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Brasil supera 50 mil mortes, embora número diário de óbitos tenha descido

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O Ministério da Saúde afirma que mais de 549 mil pessoas recuperaram da Covid-19. O Brasil ultrapassou este domingo o total de 50 mil vítimas mortais provocadas pela pandemia de Covid-19. Isto apesar de hoje os números diários de casos e de mortes até terem registado descidas face aos dias anteriores. Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde brasileiro indicam que nas últimas 24 horas foram diagnosticados 17.459 casos positivos e 641 óbitos. O Brasil totaliza 1.085.038 casos de infeção e 50.617 mortes desde o início do surto de coronavírus. O número de pessoas que recuperaram da Covid-19 é de 549.386, sendo superior ao número de casos ativos – 485.035. São Paulo, que tem sido o estado brasileiro mais afetado pelo vírus, contabiliza 219.185 contágios e 12.588 vítimas mortais. Segue-se o Rio de Janeiro, que se aproxima do total de 100 mil casos. Nesta altura há registo de um total de 96.133 pessoas que foram infetadas e 8.875 pessoas que morreram.


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Quatro bons motivos para comer amendoins todos os dias

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Por mais que seja considerado por muitos um ‘vilão’ para quem quer emagrecer, o amendoim é um alimento repleto de fibras e um verdadeiro aliado para a manutenção de um corpo saudável, já que oferece uma série de benefícios ao organismo. Segundo a nutricionista brasileira Cyntia Maureen essa leguminosa é rica em gorduras boas como o ómega-3, ajuda a diminuir a inflamação no corpo, protege o coração e contribui ainda para o funcionamento regular do intestino. Além disso, é composta por vitaminas e minerais, incluindo vitamina E e vitaminas do complexo B. A profissional revela quatro benefícios inesperados de comer amendoins diariamente:1. Contribui para emagrecer Por conter uma combinação de três macronutrientes – gordura, proteína e hidratos de carbono – contribui para uma refeição completa. “Ativa o centro cerebral que controla a saciedade e atenua a fome”, explica Cyntia. 2.Reduz o risco de diabetes De acordo com uma pesquisa publicada no periódico científico Journal of the American Medical Association, ingerir o alimento todos os dias – uma quantidade de duas colheres de amendoins ou de manteiga de amendoim – pode auxiliar na redução do risco de desenvolver diabetes em quase 30%. 3.Ajuda a prevenir o cancroDevido à presença de algumas substâncias como fitoesteróides, resveratrol, ácido fítico e ácido fólico, a leguminosa pode ajudar na prevenção do cancro do cólon, que é o terceiro cancro mais comum do mundo e um dos mais letais.4.Protege o sistema nervosoO amendoim é uma excelente fonte alimentar para garantir a ingestão adequada de vitamina B3, também conhecida como niacina. “O consumo regular dessa substância pode ajudar na proteção contra o desenvolvimento de doenças como o Alzheimer e o declínio cognitivo que se apresenta com o avanço da idade”, finaliza Cyntia.


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Há uma máquina que faz abdominais por si e só tem que se deitar

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Aparelho está apenas disponível, para já, nos Estados Unidos. “Esteróides mas sem a raiva”. É assim que o cirurgião plástico Ryan Neinstein descreve à Bloomberg a máquina EMSculpt, a sua criação que promete abdominais definidos sem fazer um único abdominal. A máquina já tem a aprovação da FDA, regulador norte-americano ligado ao setor do consumo, mas não está propriamente à venda. É um serviço que é disponibilizado no consultório daquele cirurgião e não sai barato: o tratamento funciona em quatro consultas que têm um custo de três mil dólares (2600 euros). Há outras clínicas nos Estados Unidos já interessadas no aparelho, nomeadamente em Seattle, no estado de Washington, e em Portsmouth, New Hampshire. A EMSculpt consegue resultados através do envio de ondas eletromagnéticas de alta intensidade, que provocam contrações intensas em áreas selecionadas. Não é dolorosa, mas pode ser desconfortável, não deixando, porém, o corpo dorido. Ainda só está apta para tratar os abdominais e os glúteos, apenas. Ainda de acordo com a Bloomberg, um estudo clínico feito a 22 utilizadores da máquina mostrou que se perde uma média de 20% de gordura corporal e 15% de aumento de músculo no estômago e nos glúteos.  


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Estilista lança colecção de roupa “Liberation”

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Estilista moçambicana, Shaazia Adam, lança a sua mais recente colecção de roupas intitulada Liberation, num desfile que teve como palco o Jardim das Acácias na cidade de Maputo.A colecção é composta por trinta peças, onde estão patentes a sofisticação e a elegância, tendo as mesmas sido criadas a pensar nas mulheres que ousam ser livres e com estilo próprio.a estilista fez uma viagem no tempo trazendo o passado para o presente, inspirando-se nos anos cinquenta que foram marcantes na historia mundial quando o calar das armas trouxe o racionamento dos tecidos, o que culminou com a revolução da moda.Nessa época as mulheres recuperaram a sua feminilidade e ganharam mais brilho, dai o tema: Liberation.A marca Shaazia Adam existe desde 2007 mas, foi no ano de 2015 em que abriu a sua primeira loja na capital do país, depois de um início de carreira com alta-costura. Com onze anos de estrada a jovem estilista é reconhecida também fora de Moçambique, com varias presenças no Mozambique Portugal e Plitz New York Fashion Week, e Riccione Moda Itália, entre outros palcos de moda.


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Eis uma técnica para comer menos, diz a ciência

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Autocontrolo: É esta a palavra chave em que se foca o estudo. Frequentemente, é por falta de controlo que não conseguimos dizer não à sobremesa ou que acabamos por comer uma dose maior que a que realmente precisávamos, por exemplo. Tal é um comportamento estudado a nível psicológico há várias décadas por ser bastante comum o comportamento de se optar por uma fatia de bolo em vez de uma maçã ou passar uma tarde no sofá em vez de ir ao ginásio, aponta o Scientific American. Em anteriores estudos, foi provado que uma forma de ajudar a ter maior controlo sobre si próprio é quando as vantagens de cada feito estão à vista ou quando há pessoas envolvidas de certa forma – por exemplo, quando a participação num certo projeto pode ajudar no avanço de algum estudo sobre a cura de determinada doença. A par dos incentivos de que o ser humano carece em situações destas, os rituais também parecem ajudar, como aponta o estudo aqui referido. Falamos por exemplo de preparar o almoço sempre da mesma forma, da realização de alguma atividade ao acordar ou do uso de um certo acessório antes de algum evento importante para o individuo. Os rituais reduzem a ansiedade e melhoram a performance em certas atividades. Se eles também servem para melhorar o autocontrolo a hora de comer, foi o que quis saber o grupo de investigação. Na experiência, não foi pedido a nenhum participante que comesse menos, apenas que mantivessem um ritual antes de cada refeição, durante cinco dias. O ritual em questão consistia em utilizar uma app onde era pedido que se indicasse todos os ingredientes a usar nas três principais refeições do dia. De facto, aqueles que seguiram o ritual diminuíram o consumo de calorias no geral, bem como de açúcar, comparativamente aos que não utilizaram a app. Apontam os especialistas que, quando é ganho o hábito de se realizar determinada tarefa antes de cada refeição, o indivíduo tende a tomar maior consciência e, consequentemente, fazer melhores escolhas acerca do que come.


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Por que razão deve preferir o mel aos antibióticos?

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Um chá de limão com uma colher para curar uma gripe, quem nunca? Agora, há um estudo científico que prova que esta é realmente a melhor opção. ‘Não chegas lá com mezinhas!’, defendem muitos, alegando que não há forma de recuperar a saúde, aquando de uma gripe ou constipação, que não seja com a toma de antibióticos. Contudo, tais medicamentos não são necessariamente mais eficazes nem fortes que certos produtos naturais, e é a própria ciência que o diz. Especialistas do sistema de saúde inglês e do instituto nacional de saúde e cuidados de excelência garantem que as gripes podem ser facilmente tratadas em poucas semanas sem a prescrição de antibióticos. Depois de identificar os sintomas, o doente deve se aconselhar junto de farmaceuticos mas, à partida, arrepios de frio, garganta inchada e corrimento nasal poderão ser simplesmente tratados com mel, dizem os especialistas. Os casos mais graves e que merecem uma segunda análise serão então aqueles em que os sintomas persistem ou quando há anteriores condições que tornem o indivíduo em questão mais sensível, mas fora estes exemplos, os antibióticos em excesso podem ter o efeito contrário ao que se quer já que enfraquecem o sistema imunitário. Posto isso, prepare um já e tempere-o com uma boa dose de mel. Acompanhe a sua toma com nada mais do que descanso.


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Afinal, o óleo de coco faz mal? Investigador de Harvard não tem dúvidas

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É “puro veneno” e “uma das piores coisas que pode comer”. Quem o diz é Karin Michelin, professor na Universidade de Harvard que se baseia num estudo desenvolvido que vem refutar o super alimento defendido por muitos. É inegável: o leite de coco está na moda. A par de todas as suas utilizações fora da cozinha, desde fazer a depilação a limpar a casa de banho, este produto ganhou destaque na alimentação por vários motivos, sendo que os principais são o facto de ser uma gordura boa, que não perde as suas propriedades quando exposto a altas temperaturas, como acontece com o azeite. Contudo, Michelin alega que o lado mau deste óleo supera as vantagens, pela sua elevada quantidade de ácidos gordos, que faz deste um produto especialmente desadequado a quem sofre de colesterol elevado, cujo risco de ataque cardíaco sobe sempre que come alimentos do género. Outros alimentos do género, que o investigador aponta como semelhantes em termos de quantidade de gordura são a manteiga, o queijo ou as salsichas. Pelo contrário, recomenda que se aposte em alimentos ricos em gorduras insaturadas como o óleo de peixe, sementes e abacate. “Azeite e óleos vegetais e de girassol são provados como benéficos na redução de colesterol”, lê-se no The Independent. As conclusões do estudo em questão foram apresentadas por Karin Michelin num vídeo do Youtube e cedo chamou a atenção de muitos, por dividir opiniões já que anteriores estudos apontam os efeitos bastante benéficos do consumo de óleo de coco, por exemplo, como potenciador da redução de risco de Alzheimer. Algo que o cientista refuta com o facto de não haver espaço temporal suficiente para que se comprove tais conclusões, já que o boom no consumo e atenção dada a esta gordura aconteceu há apenas cerca de quatro anos.


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Dormir faz bem, mas quando em excesso…

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Tudo na dose certa, dormir inclusive. O sono não deve ultrapassar as sete horas por noite e há motivos para tal. Dormir sete horas por noite é ideal para garantir a boa regeneração do corpo e descanso total, mas do que isso, e o indivíduo arrisca-se a ver aumentar as hipóteses de sofrer um ataque cardíaco. Ainda mais grave é o sono de duração igual ou superior a dez horas, a que se associa um aumento de tal risco em 30%. Tais alertas são apontados através de um estudo avançado pela Universidade de Keele, em Inglaterra, que analisou uma amostra composta por mais de três milhões de participantes, cujo sono foi monitorizado. Diz o Sur que uma duração de sono de dez ou mais horas associa-se a 56% maior risco de mortalidade por ataque cardíaco e 49% de risco de sofrer alguma complicação cardíaca não fatal. Após a investigação, o referido grupo de cientistas uniu-se a outro, da Universidade de Manchester, para que se revisse 74 anteriores estudos que analisassem a associação entre sono e problemas cardiovasculares. Tal análise permitiu acrescentar às conclusões do estudo que também a má qualidade do sono aumenta a probabilidade de risco cardíaco em 44%. Tais informações, segundo os autores do estudo, são relevantes no sentido de alertar para a importância do sono que não se deve cingir ao seu limite mínimo, aspeto em que habitualmente se focam os estudos e alertas de especialistas. A quantidade e qualidade do sono são aspetos complexos, referem, e depende de questões culturais, sociais, psicológicos, fisiológicos e ambientais.


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O prazer de correr. Sabe o que é que a corrida faz ao seu cérebro?

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Sim, o exercício cria uma sensação de prazer que especialistas equiparam à sensação de se estar sob o efeito de droga Exercícios aeróbicos têm a capacidade de formar novas células cerebrais, o que resulta num cérebro mais jovem e saudável. De forma muito simples, explica-se que o cérebro conta com incontáveis neurónios. A neurogénese é o processo de criação de novos neurónios, que estão em constante renovação, processo este que é estimula por exercícios como a corrida. O estimulo parece ser tanto maior quando mais demorado for o treino, ou seja, uma corrida longa será, a nível da neurogénese, mais proveitosa para o cérebro do que uma aula de cross fit, que é mais intensa mas mais curta. Tal não é propriamente novidade, principalmente para quem a corrida faz parte do seu dia a dia, mas vale a pena explicar o conceito, para que se evitem más interpretações à semelhança apontada entre a prazerosa sensação pós corrida e estado sob o efeito de drogas. Como descreve o Medical Daily, “após uma hora ou duas de exercício aeróbico, sentimo-nos eufóricos no momento imediatamente seguinte. Os problemas desaparecem assim como qualquer dor. O efeito é, infelizmente, temporário”. Tal sensação explica-se pela natural produção de opioides, composto químico com efeitos semelhantes ao opio, que afetam a parte do cérebro responsável ao processamento emocional. Embora esta sensação de euforia nem sempre se associe a algo bom – como aquando da toma de drogas ou álcool -, com a corrida está livre de perigo, já que significa apenas que o seu cérebro está a crescer de forma saudável.


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Estes seis alimentos reduzem a ansiedade, diz estudo

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Chá verde e chocolate integram a lista. Sinta-se bem. A sensação extrema de ansiedade e stress afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Quem sofre com esse distúrbio psicológico, apresenta inúmeros sintomas que muitas vezes prejudicam o seu bem estar no dia a dia, como dores de cabeça, dores no peito, falta de ar ou um medo irracional e avassalador. Entre fazer terapia com profissionais especializados, como psicólogos e psiquiatras, à prática regular de exercício físico ou de mindfulness, incluindo yoga e meditação, o site especializado Medical News Today preparou uma lista com seis alimentos que podem melhorar os sintomas da ansiedade. 1. Castanha do Brasil É rica em selénio, um tipo de nutriente que melhora o humor e reduz a inflamação. 2. Sementes de abóbora Por ser uma excelente fonte de potássio, as sementes de abóbora podem ajudar na regulação do equilíbrio de eletrólitos e na regularização da pressão arterial. Segundo especialistas, alimentos ricos em potássio também podem ajudar a reduzir os sintomas da ansiedade. 3. Peixes ricos em gordura Peixes, como salmão, cavala, sardinha, truta e arenque, são ricos em ómega-3, substância que ajuda na função cognitiva, melhorando a saúde mental. De acordo com uma pesquisa, o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosaexaenoico (DHA) – conhecidos por regular os neurotransmissores, reduzir a inflamação e promover a função cerebral saudável – podem reduzir os níveis de ansiedade. 4. Ovos Os ovos também contém triptofano, um aminoácido que contribui para a produção de serotonina. Este neurotransmissor ajuda a regular o humor, o sono, a memória e o comportamento. 5. Chá verde Esta bebida contém um aminoácido chamado teanina, conhecido recentemente pelo seu potencial para controlar os transtornos do humor, tendo efeitos anti-ansiedade e calmantes. Especialistas indicam que a tanina pode aumentar a produção de serotonina e dopamina contribuindo para o relaxamento dos indivíduos. 6. Chocolate O chocolate é fonte de flavonoides, substâncias capazes de reduzir a neuro inflamação, diminuir a morte celular no cérebro e melhorar o fluxo sanguíneo. Já o chocolate preto, especificamente, é uma boa fonte de magnésio, que pode reduzir os sintomas da depressão. Um estudo de 2014 descobriu que 40 gramas de chocolate amargo é capaz de reduzir o stress em mulheres jovens.


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Perigo hospitalar: Vírus mostra resistência a desinfetantes com álcool

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Os desinfetantes com álcool para as mãos já foram creditados por prevenirem a propagação de milhares de mortes provocadas por MRSA, mas de acordo com um novo estudo estão a tornar-se cada vez mais ineficazes no combate aos chamados super vírus. Uma equipa de cientistas australianos alerta para a crescente resistência das bactérias aos desinfetantes anti-bacterianos, responsáveis por combaterem e controlarem o desenvolvimento de infeções potencialmente fatais, sobretudo nos espaços hospitalares e clínicos. Os investigadores analisaram um tipo de bactérias intestinais conhecidas por enterococos, que constituem atualmente um motivo crescente de preocupação em todo o mundo, já que são extremamente resistentes a qualquer tipo de tratamento, e até a antibióticos usados nos casos mais extremos, tais como a vancomicina. Os especialistas testaram amostras bacterianas recolhidas em hospitais australianos, durante um período de 19 anos, e apuraram que estes organismos estão em constante adaptação e melhoraram significativamente a sua capacidade de sobrevivência em ambientes esterilizados, causando infeções de consequências letais. Os dispensadores de gel anti-bacteriano são comummente utilizados em hospitais no mundo inteiro, desde meados do ano 2000. Na altura a iniciativa ajudou a reduzir as taxas de mortalidade por MRSA, um tipo de bactéria responsável anualmente por milhares de mortes. “Por todo o mundo as taxas de contaminação por MRSA começaram a decrescer, a saúde de muitos pacientes melhorou e o risco de infeção, e de morte por sépsis, por exemplo, diminuiu”, referiu o professor e líder do estudo Paul Johnson, docente na Universidade de Melbourne. Johnson e a sua equipa alertam agora para a necessidade de mais pesquisas e da descoberta de meios de combate e de aniquilação destes organismos fatais. A pesquisa inédita foi publicada na passada quarta-feira no periódico Science Translational Medicine.


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Saiba o que uma ida regular à sauna faz ao seu corpo e humor

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Uma nova pesquisa finlandesa, publicada no periódico Mayo Clinic Proceedings, e divulgada pela revista norte-americana TIME, revela todos os benefícios associados a uma ida à sauna – sugerindo que não se trata apenas de um hábito relaxante, mas também saudável. Aparentemente, a ciência apoia e recomenda ativamente a prática de permanecer num espaço fechado relativamente seco e aquecido, até à temperatura de 80 a 100 graus centígrados, intercalado com períodos de arrefecimento. Os resultados positivos atribuidos à utilização de saunas foram recolhidos a partir de mais de 70 pesquisas publicadas até fevereiro de 2018. E no geral, a nova pesquisa sugere que “a sauna é uma atividade usada para propósitos de prazer, bem estar e relaxamento, e que também está associada a inúmeros benefícios para a saúde”, concluíram os autores. Eis alguns deles: Saunas melhoram a saúde vascular Pesquisas demonstram que uma ida regular à sauna pode melhorar o estado da saúde vascular, reduzindo a pressão arterial, o risco de enfarte, de ataque cardíaco e a hipótese de desenvolvimento de patologias neurológicas degenerativas. Melhoram o funcionamento do sistema respiratório A sauna aumenta a capacidade e a função pulmonar, resultando potencialmente na melhoria da respiração sobretudo para os indivíduos que sofrem de doenças como a asma ou bronquite. Aliviam a sensação de dor Estudos apontam que quem sofre de condições musculosqueléticas, incluindo osteoartrite, reumatismo e fibromialgia, vê os sintomas de dor e de desconforto atenuados após passar algum tempo nestes espaços sobreaquecidos. Uma sessão de sauna melhora o humor Apesar da maioria dos indivíduos visitar a sauna especificamente para reduzir os níveis de stress, estudos acerca dos seus efeitos na saúde mental ainda são escassos. Ainda assim, a nova pesquisa sugere que passar tempo numa sauna promove a produção de hormonas relacionadas com o bem estar, tais como as endorfinas, o que por sua vez poderá reduzir a ansiedade e melhorar o humor. Aquela pesquisa relacionou ainda a frequência no uso de saunas com um menor risco de desenvolvimento de depressão.


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Dormir mais de oito horas por noite aumenta risco de morte prematura

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Más notícias para aqueles que gostam de ficar só mais um ‘bocadinho’ na cama… De acordo com um novo estudo britânico, dormir mais de oito horas pode resultar em “sérias perturbações do sono” e na disrupção do bom funcionamento do sistema respiratório. A pesquisa aponta ainda que estes indivíduos estão mais propensos a morrerem jovens. Uma equipa de investigadores da Universidade de Keele, analisou a qualidade do sono de três milhões de pessoas, entre 1970 e 2017. E cientistas das Universidades de Manchester, Leeds e de East Anglia apuraram que aqueles que dormiam mais de oito horas apresentavam um maior risco de incidência de doenças cardíacas – em cerca de 44%. O líder do estudo, o professor Chun Shing Kwok, disse à publicação Mirror Online: “Esta pesquisa tem sem dúvida uma impacto determinante na saúde pública, já que prova que dormir excessivamente é um indicador de doenças cardíacas”. “Os clínicos devem permanecer atentos a estes padrões prolongados de sono, particularmente se vão além das oito horas, realizando exames nestes indivíduos que sirvam para diagnosticar potenciais patologias do coração ou a ocorrência de apneia do sono”. Os investigadores sugerem ainda que o problema principal associado a dormir em excesso envolve os momentos prolongados de inatividade que acompanham esse processo. A nova pesquisa foi publicada no periódico American Heart Association.


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O metabolismo desacelera à medida que envelhece, mas há como evitá-lo

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Com o avançar da idade, a perda de peso torna-se uma missão cada vez mais difícil. Mas ao contrário do que comummente se pensa, parece que o problema não está no metabolismo que se torna mais lento. Há metabolismos mais rápidos e outros mais lentos, ou seja, que têm maior dificuldade em transformar as gorduras em energia (calorias) a ser gastas em atividade física que, em vez de queimadas são alojadas sob a forma de gordura. Quem conta com um metabolismo mais acelerado, tende a uma maior facilidade em perder massa gorda e consequentemente emagrecer, contudo, à medida que envelhecemos, torna-se mais difícil emagrecer e a este obstáculo associa-se o desacelerar o metabolismo. Mas talvez não seja este o problema, como aponta o personal trainer Ngo Okafor ao Tonic Vice, “não é o metabolismo que fica mais lento, somos nós”. Estudos sobre o tema explicam que não é bem assim, mas o PT não deixa de ter alguma razão. A partir dos 20 anos de idade, e sensivelmente até aos 60, o corpo humano começa gradualmente a alojar mais gordura e a perder mais músculo. A zona abdominal e em redor dos órgãos é a ‘preferida’ para a massa gorda, que ali se aloja como forma de proteção contra o tempo. Ora, se os níveis de massa muscular e massa gorda se alteram, com este último a dominar, e o metabolismo é impulsionado pela quantidade de músculo presente no organismo, é esperado que tal processo se torne mais lento. Para o evitar e contornar a situação, há que adaptar o treino à idade, estimulando a construção de músculo com exercícios o que ativem o próprio metabolismo e favorece o ganho de massa muscular – o chamado treino metabólico. Okafor tem provas vivas de clientes seis que comprovam esta visão, como um atleta de 61 anos que está hoje bem mais em forma do que outros de 30, tudo depende de como se treina.


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Sofre de hipertensão? Oito sinais aos quais deve estar atento

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É crucial que esteja atento à ocorrência de quaisquer sintomas associados à pressão alta. Não coloque a sua saúde em risco. Estima-se que pelo menos um terço dos indivíduos que sofrem com hipertensão, desconheçam que são afetados por essa condição. A circulação do sangue, que tem por destino chegar a todos os tecidos e células do organismo, implica que haja alguma pressão sobre as paredes das artérias. Esta pressão, que é normal e até essencial para que o sangue atinja o seu destino, é chamada de ‘tensão arterial’. Existem, no entanto, uma série de fatores, de ordem genética ou ambiental, que podem fazer com que esta pressão sobre as paredes das artérias aumente em excesso. Nesses casos estamos, então, perante um cenário de hipertensão. A patologia afeta um em cada três adultos, porém quando se está atento aos possíveis sintomas o problema não tem que ser necessariamente fatal. Em Portugal existem cerca de dois milhões de hipertensos – será que é um deles? Eis os oito sinais que não deve ignorar e aos quais deve estar atento: 1. Dores de cabeça – a circulação do sangue associado à pressão alta pode provocar enxaquecas; 2. Tonturas – o aumento ou a diminuição da pressão sanguínea faz com que o coração tenha que trabalhar mais arduamente, causando tonturas; 3. Visão turva – o nervo ótico, localizado por trás do olho, pode ser afetado pela hipertensão; 4. Náuseas e vómitos – a pressão alta tende a perturbar o bom funcionamento do sistema digestivo; 5. Dores no peito – o coração trabalha mais rápido e arduamente do que o habitual; 6. Falta de ar – perturbações na circulação podem causar dificuldades respiratórias; 7. Hemorragias nasais – os vasos sanguíneos no nariz podem inchar e implodir; 8. Tez corada, suores e nervos – a incidência de pressão alta pode causar ataques de pânico. Como se trata a hipertensão? São várias as opções para quem pretende reduzir a tensão arterial, incluindo praticar exercício físico regularmente, adotar uma dieta equilibrada e a manutenção de um peso saudável. Consumir sal em excesso é um dos principais fatores de risco – esteja atento e se necessário procure um médico!


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Será que os panos de cozinha podem provocar gastroenterites?

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Porque nem sempre queremos saber a verdade. Para além de serem utilizados para secar a louça ou para enxugar as mãos, geralmente estes artigos têm uma presença discreta nas nossas vidas e recebem pouca ou nenhuma atenção. Todavia, um artigo científico, divulgado pela BBC News, que sugeriu que estes artigos inofensivos podem estar a provocar intoxicações alimentares aos seus utilizadores elevou recentemente estes objetos para as luzes da ribalta. Porém, o investigador e docente sénior de gastroenterologia clínica, Vincent Ho, da Universidade Western Sydney, na Austrália, avança, em declarações à publicação Science Alert, que não há de facto motivo para alarme. “Sim, os panos de cozinha acumulam grandes quantidades de bactérias, especialmente quando estão continuamente húmidos e não secam entre as utilizações”, explicou. “Mas a maioria das bactérias que aí proliferam não são responsáveis pela ocorrência de intoxicações alimentares ou por outros sintomas gastrointestinais”, elucidou. Ho referiu ainda que apesar de naquela experiência ter sido detetada a presença de 49% de índice bacterial nos panos, que a maioria desses organismos foram identificados como sendo da família dos enterococcus e dos pseudomonas – não estando diretamente relacionados com a incidência de intoxicações alimentares. Contrariamente a partículas como a salmonela ou a listeriose. Ho recomenda assim que lave os panos após cada utilização e que os deixe secar antes de os usar novamente, já que ambientes húmidos propiciam o crescimento e desenvolvimento dos indesejados seres microscópicos. O professor salientou ainda que surpreendentemente há um outro artigo na esmagadora maioria das cozinhas que apresenta níveis muito mais elevados de contaminação, mais concretamente a esponja com que lava a louça – que regista 75% de impregnação bacterial.


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É esta a quantidade de comida que deve ingerir à refeição, diz médica

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O portal de saúde britânico Food Medic, da autoria da nutricionista e autora Hazel Wallace, revela as suas dicas de topo para perder peso. Quando se tenta emagrecer, uma das maiores dificuldades que a maioria dos indivíduos enfrenta é saber aquilo que podem ou não comer às refeições. Para ajudar quem está a seguir um regime alimentar de restrição calórica, o portal Food Medic publica frequentemente na sua conta de Instagram informação e fotografias inspiracionais. E recentemente Wallace, partilhou uma fotografia do seu jantar naquela rede social, dando aos seus seguidores um vislumbre dos alimentos que normalmente compõe o seu prato, e quais os alimentos que devem priorizar. Surpreendentemente, a fotografia publicada revelou que não é necessário reduzir as porções alimentares que se ingerem quando o prato é saudável. A imagem revelou um prato farto que consistia em hambúrgueres de grão de bico, legumes assados, milho e queijo feta. A nutricionista admitiu que tentava ativa e deliberadamente ingerir grandes quantidades de fruta e de vegetais, em detrimento de alimentos processados. E escreveu: “A maioria das dietas saudáveis, tais como as dietas mediterrânicas ou nórdicas, partilham componentes semelhantes. Nomeadamente um alto consumo de frutas e legumes, de cereais integrais, de peixe, de gorduras e carboidratos saudáveis, ingerindo menos carne e açúcar”. “Estes são os elementos básicos de uma dieta saudável”. A nutricionista revelou ainda aos seus seguidores como podem recrear eles próprios refeições caseiras semelhantes. À publicação Daily Mail a clínica disse: “Recomendo que se ingira um porção do tamanho de um palmo de proteína, proveniente de um filete de salmão ou de origem vegetariana, o que pode incluir tofu, lentilhas ou grão de bico; e duas mãos cheias de vegetais, tais como bróculos, alface, espinafres ou cogumelos”. “Uma mão cheia de hidratos de carbono complexos, como arroz integral ou batata cozida e um pouco de gordura na forma de azeite e como tempero, com algumas nozes e sementes por cima”, referiu. “Esta dieta não se foca na redução de nutrientes individuais, mas sim no consumo de um regime alimentar inclusivo e que apresenta uma vasta variedade e qualidade de super alimentos”, concluiu.


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Gravidez tardia pode levar a complicações cardíacas no bebé

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Problemas aumentam em mulheres com mais de 35 anos, cuja placenta é afetada pelo avançar da idade. Com o estilo de vida que atualmente se leva, as mulheres optam por ter a primeira gravidez muito mais tarde do que há umas décadas atrás. Se 25 anos era uma idade comum para se ter o primeiro ou segundo filho, hoje em dia esta é a idade em que a generalidade dos jovens adultos está principalmente focada na carreira, deixando a construção de família para segundo plano. A fertilização in vitro pode surgir como solução para algumas, embora engravidar aos 35 anos ainda seja algo bastante possível e comum, embora a idade do óvulo possa levar a complicações no desenvolvimento do feto. Segundo um estudo feito pela Universidade de Alberta, no Canadá, não só a idade do óvulo como a própria placenta da mulher têm grande influência no processo de formação do bebé. Neste sentido, os problemas cardiovasculares são os riscos mais apontados, que se podem desenvolver apenas na fase adulta do bebé. Até então, à gravidez tardia associava-se problemas na criança como síndrome de Down, reconhecidas ainda antes do nascimento, mas há mais a apontar, que se deve à capacidade da mulher em garantir o aporte de sangue e nutrientes para o feto, algo essencial, mas que a mulher mais velha tem maior dificuldade pois embora o coração aumente de tamanho durante a gravidez, a pressão arterial não muda e o sistema circulatório em torno da placenta conta com veias mais estreitas que as do restante corpo, o que pode levar À acumulação de pressão em todo o sistema. Porque as placentas femininas e masculinas tendem a desenvolver-se de modo diferente, dizem os autores do estudo canadiano que são os bebés do sexo masculino os mais propícios a desenvolver os tais problemas cardíacos.


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Treino de pernas: O que é preciso até começar a ver resultados?

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Só com a corrida não vai lá. Para criar músculo, o corpo precisa de treino de força. A corrida é uma modalidade bastante completa, que fortalece os músculos e trabalha as fibras musculares, sendo por isso uma boa base para outros treinos. Contudo, se o objetivo é criar músculo, esta não será a prática mais aconselhada, pelo menos não de forma isolada como refere a treinadora Kristy Zrumuhlen à Women’s Health UK. “Para ganhar força e músculo, precisa de se focar no mecanismo central de hipertrofia muscular, que é o mecanismo de tensão e stress que usamos para levantar pesos” explica a especialista. A ideia de que treino de força e levantamento de pesos há muito que foi desmistificada. Sabe-se hoje que qualquer treino pode ser praticado por ‘qualquer um’, que irá adaptar os exercícios ao seu estado físico e objetivos. Veja-se por exemplo o caso do Crossfit. Mas nos treinos de Zrumuhlen, feitos em ginásio, os exercícios são normalmente isolados: glúteos, coxas e quadris, que se dividem entre dois a três treinos, que integram planos de treinos que trabalham várias partes do corpo, mas sempre de forma isolada. Entre cada treino com enfoque nas pernas, a personal trainer faz por dar dois dias de recuperação, para perceber como o corpo de cada cliente reage ao esforço. Tão importante quanto a recuperação, é a postura correta, essencial para garantir a ativação dos mesmos e evitar lesões, por exemplo em agachamentos ou deadlifts. Assim, para garantir as pernas tonificadas que pretende, treino com força e feito em exercícios que trabalhem os músculos de forma isolada e com frequência, será o mais eficaz. A quem é novo nestas práticas, garantir um acompanhamento de um especialista numa primeira fase de treinos será essencial – o exercício mais indicado e a postura certa farão toda a diferença.


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Quer perder peso rápido? Abuse nesta refeição

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Perca peso rápido e mantenha a boa forma, tendo isto em mente.Enquanto que manter uma rotina diária de exercício físico e ingerir uma dieta saudável continuam a ser elementos chave para a perda de peso, um novo estudo revela agora como as horas das refeições podem também ter um papel fundamental neste processo. A maioria dos indivíduos ainda tende a comer mais ao jantar, porém uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition detetou que consumir metade do total das calorias diárias por volta do meio-dia, ao almoço, irá ajudá-lo no combate aos quilos a mais. Noutras palavras o almoço deve ser maior e mais calórico do que o jantar. Os voluntários que comeram 50% da sua dose diária de calorias ao almoço e consumiram apenas 20% ao jantar perderam em média seis quilogramas, no período de 12 semanas. Já aqueles que cuja refeição mais farta foi ao jantar perderam apenas três quilogramas, no mesmo intervalo de tempo. Note-se que ambos os grupos ingeriram o mesmo número diário de calorias. Mais ainda, um outro estudo conduzido pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou as horas específicas durante as quais deve ingerir as suas refeições se pretende perder peso mais eficazmente. O pequeno-almoço deve ser consumido antes das 09h – já que dados da instituição norte-americana National Weight Control Registry, demonstraram que quase 80% das pessoas que tinham perdido com sucesso mais de 12 quilos comiam o pequeno-almoço a essa hora. Deverá ainda ingerir o almoço antes das 15h e o jantar antes das 19h, aponta a mesma pesquisa.


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Sabe que deve comer devagar? Aprenda a facilitar o processo

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Se tende a comer demasiado rápido, siga estas três simples dicas. Diz-se que as francesas não engordam porque comem devagar. Não há qualquer justificação científica que sustente a ideia, ainda assim, a prática de comer devagar é de facto recomendada, não só para evitar que a comida ‘caia mal’ e a digestão não seja bem feita, como para evitar que coma demasiado, já que a informação de que o corpo está saciado apenas chega ao cérebro cerca de 20 minutos depois de a comer. Além disso, embora seja de facto uma obrigação, a refeição deve ser um momento de prazer, durante o qual oferece ao corpo aquilo que o mesmo necessita. Diz o Today que comer com calma e a aproveitar ao máximo cada refeição, garante um melhor humor, deixa-o mais relaxado e facilita a conexão entre corpo e mente. É no referido site que vários especialistas na perda de peso partilham as três dicas que o vão ajudar a comer mais devagar, uma prática que, na hora de comer, muitas vezes é esquecida. Para começar, pergunte ao seu corpo o que é que o mesmo ‘sente’ ao comer determinado alimento, ou seja, veja como é que o seu corpo responde enquanto se foca na textura e sabor daquilo que come. Esta dica é principalmente válida a quem está a tentar adotar uma alimentação mais equilibrada: se antes limitava o seu prato a proteína e (muitos) hidratos de carbono, faça-se a si próprio perceber o porquê de estar agora a comer mais vegetais. O focar na textura e sabor dos alimentos é também importante para aprender a saborear novas opções ou outras que podem até não ser novas na sua rotina diária mas que merecem uma melhor atenção. Ao fazê-lo, vai tirar mais prazer do momento da refeição. Por fim, perceba os seus desejos por certas comidas. Se sente grande vontade de comer uma pizza e acabar por a comer, ignorando o mal que a mesma a faz, vai acabar por comer o dobro das calorias. Há opções mais saudáveis para o seu corpo que o irão saciar igualmente na hora da ‘fome desmedida’.


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Alimentação focada nos abdominais ou no traseiro? Saiba por onde começar

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O exercício a praticar deve ter em conta o objetivo de cada um, mas também a alimentação tem um relevante papel e deve ser orientada neste sentido. Não, não há um tipo de alimentação que o faça emagrecer apenas na zona da barriga ou que garanta que ganha músculo apenas nas pernas, tudo depende do treino que pratica, que deve ser conjugado com uma alimentação saudável e equilibrada. Além disso, o próprio corpo humano de cada um tende a engordar mais em certas áreas, que são, normalmente, as mais difíceis de se emagrecer. Ainda assim, certos cuidados com a alimentação garantem melhores resultados, como apostar na proteína para ganhar músculo, ou basear-se numa alimentação baixa em calorias para ‘secar’ o corpo. Mas quando o objetivo é perder a gordura na zona abdominal e trabalhar o traseiro para ganhar forma, este ponto parece ser impossível de se por em prática em simultâneo. E, de facto, há uma ordem a seguir, como explica Christopher Tuttle, dietista e personal trainer, que refere que o objetivo é conseguido com um simples plano de dois passos: primeiro, construa músculo, depois, corte nas gorduras e mantenha a mesma intensidade de treino. Na fase de construção de músculo (ou de traseiro, especificamente), faça agachamentos com pesos e depois passe a squats com pesos livres. A proteína é muito importante nesta fase, que deve ser consumida na quantidade certa: 1,8 gramas por quilo do seu peso total, para um treino diário de duração de uma hora, aponta o especialista que acrescenta que peixe e carne será tão bom ou melhor do que barras proteicas. A par da proteína, devem consumir hidratos de carbono, já que é daí que vem a energia necessária ao treino. Prefira sempre aveia, arroz e massas integrais aos hidratos de carbono brancos. Mesmo que siga as dicas de alimentação à risca, “o seu corpo não vai mudar. Para isso tem de praticar os exercícios e ter paciência.” Quanto à segunda fase do objetivo, conseguir abdominais começa com a eliminação da gordura abdominal. Não retire de imediato os hidratos de carbono – vai precisar deles para garantir a energia necessária ao treino. A par dos hidratos – na dose certa – garanta que a sua alimentação é rica em fibra, através de frutas, vegetais e sementes. Por fim, evite comida inflamatória, que é a pior para acumulação de gordura, como comidas processadas com açúcar adicionado. A par destes cuidados gerais, não há nenhum alimento específico a garantir para uns bons abdominais, mas sim um treino intenso e localizado, bem como frequente – diz o especialista que para melhores resultado, opte por pequenas porções mas mais frequentes.


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Tem pouco tempo para treinar? Eis o que deve fazer

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Não há desculpas. Se não tem tempo, não treinar não tem de ser opção.  Ter tempo para si próprio, e aproveitar para praticar exercício físico, é uma prática bastante saudável que deveria ser seguida por todos. Contudo, o aconselhamento de uma prática de exercício físico frequente é tão comum quanto o argumento de que não se tem tempo – das desculpas mais ouviras pelos personal trainers. Segundo os especialistas, o ideal será realizar, no mínimo, duas horas e meia de exercício moderado por semana, tempo que muitos alegam não ter. Mas se tiver um tempinho na hora de almoço ou antes de entrar no trabalho, porque não aproveitar para um ‘mini’ treino. A contrariar esta ideia de que o pouco tempo impede a prática de exercício físico, o El Confidencial aponta os melhores exercícios para quem quer perder peso, que duram apenas vinte minutos. O treino intervalado de alta intensidade, por vezes apresentado como HIIT (do inglês High Intensity Interval Training) é ideal para quem tem pouco tempo já que pode praticar em casa, com o apoio de um vídeo. Consiste em exercícios de alta intensidade, que contam com pouco tempo de descanso entre cada exercício. De praticar um circuito de treino de 10 minutos, em que descanse apenas um, dividido em períodos de 20 segundos, acredite que vai perder bastantes calorias em pouco tempo. Outros exercícios apontados são os burpees ou salto à corda. Trabalham vários músculos e trabalham tanto a força como a resistência. Do mesmo modo, a corrida é um bom treino para perder peso: se tiver apenas 20 minutos para treinar, faça um treino de velocidade, em que corre pouco tempo mas de forma intensa. Em última instância, se tiver um dia muito preenchido e não tiver forma de se equipar nem tempo para um duche, uma simples caminhada também conta como exercício físico: vá a pé para o trabalho, opte pelas escadas em vez do elevador ou dê um passeio mais longo quando levar o seu cão a passear. O que importa é que se mexa, sem desculpas.


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Homens com trabalhos mais físicos correm maior risco de morte prematura

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Homens com trabalhos fisicamente mais ativos, apresentam um maior risco, cerca de 18%, de morrerem prematuramente, comparativamente aos mais inativos. Um grupo de investigadores da Faculdade de Medicina, da Universidade de VU, em Amesterdão, analisou os efeitos associados à prática elevada de atividade física no trabalho relativamente às consequências que pode ter a longo prazo para a saúde dos indivíduos. No decorrer do estudo, os homens com trabalhos fisicamente mais exigentes apresentaram um risco mais “significativo” de morrerem mais jovens, comparativamente aos homens que trabalhavam em profissões cujas tarefas requeriam pouca atividade corporal, garante aquela pesquisa inédita. A equipa de investigadores analisou os dados provenientes de 17 pesquisas anteriores, que tentaram estabelecer uma conexão entre a atividade ocupacional e a morte por qualquer motivo. No estudo, foi incluida informação respetiva a 193,696 participantes, entre 1960 e 2010. A análise dos investigadores revelou que os homens com ocupações que demandavam uma maior atividade física, registavam mais 18% de probabilidade de falecerem prematuramente, relativamente aos mais inativos. Surpreendentemente, detetou-se a tendência oposta na população feminina. O líder do estudo, o professor e médico Pieter Coenen, afirmou: “Os resultados desta pesquisa apontam para as consequências detrimentais para a saúde dos homens associadas a um nível de atividade física extrema na área laboral, mesmo tendo em conta outros fatores como o estatuto sócio económico ou como passam os seus tempos livres”.


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O que comer depois de treinar, dependendo da hora em que se exercita?

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Saltar a refeição é má ideia, principalmente se nos referimos ao pequeno almoço, mas certas comidas podem também influenciar negativamente o seu treino. Para perder gordura, repita-se a fórmula: “gastar mais calorias do que aquelas que consome”. Uma ideia simples mas que leva a erradas ideias, como a de saltar o pequeno almoço ou ‘comer pouca coisa’, mas que não corresponde ao que o seu organismo precisa para o esforço a que o vai submeter durante o treino. Um estudo feito pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, provou que mulheres que tomam o pequeno almoço atingem melhores resultados na perda de peso e diminuição da cintura, do que as que não o fazem. Importa, como é óbvio, saber o que comer nesta ou em qualquer outra refeição – uma escolha que dependerá do metabolismo de qualquer um, tipo de treino e estilo de vida. Segundo Kyle Maslen, personal trainer especializado em nutrição, “a forma mais simples, segura e efetiva de desenhar o seu pequeno almoço ideal para perder gordura é descobrir a quantidade de proteína, hidratos de carbono e gordura que precisa por refeição, assim como a quantidade de calorias que precisa por dia, de forma a conseguir manter um défice de calorias”, cita a Womens Health britânica. Com base nesta ideia, a resposta à questão ‘qual o melhor pequeno almoço de se treinar’ resume-se a uma palavra: proteína. Como explica a nutricionista Rosie Millen, “a proteína tem propriedades termogénicas, o que significa que queima gordura mesmo após o treino. A especialista aconselha a que garanta a reconstrução muscular com uma dose de 20 ou 30 gramas de proteína, por exemplo, através de um smoothie com meio abacate, uma mão de espinafres, meia banana e uma dose de proteína em pó. Como alternativa, e porque a proteína é rapidamente absorvida pelo organismo, pode optar por um batido de proteína apenas com o pó e água logo após o treino e, para o pequeno almoço propriamente dito, um omelete com dois ovos com dose extra de clara de ovo, pimenta, cogumelos e um pouco de fiambre. Esta é uma opção mais consistente, aconselhada no caso de quem pratica treinos intensos e após o qual ainda falta algum tempo para o almoço. Por outro lado, se o exercício que praticou foi de baixa intensidade, como yoga ou pilates, também o pequeno almoço deverá ser leve: “um iogurte grego com uma pequena porção de fruta será suficiente”, garante Rosie Millen. Também nos casos em que treina à hora de almoço, o pequeno almoço deverá ser leve, ficando a maioria dos nutrientes ‘reservada’ para o pós treino. Principalmente nos casos em que procura um pequeno almoço rápido ou comprado fora, facilmente cairá no erro de comer algo com demasiado açúcar – cereais, pão branco ou muitas opções de iogurte são exemplo disso mesmo. É possível conseguir-se refeições equilibradas e indicadas ao seu organismo e treino que pratica. Mesmo nas férias, em que está mais descontraído e por vezes se dá ao ‘luxo’ de um pequeno almoço mais longo, procure a proteína certa e equilibre-a com os restantes nutrientes. Se o corpo ‘pedir’ gordura ou açúcares, e para evitar um choque muito grande que rapidamente o fará desistir da rotina alimentar saudável, junte um pouco de bacon ao seu omelete, por exemplo (mas evite demasiada gordura no resto do dia).


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A depressão de aniversário é algo real

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É uma altura da vida em que o aniversariante se sente mais ‘exposto’ e, mesmo inconsciente, faz uma introspeção. De um lado, estão os que adora o fazer anos e aproveitam cada minuto das 24 horas do seu dia de anos para celebrar, do outro, estão os que tiram o dia para deprimir e a única coisa que pedem é que o dia acaba rápido, sem ter de ouvir muitas felicitações. Ainda que no meio destas duas situações distintas esteja grande parte da população, é inevitável que conheça pelo menos alguém que se identifique com um e outro caso. Falando especificamente dos que deprimem no dia de anos, explica o Tonic que este é um comportamento comum. Embora não se possa falar especificamente em depressão – que é algo que dura pelo menos duas semanas e uma média de seis meses – os aniversários são eventos de vida comummente associados a stress ou depressão, diz Stewart Shankman, psicólogo numa universidade em Chicago. Não só os aniversários mas outros momentos como casar ou ter filhos ‘obriga’ a uma introspeção acerca da própria vida, no caso dos aniversários, tal sentimento surge principalmente quando se muda de década, por exemplo alguém que faz 40 anos e pensa em tudo o que deveria ter feito nos seus 30’s e que agora é tarde. Contudo, o especialista esclarece que tais ideias como a de que ‘agora é tarde’ são concebidas socialmente e muitas vezes nem são realmente analisadas. Porque não ir à Índia depois dos 30? Ou qualquer outro sonho que tenha deixado por concretizar, depende apenas de si e da vida que leva, não de um número que marca os anos que já viveu.


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Mulheres que comem pouca fruta têm mais dificuldade em engravidar

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Dificuldade em engravidar pode estar relacionada com o consumo de fruta em doses insuficientes, ou com o consumo em demasiada de ‘fast-food’, diz um novo estudo australiano.  Os investigadores concluíram que as mulheres que comem menos de três peças de fruta por mês demoram, em média, mais 50% de tempo a engravidar, comparativamente a mulheres que comam mais de três unidades daquele alimento mensalmente. O consumo de ‘fast-food’, ou da chamada comida rápida, foi também analisado. As mulheres que a ingeriam raramente engravidaram pelo menos um mês antes, do que quem comia ‘fast-food’ durante quatro vezes por semana ou mais. Enquanto que o consumo de fruta e de comida rápida afeta o tempo que as mulheres demoram a gerar, os investigadores não conseguiram estabelecer a mesma ligação com o consumo de vegetais ou de peixe. O estudo foi publicado no periódico Human Reproduction, e questionou um universo de 5,598 mulheres acerca da sua dieta, durante a sua primeira visita pré-natal ao médico. Esta era a primeira gravidez para as voluntárias, provenientes do Reino Unido, da Irlanda, da Austrália e da Nova Zelândia. Entre os casais envolvidos no projeto de investigação, 468 (8%) foram classificados como inférteis (isto é, demoraram mais de um ano para conceber) e 2,204 (39%) conceberam dentro de um mês. Quando os investigadores analisaram o impacto da dieta na fertilidade, apuraram que nas mulheres com o menor consumo de fruta, o risco de infertilidade subiu entre 8% a 12%; e entre aquelas que comiam ‘fast-food’ quatro vezes por semana ou mais, o risco de infertilidade aumentou entre 8% a 16%. A professora Claire Roberts, da Universidade de Adelaide, que conduziu a investigação, disse: “Os resultados mostram que ingerir uma dieta nutritiva, que inclui fruta e minimiza o consumo de comida rápida, melhora os níveis de fertilidade e reduz também o tempo de espera para engravidar”.


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Esta é a melhor forma de lavar as frutas e vegetais

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Há métodos para garantir que elimina mais bactérias, e não é com o uso de produtos anti-bacterianos. A lavagem normais dos legumes e frutas não elimina todas as bactérias lá presentes, um problema que ganhou atenção com a divulgação de que a alface romana é um vegetal bastante afetado pela E. Coli, tendo sido responsável por um surto de infeção nos Estados Unidos. Na procura pela forma mais eficaz de lavar os vegetais, vários cientistas fizeram vários testes, concluindo que a imersão em água não elimina as bactérias presentes nos alimentos, nem tão pouco os produtos específicos anti-bacterianos são eficazes para tal eliminação. Quando às boas notícias, os cientistas garantem que dificilmente encontrará a bactéria específica E. Coli em alimentos frescos (que não foram conservados para transporte, por exemplo), no entanto, não deve descurar de uma limpeza já que tais produtos estão, nos locais de venda, expostos ao toque de qualquer um, além de que mantêm resíduos de terra, que podem conter químicos ou vestígios de outras substâncias – para os eliminar, o melhor é não complicar: passe-os por água corrente e se possível seque-os com uma leve fricção, já que o uso de uma toalha pode ajudar a reduzir em muito os microrganismos, aponta a Time. Outro aspeto importante é a altura em que limpa as frutas e vegetais. Deve fazê-lo apenas antes de comer, já que, quando hidratado, o alimento fica mais propício ao crescimento de bactérias. Por fim, garanta que a toalha, tábua de corte e as suas próprias mãos estão bem limpas antes de entrarem em contato com qualquer produto.


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Dieta é capaz de influenciar a chegada da menopausa

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Um regime alimentar demasiado rico em hidratos de carbono pode provocar a ocorrência da menopausa precoce, sugere um estudo realizado pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, que envolveu 914 mulheres. Comer muita massa, pão e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos. No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixe, leguminosas e feijão pode de facto atrasar o aparecimento da menopausa natural. Os especialistas sublinham que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre a menopausa ainda não é completamente óbvia, mas que é real. A pesquisa foi publicada no periódico Epidemiology & Community Health. Os cientistas envolvidos entrevistaram 914 mulheres sobre os seus hábitos alimentares. Uma dieta rica em leguminosas, que inclui ervilhas, feijões, lentilhas e grão-de-bico, atrasou a menopausa em um ano e meio, em média. Já ingerir muitos carboidratos refinados, particularmente arroz e massa, foi relacionado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo. Os pesquisadores levaram em consideração outros fatores, como o peso, a história reprodutiva e o uso de terapia de reposição hormonal (TRH), mas nesta primeira fase do estudo não consideraram fatores genéticos, que também podem influenciar a chegada da menopausa. O estudo não pôde provar qualquer relação de causa, mas oferece algumas possíveis explicações por trás das descobertas. Por exemplo, as leguminosas contêm antioxidantes, capazes de prolongar a menstruação. O ómega-3, presente nos peixes mais gordos, também estimula a capacidade antioxidante do organismo. Em contrapartida, os hidratos de carbono refinados aumentam o risco de resistência à insulina, o que pode interferir na atividade das hormonas sexuais – e aumentar os níveis de estrogénio. O que por sua vez pode elevar a quantidade de ciclos menstruais, fazendo com que a quantidade de óvulos no corpo feminino acabe mais rapidamente. A co-autora do estudo, Janet Cade, professora de epidemiologia nutricional, disse que: “Uma compreensão clara de como a dieta afeta o início da menopausa natural será muito benéfica para as mulheres que já estão em risco de menopausa precoce ou que têm um histórico familiar de certas complicações relacionadas à menopausa”. Convém salientar que as mulheres que passam pela menopausa mais cedo têm um maior risco de desenvolverem osteoporose, doenças cardíacas e vários tipos de cancro.


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Especialistas veem detox como desperdício de dinheiro e risco para saúde

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O tema ganhou destaque pelo plano detox de 10 dias de Kim Kardashian, que partilhou nas redes sociais. Tudo o que é em exagero, não é aconselhado para a saúde. A ideia é mais que sabida, e por isso um plano detox que dura 10 em vez dos mais comuns 3 dias poderá deixar qualquer um em dúvida sobre a validade desta prática. Por outro lado, tendo o mesmo sido divulgado pela socialite Kim Kardashian, muitos serão os que pretendem seguir o exemplo, mesmo que esta prática alimentar não se sustente na experiência de especialistas. Na sua página de Instagram, Kardashian justifica que a Met Gala está a chegar e que embora se tenha esforçado a nível de exercício físico, admite que a sua alimentação não tem sido a melhor nos últimos tempos: “quero alterar a minha rotina alimentar para comer de forma mais saudável e cortar o máximo possível o açúcar da minha vida”, escreve na descrição de uma foto em biquini. Segundo o nutricionista Hazel Wallace, citado pela Women’s Health UK, o plano de ‘limpeza’ de 10 dias é mal sustentado e pode trazer mais desvantagens do que benefícios. A esclarecer, a especialista esclarece que o termo ‘detox’ refere-se a desintoxicação, um processo normal do corpo humano, de expulsão de certas substâncias que não são aproveitadas pelo organismo. A concluir, o nutricionista garante que uma dieta equilibrada e variada é, a médio e longo prazo, bastante mais eficaz que os sumos, batidos ou chás detox que mesmo que garantam uma quase imediata perda de peso, o mesmo facilmente será ganho, além de que tais bebidas podem levar à perda de sódio ou desidratação extrema, por exemplo.


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Cientistas confirmam ‘poder’ da música para ativar partes do cérebro

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Tal descoberta permite abordar a ansiedade, depressão ou mesmo o Alzheimer através de novas abordagens. Há uma zona do cérebro que não é atingida pelo Alzheimer nem pela demência, foi o que concluiu um grupo de investigadores da Universidade de Saúde de Utah, nos Estados Unidos, que garante que a música, esta sim, ativa a referida área cerebral e é vista como forma de ajudar a aliviar a ansiedade em pacientes com demência, aponta o Sur. A investigação comprovou que o ouvir programa de música personalizado faz com que o cérebro ‘ative’ uma zona do cérebro externa à afetava pelo Alzheimer ou demência que se carateriza por ansiedade, depressão e agitação. Tais aspetos são diminuídos quando a música ‘influencia’ o cérebro, trazendo o paciente novamente à realidade, o que o acalma. Ao contrário da capacidade sonora, que ativa o cérebro principalmente nos pacientes que estão a perder o contato com a realidade que o rodeia, a memória visual e de linguagem são afetadas pelo tempo, não permitindo o tratamento por este meio. Apesar dos promissores resultados, a análise contou apenas com uma amostra de 17 adultos, não sendo ainda claro, por exemplo, quais serão os efeitos deste tratamento a longo prazo. Ainda assim, e não achando que este será o caminho para a cura do Alzheimer, é um método promissor como forma de diminuir os efeitos da doença e melhorar a qualidade de vida do doente.


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Não, não precisa de ‘poupar’ os joelhos em exercícios de grande impacto

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É comum, mas errada, a ideia de que com o avançar da idade devemos expor os joelhos a um menor esforço e impacto. Embora os joelhos sejam afetados por exercícios de desgaste como a corrida, e sejam associados a vários problemas à medida que se envelhece, o terapeuta físico Paul Ochoa esclarece que, pelo contrário, exercícios de grande impacto são aconselhados, sendo a melhor forma de manter os joelhos fortes. O ‘medo’ vem do desgaste das cartilagens e demasiada pressão que colocamos nos tendões com o passar do tempo e leva à ideia de que exercícios como basquetebol ou saltos para a caixa ‘são para os novos’. O problema, contudo, não advém dos exercícios praticados, mas da forma como os praticamos. Esclarece o especialista que, do mesmo modo como o levantamento de pesos promove o fortalecimento dos músculos, também os saltos e quedas promovem a conservação e fortalecimento dos ossos além de reforçar a ligação dos tendões entre músculos e ossos. Em suma, a prática frequente de tais exercícios está a permitir um corpo mais forte e não o contrário, que se verifica sim quando tais exercícios de maior impacto são retirados de uma rotina de treino.


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Coca-cola lança bebidas vegetais e café ecológico

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Ades e Honest são os novos produtos lançados pela empresa americana que traz para o mercado opções mais saudáveis e bem diferentes das tradicionais. Não só de refrigerantes vive uma das marcas de bebida mais famosa a nível global que além da mais conhecida bebida que dá nome à marca, detém outras bebidas como a Fanta, Sprite, Neste ou Powerade. Ainda assim, nenhuma destas bebidas se posiciona na categoria do saudável, algo que a empresa fez por mudar com os novos produtos agora lançados. Na linha Honest, há cafés (biológico) e chás com baixo teor de açúcar, e na linha Ades, bebidas vegetais com sumo de frutas. Comum a todas as novidades está a ausência de açúcares adicionados, uma medida que vem reforçar a aposta da marca de que falamos aqui. Ao espanhol El Confidencial, a brand manager da Coca-Cola Beatriz Osuna explica que três em cada quatro consumidores estão preocupados com a sua dieta, e a Coca-Cola quer responder a estes novos hábitos de consumo. “Queremos democratizar o consumo do ecológico, e torná-lo acessível a todos” refere, sem esconder o interesse em competir com outras marcas que já ofereçam tais produtos no mercado. Mas as linhas agora apresentadas contam com um passado que as sustentam: a Ades foi adquirida pela Coca-Cola no ano passado que a comprou a uma empresa americolatina líder mundial em produtos de soja. Quanto à Honest, pertence à marca desde 2011. Com assinatura da Coca-cola, os novos produtos chegam agora à Europa, com entrada por Espanha.


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Porque é que as mulheres têm mais enxaquecas que os homens?

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Ao conhecer a resposta ao problema, especialistas podem procurar uma medicação mais eficaz. Ocupa o terceiro lugar no ranking de doenças mais comuns em todo o mundo e, redundantemente, dá dores de cabeça a todos os especialistas que procuram a forma de se tratar o problema sem sucesso. Diz o Mental Floss que a medicina pode estar um passo mais próximo de se conhecer a fundo o problema, graças à identificação de uma proteína que é afetada pela alteração dos níveis de estrogéneo que pode explicar porque é que as enxaquecas afetam mais as mulheres do que os homens. De facto, 75% dos que sofrem deste problema são do sexo feminino, contudo, até então não havia justificação para tal. No estudo agora apresentado, é apontada uma relação entre a NHE1, a tal proteína cujos níveis variam com as alterações hormonais, e o problema das enxaquecas. Identificada a relação entre o nível de estrogéneo e a expressão da proteína em questão é possível criar-se novos medicamentos que permitam uma atuação mais direta e específica às alterações no organismo de cada sexo, nomeadamente as alterações hormonais. O próximo passo para os cientistas será portanto o de testar drogas que regulem as hormonas e perceber a sua relação com a proteína NHE1.


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A prática de exercício físico promove o aparecimento desta doença

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A prática regular de exercício físico é uma das melhores coisas que pode fazer pelo seu corpo, porém e de acordo com novas pesquisas pode também contribuir para o aparecimento de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e ninguém sabe realmente porquê… A ELA também conhecida por doença de Lou Gherig é conhecida sobretudo por ser a doença que afetava o recentemente falecido físico e cientista Stephen Hawking. E apesar de ainda não se saber muito sobre esta patologia fatal parece que a prática de exercício pode ser um fator de risco a considerar. “Observámos uma associação linear, o que significa que o risco pareceu aumentar paralelamente com o aumento do nível de atividade física”, explicou o neurologista Leonard van den Berg da Universidade de Utrecht, na Holanda. De forma a avaliar a conexão entre o exercício físico e a ELA – que há muito que é analisada, mas que nunca foi inteiramente compreendida – a equipa de van den Berg investigou os estilos de vida de mais de 1500 adultos, diagnosticados com aquela patologia, na Irlanda, em Itália e também na Holanda. Após ter em consideração outros elementos, tais como o género, a idade, o nível educacional, ou o consumo de tabaco e de álcool, os níveis de atividade física foram os que mais se destacaram como fator significativo capaz de influenciar o risco daquelas pessoas virem a desenvolver a doença. Os resultados demonstraram que a probabilidade de aparecimento de ELA era 7% maior nos indivíduos mais ativos. De sublinhar que estudos anteriores indicando este tipo de resultado tinham detetado uma correlação apenas com a prática de atividades extenuantes. Todavia, agora os dados apontam que até a prática de exercício moderado está relacionada com a condição. Um aumento de 7% pode não parecer muito substancial, porém a equipa diz que o risco pode atingir os 26% se se tiver em conta alguém com uma atividade física acima da média, como um atleta de alta competição. Apesar de ainda não se ter uma real noção das causas da ELA, mais de 10% dos casos são genéticos. E ainda não se sabe como a atividade física pode ou não contribuir para o acrescento dessa predisposição genética. “É importante ter em mente que a Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença relativamente rara afetando cerca de duas em 100 mil pessoas”, explica a neurocientista Tara Spires-Jones, docente na Universidade de Edimburgo. “O exercício físico protege-nos de muitas outras patologias, que são bem mais comuns, como a Alzheimer, doenças coronárias, diabetes ou do cancro, que todas juntas afetam milhões de pessoas no mundo inteiro”.


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Está com febre? Beba um Gin Tónico

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Um recente estudo aponta esta e outras bebidas brancas como benéficas para certos estados de menor saúde. O álcool não é aconselhado para quando se está doente. Diz mais metade dos inquiridos de um recente estudo que, pelo contrário, o seu consumo aumenta os efeitos da doença bem como os sintomas da asma. Contudo, o grupo de estudo sobre asma Reino Unido responsável pelo inquérito – e pelo estudo de que agora se fala – esclarece que tal acontece no caso específico de bebidas alcoólicas escuras e fermentadas, como a cerveja ou vinho tinto, onde são frequentes os elevados níveis de sulfitos e histaminas. Tais componentes são pois responsáveis por aumentar os sintomas de asma de quem sofre esta condição, e o mesmo acontece a quem apresente um estado febril. Por outro lado, o Gin parece ser uma melhor opção aos anti-histamínicos – pelo menos para quem evita ao máximo os medicamentos e não diz que não a um copo ao final do dia. A sua vantagem advém do processo de destilação com que conta esta bebida alcoólica e a torna livre de sulfitos, consequentemente, o seu consumo não será responsável pelo aumento do estado febril que se traduz em olhos a lacrimejar. Além do Gin, também a vodka é apontada como ‘segura’ a quem está com febre. Mesmo que não cure a doença, não irá piorar o seu estado e, pelo menos fará com que se sinta melhor durante aquele sunset.


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Tomar banho antes de ir dormir: Sim ou não?

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A ciência diz que tomar um duche de manhã não só o ajuda a despertar como aumenta a criatividade. Porém novas pesquisas garantem: se deseja dormir um sono descansado e tranquilo, tomar um banho à noite é o melhor que pode fazer. Os especialistas asseguram que há provas conclusivas que um duche ou banho noturno podem ajudá-lo a adormecer – mas apenas se os tomar na altura certa! O truque é este: não tome duche a horas muito tardias. “Não deve elevar a temperatura do corpo mesmo antes de ir para a cama”, diz a médica Dianne Augelli, clínica no Centro de Medicina do Sono, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Isto porque a temperatura do corpo é um fator determinante na regulação do ritmo circadiano, responsável por transmitir ao organismo sobre quando deve sentir-se sonolento ou desperto. Durante o dia, a temperatura corporal aumenta naturalmente até ao final da tarde, quando se denota uma reversão desse processo biológico e começa a decrescer. “O arrefecimento é um sinal que nos diz que devemos ir dormir”, afirma a especialista, como tal se interromper este processo pode experienciar uma maior dificuldade em adormecer. Tomar banho ao inicio da noite dá tempo ao corpo para que volte a arrefecer e pode mesmo provocar mais sono, salienta Shelby Harris, diretora do Centro Médico Comportamental do Sono Montefiore, em Nova Iorque. Harris recomenda que termine o duche pelo menos uma hora ou meia hora antes de ir para a cama. Dessa forma, quando se deitar, o corpo já terá arrefecido e estará pronto para uma boa noite de sono – bons sonhos.


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Vegetais crus são a melhor forma de garantir a saúde mental

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As vantagens associadas a uma alimentação rica em frutos e vegetais são mais que conhecidas, mas pouco se fala sobre a forma mais indicada de os consumir. A nível físico, sabe-se que uma alimentação rica em frutos e vegetais ajuda à perda de peso e mantimento de um valor saudável. Propicia também a uma boa saúde a nível do interior, desde o coração ao sangue. Mas há também aspetos positivos a apontar a nível psicológico. O consumo de verduras garante uma sensação de maior felicidade, satisfação e saúde mental – um aspeto menos analisado e que valeu a investigação por parte de um grupo de cientistas universitários da Nova Zelândia que comprovaram que é dos frutos e vegetais crus que mais benefícios se retira, em oposição aos cozinhados, enlatados ou processados. É no estado ‘não modificado’ que tais ingredientes estão no seu auge, já que perdem nutrientes quando cozinhados como comprovam anteriores estudos que revelaram a diminuição de vitamina C e B, bem como destruição de enzimas em vegetais cozinhados. Sabe-se, contudo, que os vegetais cozinhados são preferidos por facilitar o processo de mastigação, além disso, ao cozinhar está a aumentar os antioxidantes a consumir. A importância deste estudo advêm da agora comprovada facilidade com que se pode garantir uma boa saúde a nível mental, livre de risco de depressão.


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Afinal quantas calorias devemos ingerir?

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Segundo novos dados divulgados pelo sistema de saúde britânico (NHS), mais de metade das crianças e dos adultos ingerem calorias em excesso, contribuindo assim para a permanência e aumento de uma epidemia de obesidade a nível mundial. O estudo realizado aponta que só na Europa 63 por cento dos adultos têm peso a mais, enquanto que 36 por cento têm ‘apenas’ excesso de peso, 27 por cento são considerados obesos. A NHS recomenda a realização de três refeições diárias. O que em termos práticos significa que se devem ingerir 400 calorias ao pequeno almoço, 600 ao almoço e outras 600 ao jantar. Regra geral, a população adulta consome diariamente, em média, entre 200 a 300 calorias a mais. Relativamente à obesidade infantil, pensa-se que as crianças ingiram cerca de 140 a 500 calorias em excesso. Todavia, a recomendação diária continua a ser de 2000 calorias para as mulheres e de 2,500 para os homens. No Reino Unido em específico, a indústria alimentar foi desafiada a reduzir o valor energético nos produtos, em cerca de 20 por cento, até 2024. Para manter um peso saudável, deve ter em atenção as calorias ingeridas e praticar exercício físico.


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Estes são os melhores chás para acabar de vez com a tosse

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Seja uma tosse alérgica ou um sintoma de gripe, a tosse pode ser aliviada com alguns ingredientes que provavelmente tem em casa. Para todas as situações há chás que podem ajudar a atenuar e a eliminar a tosse. Saiba quais são: Chá de limão com mel e canela O limão é um anti-bacteriano muito eficaz, já o mel tem o poder de matar bactérias e a canela ajuda a expelir o muco. Chá de tomilho Esta erva é ótima para o tratamento de infeções na garganta e para os pulmões. É também um anti-inflamatório eficaz no alívio da dor e funciona como um poderoso anti bacteriano. Chá de gengibre com mel Tem efeito anti-inflamatório, alivia a dor e dissolve as mucosas, tratando a tosse de dentro para fora. Chá de hortelã A hortelã é ótima para o tratamento da tosse e para as inflamações, especialmente se está com dificuldades respiratórias. Para que o seu chá fique mais potente, adicione um pau de canela. Chá de rooibos com limão O rooibos é rico em minerais necessários para o bom funcionamento do sistema imunológico, é indicado para casos de alergias, constipações e gripes, especialmente quando combinado com o limão.  


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Há motivos mais que suficientes para deixar de beber com palhinha

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Seja porque é mais fácil para as crianças, para evitar que fique sem batom ou qualquer outro motivo, as palhinhas são, na verdade, um acessório que muito pouco acrescenta à forma como bebe. Pelo contrário, as suas desvantagens tanto a nível ambiental como de saúde fazem deste um objeto a evitar. A desvantagem mais conhecida do uso de palhinhas tem a ver com o aumento de gases e possibilidade de inchaço que advém da ‘ingestão’ do ar que está acima acima do líquido, no interior da palhinha – o seu uso frequente pode levar a dores abdominais bastante fortes. Mas há mais desvantagens associadas a este acessório, como o desenvolvimento de rugas em redor dos lábios. Explica o El Confidencial que esta situação deve-se à repetida contração dos lábios em movimentos repetidos e surge tanto em que usa palhinhas como nos fumadores. Além disso, esta prática propicia o aumento de cáries, uma ideia em que muitos acreditavam no contrário, justificando que o líquido açucarado não toca nos dentes ao usar-se palhinha. Contudo, dependendo da posição em que bebe, ao ‘dirigir’ o líquido sempre para a mesma zona da boca está a favorecer a acumulação de açúcar num só ponto, promovendo o desenvolvimento de cáries. A par das questões de saúde, o uso de palhinhas trás também desvantagens a nível ambiental sendo visto como uma das maiores ameaças para o meio ambiente. Ao confundirem-nas com alimento, a cada ano um milhão e meio de animais marítimos morrem de ingestão de objetos plásticos como as palhinhas. Mas apesar do número e dos restantes fatores referido, aponta o jornal espanhol que, hoje, a média diária é de 500 milhões de palhinhas utilizadas em todo o mundo – um objeto que se usa por 10 minutos e demora cerca de 10 anos a deteriorar-se.


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Exercício na gravidez reduz o tempo de trabalho de parto

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Recente estudo revela (mais uma) vantagem de se manter uma vida ativa durante o tempo de gestação. Evita dores de costas, facilita o processo de se voltar ao peso que se tinha antes da gravidez, ajuda a manter os níveis de energia e, segundo um recente estudo feito pela Universidade Técnica de Madrid, permite que se passe menos tempo em trabalho de parto. O exercício físico durante a gravidez traz vários benefícios e foi no sentido de os analisar que um grupo de investigadores analisou um grupo de 508 grávidas saudáveis, que dividiu aleatoriamente por dois grupos: um de treino, onde as mulheres praticaram exercícios aeróbicos de ritmo moderado três vezes por semana, e um de controlo. Findo a gravidez, o parto de cada mulher foi analisado em vários aspetos como peso ganho pela mãe, peso do bebé e uso de epidural, além da duração em cada fase do trabalho de parto. Da análise foi possível concluir que as mulheres que praticaram exercício durante a gravidez tinham maior tendência a realizar o parto em menos tempo. Além disso, na generalidade, usaram menos a epidural do que o outro grupo de grávidas. O exercício na gravidez vem assim comprovar mais uma vantagem para a saúde da mulher, bem como do bebé já que, a nível do peso do recém nascido, verificou-se uma maior frequência de bebés acima do peso no caso das mulheres que não praticaram exercício físico durante o tempo de gestação.


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Foi encontrada a cura para a cegueira

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Os resultados foram mais positivos do que se esperava, tendo garantido sucesso nos dois indivíduos em que se testou o método. Falamos do tipo de cegueira mais comum, e a sua cura pode ser um tratamento igualmente comum (como o tratamento de cataratas) dentro de um curto período de cinco anos. O tratamento passa pela aplicação de um ‘remendo’ na parte detrás do olho, sobre a zona afetada, que permite recuperar grande parte da visão, permitindo que o indivíduo volte a ler, lê-se no The Guardian – um resultado que os investigadores não esperavam ser tão positivo. A perda de visão em causa refere-se à degeneração da visão que advém da idade e foi tratada em dois adultos: um homem com cerca de 80 anos, e uma mulher na casa dos 60 – ambos tinham cegueira quase total, que não lhes permitia sequer reconhecer rostos. Após a operação, a mulher, que lia uma palavra por minuto, consegue agora ler uma média de oitenta palavras por minuto e o homem, cinquenta. No caso dos pacientes tratados, a cegueira era do tipo húmida – o mais severo e menos comum dos dois casos. No caso da degeneração de visão do tipo seca, por ser mais leve, acredita-se que o mesmo tratamento agora testado seja igualmente eficaz. Apesar do sucesso, os especialistas pretendem realizar a operação em mais um indivíduo, que se encontre no mesmo estado avançado que os dois outros, para garantir a eficácia e segurança do processo, mas as perspetivas são, desde logo, positivas, sendo que já se aponta a possibilidade de este ser um procedimento frequente – e barato – no tratamento do problema. Também em Portugal, a degenerescência macular ligada à idade é uma das principais causas para a cegueira. Embora não se possa apontar um dado concreto, estima-se que em 2011 o número de portugueses com dificuldades de visão fosse de cerca de 900 mil cidadão, aponta a ACAPO.


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Há um teste que deteta o cancro da próstata, diz novo estudo

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A nova técnica de ressonância magnética deverá pôr um fim aos testes dolorosos e invasivos utilizados até ao momento na deteção e no diagnóstico do cancro da próstata. A técnica de RM funciona em mais de um quarto dos casos, garante o novo estudo levado a cabo pela University College London, no Reino Unido. O que poderá significar que os milhões de homens submetidos anualmente a biopsias dolorosas poderão evitar esse procedimento – que envolve retirar amostras de tecido da próstata para análise. A técnica de RM é 12 por cento mais eficaz a detetar a existência de tumores fatais e 13 por cento mais eficiente a referenciar sintomas cancerígenos que necessitem de intervenção. O exame deverá referenciar e sublinhar as “potenciais áreas de perigo”. Se nada for detetado os pacientes continuarão a ser monitorizados, e não terão que ser submetidos de imediato a uma biopsia. No caso do exame encontrar um tumor, será necessário que o paciente realize então na mesma uma biopsia de forma a confirmar ou não o diagnóstico. Porém a técnica de RM deverá ajudar os médicos indicando o tecido específico que deverá ser recolhido. Os especialistas garantem que o novo método não invasivo de ressonância poderá salvar milhões de vidas, através de um diagnóstico precoce e exato.


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Há mais de 100 genes relacionados com o cancro da mama

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A descoberta abre portas a que se criem novos modelos de identificação da doença, o que permite pensar em formas de tratamento mais específicas a cada caso. A par de um estilo de vida pouco saudável, a própria genética pode ser responsável pelo desenvolvimento de cancro. Foi desta segunda causa que partiu um estudo publicado esta semana, no sentido de identificar os genes responsáveis pela doença, ou risco da mesma. O estudo baseou-se numa técnica anteriormente desenvolvida pela Universidade de Londres, que identifica as interações entre diferentes regiões do genoma – conjunto dos genes e outras sequências não codificadoras que juntas criam toda a informação hereditária do ser humano. Das 63 regiões analisadas, em 33 os cientistas encontraram 110 genes que potenciam o aumento dos riscos do cancro da mama se desenvolver. Até então, apenas 14 genes eram conhecidos como tal pelo que a recém descoberta obriga a que se analise os ‘novos’ genes, no sentido de se perceber em detalhe o risco de cada um. Segundo Olivia Fletcher, responsável pela referida pesquisa,”Identificar estes novos genes vai nos ajudar a compreenrer em maior detalhe a genética do risco de cancro de mama.” Um aspeto bastante relevante, principalmente para um tipo de cancro que, segundo a Organização Mundial de Saúde, é o mais frequente entre as mulheres, e cada vez mais tem afetado a população feminina.


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Estes problemas de saúde surgem e são agravados pelas mudanças climáticas

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Tanto o frio, como o calor extremos podem afetar o seu organismo, física e mentalmente. As consequências do efeito de estufa, de desastres naturais e de um planeta mais quente contribuem para o aumento do stress e da ansiedade, de infecções, comprometem ainda o sistema imunológico, e podem até ser um fator determinante no desenvolvimento de doenças mentais. Saiba mais sobre como as alterações climáticas nos estão a influenciar: Afetam as alergias De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as temperaturas elevadas agravam os sintomas das doenças respiratórias, tais como a asma ou simples alergias, porque aumentam os níveis de poluentes no ar. Temperaturas mais quentes e níveis mais altos de CO2 significam também uma maior libertação de pólen pelas plantas, o que intensifica as alergias. Aumentam a incidência de algumas doenças Quanto mais elevadas são as temperaturas, maior é o risco de inundações e da propagação de doenças transmitidas pela água. Um estudo de 2013 sobre a ocorrência de inundações no continente Europeu descobriu que, à medida que as enchentes aumentavam, a taxa de incidência de várias doenças também aumentava, tais como a diarreia, problemas virais ou bacterianos transmitidos por roedores e infeções propagadas por mosquitos, carrapatos, moscas e pulgas. Afetam a reação aos medicamentos Um estudo de 2013 descobriu que, à medida que as doenças geradas pelas mudanças climáticas aumentam, ficamos mais propensos a tomar mais medicação, tornando-nos dependentes destas drogas, incluindo de antibióticos e analgésicos. A toma exagerada desses fármacos faz com que paradoxalmente nos tornemos também mais resistentes aos seus efeitos, o que poderá tornar-se eventualmente desastroso, caso a ciência não consiga produzir novas alternativas de cura. Fica mais vulnerável ao stress Estudos das Nações Unidas mostram que as ondas de calor produzem stress e ansiedade extremas, com picos insustentáveis na temperatura corporal, que tornam as condições de trabalho insuportáveis e aumentam o risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e renais. Afetam a saúde mental O aumento de temperatura é difícil para quem sofre de problemas de saúde mental. Estudos mostram que os extremos na temperatura, especialmente o calor, aumentam a incidência de doenças do foro psicológico, de comportamentos agressivos, violência e até suicídio. Durante as ondas de calor, os indivíduos diagnosticados com algum tipo de doença mental enfrentam um maior risco de mortalidade, por razões que até agora não são inteiramente claras para a comunidade científica. Podem alterar o ciclo menstrual O ar poluído pode contribuir para um ciclo irregular. Isso porque os poluentes da atmosfera afetam os níveis hormonais e o metabolismo humano. Aumenta as probabilidades de nascimentos prematuros Vários estudos concluíram que a exposição a temperaturas extremas no início das gestações, especialmente durante as primeiras sete semanas, pode multiplicar significativamente a taxa de partos prematuros.


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Exercício físico é mais fácil desta maneira, diz novo estudo

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Se acha que ouvir música lhe dá mais energia quando está a correr ou a levantar pesos no ginásio… Não está sozinho, a ciência ‘diz’ que tem razão. Um grupo de investigadores da Universidade Texas Tech, nos Estados Unidos, afirma que ouvir melodias alegres aumenta de facto a resistência física de quem pratica exercício físico de alta intensidade. No novo estudo, os indivíduos que ouviram música durante um exame de stress cardíaco, aguentaram em média um minuto a mais, a praticar o mesmo tipo de exercício, comparativamente a quem não ouviu música. O projeto de investigação, ainda não foi divulgado em nenhuma publicação científica, e será apresentado pela primeira vez durante esta semana na conferência anual de American Cardiology, em Orlando, na Florida. “Pelo menos em pequena escala, este estudo sugere que ouvir música motiva quem está a praticar algum tipo de atividade física, incentivando a que pratique ainda mais desporto – que é crucial para a saúde do coração”, afirma o coordenador da equipa de cientistas, o médico cardiologista Waseem Shami. Shami e os seus colegas recrutaram 127 voluntários para serem monitorizados durante um exame de stress cardíaco. Este tipo de exame é utilizado para medir a frequência cardíaca durante a prática intensa de exercício. Neste caso, o nível de inclinação e de velocidade das passadeiras foi sendo aumentando de três em três minutos. Metade dos voluntários foram selecionados, ao acaso, para ouvirem música latina, house e pop, ao mesmo que andavam ou corriam nas passadeiras; enquanto, que o outro grupo fez o exercício físico que lhe competia em silêncio (todos utilizaram auriculares, de forma a que os investigadores não soubessem quem fazia parte de cada grupo). Os cientistas norte-americanos concluíram que os indivíduos que escutaram música aguentaram em média mais oito minutos e 26 segundos, comparativamente aos elementos do grupo ‘silencioso’, que resistiram em média durante sete minutos e 35 segundos. “Após os primeiros seis minutos, parece que está a subir uma montanha, por isso resistir durante mais 50 segundos, ou mais do que isso, é muito significativo!”, explica o cardiologista Shami.


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Não gosta de treinar em público? Saiba como ganhar confiança

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Muito serve de desculpa ou entrave para que se comece a treinar. Para o evitar, importa que se sinta confiante durante o treino e, para tal, há simples medidas que deve adotar – pelo bem da sua saúde. Na hora de começar a praticar exercício físico, muitos são os obstáculos (diga-se, desculpas) para que se entre na rotina. Seja porque não estamos em forma e o colega do lado consegue levantar 20 quilos como se nada fosse, ou porque a resistência está no mínimo e não conseguimos correr nem metade do que aquele frequente praticante que vemos diariamente a treinar no jardim ou ginásio. A ansiedade que muitos sentem na hora de treinar é algo comum e fácil de se evitar. No fundo, basta que se tome consciência de que pelo simples facto de sairmos de casa para praticar exercício físico, estamos a fazer algo por nós mesmos, e isto é reconhecido mesmo que se esteja no nível zero. Em segundo lugar, racionalizar que somos os únicos a dar importância à ‘má’ forma física e desempenho dos exercícios. Ainda assim, a insegurança não é algo racional pelo que, no sentido de ajudar a que se desbloqueie este comportamento aquando do treino, a Women’s Health UK aponta sete situações comuns e a melhor forma de se agir em cada uma delas. Chegar a um novo ginásio ou aula de grupo: Cada espaço tem a sua organização, e mesmo que lhe tenham feito uma visita guiada, é normal que nos primeiros dias não saiba como se dirigir para os balneários, onde fica a sala de grupo (cuja aula começa dentro de cinco minutos), qual a dinâmica dos cacifos nos balneários, entre outras comuns situações que, quando não estamos a par, nos parecem entraves. Para conhecer o espaço rapidamente, basta que esteja atento nos primeiros dias. Pediu ajuda para chegar à sala de cycling, memorize-a, bem como a sala de Yoga que fica mesmo ao lado. Não tenha receio de perguntar a outros membros do ginásio onde fica o depósito de água ou como reservar uma aula. Todos já tiveram o seu primeiro dia no ginásio e, regra geral, são abertos a este tipo de ajuda. O inevitável balneário: A roupa é um meio de escondermos certas inseguranças que tenhamos com o corpo. Nos casos de maior insegurança, pode ser difícil o momento de trocar de roupa ao lago de alguém com o corpo bem tonificado. Pense que todos estão na mesma situação e que cada um está concentrado em arranjar-se e vestir-se e não em observar os demais corpos. O isolamento na sala de pesos livres: Entre a escolha do peso certo e na execução do exercício que depende apenas de si e do seu peso, sem o apoio de qualquer máquina, pode-se sentir algo desprotegido. Uma forma de se sentir mais à vontade nesta situação é ao conhecer ao máximo o seu plano de treino. Foque-se nos seus exercícios e na sua boa execução – vai esquecer-se que está numa sala com mais gente. Se se sentir à vontade, dê dois dedos de conversa com o colega do lado, vai se surpreender com a abertura que muitos têm em partilhar dicas de treino ou curiosidades sobre o seu plano. Participar em grupos de treino: Nas aulas de grupo há aqueles que vão para a primeira fila, têm entusiasmo para dar e vender e respondem ‘vamos!’ a todos os incentivos do professor, e há os que preferem passar despercebidos e se preocupam apenas em conseguir fazer a aula até ao fim. Não se compare com os primeiros: toda aquela confiança foi trabalhada naquelas mesmas aulas. Em vez disso, veja-os como inspiração e não uma forma de comparação que o leva a auto julgar-se. Começar um novo plano de treino: Não avançar para um novo plano de treino antes de estar à vontade com o atual, é a melhor forma de evitar dores. Mas aspetos físicos à parte, é frequente o caso em que nos dão um novo plano de treino que nos deixe perdidos, sem saber como fazer. Peça ajuda a um PT – é para isso que estão no ginásio. Se achar necessário, marque uma aula particular com um personal trainer e no caso de exercícios mais complexos, peça-o para o filmar. Assim, quando for repetir o treino, terá um arquivo pessoal a que recorrer. Correr na rua: É onde muitos se sentem desprotegidos já que não está num ambiente onde – mal ou bem – todos estão a treinar, como no ginásio. Quem sente ansiedade ao treinar na rua, pensa que todos estão atentos à forma como corre ou mesmo a roupa que está a usar. Contudo, pense no que mais frequentemente lhe passa pela cabeça quando vê alguém correr na rua: “eu devia praticar exercício físico” é o pensamento mais comum, e é nisto que muitos pensam quando o veem correr. Pense nisso e, para se abstrair do ambiente, opte por um caminho que começa e escolha uma playlist de que goste e o distraia. Participar numa maratona: …ou outro evento que conte com público. Tal como na corrida, o participar num evento do género é visto como ao de coragem e força. Certamente que treinou e se preparou para o mesmo: foque-se nisso e tenha orgulho em si mesmo pelo que conquistou. Nem todos conseguem correr uma maratona.


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Viajar é bom para a saúde. Cinco razões para o fazer já

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É tão válido como qualquer outro o argumento de ‘preciso de viajar, pelo bem da minha saúde’. O bem estar de cada indivíduo merece diferentes cuidados em várias áreas: desde o bem estar a nível físico, que passa pela alimentação e exercício físico, o bem estar emocional, que tem em conta a relação com os que nos rodeiam e o bem estar interior que, se não for trabalhado, não permite que nos relacionemos bem com os outros. Por questões de confiança, humildade e outros aspetos imprescindíveis a quem quer levar uma vida saudável e equilibrada, viajar é uma prática que não deve faltar nos seus dias. E no caso de precisar de motivos para aderir a esta aventura (ou de argumentos para convencer o seu futuro parceiro de viagem), o site Leaf aponta cinco motivos que esclarecem porque é que viajar é bom para a saúde: 1. Deixa-nos menos stressados e mais felizes É a forma ideal para recarregar energias e fazer uma pausa da sua rotina diária. É tão válido para quem queira ficar a torrar ao sol como quem passe o dia a andar em trilhos ou a escalar. 2. Melhora a saúde cerebral e a criatividade Conhecer espaços novos e realidades diferentes abre-nos a mente para novas visões e perspetivas na hora de resolver um problema ou quando precisa de novas ideias. 3. Permite a conexão com novas pessoas Fazer amigos nestes cenários é algo que não consegue noutra situação. Tal como o conhecer novos espaços, o conhecer novas culturas é a forma ideal de se abrir a novos pensamentos e perspetivas sobre a vida, que o fará olhar para si de outro modo 4. Oferece-nos novos objetivos pessoais O simples acto de planear uma viagem tem benefícios para a saúde, segundo vários estudos que defendem que o otimismo e planeamento com que prevemos novas situações, são benéficas ao tempo presente 5. Traz-nos novas perspetivas Quando estamos embrenhados na rotina diária e de trabalho, podemos nos fixar na ideia de que a felicidade deve-se apenas ao sucesso e bom desempenho no trabalho, que se conjuga com um bom físico. O viajar com alguma rotina abre-nos os olhos para outros aspetos importantes que se relacionam com a verdadeira felicidade, principalmente se o destino for um local mais pobre do que aquele em que vivemos: vale a pena ficar chateado por o estacionamento em certo local ser pago, quando há tanta gente que nem tem possibilidade de ter carro próprio? Todos estes pontos sustentam a ideia de que viajar faz bem, contudo, nada como ir sem perspetivas e com um plano de viagem meio criado. Deste modo, vai evitar stress desnecessário e conseguir tirar o máximo proveito da viagem.


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Melhore o seu dia: Seja egoísta

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Para ser bem sucedido é fundamental que você e os seus objetivos sejam a prioridade, e não os outros. É a opinião do autor Andrew Merle, que partilhou as suas ideias na publicação norte-americana Time. Merle considera que para que isto aconteça deve iniciar o seu dia a fazer aquilo que é mais importante para si, antes de começar a dar respostas às necessidades ‘urgentes’ de quem o rodeia. O autor recomenda que ‘proteja’ a primeira hora do seu dia de trabalho, aquilo que refere como “Mine O’Clock” ou “A Minha Hora”. E que a utilize de forma proativa para concretizar objetivos a curto e longo prazo. Para Merle, se não ‘protege’ esta hora do dia, irá passá-la a responder aos emails dos seus colegas ou a correr de reunião em reunião. Consequentemente, irá sentir-se exausto e sem energia, antes de poder dar atenção aos seus próprios projetos. Andrew Merle aconselha que siga estes passos para que torne assim “A Minha Hora” (neste caso a ‘sua hora’), uma parte constante da rotina diária. ‘Bloqueie’ a primeira hora do seu dia de trabalho Marque esta hora no calendário do seu telemóvel ou no Outlook, do computador do escritório, para que este período de tempo seja preservado e mostrando desta forma aos seus colegas que está ocupado. Não marque reuniões ou chamadas para esta hora. Respeitosamente decline qualquer pedido para marcar reuniões durante esse período de tempo, a não ser que não tenha mesmo nenhuma alternativa. E nesse caso, considere começar o seu dia de trabalho uma hora mais cedo. Estabeleça previamente as suas tarefas diárias Limite a sua lista a três tarefas cruciais. Escreva a lista de afazeres na noite anterior. Comece o dia pela tarefa mais importante Encontre um sítio calmo e onde não será incomodado para trabalhar. Assim, que acabe siga para a tarefa seguinte. Evite usar o email ou redes sociais nesta altura.


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Por quanto tempo deve aguentar cada alongamento?

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É imprescindível para terminar em bem o seu treino, mas há que fazê-lo de forma correta, ou estará apenas a perder tempo. Melhora a flexibilidade, reduz o risco de lesões e melhora a performance. Três vantagens que fazem valer a pena os minutos que ‘perde’ a alongar depois do exercício físico. Sem demasiado esforço e com foco nos músculos mais trabalhados durante o treino (ouça o seu corpo, vai facilmente saber que músculos carecem de alongamento), a questão que se coloca é apenas uma: por quanto tempo deve segurar em cada alongamento? Diz a Men’s Health que o ideal são 60 segundos para cada músculo, que podem ser contabilizados em três séries de 20 segundos, por exemplo. Para que a fase final do treino seja ainda mais eficaz, garanta que alonga logo após o exercício físico. Ainda, segundo aconselha o colégio americano de medicina do desporto, “adultos saudáveis devem praticar pelo menos duas vezes por semana uma série de exercícios de flexibilidade”. Em grande parte dos ginásios estão disponíveis aulas de stretching ou aparelhos que ajudam a alongar, basta que lhes dê o devido tempo, como parte do seu treino.


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Está sempre com sede? Pode ser sinal de algo grave

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Nem sempre o motivo é o insuficiente consumo de água por dia. Tem o hábito de estar sempre a beber água? Ainda bem. O consumo diário médio para um adulto saudável é de 1,5 a 2 litros de água por dia, valor que varia com o volume de cada indivíduo, bem como da atividade física que pratica e exposição ao calor. Exceder o consumo médio aconselhado pode não ser benéfico, assim como não o é a sensação constante de se ter sede – sobre este último caso, há vários motivos e seja qual deles for, há que dar a volta, já que não devemos sentir sede, seja em que situação for. Pelo contrário, é essencial estar constantemente hidratado. Não beber água suficiente é a primeira causa apontada. O corpo responde a esta necessidade básica com a sensação de sede. Por exemplo, quando vai treinar e não leva uma garrafa de água, rapidamente o seu corpo sente a falta de água, que é imediatamente saciada assim que repõe os níveis de água no organismo. Outro motivo, que também se expressa com a sensação de sede, é aquando da ingestão de comida demasiado salgada. Alimentos com grande concentração de sal desidratam o corpo, logo, obrigam a um maior consumo de água. Também a medicação pode desidratar o corpo, o que se revela em boca demasiado seca. No caso de estar a sentir mais sede que o normal aquando da medicação, verifique na burla se o que está a tomar contém dimenidrinato ou se é anti-histamínico. É provável que nestes casos tenha de aumentar a dose diária de água. A par destas situações mais comuns, há casos em que se bebe a dose diária de água recomendada e uma alimentação equilibrada, mas ainda assim, sente-se constantemente com sede – estes são os casos mais alarmantes que podem significa que tem diabetes ou uma doença autoimune. Sofrer de diabetes significa que há mais açúcar no sangue do que o devido. Tal faz com que se urine mais, como tentativa natural à expulsão do açúcar no sangue. A vontade de urinar e sede constante podem, por isso, estar associadas a esta doença. No caso de doenças autoimunes, os sintomas passam frequentemente por olhos e boca seca, a par da sensação de sede. Se sentir estes sintomas mas não tiver nenhum medicamento a que os associar, o melhor será ver um médico.


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Liberte-se do vício do açúcar. Saiba como

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Se está a tentar evitar ingerir alimentos com açúcar sabe que não é tarefa fácil. Porém, existem alguns truques para que não desista da sua saúde e para que se liberte de vez do vício. O álcool faz mal, as drogas também e obviamente o tabaco está na mesma categoria. E o açúcar? Investigadores das universidades de Princeton e do Minnesota, nos Estados Unidos, realizaram testes com ratos que mostraram que o vício no açúcar leva à compulsão e à síndrome de abstinência. Nos humanos, imagens cerebrais mostraram que a foto de um gelado em pacientes ‘normais’ gera a mesma sensação prazeirosa no cérebro que imagens de um cachimbo de ‘crack’ para um viciado. A seguir ao Natal ou a uma grande festa já teve a sensação de se sentir ressacado, mesmo não tendo ingerido álcool? Pois é, a ressaca que sentiu aconteceu muito provavelmente devido aos doces que comeu. E o açúcar está presente em diversos alimentos do dia a dia, desde o pão à fruta. Eliminá-lo da dieta é quase impossível… Porém, há algumas medidas que pode tomar… Conheça os açúcares que consome Um alimento sem ‘açucares adicionados’ não tem necessariamente um baixo teor de açúcar. Verifique a sacarose, a frutose, a glicose, o amido e a maltose. Mantenha um registo Mantenha um registo diário de tudo o que come e quando. Até pode acreditar que não come muito açúcar, mas ficará surpreendido com o resultado. Elimine a ‘comida rápida’ A ‘fast food’ contém açúcar e o doce provoca a produção em excesso de insulina. Escolha açúcares saudáveis Nem todos os açúcares são maus. Há doce na batata-doce ou nas cenouras. Coma fruta fresca no início do dia A fruta fresca tem um elevado teor de vitaminas, mas contém frutose (o açúcar natural da fruta). Consuma fruta em pequenas quantidades e faça-o logo no início do dia. Pratique exercício Ao mexer-se e quando pratica desporto o corpo liberta endorfinas que o farão sentir-se melhor, sem necessitar de ingerir estimulantes como o açúcar. Seja realista As alterações no seu corpo não se darão de um dia para o outro e poderão passar algumas semanas até começar a ver benefícios. Seja paciente – invista tempo em si e na sua saúde.


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Selfies no ginásio podem estar a arruinar a sua autoestima

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Onde é que costuma ver pessoas a treinar? Sim, no ginásio ou no parque ao fundo da rua, ou então, claro está, nas redes sociais. Afinal, todos conhecemos alguém que não consegue evitar publicar ‘aquela’ fotografia… A professora e investigadora da Universidade Texas State, nos Estados Unidos, Tricia Burke queria descobrir o que acontece no nosso cérebro quando visualizamos imagens e selfies de pessoas no ginásio ou que praticam outro tipo de exercício como correr. Burke e o investigador da Universidade do Arizona, Stephen Rains, analisaram 230 pessoas ativas nas redes sociais e que publicam fotografias e declarações sobre as suas ideias pessoais sobre saúde, fitness e acerca do seu peso. Examinaram a frequência com que publicavam informação no seu perfil, sobre os treinos que faziam; a tendência ou não de se compararem a outros, e mais. Os resultados, publicados no journal Health Communication, detetaram uma relação fascinante entre esses conteúdos de saúde e quem visualisa essas publicações, explica Burke. Os indivíduos que mais se deparavam com esse tipo de conteúdos apresentavam uma probabilidade maior, comparativamente a quem não estava exposto a essa informação, de se preocuparem em demasia com o seu próprio peso, o que se poderá refletir em problemas de autoestima. De acordo com Burke, o efeito é ainda mais pronunciado se a pessoa se considerar parecida com o autor daquele perfil, já que possíveis parecenças podem originar comparações sobre tamanho, boa forma e capacidade física. Porém, as notícias não são apenas más. Burke detetou que muitos dos indivíduos que consideram as pessoas que veem nas fotos ‘superiores’, também passam a ter uma atitude mais positiva e recetiva à prática desportista. “Pode ser um fator de motivação”, diz a investigadora. Já Rains, refere que a maioria dos utilizadores de redes sociais não está consciente dos efeitos psicológicos que estas publicações podem exercer. Todavia, salienta que o importante é reter que aquilo que se vê ou se partilha online tem de facto impacto. “Muitos de nós deslizamos o dedo pelo ecrã do telemóvel e consultamos estas redes sociais passivamente. E nem sequer nos apercebemos que estamos a internalizar o que vemos – imagens que podem afetar as nossas atitudes e pensamentos”, explica Rains. Estas conclusões são importantes tanto para os consumidores das redes como para quem cria conteúdos. “É preciso precaução sobre o modo como as imagens e a informação publicada é divulgada e contextualizada. Os utilizadores deveriam publicar de forma responsável e com o intuito de transmitir mensagens positivas e de cariz saudável, promovendo por sua vez atitudes positivas em quem visualiza essas imagens e textos”, conclui Burke.


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Amamentar ou não. Experiência científica caseira dá que falar

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Uma mãe britânica está a ser alvo de polémica após ter realizado uma experiência científica caseira com o intuito de descobrir como o leite materno e o leite de fórmula combatem infeções. Jessica Wilson, de Merseyside, no Reino Unido partilhou imagens nas redes sociais nas quais se podiam ver duas placas de petri. A mãe e estudante de biologia, terá colocado o mesmo tipo de bactéria ‘microcossus luteus’ em ambas as placas e posteriormente terá adicionado a uma delas leite materno e à outra leite de fórmula. Nas imagens uma das placas parece estar coberta por bolor e a outra parece não apresentar quase manchas. Wilson, afirmou que os resultados obtidos através do projeto cientifico amador mostram as propriedades anti bacteriais do leite materno, comparativamente à substituição sintética. “Como podem ver os círculos à volta dos discos mostram como o leite materno conseguiu ‘lutar’ contra a bactéria e o prato está quase limpo. Já na outra placa, o leite em fórmula não teve qualquer efeito e a bactéria espalhou-se completamente”, afirmou a mãe. Apesar da publicação ter recebido comentários de apoio, a reação de outros cibernautas foi menos positiva. “Todas as mulheres sabem que o leite materno faz melhor ao bebé, porém muitas não conseguem produzir a quantidade necessária. Nenhuma mulher deve sentir-se inferior por não conseguir dar de mamar”,escreveu a internauta Mary Herrick. Já outra disse: “Nada simpático ou solidário para as mães que não conseguem amamentar!”


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Bebe água com limão? Cuidado com os seus dentes

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Investigadores britânicos descobriram que ingerir bebidas ácidas, como chás de fruta e águas com aromas, pode corroer e danificar o esmalte dos dentes. Uma equipa de investigadores do King’s College, em Londres, descobriu que consumir essas bebidas entre as refeições e saboreá-las por muito tempo aumenta o risco de erosão dentária. O estudo publicado no British Dental Journal apresenta a análise que foi realizada à dieta de 300 indivíduos que sofriam de erosão dentária severa. Sumos, chás de fruta, bebidas ‘light’, com açúcar e águas aromatizadas são líquidos ácidos e podem corroer os dentes, aponta o estudo. A situação piora quando se passa tempo em demasia a saborear essas bebidas antes de as engolir. Refrigerantes sem açúcar são quase tão erosivos quanto os com açúcar, explicam os investigadores. Vinagre e conservas também podem levar à erosão dentária. “Se demora mais de cinco minutos a ingerir uma destas bebidas, por exemplo, ou se ‘brinca’ com a fruta nos dentes antes de engoli-la, poderá realmente deteriorá-los”, diz Saoirse O’Toole, do Instituto Dental do King’s College, uma das autoras do estudo. “Após comer uma maçã, tente não consumir nada muito ácido nesse dia”, recomenda. “Se bebeu vinho à noite, não beba chá de fruta de manhã”, afirma. Bebidas e refeições Os cientistas descobriram que quem bebe água com uma rodela de limão ou chá quente de fruta entre as refeições têm mais onze vezes de probabilidade de sofrer de erosão dentária média ou severa. Esse número diminuia para menos de metade quando as bebidas eram ingeridas durante as refeições. Segundo Russ Ladwa, do comité de saúde e ciência da Associação Dental Britânica, ingerir bebidas ácidas durante uma refeição minimiza os danos porque mastigar comida aumenta a produção de saliva, que é alcalina e amortece a acidez. Ladwa recomenda beber água e bebidas nutritivas como leite, além de alimentos que neutralizam o ácido, como queijo. A erosão dentária é reconhecida como uma das maiores causas de danos aos dentes em todas as gerações. Bebidas ácidas – Álcool – Chás de fruta – Água com aromas – Sumos – Refrigerantes ‘light’ ou ‘diet’ – Bebidas com açúcar Bebidas que não são ácidas – Água – Chá – Café – Leite – Água com gás O que é a erosão dentária? – É a perda progressiva do revestimento dental por processos químicos que não envolvem ação bacteriana. – A acidez dos alimentos e bebidas é mais relevante para a erosão que o açúcar (bactérias, em conjunto com o açúcar, provocam cáries, não erosão). – Dieta, estilo de vida, o ambiente e, em alguns casos, tipos de medicação podem aumentar os riscos de erosão dentária. – Usar pasta de dentes com flúor, liquido para bochechar e alterar a dieta podem reduzir o risco de erosão.


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Sinta-se bem. Pense duas vezes antes de fazer estas coisas

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Usa sempre o mesmo saco de plástico quando vai às compras? Vê quantos episódios seguidos da sua série preferida? E a cama, fá-la logo mal se levanta? Há certos hábitos enraizados que provavelmente segue e nem sequer para para pensar se são realmente o melhor para si. Tome atenção e pense duas vezes antes de… … Antes de por o seu alarme para mais cedo do que precisa Pode parecer boa ideia colocar o alarme para despertar meia hora mais cedo do que o necessário. Porém, se depois vai carregar várias vezes no ‘snooze’ e passar pelas brasas, possivelmente vai iniciar ciclos de sono que não irá terminar… Ou seja, vai levantar-se ainda mais cansado. … Antes de usar sempre o mesmo saco de plástico Claro que não deve estar sempre a comprar sacos no supermercado, não só faz mal ao seu bolso como ao ambiente, porém preste atenção. A organização britânica, Food Standards Agency avisa que o contacto do plástico com a carne ou peixe cru pode gerar E.coli, que por sua vez pode provocar intoxicações alimentares. Por isso use sacos específicos para transportar produtos frescos e se por acaso verter algum liquido, substitua o saco. Se utiliza sacos de algodão ou de outro tecido, lave-os regularmente. … Antes de ver mais um episódio da sua série favorita De acordo com um estudo da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, pessoas que veem mais de cinco horas de televisão por dia têm 65 por cento mais probabilidade de desenvolverem problemas de mobilidade, comparativamente a quem apenas fica em frente ao ecrã durante duas horas. Levante-se e alongue durante os intervalos ou entre os episódios. … Antes de fazer a cama logo que se levanta Os ácaros vivem no colchão e nos lençóis, alimentando-se das nossas células cutâneas e absorvendo a humidade do nosso suor. Para além, disso estes bichinhos causam ainda alergias e asma. Se faz a cama logo quando acorda está a contribuir para que o colchão mantenha a humidade e que os ácaros se desenvolvam. Investigadores da Universidade de Kingston, no Reino Unido sugerem que deixe a cama por fazer, para que a luz e o ar penetrem nos lençóis e acabem com a humidade, desidratando os ácaros e matando-os. … Antes de fazer as compras do supermercado online Segundo a Comissão de Fisioterapeutas britânica, por não carregarmos as compras nas mãos como antigamente, estamos a privar-nos de praticar exercícios de reforço muscular que nos ajudam a manter saudáveis. … Antes de se deitar tarde, novamente Não dormir horas suficientes pode levar à ingestão em excesso de açúcar. Um estudo realizado pelo King’s College London concluiu que indivíduos que dormem menos de sete horas por noite comem em média mais dez gramas de açúcar, comparativamente a quem descansa mais do que esse período. … Antes de fazer ‘scroll’ pelas redes sociais Um estudo cientifico dinamarquês concluiu que tirar umas ‘férias’, por exemplo, do Facebook pode fazer senti-lo menos ansioso e mais feliz. Foram medidos os níveis de stress, a um grupo de voluntários que parou de utilizar aquela rede social durante uma semana e os investigadores concluíram que os inquiridos estavam 55 por cento menos ansiosos e mais sociáveis. … Antes de evitar subidas inclinadas “Caminhar rua acima queima mais calorias, e aumenta os níveis de libertação de endorfinas, e consequentemente os níveis de felicidade”, explica o autor Mark Fenton. Por exemplo, comparativamente a andar em terreno plano à velocidade de três quilómetros por hora, ao caminhar em solo inclinado irá queimar mais 67 por cento de calorias, mesmo se andar a uma modesta inclinação de 15 por cento e a apenas dois quilómetros por hora.


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Dar à luz leva a mulher a envelhecer até 11 anos

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A idade celular em mulheres que foram mães aparentam mais idade do que mulheres que não se reproduziram. Várias são as alterações no corpo de uma mulher depois de dar à luz, mas um aspeto agora descoberto, que se baseou no estudo do DNA do sexo feminino, tem a ver com a idade das células que apresentam ser 11 anos mais aceleradas do que as de mulheres da mesma idade, publica a Science Alert. A análise baseou-se na observação dos telómeros (extremidades dos cromossomas que ajudam a proteger a informação genética de se deteriorar com o tempo). É através dos telómeros que se pode identificar a idade de cada indivíduo a nível celular. Deste modo, doentes com cancro ou doenças cardíacas, por exemplo, apresentam telómeros mais curtos que os indivíduos saudáveis. O que os investigadores não contavam encontrar é que também as extremidades de cromossomas de mulheres que foram mães são mais curtas que a de outras mulheres, numa equivalência de mais de uma década – valor um pouco superior ao envelhecimento celular causado pelo consumo de tabaco. Segundo o estudo, o envelhecimento das células aumenta com o número de filhos com que a mulher conta, sendo o contraste maior no caso de mulheres que deram à luz cinco ou mais vezes. Contudo, os investigadores admitem não ter ainda descoberto a causa deste aspeto, mas apenas a presença da correlação agora anunciada, embora se especule como causa o stress associado ao nascimento de um bebé. Apesar da informação agora publicada, o estudo não pretende associar o dar à luz a algo negativo, de facto, acredita-se que a diminuição do telómero em mulheres que foram mães nunca desça dos 4,2% relativamente a outras mulheres.


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Pare de ignorar as emoções, pela sua saúde

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Somos peritos em disfarçar as emoções, mas as consequências que advêm desta negação contam com várias desvantagens para a saúde. Há muito ritmo nos dias de hoje. A pressão sente-se no trabalho, e na própria vida pessoal, que leva a que se queira fazer várias coisas ao mesmo tempo e perder o mínimo de tempo possível. As criações fazem por acompanhar este ritmo seja pelas conversas através do ecrã, para que não se ‘perca tempo’ ou casos tão mais específicos como máquinas de lavar que se ligam através do telemóvel. O propósito é o mesmo: não há tempo a perder, e há que ignorar quaisquer distrações. O levar esta ideia ao extremo camufla as emoções que naturalmente sentimos (ou devíamos sentir). Como diz a Time, a nossa sociedade “não aprende a lidar com as emoções, mas a bloqueá-las e evitá-las”, um atual problema que leva por vezes ao abuso de álcool, drogas (que inclui medicamentos) ou ecrãs – sendo que a tecnologia é também vista como o vício usado para evitar o lado mais humano e emocional. Este cenário, onde as emoções são anuladas, deve todavia ser contrariado, pelo bem da nossa saúde física e mental. Tais problemas foram explorados pela revista norte-americana que não se cinge à importância de nos abrirmos e expressarmos porque ‘a comunicação é importante’. Em vez disso, explora problemas mais graves e menos conhecidos como a contração muscular ou o conter da respiração: respostas biológicas à não expressão. O não libertar emoções, a nível verbal ou não, é sentido pelo próprio organismo e pode resultar em problemas cardíacos, intestinais ou de imunidade. A maior dificuldade passa, comummente, pela ignorância relativa ao tema: deixam-se levar pela exclusão de emoções sem saber as suas consequências que, quando chegam, desconhece-se a origem e não se sabe como as tratar, já que as emoções são algo que não está ao alcance do nosso consciente. A solução passa pois por consciencializar para o problema e para a importância de se trabalhar as emoções no dia-a-dia.


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Comer os restos de ontem é uma prática comum?

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É inevitável nos dias de hoje, mas não facilite. Comprar comida take-away, levar para casa o que sobrou de uma refeição fora ou fazer doses extra propositadamente para garantir a refeição do dia seguinte são boas (e por vezes únicas) soluções para que não tenha de cozinhar diariamente. Além disso, é uma boa medida a se tomar por quem quer aderir à prática de levar a marmita para o trabalho – a forma mais indicada de garantir que o que comemos é saudável e nas doses certas. Contudo, há um lado mau em comer comida guardada que deve ser tido em conta para se diminuir os riscos de intoxicação alimentar – problema muito comum nos Estados Unidos, que contabiliza um milhão de infetados por ano, como aponta a BBC. Mas o problema não se cinge a esta zona sendo que, em qualquer caso, a comida guardada é propícia ao desenvolvimento de bactérias que só não sobrevivem a altas temperaturas. Neste sentido, o primeiro passo será mexer a comida para que aqueça uniformemente. Além disso, evite ao máximo aquecer a comida mais que uma vez, já que, cada vez que o faz, propicia a multiplicação de bactérias. Segundo a BBC, o arroz é um dos alimentos sobre os quais esta regra não deve mesmo passar ao lado. A bactéria Bacillus que se produz neste hidrato de carbono transmite toxinas que, quando ingeridas, levam a diarreia e vómito. Mesmo que aqueça o arroz ao ponto de matar a bactéria, as tóxinas continuam lá presentes. Portanto, esqueça a dose industrial de arroz que faz no domingo a pensar no acompanhamento para toda a semana.


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Jantar sem consultar o smartphone? Uma em três pessoas não consegue

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Um estudo sobre perda de peso procurou saber quais são as principais distrações às Um estudo levado a cabo por investigadores de um serviço de perda de peso, a Nutriservice, revela que o smartphone é uma fonte de distração tão grandes às refeições que uma em cada três pessoas não consegue comer sem consultar o dispositivo móvel. No estudo tomaram parte duas mil pessoas dos EUA, com 29% a afirmar que o smartphone os acompanha em todas as refeições e mais de metade a admitir que o dispositivo está em cima da mesa na maioria das vezes. Só 17% dos inquiridos disse não consultar o smartphone enquanto está à mesa. O estudo teve como objetivo apurar quais as maiores fontes de distração à mesa, com os investigadores a apontarem que o uso do smartphone influencia a comida ingerida e, por conseguinte, a perda de peso.


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Porque ficamos com dores de cabeça depois de treinar?

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A resposta é bem simples e prova o porquê de este ser um problema tão comum. Quando começamos a entrar na rotina do ginásio, e sentimo-nos bem por estar a cumprir com o nosso objetivo e começamos a tirar prazer daquele momento para nós mesmo em que treinamos, a última coisa de que precisamos é de alguma limitação imposta pelo nosso próprio corpo. Em qualquer momento (mesmo que já pratique exercício físico há bastante tempo, pois os treinos vão evoluindo) é importante que ouça sempre o seu corpo, e esteja atento a qualquer dor ou desconforto, que pode ser apenas uma resposta do corpo ao facto de estar a trabalhar mais um músculo que não costumava trabalhar, ou algo mais grave como uma lesão interna que deve ser vista por um médico. No caso das dores de cabeça, frequente após os treinos, não é diferente. E o problema surge na sala de musculação, como explica o site Women’s Health UK. Quando treina, trabalha os músculos, o que faz com que os vasos sanguíneos dilatem – incluindo os do cérebro. Se a pressão for demasiada, ou seja, se o treino for demasiado intenso, vai sentir dor de cabeça. Além disso, como o plasma (parte líquida do sangue) é maioritariamente composta por água, a desidratação, que advém da falta de água ingerida durante o treino, pode piorar a dor que sente. Além de garantir um corpo hidratado, a revista aconselha a que, antes do treino de pesos, massaje a zona entre os ombros e pescoço e aqueça-o ao girar a cabeça algumas vezes – estes movimentos de aquecimento vão diminuir a tensão e prevenir a dor.


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É melhor comer pizza ao pequeno almoço do que certos cereais

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Não, não é a opção mais equilibrada e indicada para a primeira refeição do dia. Mas se compararmos os valores nutricionais deste com outros alimentos… Boa notícia para os amantes de piza. E também para os que defendem o guilty pleasure de, de vez em quando, comer uma fatia de piza mal acorda – o que acontece principalmente depois de uma noite de farra. Começar o dia com uma fatia de piza é melhor opção do que muitos cereais que encontra no mercado, palavra de nutricionista. É no site Munchies que se lê que o testemunho da nutricionista Chelsey Amer, que refere que uma fatia de piza de tamanho médio tem aproximadamente as mesmas calorias que uma taça de cereais e leite, contudo, a piza conta com mais proteína e vai deixá-lo saciado durante mais tempo. A comparação da especialista é feita com os cereais mais açucarados e não com a generalidade do produto, mas foi referida pela quantidade de casos assim que facilmente se encontra. Para que opte por um produto mais saudável e completo, a norte americana Chelsey Amer aconselha a que procure por uma opção com menos de 5 gramas de açúcar e mais de 5 gramas de fibra por porção. Ainda, o principal ingrediente devem ser cereais integrais, a que se deve juntar uma boa fonte de proteína como iogurte grego ou uma mão de nozes e sementes. Para terminar, acrescente fibra, vitaminas e minerais à sua taça com frutos silvestres, por exemplo. Ainda sobre a piza, a nutricionista termina dizendo que “as pessoas devem comer de acordo com os seus desejos”, sendo que é preferível que se coma uma fatia de piza ao pequeno almoço do que uma inteira ao longo do dia, desde que o faça esporadicamente e não disso um hábito.


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Meta dos 10 mil passos diários é eficaz?

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A ideia não é de agora, mas surgiu nos anos 60, no Japão. É visto como um limite mínimo de passos a dar. Uma média que nos deixa de consciência tranquila nos dias em que não praticamos exercício físico, mas ao menos demos 10.000 passos. Com contadores de passos nos smartphones ou em pulseiras ou relógios de desporto, tem-se vindo a falar novamente neste objetivo, que promete queimar 500 calorias por dia. Mas a ideia foi criada nos anos 60 e o número teve origem numa campanha de marketing japonesa. Alerta sobre os maus hábitos que se começava a ver no Japão, e ilustrava o sedentarismo americano, uma empresa aproveitou as Olimpíadas de 1964 para criar uma forma de motivar os seus consumidores a mexerem-se mais. Conta a BBC que foi através de um medidor de passos que o fizeram. O aparelho chamava-se Manpo-Kei, que significa literalmente “medidor de 10 mil passos” Hatano, o criador deste que foi um dos primeiros pedómetros, sabia que se persuadisse os consumidores de que, com 10 mil passos diários, queimariam cerca de 50 calorias por dia, o seu produto teria sucesso e tanto o foi, que a ideia perdurou até aos nossos dias. A refutar a eficácia deste número, a BBC apresenta os dados de uma experiência que veio provar que a atividade física é mais eficaz e benéfica para a saúde quando tem um nível de moderado a intenso, já que há um aumento da frequência cardíaca, que ajuda a diminuir o risco de diabetes e doenças cardiovasculares. Ou seja, uma caminhada mais curta, mas mais rápida e intensa, será mais benéfico que 10 mil passos ao longo do dia. Ainda assim,, para quem leva uma vida sedentária, 10 mil passos diários já serão um começo para mudar de estilo de vida.


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Ressona? Acuse-se e siga estas dicas

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Pelo seu parceiro e por si próprio, que é acordado a meio da noite toda a vez que começa a ressonar. Use um neti pot – este simples aparelho vai ajudar a limpar as narinas e toda a passagem nasal. Só não se esqueça de passar por água a ferver antes o o utilizar pela primeira vez, para evitar a transmissão de bactérias. Não é, na maioria dos casos, caso para alarme. O roncar durante o sono resulta da vibração das cordas vocais, que acontece quando os músculos da garganta estão relaxados, explica Maria Suurna, otorrinolaringologista ao Renifery29. Nada de grave portanto, não fosse o facto de quem partilha cama consigo não conseguir dormir com o barulho e o acordar todas as vezes que o episódio se repete. Não é agradável, mas há formas de o evitar, até porque, a par da posição em que dorme, o ato de ressonar pode advir de outros motivos facilmente contornáveis ou, pelo menos, justificáveis, como o facto de estar sob medicação (que contribui para um maior relaxamento dos músculos) O problema surge quando acorda a meio da noite a sentir-se exausto ou mesmo sufocado, ou sente enxaquecas de manhã. Conta o Refinery29, tais casos podem ser sinais de apneia do sono, em que se deixa de respirar por um momento, o que o faz acordar, e adormecer imediatamente a seguir. Na manhã seguinte, não se lembra do episódio de apneia. Quando não é tratado, este problema pode trazer consequências como risco a nível cardiovascular e alterações na pressão arterial. Contudo, como o paciente não se lembra dos episódios ocorridos, dificilmente se identifica o problema, e mesmo quando chega a hora de o tratar, a análise tem de ser feita durante o episódio – uma limitação, já que os casos de apneia do sono são esporádicos. Felizmente para a maioria das pessoas esse problema não se aplica, e o ressonar é um problema que pode acabar com umas simples mudanças lá em casa. Veja a fotogaleria e confira as dicas partilhadas no site.


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O que é a gota e como a alimentação pode ser uma aliada

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Alimentos com propriedades anti-inflamatórias são os mais recomendados. A gota (ou gota úrica) é uma doença inflamatória comum em pessoas com elevados níveis de ácido úrico e que surge da resposta do organismo a cristais de monourato de sódio. Esta patologia afeta as articulações e pode fazer-se sentir de uma forma aguda (com crises de artrite) ou de forma crónica (quando tais cristais se ‘apoderam’ das articulações e promovem a sua destruição). “A apresentação clássica da gota é a dor severa – normalmente numa única articulação e mais comummente no dedo grande do pé”, começa por explicar à revista Prevention a médica Bernadette Siaton, que destaca que esta doença tem um grande impacto na qualidade de vida não só pela dor aguda e intensa que provoca, como também por se fazer sentir de forma inesperada. O tratamento desta doença passa, sobretudo, pela toma de fármacos corticóides e anti-inflamatórios, mas a alimentação pode ter um papel determinante na prevenção das crises e na diminuição da dor. Enquanto a aposta numa alimentação saudável e variada é fundamental para a boa saúde de uma forma geral, a inclusão reforçada de alimentos com poder anti-inflamatório pode ser a chave do sucesso nos pacientes com gota, embora seja sempre importante consultar um médico e um nutricionista para perceber quais as opções alimentares que melhor se adaptam às necessidades de cada um. De qualquer modo, fique a conhecer os sete passos para uma dieta anti-inflamatória. No que diz respeito aos alimentos a evitar, existem uns quantos que devem ser riscados da lista de todo e qualquer paciente com gota. É o caso da carne vermelha, que possui altos valores de gorduras saturadas e tem uma vertente inflamatória que pode agravar as dores e a intensidade das crises. Além disso, destaca a publicação, as purinas presentes nesta proteína de origem animal pode aumentar o risco de contrair a doença. Também à boleia dos elevados níveis de purinas, o marisco é um outro alimento a evitar, especialmente o camarão e a lagosta. Além de todo o mau impacto que o álcool tem no organismo, as purinas são também o motivo pelo qual as bebidas alcoólicas devem ser evitadas ao máximo, já os refrigerantes e sumos de pacote devem ser excluídos da alimentação diária por culpa da quantidade de açúcar que tem. A frutose está associada ao aumento dos níveis de ácido úrico, assim como os hidratos de carbono refinados presentes nos alimentos processados e nas refeições pré-confecionadas. Apesar de ser um dos alimentos mais saudáveis de todos, os espargos devem ser riscados da lista de refeições de quem tem gota, pois contêm altos níveis de purinas, tal como os cogumelos e os espinafres.


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Tudo o que precisa de saber sobre o ramen

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Do Japão para um sem fim de restaurantes em todo o mundo, o ramen parece cair nas graças de todos. Massa fina, caldo à base de ossos ou espinha de animais, temperos ao estilo japonês (soja, pois claro) e complementos que podem ir das nutritivas algas nori, à carne de porco, aos brotos de bambu marinados, vegetais, peixe, ovos. É (quase) à escolha do freguês. Mas o que é que faz do ramen uma iguaria apreciada em todo o mundo? O seu sabor intenso, pois claro, e o seu alto valor nutritivo. Sim, quando feito corretamente, trata-se de um prato saudável e com propriedades importantes para o organismo humano. Apesar da base do ramen ser sempre a mesma, existem vários tipos de variedades e estilos de confeção deste prato japonês, podendo variar nos ingredientes, no tamanho e na consistência do preparado final. No que diz respeito à massa, a água alcalina é uma das suas principais caraterísticas dos noodles do ramen, que tanto podem ser de trigo ou trigo e ovo. A forma como a massa é preparada e os ingredientes extra adicionados (com destaque para as algas) faz com que a cor e a textura pós-cozedura seja diferente e encaixe melhor em determinados tipos de caldo. Entre os tipos mais populares de ramen estão o ‘shoyu ramen’ (onde a soja é protagonista e por isso apresenta uma aparência mais escura), o ‘tsukemen’ (mais espeço), o ‘shio ramen’ (mais salgado e que costuma ter como protagonistas o marisco ou a galinha, acreditando-se que é a variedade mais antiga de ramen), o ‘tonkotsu ramen’ (cujo processo de confeção é mais demorado, podendo demorar mais de 48 horas e, por isso, apresenta um valor nutritivo maior, com destaque para os elevados níveis de gordura e colagénio) e o ‘miso ramen’ (que, com o nome diz, contém miso, uma pasta obtida através da fermentação do arroz com cevada, soja e sal). Do Japão para um sem fim de restaurantes em todo o mundo, o ramen parece cair nas graças de todos. Mas a verdade é que esta sopa composta tem origem na China, daí também o nome de Lamen, embora seja em terras nipónicas que se faça a aposta e inovação mais atual daquele que é o prato que se serve numa taça.


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É “desnecessário” tapar a sanita com papel higiénico

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Segundo aponta o microbiologista Jason Tetro, as preocupações em relação a encostar o corpo à sanita são exageradas. Cada vez que temos de ir à casa de banho em estabelecimentos públicos ou na rua, pensamos logo em cobrir o assento com papel higiénico, fazer as necessidades enquanto se tenta não tocar na sanita, agarrar-se à porta ou até apertar as pernas até chegar a casa. São muitas as pessoas que têm estas preocupações em relação à possível contaminação. Mas, de acordo com o microbiologista canadiano, Jason Tetro, estas preocupações são “exageradas”. Apesar de várias marcas terem até criado produtos desinfetantes ou tampas portáteis desinfetadas, citado pelo site O Globo, o investigador sublinha: “A não ser que lamba o assento da sanita, não há realmente nenhuma probabilidade de apanhar uma infeção”. Jason Tetro, que escreveu o livro ‘The Germ Code: How to Stop Worrying and Love the Microbes’ (em português, algo como ‘O Código do Germe: Como parar de se preocupar e amar os micróbios’), admite que as sanitas públicas estão de facto cheias de bactérias sob a forma de bactérias fecais mas, na maior parte das vezes, entrar em contacto direto com elas representa um risco mínimo. Isto porque ao sentar-se na sanita ‘tapa’ as bactérias com a pele impedindo que entrem na sua corrente sanguínea, a não ser que tenha alguma ferida aberta, aponta o mesmo especialista citado pelo site O Globo. Lavar bem as mãos diminui qualquer risco.


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Nove hábitos comuns que podem estar a prejudicar a sua saúde

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Coisas que fazemos para ‘desenrascar’ ou para poupar tempo podem estar-nos a fazer mais mal do que bem. Quem nunca lavou as mãos só com água por falta de tempo ou de sabonete? Ou limpou os óculos na t-shirt? O jornal britânico Mirror olhou para alguns ‘atalhos’ que temos o hábito de seguir mas que podem estar a fazer-nos mais mal do que bem: Adotar a ‘regra dos cinco segundos’. Esta ideia de que é seguro comer os alimentos que caíram ao chão, desde que não passem mais de cinco segundo no chão já foi desmentida por especialistas e por um estudo recente. Independentemente do tempo que este no chão ou do tipo de chão em que caiu, deve lavar os alimentos ou deitá-los ao lixo. Lavar as mãos sem sabonete. Além de não ser possível remover as bactérias que tem nas mãos só com água, fazê-lo pode ser ainda pior do que não lavar as mãos de todo, pois as mãos húmidas e contaminadas transferem as bactérias de forma mais eficiente para as superfícies, como a maçaneta da porta, do que as mãos secas. Portanto, deve lavar as mãos sempre com sabonete e deve passar pelo menos 20 segundos a esfregar cada área das mãos e dos dedos. Encher uma garrafa reutilizável sem a lavar. Como já lhe revelamos aqui, os especialistas avisam que beber de uma garrafa reutilizável que não é lavada pode ser tão sujo como “lamber a tampa de uma sanita”. Ao fim de cada dia ou de cada utilização deve lavar a sua garrafa ou copo reutilizável com água quente e sabão e deixá-la secar ao ar. E deve ainda esterilizá-la uma vez por semana mergulhando-a em água a ferver ou colocando-a na máquina de lavar a loiça. Não lavar a fruta ou os vegetais. Pense na quantidade de pessoas que podem ter tocado na fruta ou nos vegetais que vai comer e que as suas mãos estão cheias de bactérias – podendo até incluir matéria fecal. Não lavar a fruta e os vegetais pode no mínimo provocar náuseas, diarreia, dor de cabeça e cólicas, mas em caso de os alimentos terem E. Coli a situação pode ser bem mais grave ou até fatal. Deve esfregar bem a fruta e os vegetais debaixo de água corrente e depois secá-los com um pano ou guardanapo antes de comer. Limpar os óculos com a roupa. A roupa vai acumulando partículas de sujidade e gordura ao longo do dia e a usá-la para limpar os seus óculos vai acabar por provocar riscos. Pode nem os notar, mas vão prejudicar a sua visão. Deve usar um líquido específico para limpar as lentes e um pano micro-fibra ou, em alternativa, use água morna e um sabonete suave e depois seque-as com um pano micro-fibra.


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A seguir ao cansaço, estas são as principais causas das olheiras

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Nada revela tanto que não dormiu o suficiente como as olheiras, mas nem sempre elas são provocadas pelo cansaço. Dormiu como um bebé mas acordou com olheiras? O mais provável é que não se livre de comentários como “pareces cansado” ou “tiveste uma noite em grande, não?”, mas, apesar de geralmente serem ligadas ao cansaço nem sempre as olheiras são provocadas por ele. Como os especialistas da Mayo Clinic revelaram ao Mirror, a seguir ao cansaço, há duas razões muito prováveis para acordar com olheiras: Alergias. Qualquer alergia que tenha pode provocar estas marcas escuras debaixo dos olhos. E isto deve-se à pele debaixo dos olhos ser muito mais fina do que em qualquer parte do corpo e por isso tem muito menos gordura ou espaço para disfarçar os vasos sanguíneos que ficam dilatados em devido às alergias. E coçar ou esfregar os olhos só vai piorar o estado das olheiras e ainda o pode deixar com sombras no seu campo de visão, devido à inflamação. Congestão nasal. Esta é uma causa muito comum das olheiras, pois quando o nariz fica congestionado ou entupido, pro norma as veias que normalmente drenam dos seus olhos para o nariz ficam mais largas e escuras. Os especialistas sugerem que lave o nariz com uma solução de água salgada (misture 1/4 de uma colher de chá de sal marinho com duas xícaras de água morna) ou use um spray com substâncias salinas, que pode adquirir na farmácia ou para-farmácia, para ajudar a aliviar a congestão nasal e as olheiras.


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Programa Dia á Dia – Tema: Varizes e reflexologia

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Saiba que medida deve adoptar para evitar as varizes. O Dr. Mapassa aconselha as pessoas que ficam muito tempo numa mesma posiçao, quer de pé ou sentadas há procederem alguns pequenos exercícios, no local para permitir a circulação sanguínea…. Acompanhe!  NO PROGRAMA DIA `A DIA DESTA QUINTA-FEIRA O TEMA VARIZES E REFLEXOLOGIA FOI DOMANNTE


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Cólicas menstruais e suas complicações com Dr. Muapassa Júnior

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Em entrevista de estúdio, o Dr. Muapassa Jr. abordou a questão da Síndrome Pré-menstrual, vulgarmente conhecido por Tensão Pré-menstrual.O especialista em Medicina Alternativa Chinesa falou da causa da dismenorreia, ou seja, cólicas em mulheres em idade sexualmente activa. Segundo o especialista em medicina chinesa, tudo começa no período da ovulação, o útero através de uma substância que tem o nome de endométrio, se prepara para uma possível fecundação. Passado o necessário período para a fecundação e esta não acontecendo (que que culmina com a menstruação), o útero produz uma outra substância que tem a função de expulsar o endométrio. E é nesse exercício de repulsa do endométrio do útero que existem as contracções que provocam dores agudas, as chamadas cólicas. Entretanto as cólicas menstruais podem ser primárias ou secundárias. As primárias são ligeiras e duram 2 dias o máximo, antes da menstruação. Enquanto que as cólicas secundárias duram mais tempo e podem indiciar doenças graves, como miómas. Acompanhe tudo no link abaixo: http://online.tvm.co.mz/site/ondemand/entretenimento/2101608180000106021/dia-a-dia  


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sete estrategias para ter vontade de treinar
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Sete estratégias para ter vontade de treinar

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sete estrategias para ter vontade de treinarO bom tempo chegou, está na hora de o aproveitar enquanto treine. Siga estas dicas para ganhar coragem para sair do sedentarismo do inverno. Ainda sem vontade de treinar? Aproveite o bom tempo ainda sem muito calor e ganhe força com atitudes que o vão manter motivado e cheio de vontade de saltar do sofá e ir treinar.


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Os erros mais comuns quando se faz dieta

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erros dietaEm muitos casos, só o facto de se aderir a uma dieta é um erro. Com a chegada da primavera – e com o verão cada vez mais próximo – são muitas as pessoas que começam a pensar em perder peso para estarem na melhor forma possível durante as férias.


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cientistas estender a vida
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Cientistas poderão ser capazes de estender vida

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cientistas estender a vidaAs experiências feitas nesta investigação conseguiram prolongar em 35% a vida de ratos de laboratório. Em filmes de ficção científica é comum encontrar premissas baseadas em vida eterna ou pelo menos mais prolongada que a esperança média de vida atual de um ser humano mas, afinal, esta possibilidade pode não pertencer apenas ao domínio da ficção.


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