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Crentes da Igreja Católica expectantes quanto a visita do Papa Francisco

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Volvidos 30 anos após a visita do papa João Paulo Segundo ao país, crentes da igreja Católica em Maputo estão ansiosos para ver e ouvir mensagens que o líder do Vaticano trás para Moçambicanos. Quando faltam apenas duas semanas para a vinda do Papa Francisco, reina enorme expectativa no seio daqueles que em 1988, viram Sumo Pontífice, quando ainda eram jovens.


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PCA do INSS: Legalizada prisão preventiva de Francisco Mazoio

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Foi hoje legalizada a prisão preventiva de Francisco Feliciano Mazoio, Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Segurança Social. Segundo o processo número 31/11/P/2019, a correr termos no Gabinete Central de Combate a Corrupção, Francisco Mazoio é acusado de crimes de Peculato, Corrupção e Falsificação.


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Dívidas não declaradas: Ouvidos mais de sessenta declarantes e testemunhas

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Mais de sessenta pessoas foram ouvidas como declarantes e testemunhas durante a instrução do processo-crime sobre as dívidas não declaradas, agora acusado e remetido ao Tribunal Judicial da cidade de Maputo para procedimentos subsequentes. Entre elas constam parentes dos 20 co-arguidos, a vários níveis, incluindo irmãos e primos, além de alguns membros do Governo e dos Conselhos de Administração das empresas PROÍNDICUS, EMATUM e MAM, que beneficiaram das dívidas avalizadas pelo Estado. Das audições promovidas pelos investigadores do processo, foram ainda recolhidos documentos de escritura pública e outros que fazem prova fiel dos factos, assim como o relatório da Krol e o contrato de fornecimento de equipamento pelo Grupo Previnvest. A acusação, segundo dados em poder do “notícias”, faz menção ao facto de os co-arguidos Gregório Leão, António Carlos do Rosário, Cipriano Mutota, Teófilo Nhangumele, Armando Ndambi Guebuza, Bruno Tandane Langa e Ângela Leão terem, directa ou indirectamente, criado condições para a celebração dos contratos de financiamento e de fornecimento de bens pelas três empresas. Com esta atitude, o grupo desrespeitou os critérios e os limites legais e corroeu a credibilidade do Estado, prejudicando a economia nacional. A ilegalidade contou com a intervenção de Jean Boustany, sobrinho directo de Iskandar Safa, presidente do Grupo Previnvest Holding. Safa goza da dupla nacionalidade, francesa e libanesa. Os arguidos, segundo a acusação, ao receberem dinheiro da Previnvest, integrando-o nas suas esferas patrimoniais, pretenderam delapidar o património do Estado moçambicano. Em virtude da actividade criminosa dos arguidos, o Estado moçambicano ficou em situação económica difícil, refere o documento.


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Nyusi visita hoje Cabo Delgado

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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, efectua hoje uma visita de trabalho à província de Cabo Delgado, indica um comunicado de imprensa emitido pela Presidência da República. Nesta província, o Chefe do Estado moçambicano vai escalar o distrito de Mecúfi, onde tem agendada a inauguração de uma agência bancária, no âmbito da iniciativa presidencial “Um Distrito, Um Banco”, refere o documento. Naquele distrito, o estadista vai, igualmente, inaugurar uma escola secundária local, lê-se na nota. Ainda esta manhã, Nyusi inaugura o edifício-sede do Ministério das Finanças, na capital do país, constituído por duas torres de 19 andares, cada, quevai concentrar todas as unidades orgânicas do ministério, que antes funcionavam em lugares dispersos, o que permitirá a facilitação de comunicação entre os diferentes sectores, bem como melhorar a acessibilidade dos serviços públicos de excelência aos utentes.


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Luz verde para o início das obras: Aprova programa de reconstrução pós-ciclones

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O programa de reconstrução pós-ciclones Idai e Kenneth recebeu luz verde do Governo esta terça-feira, abrindo caminho para o efectivo arranque das obras de reposição das infra-estruturas danificadas pelos dois fenómenos, que em Março e Abril últimos atingiram sete províncias do país. Segundo o Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Osvaldo Machatine, já estão assegurados 1.05 milhões de dólares norte-americanos dos 1.2 prometidos pelos parceiros de cooperação na conferência internacional de doadores realizada a 31 de Maio e 1 de Junho na cidade da Beira. Ligado a esta agenda, o ministro Machatine rubricou, ontem, um acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), ao abrigo do qual este organismo vai alocar 72.2 milhões de dólares para financiar a recuperação social das comunidades atingidas por aqueles eventos naturais. Embora o fluxo dos fundos esteja a decorrer dentro do previsto, Machatine lembrou que o levantamento realizado pelo Gabinete de Reconstrução instalado pelo Governo estimou em 3.2 mil milhões de dólares norte-americanos o valor necessário para a reconstrução dos empreendimentos destruídos. Relativamente aos fundos do PNUD, a nossa Reportagem apurou que os mesmos serão aplicados numa iniciativa denominada Mecanismo de Recuperação, baseada no Gabinete de Reconstrução Pós-ciclones. O mecanismo assenta em três pilares, nomeadamente recuperação social das comunidades através da disponibilização de meios de subsistência e empoderamento da mulher; reconstrução de infra-estruturas, com destaque para casas de famílias vulneráveis totalmente destruídas e fortalecimento institucional do gabinete que lidera as acções nas sete províncias afectadas. O representante interino do PNUD, Alfredo Teixeira, disse na ocasião que a necessidade de reconstruir melhor é um imperativo num contexto de mudanças climáticas e destacou o cometimento da sua instituição em ajudar Moçambique a fortalecer a resiliência face a eventos naturais como ciclones. Acrescentou que o financiamento do mecanismo de recuperação constitui sinal de compromisso do PNUD a longo prazo com a causa da reconstrução pós-ciclones. Por sua vez, o ministro Machatine destacou ser importante intervir primeiro no tecido humano e na minimização do sofrimento de milhares de famílias que tudo perderam. Apontou que a iniciativa suportada pelo PNUD tem o mérito de dedicar atenção ao empoderamento da mulher, peça chave em qualquer esforço de melhoria social das comunidades.


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Apesar de adversidades o país registou um PIB de 4,4 % nos últimos 5 anos

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Apesar das adversidades impostas por vários factores, o Produto Interno Bruto moçambicano registou, no presente quinquénio, um crescimento médio anual em torno de 4,4 por cento, reflectindo uma crescente diversificação da economia. O mesmo aconteceu nas Reservas Internacionais Líquidas que mostraram uma robustez, permitindo cobrir, cerca de 7 meses de importação de bens e serviços.


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