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Tecnologia

Há surpresas? Há. A Samsung apresentou (finalmente) o Galaxy Note 10

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É a primeira vez que esta linha de produto se apresenta com dois modelos diferentes. Se por algum motivo conseguiu evitar as inúmeras fugas de informação sobre os novos topos de gama da Samsung, que circularam na Internet ao longo das últimas semanas, então será um dos poucos a ter notícias frescas com a apresentação de hoje do Galaxy Note 10. Não tem mal, que esta apresentação é também um ‘piscar de olho’ da gigante sul-coreana ao futuro. As especificações foram sendo lentamente reveladas ao longo das últimas semanas, com imagens do topo de gama a ajudarem a ‘compor o quadro’. Mas sim, também houve detalhes que vale a pena ter em conta. O 5G e as possibilidades que este traz para o futuro das cidades foi um dos temas focados, ainda antes de a “poderosa” estrela do dia ser desvendada ao detalhe em Nova Iorque. Esta linha de produto será, pela primeira vez, composta por dois dispositivos – o Galaxy Note 10 e o Galaxy Note 10+. O desempenho é semelhante mas, ainda assim, os dois modelos deverão apresentar pequenas diferenças que se podem revelar cruciais para os entusiastas de smartphones. Uma delas é o ecrã AMOLED. Enquanto o Galaxy Note 10 tem um ecrã de 6.3 polegadas, o Galaxy Note 10+ vai até às 6.8 polegadas, sendo que ambos têm a moldura de ecrã mais reduzida do que nunca. A Samsung procurou otimizar o espaço disponível de tal forma que fica apenas um pequeno orifício ao centro, para a câmara de 10MP. “Imersivo”. E, saliente-se, com mais opções de cores. Bem como com uma S-Pen para trabalhar, com sistema atualizado, que permite que as notas tiradas à mão possam ser rapidamente convertidas para outros formatos, como Word e PDF. A mesma S-Pen permite por exemplo trabalhar com um vídeo no YouTube: parar, avançar, retroceder, tudo funções que podem ser tratadas pela S-Pen, sem que o dedo precise de se aproximar do ecrã. O design é digno de um topo de gama, tal como o novo processador Exynos 9825, acompanhado por 6GB RAM no Galaxy Note 10 e 12GB RAM no Galaxy Note 10+. Enquanto na versão standard estará apenas disponível a opção de armazenamento interno de 256GB, os interessados na versão ‘plus’ terão direito a uma segunda opção de 512GB. A bateria também será proporcionará diferentes experiências. Enquanto o Galaxy Note 10 terá uma capacidade para 3,800mAh e carregamento de 25W, o Galaxy Note 10+ terá uma bateria de 4,300mAh e carregamento até 45W, o que permitirá recarregar energia muito mais rapidamente. A promessa da Samsung é de que é possível carregar o aparelho para o dia todo com apenas meia hora. Quem é mais esquecido em deixar o aparelho a carregar à noite, conta aqui com uma solução. Há, no entanto, características partilhadas entre as duas versões, nomeadamente a presença de um sensor de impressões digitais ultrassónico integrado no próprio ecrã. Quanto à câmara fotográfica traseira, temos três sensores de 12MP, um ‘zoom’ de 12MP e uma ultra angular de 16MP. A Samsung assegura ainda que a qualidade com que já se trabalham as fotografias é ‘replicável’ em vídeo. Também em vídeo o ‘foco’ dá uma ajuda em função do plano (como por exemplo num plano próximo de uma pessoa), sendo também possível fazer um ‘zoom in’ sonoro. Há, ainda, um scanner 3D. A ideia é simples: foca-se um objeto (o exemplo Samsung foi um peluche) e uma versão em 3D. Esta versão 3D pode ser usada para replicar movimentos de uma pessoa (o utilizador acena, o ‘peluche’ virtual acena) e, no limite, ser informação para ganhar nova vida, palpável, numa impressora 3D. A garantia da Samsung sobre o 5G – tema que tem estado no ‘coração’ da disputa comercial entre China e Estados Unidos – é a de que não vai ser apenas muito mais rápida do que o 4G. Na verdade, vai ser também segura, garante a gigante sul-coreana. Outra aposta na Samsung passa pela experiência ‘gaming’, uma aposta que resulta do facto de haver cada vez mais ‘gamers’ a aventurar-se em jogos sem ser em consolas ou no tradicional PC. No que diz respeito a preço, o Galaxy Note 10 começará a ser vendido pelo equivalente a 949 dólares e o Galaxy Note 10+ por 1,099 dólares.


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Tecnologia

Ídolo de beleza? Erro com filtro expõe ‘vlogger’ como mulher de 58 anos

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A popular ‘vlogger’ chinesa apercebeu-se que algo estava mal quando começou a ver o número de espetadores a baixar. Numa era pautada por ‘influencers’ e ‘vloggers’ que interagem com milhares de fãs através das redes sociais há uma história saída da China que está a servir como aviso de cautela para os internautas. Conta a BBC que uma ‘streamer’, conhecida online como um ícone de beleza jovem, foi exposta como sendo uma mulher de 50 anos quando o filtro de beleza que usava deixou de funcionar. Na imagem acima pode encontrar duas fotografias, com o filtro desativado (esquerda) e ativo (direita). Conhecida como “Your Highness Qiao Biluo”, esta ‘streamer’ contava com mais de 100 mil seguidores, os quais lhe enviavam dinheiro e prendas virtuais. Qiao terá apenas notado que algo estava mal quando os espetadores começaram a sair da transmissão, com alguns dos seguidores originais a terem deixado de a seguir por inteiro. Entretanto, Qiao admitiu ter-se tratado de uma manobra de publicidade para atrair seguidores e até patrocínios da ‘câmara de beleza’ que usou na transmissão.


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Tecnologia

WhatsApp pressionado a entregar mensagens encriptadas

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Teve lugar uma conferência de dois dias entre os EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Aplicações de mensagens encriptadas como o WhatsApp podem vir a ser alvo de maior pressão da parte das autoridades para entregarem informação sobre as conversas a terem lugar nas suas plataformas. Parece ser esta a ideia saída da conferência ‘Five Eyes’ (‘Cinco Olhos’), que reuniu à mesa representantes dos EUA, Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia e onde participaram ainda grandes empresas tecnológicas como a Google, a Microsoft, o Snap e o Twitter. O Facebook – detentor do Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger – também participou. As cinco nações que participaram não pediram por ‘acesso de traseiras’ a apps encriptadas mas enalteceram que seriam alvo de um maior escrutínio. “Devemos garantir que não ficamos à espera à medida que avanços em tecnologia cria espaços onde o pior tipo de atividade criminal fica por detetar e punir”, apontou William Barr, dos EUA.


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Tecnologia

Facebook diz não ser responsável por conteúdo “considerado falso”

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Consideração pode ser lida em carta enviada por executivo da empresa tecnológica. Nos últimos anos tem-se debatido a influência de desinformação disseminada pelas redes sociais em atos eleitorais, com uma das plataformas mais criticadas a ser o Facebook. Apesar disto, a empresa de Mark Zuckerberg não parece interessada em fazer parte da discussão, com o vice-presidente do Facebook na região da Ásia e Pacífico. Simon Milner, a dizer que a moderação de conteúdo falso não é uma responsabilidade da empresa. A consideração de Milner foi verificada pelo The Guardian Australia numa carta enviada pelo próprio ao partido Trabalhista da Austrália, em resposta ao pedido do dirigente político Noah Carroll de ver removida uma notícia falsa sobre a intenção do partido voltar a implementar o chamado ‘imposto de morte’. De recordar que este imposto foi abandonado nos anos 1970. “Percebo que a sua preferência seria que o Facebook removesse todo o conteúdo que acredite tratar-se de desinformação – o que neste caso significa todo o conteúdo sobre se o partido Trabalhista pretende ou não introduzir o ‘imposto de morte’ – em vez de o despromover; porém, o Facebook apenas remove conteúdo que viole as normas da nossa comunidade”, escreve Milner. “Não concordamos que o nosso papel deva ser remover conteúdo que um lado do debate político considere falso”. A carta foi enviada antes das eleições federais da Austrália deste ano, em maio. Apesar da resposta e de negar remover o conteúdo, Milner colocou-se à disposição para ajudar a moderar as eleições.


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Arte e Cultura

Enviado especial de Trump na Suécia para o caso do rapper A$AP Rocky

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    Após pedido de Kanye West ao Presidente, o incidente envolvendo o rapper detido ganhou contornos de diplomacia internacional. O caso envolvendo A$AP Rocky mereceu de Donald Trump atenção especial, ao ponto de o presidente norte-americano ter enviado Robert C. O’Brien (na imagem), um especialista em casos de negociações de reféns. No passado dia 30 de junho, numa altura em que A$AP Rocky estava em Estocolmo para um concerto, o rapper e a sua comitiva viram-se envolvidos num incidente nas ruas da capital sueca, que levou a detenções por agressão por parte das autoridades locais. A$AP Rocky foi mesmo detido e o seu caso há muito que deixou de ser um simples caso de justiça sueca para se tornar um incidente internacional. Numa primeira fase, surgiram denúncias das condições em que estaria detido e o envolvimento de outras celebridades, que apelaram à sua libertação. Este mês, foi o próprio Donald Trump quem anunciou que ia falar com a Suécia a propósito do caso, a pedido do rapper Kanye West, de quem é próximo. Para além da tensão diplomática, que já implicou críticas de autoridades suecas à pressão de Trump, o caso conta agora com mais este sinal de que a Casa Branca está a dar particular atenção ao caso. Robert C. O’Brien, explica o New York Times, já marcou presença no tribunal, onde esteve sentado entre fãs e pessoas próximas do rapper, mas também de simples curiosos. E é possível que fique algum tempo por terras suecas. “O Presidente pediu-me para vir aqui e apoiar estes cidadãos norte-americanos”, afirmou, acrescentando de seguida: “estarei por cá até que eles vão para casa”. Rocky declarou-se inocente. Na próxima quinta-feira deverá prestar declarações em tribunal no julgamento deste caso de agressão que ganhou contornos geopolíticos.


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Tecnologia

Facebook quer dar-lhe a capacidade de escrever com a mente

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O projeto foi anunciado em 2017 e a equipa parece ter feito o seu primeiro grande avanço.  Não satisfeito em ter as plataformas digitais mais populares da atualidade, o Facebook quer ainda inovar na forma como interage com elas. Um dos projetos atualmente em andamento na tecnológica de Mark Zuckerberg tem como objetivo dar às pessoas a capacidade de escreverem apenas com o poder da mente. Este projeto começou por ser anunciado em 2017 mas pode ter tido o seu primeiro grande avanço. De acordo com uma publicação da equipa no Nature Communications, um computador conseguiu transcrever o discurso de um participante apenas recorrendo à atividade cerebral do mesmo. Os investigadores admitem que apenas foi possível reconhecer um número limitado de palavras e frases mas mostram-se animados para futuras experiências, sendo que o objetivo final é que o sistema consiga descodificar 100 palavras por minuto a cada mil palavras com uma taxa de erro inferior a 17%.


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