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HCB procura novas fontes de produção de energia eléctrica

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A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, em Tete, está a levar a cabo um estudo para identificar novas alternativas de produção de energia, com vista a fazer face a uma eventual escassez de água no rio Zambeze, devido às mudanças climáticas.Trata-se de um estudo cujo projecto vai permitir diversificar a produção e venda de energia eléctrica no país e na região austral de África.Moisés Machava, administrador da HCB, disse à Rádio Moçambique que a estratégia visa encontrar outras fontes de produção de corrente eléctrica nos próximos anos, à luz da implementação do projecto de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.Moisés Machava, que falava em Xai-Xai, Gaza, sul do país, garantiu que actualmente a albufeira de Cahora Bassa continua com bons níveis de armazenamento de água para a produção de energia eléctrica, estimados em 93 por cento.Moçambique é um dos poucos países em África que possui, actualmente, um excesso de oferta de energia eléctrica (mas contrasta com a taxa de acesso da mesma à população), graças à energia hídrica disponível a partir da barragem de Cahora Bassa, que tem uma capacidade instalada de cerca de 73 por cento da capacidade de geração instalada do país.A HCB tem como meta para 2019 uma produção de 14,809 gigawatts hora. Em 2018, a produção fixou-se em 13,659 gigawatts hora.


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HCB procura novas fontes de produção de energia eléctrica

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A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, em Tete, está a levar a cabo um estudo para identificar novas alternativas de produção de energia, com vista a fazer face a uma eventual escassez de água no rio Zambeze, devido às mudanças climáticas.Trata-se de um estudo cujo projecto vai permitir diversificar a produção e venda de energia eléctrica no país e na região austral de África.Moisés Machava, administrador da HCB, disse à Rádio Moçambique que a estratégia visa encontrar outras fontes de produção de corrente eléctrica nos próximos anos, à luz da implementação do projecto de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.Moisés Machava, que falava em Xai-Xai, Gaza, sul do país, garantiu que actualmente a albufeira de Cahora Bassa continua com bons níveis de armazenamento de água para a produção de energia eléctrica, estimados em 93 por cento.Moçambique é um dos poucos países em África que possui, actualmente, um excesso de oferta de energia eléctrica (mas contrasta com a taxa de acesso da mesma à população), graças à energia hídrica disponível a partir da barragem de Cahora Bassa, que tem uma capacidade instalada de cerca de 73 por cento da capacidade de geração instalada do país.A HCB tem como meta para 2019 uma produção de 14,809 gigawatts hora. Em 2018, a produção fixou-se em 13,659 gigawatts hora.


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Inquéritos orçamentos familiares: Revelam que Moçambique registou uma redução da pobreza em 5.5%

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O país registou uma redução da pobreza em 5.5% em dados comparados de inquéritos aos orçamentos familiares de 2008-2009 a 2014-2015, de acordo com o Presidente do Instituto Nacional de Estatística que recomenda apuramento de dados realísticos no campo. Rosário Fernandes falava no encontro de auscultação sobre os Inquéritos aos Orçamentos Familiares que decorre, em Maputo. (


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Inquéritos orçamentos familiares: Revelam que Moçambique registou uma redução da pobreza em 5.5%

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O país registou uma redução da pobreza em 5.5% em dados comparados de inquéritos aos orçamentos familiares de 2008-2009 a 2014-2015, de acordo com o Presidente do Instituto Nacional de Estatística que recomenda apuramento de dados realísticos no campo. Rosário Fernandes falava no encontro de auscultação sobre os Inquéritos aos Orçamentos Familiares que decorre, em Maputo. (


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Visita Presidencial a Tete: PR apela a união da sociedade contra acções criminosas em Cabo delgado

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Presidente da República apela união de todas as forças vivas da sociedade e da população em geral para o combate das acções criminosas protagonizadas por insurgentes na província nortenha de Cabo Delgado. Filipe Nyusi, garante continuar a trabalhar incansavelmente para repor a ordem, segurança e tranquilidade públicas naquela região.


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Visita Presidencial a Tete: PR apela a união da sociedade contra acções criminosas em Cabo delgado

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Presidente da República apela união de todas as forças vivas da sociedade e da população em geral para o combate das acções criminosas protagonizadas por insurgentes na província nortenha de Cabo Delgado. Filipe Nyusi, garante continuar a trabalhar incansavelmente para repor a ordem, segurança e tranquilidade públicas naquela região.


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Corrupção e ataques minam projectos do Estado – afirma PR

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    O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que a corrupção, os desastres naturais e os ataques em Cabo Delgado minam a realização dos grandes projectos do Estado que poderiam assegurar o bem-estar dos cidadãos. Segundo o Chefe do Estado, estes constrangimentos merecem um tratamento mais audaz e eficaz para oferecer melhores oportunidades aos moçambicanos, de modo a contribuir da melhor forma para o desenvolvimento social e económico do país. Falando ontem em Quelimane, província da Zambézia, na abertura da II sessão Ordinária do Comité Nacional da Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional, o Presidente Nyusi encorajou as famílias afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth a continuar na busca de capacidade de resiliência, adoptando soluções locais para a retoma normal das suas vidas. Nyusi recordou que os desastres naturais causaram luto e destruição de importantes infra-estruturas socioeconómicas de suporte ao desenvolvimento, afectando sobremaneira o crescimento do país. O mais alto magistrado da nação reiterou que o Governo vai, no contexto da reconstrução pós-desastres naturais, garantir a inclusão de todos os afectados, bem como a gestão transparente dos recursos disponíveis, tendo reiterado o agradecimento à resposta dada pelos parceiros e doadores na assistência e alocação de fundos para reerguer o que foi destruído. Entretanto, pouco depois de chegar a Quelimane no sábado, o Presidente da República prometeu que o seu Governo está a projectar uma Zambézia do futuro, através da construção de vários empreendimentos socioeconómicos para garantir a absorção da mão-de-obra. Segundo ele, alguns projectos previstos não aconteceram devido a razões conjunturais e dos fenómenos calamitosos, tendo prometido que os mesmos serão retomados a partir deste ano. Neste momento, há projectos-âncora que estão na fase de execução e outros ainda por iniciar, como a central solar de Mocuba, linha férrea Moatize-Macuse e o respectivo porto de águas profundas.


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Corrupção e ataques minam projectos do Estado – afirma PR

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    O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que a corrupção, os desastres naturais e os ataques em Cabo Delgado minam a realização dos grandes projectos do Estado que poderiam assegurar o bem-estar dos cidadãos. Segundo o Chefe do Estado, estes constrangimentos merecem um tratamento mais audaz e eficaz para oferecer melhores oportunidades aos moçambicanos, de modo a contribuir da melhor forma para o desenvolvimento social e económico do país. Falando ontem em Quelimane, província da Zambézia, na abertura da II sessão Ordinária do Comité Nacional da Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional, o Presidente Nyusi encorajou as famílias afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth a continuar na busca de capacidade de resiliência, adoptando soluções locais para a retoma normal das suas vidas. Nyusi recordou que os desastres naturais causaram luto e destruição de importantes infra-estruturas socioeconómicas de suporte ao desenvolvimento, afectando sobremaneira o crescimento do país. O mais alto magistrado da nação reiterou que o Governo vai, no contexto da reconstrução pós-desastres naturais, garantir a inclusão de todos os afectados, bem como a gestão transparente dos recursos disponíveis, tendo reiterado o agradecimento à resposta dada pelos parceiros e doadores na assistência e alocação de fundos para reerguer o que foi destruído. Entretanto, pouco depois de chegar a Quelimane no sábado, o Presidente da República prometeu que o seu Governo está a projectar uma Zambézia do futuro, através da construção de vários empreendimentos socioeconómicos para garantir a absorção da mão-de-obra. Segundo ele, alguns projectos previstos não aconteceram devido a razões conjunturais e dos fenómenos calamitosos, tendo prometido que os mesmos serão retomados a partir deste ano. Neste momento, há projectos-âncora que estão na fase de execução e outros ainda por iniciar, como a central solar de Mocuba, linha férrea Moatize-Macuse e o respectivo porto de águas profundas.


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