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Frelimo considera imperiosa a consolidação da unidade nacional e reconciliação

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A Frelimo considera imperiosa a consolidação da Unidade Nacional e reconciliação entre os moçambicanos, para o fortalecimento da paz efectiva. Quanto ao terrorismo que se vive em Cabo Delgado e aos ataques perpetrados pela Junta Militar da Renamo, o partido no poder defende a intensificação da vigilância. A FRELIMO considera indispensável o apoio e carinho às Forças de Defesa e Segurança, por todos os moçambicanos. Num comunicado enviado è redacção da TVM, a FRELIMO enaltece a bravura dos jovens das Forças da Defesa e Segurança que, inspirados na coragem e nacionalismo dos soldados de 25 de Setembro, garantem a integridade territorial, defendendo a soberania nacional. Hoje, volvidos 56 anos e alcançada que foi a Independência de Moçambique, o País caminha para consolidação do Estado de direito e democrático, onde a justiça social, a dignidade humana, os princípios de solidariedade e cultura de trabalho constituem alicerce para o progresso, desenvolvimento e bem-estar de todos os moçambicanos. A FRELIMO repugna a violação dos mais elementares direitos humanos e enaltece ainda, a nobreza da missão das nossas Forças de Defesa e Segurança, que sendo jovens, procuram servir e cumprir da melhor maneira possível, com sacrifício, voluntariedade e entrega á causa da pátria, valores que devem ser exaltados e reconhecidos pelo Povo. A FRELIMO considera indispensável o apoio e carinho às FDS, por todos os moçambicanos. No documento, a FRELIMO destaca igualmente o papel do Governo de Moçambique e do Sector da Saúde na contenção da rápida propagação da COVID-19, assegurando a estabilidade do Sistema Nacional da Saúde, evitando assim elevado número de perda de vidas humanas. O partido FRELIMO considera grave e preocupante a inobservância rigorosa das medidas de prevenção e combate à COVID-19, por parte de alguns cidadãos. Nesta ocasião, a Frelimo apela a todos os intervenientes, à população, às autoridades religiosas, tradicionais, líderes de opinião e todos os segmentos da sociedade a intensificarem a consciencialização e mobilização para conter a transmissão.


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Celebrações de 25 de Setembro: PR Nyusi diz que constituem momento de maior vigilância e prontidão das FADM

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O Comandante – Chefe das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e Presidente da República afirma que as comemorações de 25 de Setembro constituem o momento de maior vigilância e prontidão das Forcas de Defesa e Segurança face ao terrorismo em Cabo Delgado e ataques perpetrados pela Junta Militar na zona Centro do país. Filipe Nyusi apela as Forças de Defesa e Segurança para manterem intacto e indivisível o território nacional. O Comandante-Chefe das Forças Armadas de Defesa de Moçambique falava perante oficiais superiores da Força Aérea, Exército e Marinha de Guerra, a propósito das comemorações de 25 de Setembro, Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, efeméride celebrada esta sexta-feira, em todo território nacional. Filipe Nyusi elogiou a firmeza e bravura com que as Forças Armadas têm combatido o terrorismo em Cabo Delgado e ataques da Junta Militar no centro do país. Todavia, o Comandante-chefe das Forças Armadas de Moçambique apela ao respeito rigoroso da disciplina militar e cumprimento escrupuloso da legislação nacional e outros dispositivos legais ratificados por Moçambique a nível internacional. O Chefe do Estado moçambicano felicitou e rendeu homenagem as Forças Armadas de Moçambique pelas comemorações de 25 de Setembro, data em que o país celebra 56 anos do arranque da luta de libertação nacional. As cerimónias centrais de 25 de Setembro terão lugar na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo.


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Cumulativo de mortes devido ao novo coronavírus sobe para 49, nas últimas 24h

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O país registou, nas últimas vinte e quarto horas, mais quatro óbitos e 148 casos positivos, devido à Covid-19. Os quatro pacientes, uma mulher e três homens estavam internados numa unidade hospitalar da Cidade de Maputo. Os 4 casos são pacientes de 20, 42, 63 e 73 anos que evoluíram para óbito após agravamento do estado clínico durante o internamento, na Cidade de Maputo. Dos óbitos registados, 1 é do sexo feminino e 3 do sexo masculino. Um cidadão filipino e os restantes são de nacionalidade moçambicana. Com este registo, o país passa a contar com 49 óbitos devido á covid-19. O país registou, nas últimas 24 horas, mais 148 casos positivos da covid-19. São indivíduos de nacionalidade moçambicana. Do total de casos positivos registados esta quarta-feira, apenas 1 é importado da vizinha África do Sul. Moçambique conta, cumulativamente com 7.262 casos positivos registados 6.976 dos quais de transmissão local e 286 importados. Do total de casos positivos nas últimas 24 horas, 4 são menores de 5 anos, 6 com mais de 65 anos e 43 casos situam-se na faixa etária entre 25 e 34 anos. A Cidade de Maputo registou o maior número de casos, totalizando 79 seguida da província de Tete, com 26 casos positivos. O país conta com um cumulativo de 193 indivíduos internados 47 dos quais sob cuidados médicos nos centros de isolamento, padecendo de patologias crónicas diversas, associadas à covid-19. O Ministério da Saúde informa, através de um comunicado enviado à redacção da TVM que, nas últimas 24 horas, o país registou mais 286 casos totalmente recuperados da covid-19, sendo 73 da província da Zambézia, 63 de Tete, 5 da província de Inhambane, 34 de Gaza e 111 casos da Cidade de Maputo.


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No teatro Operacional Norte: Comandante-Geral da PRM conforta Forças de Defesa e Segurança

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O Comandante­-geral da PRM conforta membros das Forças de Defesa e Segurança destacados para devolver o sossego e tranquilidade as comunidades, no teatro operacional norte, Província de Cabo Delgado. Bernardino Rafael, que se dirigia ao sexto batalhão da Unidade de Intervenção Rápida, saudou a determinação e bravura da corporação, que para além de garantir a protecção de empreendimentos económicos de interesse nacional, na península de Afungi, recuperou a Ilha de Vamizi, que tinha sido tomada de assalto por terroristas. Além da Ilha de Vamizi, as Forcas de Defesa e Segurança desalojaram terroristas que se haviam instalado nas ilhas Vumba, Quifungo e Mitundo na Província de Cabo Delgado. O Comandante-geral da PRM escalou ao distrito de Palma, extremo norte da província de Cabo Delgado, em cumprimento de uma das orientações do Comandante e chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi. Bernardino Rafael diz que prevalece o desafio de restabelecimento efectivo da circulação de pessoas e bens, nas regiões centro e norte da província.


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Regime Jurídico do Estado de Emergência em Moçambique: Lançada em Maputo a obra de autoria do académico e jurista Manuel Guilherme Jr.

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Regime Jurídico do Estado de Emergência em Moçambique é o título da obra do académico e jurista, Manuel Guilherme Júnior, lançada hoje, em Maputo. A obra é dadáctica e aborda questões relativas ao processo de declaração do Estado de Emergência, os limites e as consequências políticas, sociais e económicas do Estado de Emergência, declarado no âmbito da COVID-19.  Imagem da capa do livro mostra pessoas mascaradas. O uso obrigatório da máscara é uma das medidas tomadas no contexto da declaração do Estado de Emergência em Moçambique. Regime Jurídico do Estado de Emergência em Moçambique tem como objecto de estudo o Caso do Estado de Emergência declarado devido a COVID-19. Em 92 páginas, Manuel Guilherme Júnior aborda, de forma didáctica, aspectos ligados a história do constitucionalismo moçambicano e sua génese; natureza jurídica da legislação produzida em torno da Declaração do Estado de Emergência, reflexões e propostas de medidas e recomendações. O livro foi prefaciado por Lúcia Ribeiro, Presidente do Conselho Constitucional. Segundo Lúcia Ribeiro, a obra é um contributo para o direito moçambicano. Regime Jurídico do Estado de Emergência em Moçambique discute, igualmente, sobre questões relativas ao processo de declaração, os limites e as consequências políticas, sociais e económicas da declaração do Estado de Emergência.  O autor da obra propõe questões de debate e afirma que apenas quis promover o debate académico em torno da matéria. A obra teve a chancela da Escolar Editora. Manuel Guilherme Júnior é doutorado em Direito pela Universidade Eduardo Mondlane. Possui Pós-graduação e um Mestrado em Direito Comercial Internacional pela Faculdade de Direito de Macau. É docente universitário e membro do Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa, designado pelo Presidente da República.


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Dia das Forças Armadas de Moçambique: PR Nyusi distingue mais de 1500 cidadãos nacionais com Medalha Veterano da Luta de Libertação de Moçambique

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Um comunicado da Presidência da República indica que o chefe do estado moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi, no uso das competências que lhe são conferidas pela alínea l) do artigo 158 da Constituição da República, conjugada com o número 1 do artigo 39 da Lei 10/2011, de 13 de Julho, decidiu através de Decreto Presidencial atribuir a “Medalha Veterano da Luta de Libertação de Moçambique” a 1529 (mil quinhentos e vinte nove) cidadãos nacionais. A “Medalha Veterano da Luta de Libertação de Moçambique” é atribuída em reconhecimento da participação activa de cidadãos nacionais na Luta de Libertação da Pátria Moçambicana, nas frentes da luta armada ou clandestina, do combate diplomático e da informação e propaganda, da batalha pelo triunfo da independência nacional, bem como do esforço abnegado tendente a valorizar as conquistas damoçambicanidade e do desenvolvimento nacional, refere o documento. Através de Decretos Presidenciais separados, o chefe do Estado moçambicano distinguiu igualmente as seguintes personalidades:• Eduardo Joaquim Mulémbwè, com a “Ordem Samora Moisés Machel, do 1º Grau”;• Filipe José Couto, com a “Ordem Samora Machel, do 2º Grau”;• Joaquim Américo Paulo Maquival, com a “Ordem Militar de 25 de Setembro, do 1º Grau”;• Maria Rosa Jaide Madeira Carimo, com a “Medalha Nachingwea”;• Horácio Alberto Nahipa, Horácio Arosio Charles, Manuel Francisco Dias, Neto Ernesto Mahunguele e Teles Elízio Alberto Paiva com a “Medalha de Mérito Militar”;• Alsácia Atanásio Nhacumbe, com a “Medalha de Mérito da Ciência e Tecnologia”;• Aurélia de Aurélio Manave, Lucas Sinoia Januário, Pio Augusto da Silva Matos e Raimundo Franisse Chevavele, com a “Medalha de Mérito Desportivo”; e• Carlos Manuel Cipriano Lopes Pereira, com a Medalha de Mérito de Ambiente”. Havendo necessidade de proceder à imposição de insígnias de Título Honoríficos e Condecorações a entidades nacionais, a nível das províncias, no dia 25 de Setembro corrente, o Presidente Nyusi determinou, através de Despacho Presidencial, delegar os poderes aos Secretários de Estado da Cidade de Maputo e de todas as províncias do país, sublinha o comunicado da Presidência da República.


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Organizando-nos em defesa da Pátria: Lançada em Maputo a obra de autoria do Presidente da República, Filipe Nyusi

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Antigo Ministro da Defesa Nacional e autor do livro Legado: Organizando-nos em defesa da Pátria, Filipe Nyusi, agradece ao antigo Presidente da República, Armando Guebuza pela confiança depositada nele no período entre 2008 a 2014. Filipe Nyusi falava, hoje, no Clube Militar em Maputo, na cerimónia de lançamento da obra que descreve o percurso profissional e o legado deixado pelo antigo Ministro da Defesa Nacional. FILIPE NYUSI “ Agradeço ao antigo presidente da República, Armando Guebuza pela confiança depositada em mim”. Palavras do autor do livro Legado: Organizando-nos em defesa da Pátria. Filipe Nyusi, antigo Ministro da Defesa, actual Presidente da República, lança um livro de memórias e percursos profissionais. Em 298 páginas, o chefe do estado descreve o legado, realizações e o percurso profissional, entanto que Ministro da Defesa Nacional no período entre 2008 a 2014.Legado: Organizando-nos em defesa da Pátria é uma obra com 7 capítulos. Versa sobre a consolidação do quadro legal do sector da defesa nacional; desenvolvimento dos recursos humanos; Infra-estruturas e equipamento do sector da defesa; saúde militar; parcerias estratégicas; aspectos transversais e algumas entrevistas concedidas pelo autor.2008/2014 foi um período marcante.Foi neste intervalo em que o Ministério da Defesa Nacional produziu o primeiro Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional 2010/20, concebido e implementado por técnicos do pelouro da defesa nacional.O autor do livro disse que a obra vai enriquecer o acervo bibliográfico do sector da defesa. Filipe Nyusi recorda que assumiu a função num momento peculiar, marcado pelas explosões do paiol de Malhazine.O Lançamento do livro contou com a presença do primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, membros do governo, membros da comissão política da Frelimo e académicos e quadros do Ministério de defesa Nacional.


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Electrificação Rural em Inhambane: Centro de Saúde de Nhachengue, na Massinga, terá energia até dezembro próximo

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Funciona há onze anos sem energia eléctrica.No Centro de Saúde de Nhachengue, Posto Administrativo de Chicomo, Distrito da Massinga, na Província de Inhambane, os partos nocturnos são feitos à luz de velas ou recorrendo-se à lanterna do telefone celular, afirmou Ana Mazive, responsável pela unidade sanitária.“ Na verdade encaramos dificuldades, porque não é fácil trabalhar sem energia, estamos a usar a luz do telefone e velas, disse a enfermeira de Saúde Materno e Infantil”. São dificuldades que datam desde 2009, ano em que foi construído o Centro de Saúde de Nhachengue. A enfermeira responsável pelo centro de saúde disse que não tem sido fácil trabalhar às escuras, sobretudo, quando se trata de assistir partos nocturnos e os considerados complicados.O Centro de Saúde de Nhachengue realiza, em média, cinquenta e seis partos por mês e recebe, mensalmente, duzentos pacientes.A Enfermeira de Saúde Materno Infantil e responsável pelo centro de saúde de Nhachengue, Ana Mazive, contou com muita tristeza um dos episódios registados na unidade sanitária, decorrente da falta de energia eléctrica. ” Foi no mês passado, tivemos um parto muito complicado, mas isso foi mesmo devido a falta de energia eléctrica. Não tínhamos nem carga nos telefones”. Uma história e realidade tristes, mas já com dias contados. O centro de Saúde de Nhachengue terá energia eléctrica até dezembro próximo, graças ao Programa Energia Para Todos, uma iniciativa Presidencial lançada, em 2018. “ É de louvar, isso vai melhor muito, o nosso trabalho vai ser até de qualidade, porque era difícil fazer o preenchimento de partogramas usando à luz de velas e telefones, eu creio que desde já tudo vai mudar”, sublinhou com muita satisfação, Ana Mazive. Chicomo é um dos sete Postos Administrativos ainda sem energia eléctrica na Província de Inhambane. Mas, segundo o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, dos Postos de Administrativos em falta quatro serão electrificados por via da extensão da rede nacional e três por fontes alternativas. E o Posto Administrativo de Chicomo está na Linha da frente. “Chicomo deverá beneficiar de energia eléctrica já no próximo mês de dezembro. No quadro deste projecto que contempla a extensão 130 km de linha a partir da Massinga deverão ser beneficiados 20 povoados. Para os próximos 2 anos pretendemos proceder novas ligações que beneficiem 300 mil pessoas na Província de Inhambane”, disse Max Tonela. Através do Programa Energia Para Todos, o Governo prevê electrificar 135 Postos Administrativos até 2024. “ Estão em curso em todo o país 21 projectos em fase de implementação ”, revelou o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela. No âmbito da monitoria do Programa Energia Para Todos, Max Tonela inteirou-se, na semana passada, do estágio da implementação do Projecto da Linha Massinga – Vilankulos, que visa electrificar as zonas rurais e reforçar a capacidade de fornecimento da corrente eléctrica àquela Cidade Turística de norte de Inhambane.


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75ª Sessão da Assembleia Geral da ONU: Presidente da República participa na semana virtual da ONU

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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, participa, de 21 de Setembro a 02 Outubro de 2020, na Semana virtual de Alto Nível da 75ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, subordinada ao lema “O futuro que queremos, as Nações Unidas que precisamos – reafirmando o nosso compromisso colectivo com o multilateralismo”.De acordo com um comunicado da Presidência da República, na Assembleia Geral, o Chefe de Estado moçambicano irá contribuir no debate geral com uma intervenção, a partir de Maputo, agendada para o dia 23 de Setembro, onde vai transmitir uma mensagem que destaca o compromisso de “celebrar os 75 anos das Nações Unidas, tornando-as mais relevantes para os desafios de paz e segurança, combate à COVID-19 e para a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, tomando em consideração os 45 anos da independência Nacional e de cooperação entre a República de Moçambique e as Nações Unidas”.Na semana virtual, o Presidente da República vai, iguamente, participar na Reunião de Alto Nível para Comemorar o 75º Aniversário das Nações Unidas; Cimeira da Biodiversidade; Reunião virtual de Alto Nível sobre Financiamento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável na Era e pós-COVID-19; Reunião de Alto Nível do 25º Aniversário da 4ª Conferência Mundial sobre Mulheres; Reunião de Alto Nível para a celebração e promoção do Dia Internacional para Eliminação Total de Armas Nucleares; Reunião Paralela intitulada “Mesa-Redonda virtual de Alto Nível promovida pela Câmara de Comércio dos EUA e no Centro de Negócio para África dos EUA”, bem como em encontros bilaterais virtuais. O documento indica que integram a delegação do Presidente Nyusi, os Ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo Dhlovo; da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita; do Género, Criança e Acção Social, Nyeleti Mondlane; da Terra e Ambiente, Ivete Maibasse; Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela; Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário e Representante Permanente da República de Moçambique junto das Nações Unidas, Pedro Comissário; Embaixador de Moçambique em Washington (EUA), Carlos dos Santos; Quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.


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Alegada violação dos direitos humanos em Cabo Delgado: FDS distanciam-se da acusação da amnistia internacional

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As Forças de Defesa e Segurança dizem que não compactuam com quaisquer formas de tortura, tentativas de decapitação, maus tratos ou actos ilegais de violação dos direitos humanos.As FDS reagiam, hoje, a uma acusação feita pela Amnistia Internacional, de uma alegada violação dos direitos humanos protagonizados na província de Cabo Delgado. A Amnistia Internacional acusou, esta quarta-feira, as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas de estarem a protagonizar actos de tortura e graves violações aos direitos humanos no teatro operacional norte.As autoridades moçambicanas consideram que depoimento da Amnistia Internacional põe em causa a missão das FDS de salvaguardar a segurança dos cidadãos.As Forças de Defesa e Segurança dizem ainda que os pronunciamentos daquela Organizaçao ignoram vários elementos que ocorrem no teatro das operações em Cabo Delgado.As FDS recordam que os terroristas usam a internet, redes sociais e propalam fake news ou falsas informações para confundir a opinião pública. Dizem ainda que a própria Amninistia Internacional tem dado costas a actos de massacre protagonizados pelos terroristas.Moçambique é signatário de acordos internacionais de defesa dos direitos humanos, como por exemplo a Convenção das Nações Unidas contra Torutura e outros Tratamentos ou penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes.As Forças de Defesa e Segurança dizem estar firmes na defesa da integridade territorial e contra qualquer tipo de agressão em Moçambique.


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