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Ministro da Defesa anuncia a chegada de tropas da SADC para 15 de Julho corrente no país

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O Ministro da Defesa Nacional anunciou, este domingo, na Beira, a chegada ao país do contingente da SADC prevista para 15 do mês de Julho corrente para apoiar no combate ao terrorismo em Cabo Delgado.Jaime Neto disse não haver equívocos no comando da SADC quanto ao envio das forças estrangeiras para o país. Netoafirmou ainda que a pronta resposta do Ruanda é do conhecimento de todos os países membros da SADC. [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/bGqB5rJccVI” title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Governo redefine as competências do FDA

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Governo redefine competências do Fundo do Desenvolvimento Agrário, ao adoptar maior capacidade interventiva em estudos e projectos, promoção de investimentos e recursos necessários para impulsionar este sector no país. O primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, falava esta sexta-feira, em Maputo durante a cerimónia de empossamento da nova directora-geral do FDA, Adélia Magaia. No quadro da sua acção governativa, o governo moçambicano definiu a produtividade, competitividade e diversificação da economia através da dinamização da agricultura e da industrialização como uma das principais prioridades para impulsionar o crescimento nacional. O primeiro-ministro diz que o executivo procura transformar de forma estrutural a economia rural, criando mais oportunidades de emprego e geração de renda, sobretudo para mulheres e jovens. Com vista a elevar os níveis de produção e produtividade agrária no país, o primeiro-ministro diz que o FDA tem a missão de disseminar tecnologias, promover agro-negócio, empreendedorismo e fortalecer o mercado de insumos agrário. Do Rosário falava esta sexta-feira em Maputo durante a cerimónia de empossamento da nova directora-geral do FDA, Adélia Magaia. Para a nova gestora do FDA, Carlos do Rosário espera que assegure o retorno dos créditos concedidos de forma a garantir o fundo sustentável. Adélia Magaia substitui no cargo Eusébio Tumuitikile, aquém o primeiro-ministro endereçou palavras de reconhecimento, pela sua dedicação e contribuição no desenvolvimento institucional do FDA. [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/Cf2kdP7DbIk” title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Covid-19 mais agressiva em mulheres: 5 dos 8 óbitos reportados esta sexta-feira são do sexo feminino

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Está a subir a proporção de mulheres nas novas infecções com o coronavírus e nas mortes causadas pela COVID-19 em Moçambique. 5 dos 8 óbitos reportados esta sexta-feira são do sexo feminino. Igualmente de sexo feminino são os u21, dos 1.327 casos positivos referentes às últimas 24 horas. Os números divulgados esta sexta-feira sobre a situação da pandemia confirmam uma nova tendência na propagação da doença no país. O coronavírus está a infectar mais mulheres comparativamente aos homens. De acordo com os dados referentes às últimas 24 horas, setecentas e vinte e uma mulheres testaram positivo à COVID-19. O número corresponde a cinquenta e quatro por cento do total das infecções reportadas no mais recente boletim sanitário sobre a pandemia, fixado em mil e trezentos e vinte e sete. No boletim anterior, as mulheres representavam cinquenta e um por cento de todas as contaminações notificadas, quinta-feira última. A Cidade de Maputo e a Província de Tete mantêm-se como os principais centros da propagação do coronavírus, sendo responsáveis, em conjunto, por setenta e sete por cento do total das novas contaminações. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de altas registadas é de vinte e três, sendo quase duas vezes inferior ao de novos internamentos, que atingiu cinquenta e quatro. Este facto significa que a desocupação das camas nas unidades hospitalares é insignificante para aliviar a pressão sobre o sistema de saúde. Com efeito, o número de pacientes internados subiu de quatro mil e sessenta e dois na terça-feira para os actuais quatro mil e duzentos e vinte e um, mais de dois terços dos quais estão concentrados na Cidade de Maputo. O Ministério da Saúde indica que quatrocentos e quarenta e cinco pacientes livraram-se totalmente da COVID-19 nas últimas 24 horas. Actualmente, Moçambique tem um cumulativo de oitenta e seis mil e duzentos e quarenta e nove casos positivos da doença. As cinco mulheres e os três homens que morreram vítimas da pandemia tinham idades de cinquenta e dois a oitenta anos. Nos últimos nove dias, a COVID -19 fez sessenta e nove mortos, número superior ao total de óbitos notificados nos meses de Abril e Maio deste ano. Desde a eclosão da CODIV-19, no ano passado, morreram no país novecentas e quarenta e sete pessoas. [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/bdt9m0Fvs-0″ title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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CIP diz que o relatório da Comissão de Inquérito mostra ter havido abusos sexuais em Ndlavela

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Relatório da Comissão de Inquérito sobre alegada exploração sexual no estabelecimento especial feminino de Ndlavela mostra ter havido sexuais de reclusas. É o posicionamento manifestado, esta sexta-feira, na Cidade de Maputo pelo Centro de Integridade Pública. Edson Cortez dando o posicionamento do Centro de Integridade Pública. O CIP reagiu desta forma aos resultados da Comissão de Inquérito sobre alegada exploração sexual de reclusas, no Estabelecimento Especial Feminino de Ndlavela. Entendendo que as constatações da Comissão de Inquérito corroboram com o que o CIP apurou na sua investigação, o Centro de Integridade Pública, exige responsabilização imediata. O CIP lamenta que não tenha sido encontradas pessoas envolvidas na rede de exploração sexual de reclusas, mas considera que os poderes e as metodologias usadas pela Comissão de Inquérito são bastante limitados.   [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/3B3wEE0IspI” title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Cerca de 24 % da população moçambicana enfrenta dificuldades alimentares crónicas

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Permanecem altos os indicadores de insegurança alimentar em Moçambique. Cerca de 24 por cento da população moçambicana enfrenta dificuldades alimentares crónicas. A prevalência da subnutrição é mais grave entre crianças, atinge cerca 43 por cento. A origem do problema alimentar em Moçambique está bem identificada. Nem tudo o que se produz chega ao prato de quem, realmente, necessita de comida.  As perdas pós colheitas situam-se entre trinta a quarenta por cento. A constatação é do Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, na abertura da terceira sessão do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, CONSAN, órgão consultivo do governo sobre as políticas alimentares em Moçambique. O défice alimentar está entre as causas da pobreza e da tipologia de doenças mais frequentes em Moçambique. A União Africana insta os Estados membros a alocarem anualmente, pelo menos, dez por cento do Orçamento do Estado ao sector agrícola. A política orçamental do governo moçambicano para o sector agrário vai para além da prossecução do objectivo africano. O governo quer assegurar a disponibilidade de alimentos e induzir transformações na agricultura.       Presidido pelo Primeiro-Ministro, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional integra membros do governo, sector privado, sociedade civil e instituições do ensino superior.   [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/u8QPkuWh9y8″ title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Edil de Maputo procede a inauguração de infraestruturas gestão de água na Urbe

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Município de Maputo inaugura infraestruturas de gestão de água. No Rio Mulauze, a intervenção feita vai assegurar que a água corra sem nenhuma obstrução.  Já no Bairro da Maxaquene C, a edilidade inaugurou uma bacia de retenção de água que inundava uma boa parte da zona suburbana da capital. É a primeira vez que é feita uma intervenção desta envergadura para assegurar que o rio não tenha nenhum local de obstrução de água. A obra situa-se na bacia do Infulene e um dos grandes problema era inundação e perda de cultura. Um dos ganhos para o município está na produção agrícola. O Bacia do Infulene produz grande parte de hortícola consumida na capital do país. Já nesta região, o problema era a acumulação de águas na estrada e inundações nas habitações. As duas obras são financiadas pelo fundo próprio do Município.   [iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/gCVjPDfKJeM” title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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