Author name: Leopoldino Bambo

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Economia

Nas áreas de Petróleo e Gás: Vinte técnicos moçambicanos vão beneficiar de bolsas de estudos em França

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Vinte técnicos moçambicanos vão beneficiar de formação em Mestrado e doutoramento, em França, através da implementação de programa de bolsas de estudo nas áreas de petróleo e gás, a partir de 2019.A Formação financiada pela Agência Francesa de Desenvolvimento, no valor de 700 mil euros, enquadra-se no contexto da cooperação, entre os governos de Moçambique e da França, no reforço da capacidade institucional. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/AQR8X4HWDQE” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Palm Aparthotel: Zona nobre da cidade de Maputo conta com novo estabelecimento hoteleiro

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Zona nobre da capital moçambicana, Maputo conta com mais um estabelecimento hoteleiro. Inaugurado hoje, pela Governadora da Cidade de Maputo, o empreendimento vai ter um impacto positivo na componente de emprego e de serviços. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/14H7byjaEJQ” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Modalidades

Mundial de Drift Japão 2018: Moçambique fez-se representar por Richard Khan que ficou em 17º lugar

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Richard Khan termina sua participação no Campeonato do Mundo de Automobilismo, na especialidade de DRIFT, no TOP 17, no meio de vinte e um pilotos inscritos na prova. Richard marcou assim a estreia de Moçambique num mundial da categoria, evento que decorreu durante este fim-de-semana, em Tóquio, no Japão. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/vL4m2wFYq2M” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Oitava comissão da AR: Comissão de Petições, queixas e reclamações enfrenta dificuldades

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Comissão de Petições, Queixas e Reclamações da Assembleia da República não tem conseguido, nalguns casos, satisfazer as preocupações dos cidadãos.Informação avançada hoje pelo Presidente da oitava comissão numa visita efectuada ao governo da cidade de Maputo. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/K4iApQd3v9k” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Presidente da República: Filipe Nyusi diz que a justiça deve estar próxima do cidadão

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Presidente da República diz que a justiça moçambicana deve ser acessível para todos os cidadãos, célere e produzir resultados… Filipe Nyusi deixa o recado no dia em que se comemora o trigésimo sétimo aniversário da institucionalização do dia da legalidade. [iframe width=”880″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/52yirtoec6w” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen ]


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Nacional

Moçambique pode eliminar HIV/SIDA e tuberculose

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MOÇAMBIQUE tem condições para atingir as metas globais de eliminar o HIV/SIDA, a tuberculose e as hepatites virais até 2030. A convicção é da representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), Djamila Cabral, falando sexta-feira última, em Maputo, no âmbito da reunião de revisão do meio termo do Plano Estratégico Nacional da Resposta ao HIV e SIDA (PEN IV 2016-2020), da revisão final do Plano Estratégico e Operacional do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose (2014-2018), bem como da avaliação da situação das hepatites virais em Moçambique. Leia mais Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/sociedade/83406-mocambique-pode-eliminar-hiv-sida-e-tuberculose


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Saúde

Malária provocou 803 óbitos de Janeiro a Setembro

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A malária provocou a morte de 803 pessoas durante o período compreendido entre Janeiro e Outubro do corrente ano, em cerca de seis milhões de casos notificados, contra 963 óbitos em igual período de 2017, o que corresponde a uma redução de 21 por cento. Os dados foram divulgados pela porta-voz do Ministério da Saúde (MISAU), Lídia Chongo, em conferência de imprensa havida ontem, em Maputo, que tinha por objectivo apresentar e avaliar o grau de preparação do sector face ao actual período e apresentar o quadro epidemiológico do país.“Do dia 01 de Janeiro até ao dia 30 de Setembro do ano em curso foram notificados, cumulativamente, 6.062.408 casos e 803 óbitos, contra 6.225.957 casos e 963 óbitos do mesmo período de 2017, o que representa uma redução de três por cento no número de casos e uma redução de 21 por cento no número de óbitos”, afirmou Chongo, citado pela AIM.A fonte anunciou que para o caso da cólera foram registados na época chuvosa anterior um total de 810 casos, dos quais 649 na província Cabo Delgado e 161 em Nampula, onde foram notificados quatro óbitos. “Até ao momento o país não tem casos de cólera e continuam as actividades de preparação para a resposta a um eventual surto, desde os alertas às províncias e preparação das equipas de resposta rápida”, sublinhou a fonte.Com relação a doenças diarreicas foram registados 475.666 casos, de Janeiro a Outubro do corrente ano, que resultaram em 124 óbitos, contra 531.893 casos com 182 óbitos de 2017, o que corresponde a uma redução de 11 por cento no número de casos e de 47 por cento no número de óbitos. Face à época chuvosa que se aproxima, o MISAU apela à sociedade em geral para redobrar os esforços de prevenção a doenças e respeitar as recomendações que são deixadas pelos agentes da saúde.“A época chuvosa vai de Outubro a Março e neste período há um maior risco de aparecimento e agravamento de algumas doenças, como diarreias, malária, hipertensão arterial, entre outras”, disse Chongo.Por isso, o MISAU recomenda o reforço das medidas de prevenção destas doenças através de ingestão de muitos líquidos para evitar a desidratação, redução do consumo de sal, lavagem das mãos com sabão ou cinza antes e depois das refeições. Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/sociedade/83370-malaria-provocou-803-obitos-de-janeiro-a-setembro


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Nacional

Restrições no abastecimento de água a Maputo devem continuar em 2019

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As restrições no abastecimento de água à capital do país e arredores, com o fornecimento a ocorrer só durante parte do dia, devem continuar até finais de 2019, anunciou ontem o Instituto Nacional de Gestão Hídrica. “A província e cidade de Maputo poderão continuar com restrições no abastecimento de água, pelo menos até finais de 2019, caso se confirmem as previsões” que apontam para a possibilidade de precipitação abaixo do normal na próxima época chuvosa, que arranca em Novembro, indicou Agostinho Vilanculos, dirigente do Instituto Nacional de Gestão Hídrica, citado ontem pelo boletim informativo do Governo. Ainda assim, as perspectivas são positivas, tendo em conta que, em 2019, Maputo beneficiará da ligação ao rio Movene e da reabilitação da barragem de Corumana, já em curso, para o aumento da sua capacidade de armazenamento. “No mês de Dezembro será reavaliado o modo de distribuição da água para o consumo nas três regiões da província”, ou seja, Maputo, Matola e Boane. A capital e arredores sofrem com insuficiência da água na barragem dos Pequenos Libombos devido à baixa precipitação registada na época chuvosa 2017/2018, que se seguiu à seca prolongada do ano anterior. Na época de restrições mais apertadas, entre Fevereiro e Abril, a água era disponibilizada apenas durante algumas horas em dias alternados. Ainda no que respeita à próxima época chuvosa, prevêem-se chuvas acima da média no centro e norte do país. Naquelas regiões, “as albufeiras de Chicamba e Cahora Bassa poderão registar um aumento acima dos níveis de garantia das necessidades de abastecimento de água, irrigação e produção de energia eléctrica”, acrescenta o Governo.


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Nacional

Interacção escola / comunidade: Governo diz que as escolas do SNE devem estar ligadas ao trabalho produtivo socialmente útil

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O Governo diz que as escolas do Sistema Nacional de Educação devem estar ligadas ao trabalho produtivo socialmente útil e dinamizarem a vida nas comunidades onde estão implantadas. Por outro lado, as comunidades devem dar aos estabelecimentos educacionais a orientação necessária para o ensino e formação que respondam as exigências do desenvolvimento local e nacional.


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