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Produção e processamento da castanha: Subsector contribui com cerca de 140 mil toneladas por campanha agrícola

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Subsector de produção de castanha de caju contribui com cerca de 140 mil toneladas por campanha agrícola. O subsector agrícola contribui com mais de 17 mil postos de trabalho mas os elevados custos de produção e processamento da castanha afectam o funcionamento normal. Constatações do Primeiro Conselho Técnico do Instituto de Fomento do Caju realizado esta quinta-feira, em Maputo.


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Junta Militar da Renamo poderá ter sido a autora do crime de Zimpinga

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Junta militar podera ter sido a autora dos ataques registados esta 3ª Feira em Zimpinga, distrito de Gondola em Manica. O general Mariano Nyongo, que falou por via telefónica a imprensa, descarta o acordo de paz definitiva, condicionando a paragem do processo eleitoral para dar lugar ao enquadramento das forças residuais nos diversos ramos das forças de defesa e segurança.


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Fracas chuvas na época 2019/20: Agricultura recomenda aposta nas zonas baixas

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Cultivar nas zonas baixas para aproveitar a humidade residual e privilegiar o uso de sementes de ciclo curto pode ser a solução para produtores da região Sul do país na próxima época agrícola, ante um prognóstico de baixos níveis de precipitação na época chuvosa 2019/2020, sobretudo no período de Janeiro a Março. No geral, o sector da Agricultura e Segurança Alimentar perspectiva uma boa campanha agrícola nas regiões centro e norte do país, onde se prevê chuva em quantidades que poderão satisfazer as culturas durante o período. Segundo Hiten Jantilal, da Direcção Nacional da Agricultura e Silvicultura (DNAS), o sector vai monitorar a evolução da campanha agrária, tendo sido desenhado um plano de intervenção para a segunda época agrícola. “Esperamos que a zona sul tenha, nos primeiros três meses, uma precipitação moderada. A grande preocupação é que esta região vem de um cenário de seca na campanha anterior e esta previsão não é das melhores”, disse Jantilal. Para fazer face ao cenário de baixo índice de satisfação hídrica na região sul, perspectivam-se sementeiras antecipadas com uso de sementes de curta duração, além do aproveitamento de culturas como milho, feijão vulgar, feijão-nhemba, amendoim, batata-doce e mandioca. Se por um lado há preocupação com a fraca precipitação, por outro há o risco de inundações nas zonas centro e norte, que obriga o pelouro a desenhar um plano de intervenção para evitar a perda de culturas, como aconteceu na época passada. “Sem dúvidas que as inundações serão uma preocupação, sobretudo para a segunda metade da época chuvosa, nas zonas ribeirinhas e nos leitos dos rios que nascem nos países vizinhos. É por isso que temos intervenções previstas para evitar a devastação de culturas. Vamos alertar os produtores a retirarem instrumentos agrícolas e animais de pequeno e grande porte”, disse. Refira-se que o prognóstico da época chuvosa que se avizinha perspectiva o alcance do nível pleno de armazenamento nas barragens de Cahora Bassa, Muda, Nampula, Nacala e Chipembe. Enquanto isso, as barragens da zona sul, à excepção de Massingir, poderão não chegar a 60 por cento de armazenamento, atendendo que estiveram sob uma estiagem severa nas últimas épocas. Jornal Notícias


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Força Aérea dos EUA planeia criar o seu próprio carro voador

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O ramo das forças armadas norte-americanas será uma das rivais de empresas como a Uber ou a Boeing. Não há falta de empresas com planos para lançar os seus próprios carros voadores mas, de acordo com o Defense One, a Força Aérea dos EUA pretende ser uma das que contribuirá para este mercado com o seu próprio modelo. O programa Agility Prime será desenvolvido pelo Air Force Research Laboratory já a partir deste outono, com o ramo das forças armadas norte-americano a esperar desenvolver modelos de carros voadores que possam competir com as propostas de empresas tecnológicas, entre elas a Uber e a Boeing. Sabe-se também que este projeto tem um objetivo comercial e não será apenas para uso militar.


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PRM investiga incêndio à residência da mãe de Araújo

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A Polícia da República de Moçambique (PRM), a nível da província da Zambézia, está a trabalhar com vista a neutralizar um grupo de cinco indivíduos que, na madrugada de ontem, incendiou, com recurso a gasolina, uma residência na cidade de Quelimane. Segundo dados em nosso poder, a residência incendiada é propriedade da mãe de Manuel de Araújo, candidato a governador da província da Zambézia pela Renamo, sem, no entanto, causar danos humanos.Na altura do atentado, segundo o porta-voz do comando provincial da Polícia, Sidner Lonzo, citando relatos do guarda da casa, a mãe de Manuel Araújo não se encontrava na residência, localizada no populoso bairro suburbano de Coalane II, na cidade de Quelimane.Do incêndio resultou a destruição parcial da residência, sobretudo a parte interior.De acordo com relatos no local, a única ocupante da residência, uma menor com cerca de quatro anos, escapou com vida, salva pelo guarda, que terá conseguido soltar-se após a retirada dos indivíduos.O porta-voz da PRM, que esteve hoje no local, disse à AIM que no local foram colhidos indícios pela equipa de peritagem do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que poderão constituir matéria de investigação.“É prematuro avançar se há ou não pistas, as equipas estão no terreno a trabalhar a todo o gás, com vista a esclarecer este caso, o mais rápido possível”, afirmou Lonzo.“A única informação que pode ser ainda aprofundada é o facto destes, quando da imobilização do guarda, terem referenciado que vinham da cidade da Beira (província central de Sofala) e vinham, especificamente, com a missão de tirar a vida à proprietária desta residência”, disse.Ainda citando relatos do guarda, que vivenciou a situação, a fonte policial disse que o grupo deixou no local uma catana e 10 panfletos com imagens da Renamo, o seu presidente, Ossufo Momade, e de Mariano Nhongo, líder da auto-proclamada “Junta Militar” da Renamo.“Em frente da fotografia do senhor Mariano Nhongo estava um X, simbolizando que deve-se votar em Mariano Nhongo”, acrescentou.A auto-proclamada “Junta Militar” é uma ala interna do partido Renamo. Nasceu em Agosto passado da contestação interna do actual presidente daquela formação política, Ossufo Momade, a quem não reconhece legitimidade de dirigir o partido.O grupo, liderado por Mariano Nhongo, acusa Momade de ter beneficiado, no processo de desarmamento, desmobilização e reintegração acordado com o governo, amigos e familiares, em detrimento dos “verdadeiros guerrilheiros” da Renamo. Jornal Notícias


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