representante do Conselho Municipal da Matola disse ser prematuro apresentar números exactos do défice que o esquema de fraude provocou nas receitas da edilidade. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/TMZDCVeW7Vg” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Guardas penitenciários envolvidos na fuga de dezassete reclusos

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Cinco guardas penitenciários enfrentam a barra do Tribunal na Beira acusados de ter facilitado a fuga de dezassete reclusos na capital provincial de Sofala. O caso registou-se em Agosto do ano passado e envolve ainda um jovem motorista pela participação no crime. Um caso que segundo a acusação foi possível mediante a conivência de guardas penitenciários a troco de valores monetários pagos por parte dos familiares do grupo de réus envolvidos no caso de assalto ao Banco internacional, BIM, na Beira. Estes são apontados ainda de ter facilitado a entrada de uma arma de fogo do tipo pistola usada pelos reclusos na sua evasão. São guardas prisionais com idades compreendidas entre os trinta e trinta e três anos que respondem em sede de tribunal. Responde ainda em tribunal um jovem de vinte e oito anos de idade que no dia da fuga tratou de transportar os invadidos a saída da cadeia. Na manhã desta terça-feira, iniciou o processo de audição e produção de provas. O julgamento decorre na 4ª sessão do Tribunal Judicial da Cidade da Beira com o processo n. 479/TC/2018.De referir que dos dezassete reclusos ora foragidos foram capturados e reconduzidos a cadeia até aqui 3 elementos estando o restante do grupo a monte. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/dAG-UMelOwM” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Presidente da República destaca envolvimento da ONU-SIDA no combate ao HIV em Moçambique

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O Presidente da República disse que milhares de moçambicanos mantiveram o tratamento anti-retroviral graças ao apoio da ONU- Sida e outros organismos internacionais. Filipe Nyusi disse também ontem, em Genebra, na Suíca, que as limitações financeiras que o nosso país atravessa tinham deixado de fora do tratamento milhares de pessoas que vivem com o vírus que provoca o SIDA. Dos mais de um milhão de infectados pelo vírus do SIDA, em Moçambique, cerca de setenta por cento abandonou o TARV. Uma realidade que milhares de moçambicanos viveram devido as restrições financeiras que o país atravessa. Ainda diante das ONU Sida, em Genebra o Presidente da República apresentou a preocupação de Moçambique em relação a malária, uma doença oportunista e que afecta com gravidade as pessoas infectadas pelo HIV SIDA.  Em Moçambique, só no ano passado estima-se que mais de sessenta mil pessoas tenham morrido pelo SIDA. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/LPTinU_4-9s” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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