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Samsung pede desculpa a trabalhadores que desenvolveram cancro

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A Samsung Electronics pediu hoje desculpa aos trabalhadores que contraíram cancro e outras doenças graves nas suas fábricas de semicondutores, pondo fim a uma década de conflitos no maior fabricante mundial de ‘chips’.O anúncio do gigante sul-coreano de tecnologia surge uma semana depois das associações que representam as vítimas e os familiares terem chegado a um acordo de compensação com a empresa, através de um mediador. “Pedimos sinceras desculpas aos trabalhadores e às famílias dos trabalhadores que desenvolveram doenças”, afirmou o administrador executivo da Samsung, Kim Ki-nam, acrescentando que o grupo “falhou na gestão dos riscos de saúde” dos funcionários. De acordo com as associações, 320 pessoas que trabalhavam nas fábricas de produção de ‘chips’ e ecrãs destinados a telefones e televisores do gigante eletrónico desenvolveram doenças raras devido às condições de trabalho. Dos 320 trabalhadores afetados, 118 morreram. Nos termos do acordo, anunciado no início deste mês, a empresa irá pagar uma indemnização até 150 milhões de won (116,3 mil euros) por cada vítima. O caso sensibilizou a opinião pública sul-coreana e internacional quando, em 2007, uma trabalhadora de 23 anos morreu de leucemia e a família deu início a uma longa batalha judicial contra a empresa. O pai da vítima é um dos rostos e o representante das famílias que há uma década insistem na responsabilização da gigante sul-coreana. “O pedido de desculpas, honestamente, não foi suficiente para as famílias das vítimas, mas vamos aceitá-lo”, afirmou Hwang Sang-gi.


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Cinco aplicações para editar vídeo em Android e iPhone

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Conheça estas ferramentas grátis, eficientes e fáceis de usar.Editar vídeos em smartphones nem sempre é fácil, mas há aplicações que simplificam esta tarefa, como o KineMaster, FilmoraGo, Quik, Vizmato e InShot. Estas app, disponíveis para Androids e iPhone (iOS), são gratuitas e oferecem uma variedade de recursos que vão de cortes e inserção de filtros, sobreposições, efeitos, legendas e até ‘voz off’. E a grande vantagem é que para explorar estas ferramentas não é preciso ser profissional, o layout é intuitivo e tem uma qualidade de resultados muito satisfatória. Kine Master – Uma app simples, intuitiva e com resultados profissionais. Permite fazer edições de vídeo mais precisas, inserir sobreposições de imagens, gráficos, efeitos, textos e filtros coloridos. Além disso, também pode escolher músicas da sua playlist e fazer uma gravação da sua voz. FilmoraGo – Além das ferramentas de edição tradicionais, como cortes, legendas e filtros, esta app também permite alterar a velocidade do vídeo, fazer a rotação das imagens e inserir ‘voz off’. Para os iniciantes há ainda pré-edições que incluem música e efeitos visuais que servem como inspiração e ajudam a conhecer melhor a aplicação. Quick – Esta app foi criada pela GoPro e é considerada, frequentemente, uma das melhores aplicações para edição de vídeo. Além de ser simples e intuitiva, permite que, em poucos minutos, junte fotos, vídeos e músicas, criando clips que vai querer partilhar com os seus amigos nas redes sociais. Vizmato – Uma ferramenta de edição de vídeo prática, que permite gravar vídeos em alta definição diretamente para a aplicação, tanto com a câmara frontal como traseira do smartphone. Esta app permite ainda inserir facilmente temáticas, filtros e músicas e fazer uma procura para se inspirar e partilhar criações com outros utilizadores. InShot – A grande vantagem desta app é que tem uma grande coleção de músicas gratuitas, doadas pelos próprios compositores, o que facilita a utilização dos seus vídeos de uma forma profissional, sem se preocupar com os direitos de autor das mesmas. De resto, além dos recursos tradicionais como cortes e filtros, esta ferramenta tem adesivos divertidos para personalizar os seus vídeos.


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Carros elétricos poluem mais na produção mas compensam depois

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Produzir carros elétricos é mais prejudicial para o ambiente do que carros tradicionais, mas o impacto sobre os ecossistemas é compensado por emitirem muito menos poluição do que os a gasolina ou gasóleo, indica um relatório europeu hoje divulgado.O relatório da Agência Europeia do Ambiente (AEA) confirma que os carros elétricos são melhores para o ambiente e para a qualidade do ar, porque emitem muito menos gases com efeito de estufa e poluentes atmosféricos em todo o seu ciclo de vida, comparando com os veículos a gasolina ou diesel. A AEA salienta no documento que a promoção das energias renováveis e da economia circular (incluindo os veículos partilhados ou a mudança para designs que permitam a reutilização e reciclagem) vai ajudar a maximizar os benefícios da mudança para os veículos elétricos. Denominado “Veículos elétricos, ciclo de vida e perspetivas de economia circular”, o relatório analisa o impacto dos carros elétricos nas alterações climáticas, na qualidade do ar, ruído e ecossistemas, comparando-o com os automóveis tradicionais. E conclui que um carro elétrico, em todo o ciclo de vida, produz menos gases com efeito de estufa e poluentes do ar do que os movidos a gasolina ou diesel. No entanto, diz o documento, o carro elétrico polui mais na fase de produção, especialmente devido à necessidade de extração e processamento de cobre, níquel e outras matérias primas fundamentais para as baterias. Comparando as emissões de gases com efeito de estufa em todo o ciclo de vida os veículos elétricos poluem menos 17% a 30% do que os carros a gasolina ou gasóleo. Com as novas políticas ambientais europeias, as emissões do ciclo de vida de um veículo elétrico tipo deverão ser 73% menores até 2050, segundo as contas da AEA. Para a qualidade do ar local, naturalmente os veículos elétricos são melhores, porque não produzem emissões de escape, ainda que poluam de outras formas, como através dos pneus, diz-se no documento. Que também salienta os benefícios em termos de poluição sonora. A Agência diz que questões ambientais podem ser minimizadas através de um sistema de economia circular que facilitasse a reutilização e a reciclagem, especialmente das baterias dos carros elétricos. Segundo a AEA as emissões de gases com efeito de estufa do setor dos transportes têm vindo a aumentar na União Europeia desde 2014. Estimativas preliminares para 2017 indicam que as emissões dos transportes aumentaram 28% em relação aos níveis de 1990. Os transportes continuam a ser uma fonte significativa de poluição do ar e são a principal fonte de ruído ambiental na Europa, diz-se no resumo do documento. As emissões de dióxido de carbono dos novos automóveis de passageiros na União Europeia aumentaram 0,4% em 2017, a primeira vez que houve um aumento desde 2010. Nos veículos comerciais as emissões continuam em queda. Os registos de carros elétricos aumentaram 51% em 2017, representando 0,6% de todos as novas matrículas da União Europeia. Em relação aos híbridos “plug in” houve um crescimento de 35%, representando 0,8% dos novos registos. Também em 2017, ainda segundo a mesma fonte, houve um aumento das vendas dos carros a gasolina em relação ao gasóleo, representando 53%, o que aconteceu pela primeira vez desde que se faz essa contabilidade. A AEA salienta que continua a ser um desafio a redução do consumo de combustíveis fósseis nos transportes, continuando o uso de energias alternativas muito abaixo da meta dos 10% (em 2020). Até agora apenas dois Estados membros, a Áustria e a Suécia, atingiram o objetivo dos 10%.


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Tecnologia

Cientistas fazem voar pequeno avião movido a “vento iónico”

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Um grupo de engenheiros do Instituto Tecnológico do Massachussets (MIT), Estados Unidos, conseguiu fazer voar o primeiro avião construído sem partes móveis, como hélices ou turbinas, e que não depende de combustíveis fósseis, foi hoje anunciado.A revista Nature, que publica um artigo sobre a experiência, adianta que o avião utiliza um sistema de propulsão denominado “vento iónico” e pode abrir a porta a “um futuro com aeronaves mais silenciosas e limpas”. A descoberta da equipa do MIT gerará “comparações inevitáveis” com o primeiro voo a motor efetuado pelos irmãos Wright há quase 115 anos, antecipa a Nature. O avião de asa fixa, desenhado por uma equipa liderada por Steven Barrett, professor associado de aeronáutica e astronáutica no MIT, tem uma envergadura de cinco metros e pesa 2,45 quilogramas. Os voos de teste realizaram-se no ginásio do Centro Atlético duPont, do MIT, o espaço interior maior que encontraram e conseguiram que a aeronave atravessasse com êxito os 60 metros de distância de uma ponta à outra. O voo foi repetido 10 vezes com um rendimento semelhante e o aparelho voou a uma altitude média de 0,47 metros. Inspirado na saga Star Trek (Caminho das Estrelas), que via com avidez quando era criança, Barrett relata no artigo publicado na Nature que há nove anos começou a pensar em desenhar um sistema de propulsão para aviões que não tivesse partes móveis, como hélices, turbinas ou ventiladores. O projeto fixou-se no “vento iónico”, um princípio físico definido como impulso electroaerodinâmico e identificado há décadas, que descreve um “vento” ou um impulso que pode produzir-se quando passa uma corrente entre um elétrodo fino e outro grosso. Se for aplicada a voltagem exata, o ar que existe entre os elétrodos pode produzir suficiente força para impulsionar um avião de pequeno tamanho. O avião projetado por Barrett leva uma série de fios finos na frente da asa, que atuam como elétrodos carregados positivamente, enquanto os fios mais grossos na extremidade traseira funcionam como elétrodos negativos. Por outro lado, a fuselagem da aeronave tem um conjunto de baterias de polímero de lítio que fornecem 40.000 volts de eletricidade para atuar os elétrodos e, assim, gerar o “vento iónico” a partir do movimento das moléculas de ar ionizado. A vantagem deste sistema de propulsão é que não depende de combustíveis fósseis para voar, ao contrário dos aviões de turbina, e é completamente silencioso, em contraste com as hélices dos drones. Este primeiro voo de um avião construído sem partes móveis “abriu novas e inexploradas possibilidades para desenvolver aeronaves mais silenciosas, mecanicamente mais simples e que não produzam emissões de combustão”, explica Barrett, no artigo na Nature. Em sua opinião, a teoria de que um avião movido por “vento iónico” pode voar ficou comprovada, embora ainda haja um longo caminho a percorrer antes de um dispositivo que possa realizar “uma missão útil”. “Deve ser mais eficiente, voar mais e fazê-lo ao ar livre”, refere. Barrett e seus colegas estão a trabalhar atualmente numa forma de aumentar a eficiência do seu projeto, produzir mais “vento iónico” com menos voltagem e, idealmente, desenvolver uma aeronave sem um sistema de propulsão visível.


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Arte e Cultura

Projecto Xiquitsi: Encerrou a temporada 2018

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Projecto de Musica Clássica encerrou, esta sexta-feira, a quinta temporada, em Maputo. Celebração feita através de um espectáculo que representa passagem de testemunho aos pequenos instrumentistas. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/_-vrGyL7daQ” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Arte e Cultura

Sizaquel Mathlombe figura de cartaz do Festival MozBrasil em Março de 2019 em Pelotas

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A cantora moçambicana, Sizaquel Mathlombe é figura de cartaz do Festival MozBrasil a decorrer, em Março do próximo ano, na Cidade de Pelotas no Brasil. Segundo os organizadores a actuação de Sizaquel e banda é uma forma de reforçar os laços de cooperação entre Moçambique e Brasil nos domínios das artes e cultura. O movimento MozBrasil começou em 2015, como um projecto social e cultural. Com o passar de tempo, o movimento consolidou-se de tal forma que o projecto de aproximação de Moçambique e Brasil através das artes e cultura foi aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. Para edição 2019, a figura de cartaz vai ser a cantora moçambicana, Sizaquel Mathlombe. Para a angariação de fundos, os organizadores realizam no Centro Cultural Brasil – Moçambique, em Maputo, um pré evento denominado “A Caminho do Festival MozBrasil, Pelotas 2019”. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/fKV71ZELne0″ frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Cinema

Morreu Stan Lee, o criador de super-heróis

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Stan Lee, co-criador da Marvel, morreu aos 95 anos de idade. O escritor de banda desenhada tornou-se num ícone da pop culture. Stan Lee morreu esta segunda-feira aos 95 anos de idade, no hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, diz o site de entretenimento TMZ. O criador de banda desenhada por excelência e um ícone da pop culture, Stan Lee foi levado para o hospital esta segunda-feira de manhã e acabaria por morrer pouco tempo depois. O co-criador e antigo diretor executivo da Marvel Comics já sofria de problemas de saúde há alguns anos, tendo neste último combatido uma pneumonia. Stan Lee, em conjunto com Jack Kirby e Steve Ditko, é autor de grande parte das referências atuais da cultura da banda desenhada. Criou a maior parte dos super-heróis da Marvel, como o Homem Aranha, Hulk, Doctor Strange, O Quarteto Fantástico, Daredevil, Black Panther ou X-Men. Criou também, juntamente, com Larry Lieber, o Homem Formiga, Thor e o Iron Man. Os últimos anos da vida do criador de super-heróis não foram particularmente fáceis. Em 2017, perdeu a sua esposa, Joan, com quem esteve casado 69 anos. No mesmo ano processou por fraude os executivos da empresa POW! Entertainment, que ele próprio fundou, e desistiu do processo apenas semanas depois. Chegou a processar o seu antigo gestor de negócio e viu-se obrigado a pedir uma ordem de restrição contra o responsável pela sua fortuna (estimada em 70 milhões de dólares). Em junho deste ano, já com a saúde muito debilitada, soube-se que a polícia de Los Angeles estava a investigar uma denúncia de que Stan Lee estaria a sofrer abusos.


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Tecnologia

Aí esta ele. Samsung desvenda smartphone de ecrã dobrável

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O dispositivo ainda não tem nome. Será capaz de ter um máximo de três aplicações em simultâneo. A Samsung desvendou finalmente o seu muito rumorado smartphone dobrável, o qual inclui uma nova tecnologia de ecrã à qual a empresa chama de Infinity Flex Display. Como pode ver nas imagens, o dispositivo tem um ecrã numa das faces (que pode ser usado enquanto smartphone), e um ecrã de 7.3 polegadas no interior que permite que o dispositivo seja usado enquanto tablet. Diz o The Verge que o smartphone/tablet consegue ter três aplicações a serem usadas em simultâneo. Por enquanto este Infinity Flex Display é apenas um ‘concept’ e não está confirmado para qualquer produto da Samsung que venha a ser lançado no mercado, com a empresa a adiantar que estará pronta para iniciar a produção em massa “numa questão de meses. Pode ver imagens do Infinity Flex Display acima e um pequeno vídeo da apresentação durante a Samsung Developer Conference abaixo. Ver imagem no Twitter [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/RPBihM3cobo” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Tecnologia

Nova app do Facebook, nova tentativa de conquistar os jovens

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A Lasso parece inspirada na aplicação de vídeo viral TikTok que conquistou os utilizadores chineses. O Facebook está de volta com uma nova app que representa uma nova tentativa de conquistar um público mais jovem. A app dá pelo nome de Lasso e permite aos utilizadores filmarem pequenos vídeos onde acompanham músicas. O conceito soa-lhe familiar? Sim, é praticamente igual ao da app TikTok. A app em questão (lançada em 2016) ganhou contornos virais na China e conta com milhares de utilizadores e fãs por todo o mundo. Ao lançar uma app semelhante o Facebook espera conseguir obter um sucesso semelhante ao apresentar o conceito para uma audiência mais alargada. “A Lasso é a nova aplicação para vídeos pequenos e divertidos – desde comédia, a beleza, a fitness e mais. Estamos entusiasmados com o potencial e reuniremos feedback das pessoas e criadores”, pode ler-se no comunicado do Facebook partilhado com o The Verge.


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Curiosidades

Avós prejudicam o comportamento e saúde dos netos, indica estudo polémico

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Um estudo francês recente apurou que as crianças que frequentam o infantário desenvolvem mais competências sociais, comparativamente aquelas que permanecem ao cuidado dos avós. A mesma pesquisa concluiu ainda que os mais novos cujos pais os deixam na creche relacionam-se melhor com os seus pares e têm igualmente menos problemas comportamentais, sobretudo após um ano de frequentarem esse tipo de estabelecimento. O estudo conduzido por investigadores da Universidade de Sorbonne seguiu o desenvolvimento emocional de 1,428 crianças desde o nascimento até aos oito anos de idade. Os dados apurados revelaram que as crianças que receberam cuidados mais formais tinham uma menor predisposição para terem problemas emocionais e comportamentais, e que por outro lado em média mostravam ter melhores competências sociais. Previamente, em 2017, uma pesquisa realizada pela Universidade de Glasgow, na Escócia, indicava de modo semelhante que os avós poderão não ser a melhor influência para os netos. Na altura aquele estudo concluiu que os avós poderiam contribuir para a má saúde dos netos e para o desenvolvimento de obesidade nos mesmos, ao alimentá-los de modo menos saudável e mimando-os com guloseimas. Uma outra pesquisa, que analisou 56 estudos provenientes de 18 países diferentes apurou que raramente as crianças perdem peso quando estão ao cuidado dos avós, acabando ao invés geralmente por engordar. Os especialistas alertam que o aparecimento de obesidade logo na infância deixa as crianças mais propensas a virem a desenvolver 13 tipos de cancro durante a idade adulta.


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