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Conferência “Crescendo Azul”: Chefe de Estado, Filipe Nyusi, dirigiu cerimónia de abertura, em Maputo

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O Fundo Internacional para o desenvolvimento agrícola ,FIDA , vai disponibilizar oitenta e cinco milhões de dólares no triénio 2019-2021 para apoio a vários projectos em Moçambique O FIDA diz que esta a negociar com governo moçambicano novos modelos de financiamento para responder a questão das mudanças climáticas incluindo a reconstrução pois IDAI.


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Conferência “Crescendo Azul”: Chefe de Estado, Filipe Nyusi, dirigiu cerimónia de abertura, em Maputo

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O Fundo Internacional para o desenvolvimento agrícola ,FIDA , vai disponibilizar oitenta e cinco milhões de dólares no triénio 2019-2021 para apoio a vários projectos em Moçambique O FIDA diz que esta a negociar com governo moçambicano novos modelos de financiamento para responder a questão das mudanças climáticas incluindo a reconstrução pois IDAI.


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Caso INSS: Detida em Maputo Filomena Sumbana

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Filomena Sumbana, esposa do empresário Fernando Sumbana, foi detida na manhã de ontem 21 de Maio de 2019, em Maputo, no âmbito do caso do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). O caso já levou à prisão preventiva da antiga embaixadora de Moçambique em Angola, Helena Taipo, que já exerceu a função de Ministra do Trabalho, quando registou-se o desvio de fundos do INSS, segundo escreve a “Carta”, na sua edição de hoje 22 de Maio de 2019. Para além da detida, um dos filhos do casal Sumbana, também é arguido no processo e beneficiou, recentemente, de liberdade provisória sob caução. Segundo a “Carta”, Filomena e Lúcio são administradores de uma empresa familiar, a Final Holdings.


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Caso INSS: Detida em Maputo Filomena Sumbana

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Filomena Sumbana, esposa do empresário Fernando Sumbana, foi detida na manhã de ontem 21 de Maio de 2019, em Maputo, no âmbito do caso do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). O caso já levou à prisão preventiva da antiga embaixadora de Moçambique em Angola, Helena Taipo, que já exerceu a função de Ministra do Trabalho, quando registou-se o desvio de fundos do INSS, segundo escreve a “Carta”, na sua edição de hoje 22 de Maio de 2019. Para além da detida, um dos filhos do casal Sumbana, também é arguido no processo e beneficiou, recentemente, de liberdade provisória sob caução. Segundo a “Carta”, Filomena e Lúcio são administradores de uma empresa familiar, a Final Holdings.


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Comboio descarrila e mata na Linha de Machipanda

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Quatro pessoas morreram, seis contraíram ferimentos, igual número, encontra-se desaparecida na sequência do descarrilamento de um comboio de mercadorias, ocorrido na manhã de hoje (22), em Belasse, na Linha de Machipanda. A composição da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, que circulava no sentido Beira-Machipanda, com uma equipa de escolta da Empresa de Segurança, SAL, indica um comunicado emitido pela companhia ferroviária. Em relação aos danos materiais, os CFM indicam que houve o registo da queda de 27 vagões carregados de contentores e três tanques de gasóleo. A equipa de socorro do CFM já se encontra no local tendo em vista localizar os elementos desaparecidos, bem como iniciar com o processo de apuramento das causas do acidente para posterior reabertura da linha. A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique lamenta as mortes.


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Comboio descarrila e mata na Linha de Machipanda

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Quatro pessoas morreram, seis contraíram ferimentos, igual número, encontra-se desaparecida na sequência do descarrilamento de um comboio de mercadorias, ocorrido na manhã de hoje (22), em Belasse, na Linha de Machipanda. A composição da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, que circulava no sentido Beira-Machipanda, com uma equipa de escolta da Empresa de Segurança, SAL, indica um comunicado emitido pela companhia ferroviária. Em relação aos danos materiais, os CFM indicam que houve o registo da queda de 27 vagões carregados de contentores e três tanques de gasóleo. A equipa de socorro do CFM já se encontra no local tendo em vista localizar os elementos desaparecidos, bem como iniciar com o processo de apuramento das causas do acidente para posterior reabertura da linha. A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique lamenta as mortes.


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Dívidas não declaradas : Ex-executiva da Credit Suisse entrega-se à justiça americana

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A antiga banqueira do Credit Suisse, Detelina Subeva, assumiu esta segunda-feira a acusação de conspiração para lavagem de dinheiro, no âmbito do processo sobre as dívidas não declaradas contraídas com garantia do Estado moçambicano, cujo processo corre trâmites no Tribunal de Brooklyn, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.   “Concordei, juntamente com outros, em ajudar a lavar as receitas de actividades criminais, nomeadamente subornos ilegais pagos por uma empresa chamada Privinvest e pelo seu representante, Jean Boustani”, disse Subeva ao juiz William Kuntz II, durante uma audiência realizada esta segunda-feira.   A antiga vice-presidente da unidade de financiamento global do Credir Suisse disse que os pagamentos ilícitos foram feitos em 2013 e estavam ligados a um empréstimo concedido a uma empresa pública moçambicana.   De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, Subeva explicou ao juiz que o seu chefe, Andrew Pearse, lhe disse que ia transferir 200 mil dólares para uma conta que ela tinha recentemente aberto, dinheiro que provinha de subornos pagos por Boustani, no valor global de um milhão de dólares americanos.   ”Eu aceitei ficar com estes dinheiros sabendo que eram provenientes de actividades ilegais”, confessou a antiga banqueira, que viu o Ministério Público norte-americano desistir de três outras acusações de conspiração, não sendo ainda claro se também foi feito um acordo sobre a pena, que pode ir de ficar em liberdade, até 20 anos de cadeia.   A antiga banqueira tornou-se assim na primeira pessoa a dar-se como culpada de um esquema financeiro que a acusação norte-americana diz que chega aos dois mil milhões de dólares, no âmbito do escândalo das dívidas não declaradas.   Entre os envolvidos figuram Jean Boustani, que está detido em Nova Iorque; Pearse e Singh, detidos no Reino Unido, e o antigo ministro moçambicano das Finanças, Manuel Chang, detido em Joanesburgo desde finais de Dezembro de 2018, enfrentando um pedido de extradição para os Estados Unidos.   A investigação alega que a operação de financiamento de 2,2 mil milhões de dólares para criar as empresas Ematum, Proindicus e MAM “é um vasto caso de corrupção e branqueamento de capitais”. – (Lusa)


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Dívidas não declaradas : Ex-executiva da Credit Suisse entrega-se à justiça americana

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A antiga banqueira do Credit Suisse, Detelina Subeva, assumiu esta segunda-feira a acusação de conspiração para lavagem de dinheiro, no âmbito do processo sobre as dívidas não declaradas contraídas com garantia do Estado moçambicano, cujo processo corre trâmites no Tribunal de Brooklyn, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.   “Concordei, juntamente com outros, em ajudar a lavar as receitas de actividades criminais, nomeadamente subornos ilegais pagos por uma empresa chamada Privinvest e pelo seu representante, Jean Boustani”, disse Subeva ao juiz William Kuntz II, durante uma audiência realizada esta segunda-feira.   A antiga vice-presidente da unidade de financiamento global do Credir Suisse disse que os pagamentos ilícitos foram feitos em 2013 e estavam ligados a um empréstimo concedido a uma empresa pública moçambicana.   De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, Subeva explicou ao juiz que o seu chefe, Andrew Pearse, lhe disse que ia transferir 200 mil dólares para uma conta que ela tinha recentemente aberto, dinheiro que provinha de subornos pagos por Boustani, no valor global de um milhão de dólares americanos.   ”Eu aceitei ficar com estes dinheiros sabendo que eram provenientes de actividades ilegais”, confessou a antiga banqueira, que viu o Ministério Público norte-americano desistir de três outras acusações de conspiração, não sendo ainda claro se também foi feito um acordo sobre a pena, que pode ir de ficar em liberdade, até 20 anos de cadeia.   A antiga banqueira tornou-se assim na primeira pessoa a dar-se como culpada de um esquema financeiro que a acusação norte-americana diz que chega aos dois mil milhões de dólares, no âmbito do escândalo das dívidas não declaradas.   Entre os envolvidos figuram Jean Boustani, que está detido em Nova Iorque; Pearse e Singh, detidos no Reino Unido, e o antigo ministro moçambicano das Finanças, Manuel Chang, detido em Joanesburgo desde finais de Dezembro de 2018, enfrentando um pedido de extradição para os Estados Unidos.   A investigação alega que a operação de financiamento de 2,2 mil milhões de dólares para criar as empresas Ematum, Proindicus e MAM “é um vasto caso de corrupção e branqueamento de capitais”. – (Lusa)


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Acções da HCB à venda para nacionais

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A HIDROELÉCTRICA de Cahora Bassa (HCB) anunciou ontem que vai disponibilizar, em breve, 680 milhões de acções para cidadãos, empresas e instituições moçambicanas. As acções a serem vendidas representam 2.5 por cento, de um total de 7.5 por cento que a empresa pretende vender no âmbito de umarecomendação feita aos accionistas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, com o objectivo de promover a inclusão económica dos moçambicanos e demonstrar a predisposição do empreendimento na adesão às boas práticas internacionalmente de governação corporativa. Ontem, representantes da HCB, Bolsa de Valores de Moçambique e do consórcio constituído pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e Banco BIG anunciaram o arranque formal da campanha de promoção da operação pública de venda das acções, devendo a subscrição das mesmas decorrer entre 17 de Junho e 12 de Julho de 2019. De acordo com o presidente da HCB, Pedro Couto, o preço unitário da acção será de três meticais e todos os cidadãos, empresas e instituições nacionais elegíveis, poderão fazer a sua subscrição para a compra através das plataformas disponíveis, nomeadamente balcões dos bancos intermediários do mercado bolsista moçambicano. “Incluímos também como meios de subscrição uma aplicação para smartphones e a tecnologia USSD destinada especialmente aos cidadãos nacionais que se encontram nas zonas remotas e que não tenham conta bancária, dado o relativo baixo nível de bancarização ainda prevalecente no país”, disse Couto. Entretanto, Paulo Sousa, presidente do Conselho de Administração do BCI, falando sobre a estruturação da oferta pública de venda das acções da HCB, afirmou que o lote mínimo de subscrição para os pequenos investidores nacionais são 20 acções, o que corresponde a um valor de 60 meticais, enquanto o máximo são 7500 acções que custam 22.500 meticais. “Para os investidores nacionais singulares, o lote mínimo de subscrição são 1000 acções, enquanto para as entidades colectivas, o mínimo permitido são 20000 acções”, afirmou Paulo Sousa. Já o presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, Salim Valá, disse que com a HCB passarão a ser cinco operações públicas de venda de acções feitas através da sua instituição, apontando os casos da Cervejas de Moçambique (CDM), Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH), CETA e Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE). “Neste momento, temos registado na Central de Valores Imobiliários da BVM cerca de 7150 investidores, acreditando-se que com a operação da HCB o número aumente para 40 mil”, disse Valá.


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Acções da HCB à venda para nacionais

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A HIDROELÉCTRICA de Cahora Bassa (HCB) anunciou ontem que vai disponibilizar, em breve, 680 milhões de acções para cidadãos, empresas e instituições moçambicanas. As acções a serem vendidas representam 2.5 por cento, de um total de 7.5 por cento que a empresa pretende vender no âmbito de umarecomendação feita aos accionistas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, com o objectivo de promover a inclusão económica dos moçambicanos e demonstrar a predisposição do empreendimento na adesão às boas práticas internacionalmente de governação corporativa. Ontem, representantes da HCB, Bolsa de Valores de Moçambique e do consórcio constituído pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e Banco BIG anunciaram o arranque formal da campanha de promoção da operação pública de venda das acções, devendo a subscrição das mesmas decorrer entre 17 de Junho e 12 de Julho de 2019. De acordo com o presidente da HCB, Pedro Couto, o preço unitário da acção será de três meticais e todos os cidadãos, empresas e instituições nacionais elegíveis, poderão fazer a sua subscrição para a compra através das plataformas disponíveis, nomeadamente balcões dos bancos intermediários do mercado bolsista moçambicano. “Incluímos também como meios de subscrição uma aplicação para smartphones e a tecnologia USSD destinada especialmente aos cidadãos nacionais que se encontram nas zonas remotas e que não tenham conta bancária, dado o relativo baixo nível de bancarização ainda prevalecente no país”, disse Couto. Entretanto, Paulo Sousa, presidente do Conselho de Administração do BCI, falando sobre a estruturação da oferta pública de venda das acções da HCB, afirmou que o lote mínimo de subscrição para os pequenos investidores nacionais são 20 acções, o que corresponde a um valor de 60 meticais, enquanto o máximo são 7500 acções que custam 22.500 meticais. “Para os investidores nacionais singulares, o lote mínimo de subscrição são 1000 acções, enquanto para as entidades colectivas, o mínimo permitido são 20000 acções”, afirmou Paulo Sousa. Já o presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, Salim Valá, disse que com a HCB passarão a ser cinco operações públicas de venda de acções feitas através da sua instituição, apontando os casos da Cervejas de Moçambique (CDM), Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH), CETA e Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE). “Neste momento, temos registado na Central de Valores Imobiliários da BVM cerca de 7150 investidores, acreditando-se que com a operação da HCB o número aumente para 40 mil”, disse Valá.


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