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Presidente da República visita Finlândia em Junho

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, vai visitar o Reino da Finlândia em Junho, anunciou ontem, em Maputo, o ministro da Cooperação para o Desenvolvimento e Comércio Externo finlandês. “Discutimos a visita do Presidente à Finlândia e estamos ansiosos para o receber”, disse Ville Skinnari, citado pela Lusa, falando em Maputo após a reunião com a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, no âmbito de uma visita de trabalho que realiza a Moçambique. Ville Skinnari explicou que as discussões da reunião de ontem foram sobre a cooperação e desenvolvimento bilateral, bem como a relação com a União Europeia. “Tivemos uma reunião muito produtiva e boa e esperamos ansiosamente pela próxima vez na Finlândia, em Junho”, frisou. Por seu turno,Verónica Macamo referiu que “se deve elevar as relações económicas e empresariais para níveis mais altos”. “O desejo de Moçambique é de ver mais ainda expandida às áreas de agricultura, indústria e pescas”, afirmou Verónica Macamo, acrescentando que esteve sobre a mesa a operacionalização do plano de cooperação 2020-2024. A Finlândia tem participado no desenvolvimento rural, educação e boa governação, afirmou. “A coisa mais difícil para um pobre é a fome, a questão da agricultura e outras áreas que comparticipam na produção da comida que fossem vistas com muita atenção”, acrescentou. A visita de Ville Skinnari a Moçambique visa fortalecer a cooperação entre os dois países. Além do encontro com a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Ville Skinnari tem marcadas reuniões com o ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, com a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Namashulua, e com a presidente do parlamento, Esperança Bias. Antes de Moçambique, Ville Skinnari visitou a Tanzânia, onde também manteve encontros com quadros do Governo com o objectivo de reforçar a cooperação bilateral.


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Combate à raiva: Intervenção focada no controlo de animais

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PELO menos 380 mil cães e gatos poderão ser vacinados este ano em todo o país, no âmbito das medidas de prevenção e combate à raiva adoptadas pela autoridade veterinária nacional. Para já, está em processo a aquisição e distribuição da vacina anti-rábica para todas as províncias, acção que deverá ser acompanhada por outras medidas destinadas ao controlo da população canina no país. Segundo Fernando Rodrigues, do Departamento de Higiene e Saúde Pública na Direcção Nacional de Veterinária (DINAV), o número de casos de mordedura animal registados nos últimos tempos obriga o sector a redobrar esforços no combate à raiva. A fonte acrescentou que a autoridade veterinária está a trabalhar no aprovisionamento e reforço de vacinas, de modo a garantir que todos os cães e gatos com idade igual ou superior a três meses de idade sejam cobertos pela vacinação. “A vacinação de cães e gatos decorre durante todo o ano nos serviços distritais de actividades económicas, e temos realizado campanhas nos bairros. Embora no ano passado não tenhamos alcançado as metas, estamos convictos que no presente ano será possível vacinar os 380.588 animais previstos”, afirmou. Fernando Rodrigues entende que o controlo da doença exige mudança de abordagem, que passa pelo controlo da população canina, sensibilização para a posse responsável de animais e reforço da fiscalização para o cumprimento das posturas relacionadas à garantia da saúde pública. “O grande problema que temos é a proliferação de animais errantes, daí que o nosso foco é consciencializar as famílias a fazerem esterilização dos cães. Isso vai fazer com que eles não se reproduzam e reduzam o número de animais sem dono”, acrescentou. As campanhas de vacinação obrigatórias, medidas profiláticas que têm como objectivo proteger os animais de doenças, constituem outra das estratégias levadas a cabo pelo Estado para prevenção e controlo de doenças animais, garantindo a defesa da saúde pública. A autoridade veterinária entende que as doenças animais constituem uma ameaça ao desenvolvimento económico.


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Combate à raiva: Intervenção focada no controlo de animais

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PELO menos 380 mil cães e gatos poderão ser vacinados este ano em todo o país, no âmbito das medidas de prevenção e combate à raiva adoptadas pela autoridade veterinária nacional. Para já, está em processo a aquisição e distribuição da vacina anti-rábica para todas as províncias, acção que deverá ser acompanhada por outras medidas destinadas ao controlo da população canina no país. Segundo Fernando Rodrigues, do Departamento de Higiene e Saúde Pública na Direcção Nacional de Veterinária (DINAV), o número de casos de mordedura animal registados nos últimos tempos obriga o sector a redobrar esforços no combate à raiva. A fonte acrescentou que a autoridade veterinária está a trabalhar no aprovisionamento e reforço de vacinas, de modo a garantir que todos os cães e gatos com idade igual ou superior a três meses de idade sejam cobertos pela vacinação. “A vacinação de cães e gatos decorre durante todo o ano nos serviços distritais de actividades económicas, e temos realizado campanhas nos bairros. Embora no ano passado não tenhamos alcançado as metas, estamos convictos que no presente ano será possível vacinar os 380.588 animais previstos”, afirmou. Fernando Rodrigues entende que o controlo da doença exige mudança de abordagem, que passa pelo controlo da população canina, sensibilização para a posse responsável de animais e reforço da fiscalização para o cumprimento das posturas relacionadas à garantia da saúde pública. “O grande problema que temos é a proliferação de animais errantes, daí que o nosso foco é consciencializar as famílias a fazerem esterilização dos cães. Isso vai fazer com que eles não se reproduzam e reduzam o número de animais sem dono”, acrescentou. As campanhas de vacinação obrigatórias, medidas profiláticas que têm como objectivo proteger os animais de doenças, constituem outra das estratégias levadas a cabo pelo Estado para prevenção e controlo de doenças animais, garantindo a defesa da saúde pública. A autoridade veterinária entende que as doenças animais constituem uma ameaça ao desenvolvimento económico.


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12 mortos e uma viatura incendiada é balanço do cenário preocupante que se vive no distrito de Montepuez

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O regresso massivo de estrangeiros ilegais é apontado como a causa do ambiente de tensão que se vive, em Namanhumbiri, na mina de rubis e que já provocou 12 mortes e uma viatura incendiada, nas últimas 2 semanas. O Presidente do Conselho de Administração da Montepuez Ruby Mining, Samora Machel Júnior, diz que há vários grupos de interesses que aliciam os jovens locais para invadir a zona da concessão para fazer mineração ilegal.


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Licença de instalações eléctricas: Governo aprovou decreto que altera regulamento aprovado pelo decreto N 48/2017

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O Governo aprovou o decreto que altera o regulamento de Licença de Instalações eléctricas, aprovado pelo Decreto número 48/2017, de 29 de Novembro. Pretende-se, com a medida, melhorar o ambiente de negócios e simplificar os procedimentos de ligação de sétima categoria por potência de 39.6 KVA ou tensão acimka de 1 KVA.(


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