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Troço Mogovolas – Cidade de Nampula em reabilitação

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Arrancaram as obras de reabilitação e asfaltagem da Estrada nacional número 104 que liga a cidade de Nampula e o distrito de Mogovolas num troço de cerca de setenta e cinco quilómetros. O Inspector-geral de obras públicas apelou aos empreiteiros a cumprirem com os prazos estabelecidos na conclusão das obras. Neste momento decorrem trabalhos de abertura de desvios e montagem de acampamentos no interior do estaleiro localizado no Posto Administrativo de Anchilo localidade de Muriaze segundo deu a conhecer o delegado província da Administracao Nacional de Estradas em Nampula. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/fg-bDxpyPdc” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Standard bank abre o quinto balcão integrado em Ribáue, Nampula

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Distrito de Ribáue, na província de Nampula, conta com um novo balcão integrado do Standard Bank. Inaugurado na semana finda, o empreendimento está equipado com ATM’s para depósito de dinheiro. A vila sede de Ribáue torna-se, deste modo, a região com mais balcões do Standard Bank, na Província de Nampula. O novo balcão está localizado numa região iminentemente agrícola, que cobre os distritos de Ribáue, Malema e Lalaua. Segundo o Administrador Delegado do Standard Bank todo capital humano da nova infra-estrutura é local.   [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/41L3vJbD05g” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nampula municiado com equipamento de precisão para meteorologia

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Nampula contará em breve com uma estação aerológica que vai permitir que as previsões meteorológicas se aproximem cada vez mais da realidade. Neste momento parte do equipamento já se encontra em Nampula faltando apenas o de hidrogénio. Caso a província conte com a estação de aerológica as previsões feitas pelo INAM irão aproximar-se cada vez mais a realidade, permitindo que os residentes deste ponto estejam precavidos de possíveis calamidades naturais. O INAM em Nampula não descarta a possibilidade de contar com radares para facilitar a recolha de dados das previsões meteorológicas.     [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/MaHkQNSbCJU” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Pescadores de Moçambique temem que reassentamento os afaste do mar

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Uma comunidade de 100 famílias que vive do mar no norte de Moçambique corre o risco de ter de levar os barcos com o resto da mobília para uma nova casa, longe da costa. O alerta é lançado por organizações da sociedade civil: Milamba é um pormenor por acautelar, num processo de deslocação de 1500 pessoas que até tem sido avaliado de forma positiva. O reassentamento da população que vive na área de sete mil hectares da península de Afungi, em Palma, província de Cabo Delgado, está em marcha desde novembro. O local vai receber os ramais de gás natural (GN) extraído em alto mar. O combustível vai ser conduzido até ali onde dentro de seis anos deverá estar pronta uma fábrica de liquefação para exportar gás para todo o mundo em navios cisterna gigantes, um dos maiores investimentos globais do género, a cargo de um consórcio internacional liderado pela petrolífera norte-americana Anadarko. No meio do cenário, a situação de Milamba parece “pouco estudada”, refere Fátima Mimbire, membro do Centro de Integridade Pública (CIP) de Moçambique. A povoação “é tratada como parte da comunidade de Quitupo”, cuja maioria dos residentes depende de terras, “mas Milamba vive eminentemente da costa e vai ser transferida para o continente. Isto é uma violência”, sublinha. Há pescadores com barcos que se arriscam a deixar de ver o mar e a maioria das mulheres pode perder a sua fonte de rendimento, as ostras e os caranguejos que apanham nas praias e noutros locais junto à costa. “Durante uma missão ao local, falámos com eles e têm esta preocupação que de forma reiterada nos foi colocada”, tantas vezes quantas as que a comunidade já pediu reuniões ao governo local, mas sem obter resposta, refere Fátima Mimbire. “Não estão a ter o tratamento adequado”, acrescenta aquela responsável, sublinhando que as ONGs que acompanham o reassentamento já alertaram para a urgência do assunto. “Milamba não tem uma voz que se faça ouvir” por entre a maioria da população de Quitupo. A mudança está para breve, “é para já, temos de correr porque é urgente”, destaca. Fátima Mimbire acredita que Milamba não tem de seguir o rumo de toda a população de Quitupo e que é possível encontrar terras para construir novos lares junto à costa, por exemplo, na zona de Maganja, de tradição costeira. O procedimento de exceção nem sequer é novidade, realça. “Em Tete [província do interior oeste de Moçambique, dominada por minas de carvão] houve um reassentamento disperso”, ou seja, quem estava em meio rural continuou no mesmo ambiente, assim como quem estava em meio urbano. “Pelo mundo conhecemos exemplos de comunidades que foram reassentadas em zonas diferentes do ambiente a que estão acostumadas e isso afetou-as”, acrescenta a dirigente do CIP. As Nações Unidas preveem também que nestes casos “as comunidades sejam reassentadas em ambiente igual ao qual estão acostumadas”, sublinha. Caso contrário, Milamba pode ter de enfrentar “um processo de adaptação muito penoso”. Questionada pela Lusa, a petrolífera Anadarko refere que tem “interagido com os membros das comunidades para garantir que eles estejam envolvidos em cada etapa do processo, incluindo a seleção do local de reassentamento, o desenho das casas e dos espaços comunitários na nova vila”. No caso particular de Milamba “está prevista a atribuição de locais alternativos” para prática das atividades de sustento, a par da “construção de estradas ligando a vila de reassentamento a esses locais, aos locais de conservação do pescado, mercados, entre outros”. “Estamos focados na realização dos nossos programas de forma sustentável e com o maior respeito pelos direitos das pessoas abrangidas”, conclui a Anadarko.


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Quatro empresas distinguidas com “Made in Mozambique”

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Mais 4 empresas que operam em Moçambique foram distinguidas com o selo “Made in Mozambique”. A Cola-Cola Sabco limitada, Limak, Cimentos Moçambique e a Pálas Compex limitada foram agraciadas devido ao cumprimento rigoroso das normas de qualidade e excelência e a preferência pelo conteúdo local na produção comercialização e prestação dos seus serviços. Devidamente inspeccionadas por equipas de normalização e qualidade, as quatro empresas demonstraram o cumprimento rigoroso das normas de qualidade e excelência e preferência pelo conteúdo local. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/s6WrTJ9WYLQ” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Incineradas quantidades significativas de ecstasy, heroína e marijuana na Beira

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Gabinete  Provincial de Prevenção e Combate à Droga de Sofala incinera diverso tipo de droga na cidade da Beira. Trata-se de ekstasy, heroína e marijuana, vulgo suruma,.   Entre estupefacientes destruídos, constam sessenta comprimidos apreendidos em Novembro do ano passado na posse do DJ Eduardo PM, agora detido na cadeia central da Beira. Segundo as autoridades policiais, aliado ao caso de venda e consumo de drogas, outras vinte e oito pessoas encontram-se detidas em Sofala. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/gwcCxR_wDFM” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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EDM sugere “Apagão” por 1 hora no sábado para celebrar a Hora do Planeta

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A empresa Electricidade de Moçambique informa que, sábado, dia 24 de Março, entre às 20:30h e 21:30h, será observado em Moçambique e a nível mundial a Hora do Planeta. Trata-se de um movimento voluntário que teve início em 2007, em Sydney, na Austrália, quando 2,2 ,ilhoes de pessoas e mais de duas mil empresas apagaram as luzes, por uma hora, numa tomada de posiçao contra as Mudanças Climáticas. A EDM convida a toda sociedade moçambicana a participar neste movimento, apagando as luzes no dia 24 de Março, no período em referência.  


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Presidente da República considera uma afronta ao Estado moçambicano os ataques em Mocímboa da Praia

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O Presidente da República diz que, os ataques a Mocimboa da Praia é uma verdadeira afronta ao Estado moçambicano.Filipe Nyusi quer a responsabilização dos autores do crime que tem perturbado a população daquele ponto do país.O Chefe do Estado reconhece o papel desempenado pelas Forças de Defesa mas apela para a necessidade de replicação de esforços para acabar com esta prática.Por outro lado, o chefe do estado e do partido no poder, considera que os membros do Comité Central e demais moçambicanos devem pautar pela racionalização de custos para minimizar o impacto da crise económica que afecta o país.Já os gestores públicos são chamados a mobilizar recursos para novos investimentos olhando para a racionalização de custos como um pressuposto que norteie o seu normal funcionamento.


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