Author name: Leopoldino Bambo

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Nacional

Visita Presidencial a Tete: PR apela a união da sociedade contra acções criminosas em Cabo delgado

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Presidente da República apela união de todas as forças vivas da sociedade e da população em geral para o combate das acções criminosas protagonizadas por insurgentes na província nortenha de Cabo Delgado. Filipe Nyusi, garante continuar a trabalhar incansavelmente para repor a ordem, segurança e tranquilidade públicas naquela região.


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Visita Presidencial a Tete: PR apela a união da sociedade contra acções criminosas em Cabo delgado

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Presidente da República apela união de todas as forças vivas da sociedade e da população em geral para o combate das acções criminosas protagonizadas por insurgentes na província nortenha de Cabo Delgado. Filipe Nyusi, garante continuar a trabalhar incansavelmente para repor a ordem, segurança e tranquilidade públicas naquela região.


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Economia

FMI elogia gestão da dívida pública

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elogia o Governo moçambicano pelas medidas que tem vindo a tomar visando fortalecer a transparência e melhorar a gestão da dívida pública. O posicionamento do FMI foi assumido recentemente pelo conselho de administração desta instituição financeira multilateral, durante um encontro com representantes do Governo moçambicano, para avaliar a evolução da economia e as políticas económicas do país.O encontro teve lugar em Washington, nos Estados Unidos. Na ocasião, os representantes do FMI manifestaram-se favoráveis ao recente acordo para a reestruturação da dívida, rubricado entre o Governo moçambicano e credores privados. Em comunicado de imprensa emitido no final do encontro, o FMI defende a necessidade de o país adoptar e implementar uma estratégia de endividamento que enfatize o reforço da supervisão dos empréstimos, incluindo os destinados a financiar as empresas públicas. “O conselho de administração encoraja o governo moçambicano a prosseguir com os esforços para alcançar a estabilidade macroeconómica duradoura e o crescimento inclusivo, bem como a dar resposta aos desafios em matéria de governação, trabalho de reconstrução e aumento à resiliência a choques externos, inclusivamente aos ligados a eventos climáticos extremos”, frisa a fonte. Em relação à ajuda de emergência e reconstrução no âmbito dos ciclones Idai e Kenneth, o FMI defende que dada a magnitude das necessidades era expectável um apoio acrescido da comunidade internacional. Nesse contexto, os administradores do FMI apelam às autoridades moçambicanas a prestar particular atenção às áreas afectadas, num cenário em que a ajuda relacionada com os ciclones vai sendo gradualmente retirada. “O conselho de administração encoraja a gestão cautelosa da política monetária do Banco de Moçambique e incentiva esta instituição a continuar a fortalecer a sua capacidade de supervisão, modernizar o quadro de resolução bancária e aperfeiçoar o regime de política monetária, aproveitando a melhoria das comunicações, o aumento das capacidades técnicas e a reforma e actualização da lei do Banco Central”, frisa o comunicado. O órgão insta igualmente as autoridades moçambicanas a manterem o foco na melhoria da governação, na transparência da gestão dos bens públicos e na responsabilização para reduzir as vulnerabilidades à corrupção. Guardar


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Economia

FMI elogia gestão da dívida pública

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elogia o Governo moçambicano pelas medidas que tem vindo a tomar visando fortalecer a transparência e melhorar a gestão da dívida pública. O posicionamento do FMI foi assumido recentemente pelo conselho de administração desta instituição financeira multilateral, durante um encontro com representantes do Governo moçambicano, para avaliar a evolução da economia e as políticas económicas do país.O encontro teve lugar em Washington, nos Estados Unidos. Na ocasião, os representantes do FMI manifestaram-se favoráveis ao recente acordo para a reestruturação da dívida, rubricado entre o Governo moçambicano e credores privados. Em comunicado de imprensa emitido no final do encontro, o FMI defende a necessidade de o país adoptar e implementar uma estratégia de endividamento que enfatize o reforço da supervisão dos empréstimos, incluindo os destinados a financiar as empresas públicas. “O conselho de administração encoraja o governo moçambicano a prosseguir com os esforços para alcançar a estabilidade macroeconómica duradoura e o crescimento inclusivo, bem como a dar resposta aos desafios em matéria de governação, trabalho de reconstrução e aumento à resiliência a choques externos, inclusivamente aos ligados a eventos climáticos extremos”, frisa a fonte. Em relação à ajuda de emergência e reconstrução no âmbito dos ciclones Idai e Kenneth, o FMI defende que dada a magnitude das necessidades era expectável um apoio acrescido da comunidade internacional. Nesse contexto, os administradores do FMI apelam às autoridades moçambicanas a prestar particular atenção às áreas afectadas, num cenário em que a ajuda relacionada com os ciclones vai sendo gradualmente retirada. “O conselho de administração encoraja a gestão cautelosa da política monetária do Banco de Moçambique e incentiva esta instituição a continuar a fortalecer a sua capacidade de supervisão, modernizar o quadro de resolução bancária e aperfeiçoar o regime de política monetária, aproveitando a melhoria das comunicações, o aumento das capacidades técnicas e a reforma e actualização da lei do Banco Central”, frisa o comunicado. O órgão insta igualmente as autoridades moçambicanas a manterem o foco na melhoria da governação, na transparência da gestão dos bens públicos e na responsabilização para reduzir as vulnerabilidades à corrupção. Guardar


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Nacional

Corrupção e ataques minam projectos do Estado – afirma PR

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    O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que a corrupção, os desastres naturais e os ataques em Cabo Delgado minam a realização dos grandes projectos do Estado que poderiam assegurar o bem-estar dos cidadãos. Segundo o Chefe do Estado, estes constrangimentos merecem um tratamento mais audaz e eficaz para oferecer melhores oportunidades aos moçambicanos, de modo a contribuir da melhor forma para o desenvolvimento social e económico do país. Falando ontem em Quelimane, província da Zambézia, na abertura da II sessão Ordinária do Comité Nacional da Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional, o Presidente Nyusi encorajou as famílias afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth a continuar na busca de capacidade de resiliência, adoptando soluções locais para a retoma normal das suas vidas. Nyusi recordou que os desastres naturais causaram luto e destruição de importantes infra-estruturas socioeconómicas de suporte ao desenvolvimento, afectando sobremaneira o crescimento do país. O mais alto magistrado da nação reiterou que o Governo vai, no contexto da reconstrução pós-desastres naturais, garantir a inclusão de todos os afectados, bem como a gestão transparente dos recursos disponíveis, tendo reiterado o agradecimento à resposta dada pelos parceiros e doadores na assistência e alocação de fundos para reerguer o que foi destruído. Entretanto, pouco depois de chegar a Quelimane no sábado, o Presidente da República prometeu que o seu Governo está a projectar uma Zambézia do futuro, através da construção de vários empreendimentos socioeconómicos para garantir a absorção da mão-de-obra. Segundo ele, alguns projectos previstos não aconteceram devido a razões conjunturais e dos fenómenos calamitosos, tendo prometido que os mesmos serão retomados a partir deste ano. Neste momento, há projectos-âncora que estão na fase de execução e outros ainda por iniciar, como a central solar de Mocuba, linha férrea Moatize-Macuse e o respectivo porto de águas profundas.


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Nacional

Corrupção e ataques minam projectos do Estado – afirma PR

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    O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que a corrupção, os desastres naturais e os ataques em Cabo Delgado minam a realização dos grandes projectos do Estado que poderiam assegurar o bem-estar dos cidadãos. Segundo o Chefe do Estado, estes constrangimentos merecem um tratamento mais audaz e eficaz para oferecer melhores oportunidades aos moçambicanos, de modo a contribuir da melhor forma para o desenvolvimento social e económico do país. Falando ontem em Quelimane, província da Zambézia, na abertura da II sessão Ordinária do Comité Nacional da Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional, o Presidente Nyusi encorajou as famílias afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth a continuar na busca de capacidade de resiliência, adoptando soluções locais para a retoma normal das suas vidas. Nyusi recordou que os desastres naturais causaram luto e destruição de importantes infra-estruturas socioeconómicas de suporte ao desenvolvimento, afectando sobremaneira o crescimento do país. O mais alto magistrado da nação reiterou que o Governo vai, no contexto da reconstrução pós-desastres naturais, garantir a inclusão de todos os afectados, bem como a gestão transparente dos recursos disponíveis, tendo reiterado o agradecimento à resposta dada pelos parceiros e doadores na assistência e alocação de fundos para reerguer o que foi destruído. Entretanto, pouco depois de chegar a Quelimane no sábado, o Presidente da República prometeu que o seu Governo está a projectar uma Zambézia do futuro, através da construção de vários empreendimentos socioeconómicos para garantir a absorção da mão-de-obra. Segundo ele, alguns projectos previstos não aconteceram devido a razões conjunturais e dos fenómenos calamitosos, tendo prometido que os mesmos serão retomados a partir deste ano. Neste momento, há projectos-âncora que estão na fase de execução e outros ainda por iniciar, como a central solar de Mocuba, linha férrea Moatize-Macuse e o respectivo porto de águas profundas.


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Futebol

Costa do Sol mantém liderança do Moçambola 2019

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O Costa do Sol mantém-se firme na liderança do Moçambola, com 14 pontos, mercê da vitória caseira diante do Ferroviário da Beira, que deu muito trabalho aos pupilos de Horácio Gonçalves, sem, no entanto, evitar a derrota por uma bola sem concorrência, em jogo da sexta jornada da prova. Isolados do topo da tabela classificativa, os “canarinhos” são seguidos por uma dupla com 12 pontos, designadamente União Desportiva do Songo e Textáfrica, que nos seus compromissos da ronda se saíram a contento. O Songo recebeu e venceu o Ferroviário de Nacala, por 2-1, e o Textáfrica, na sua deslocação a Maputo, derrotou o Ferroviário, em pleno Estádio da Machava, por 2-0, naquilo que foi o melhor resultado da ronda. A jornada seis, que produziu 12 golos, registou dois empates, o primeiro no jogo de abertura da jornada, no sábado, no Estádio Municipal de Vilankulo, que colocou frente a frente a ENH e o recém-promovido Desportivo de Maputo, jogo terminado em 2-2. Já em Nampula, no Estádio 25 de Junho, o Ferroviário não foi para além do nulo diante do estreante Baía de Pemba. A jornada foi marcada negativamente por uma falta de comparência do Incomáti, que devia ter jogado no Campo da Bela Vista, em Nacala, diante do Desportivo local e não o fez, por conta de uma greve dos jogadores relacionada com o atraso no pagamento de salários, que não os recebem há três meses. Refira-se que o presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Ananias Couana, ainda tentou demover os membros da equipa do Incomáti, na quinta-feira, para não primarem pela ausência neste jogo. Estes esforços redundaram em fracasso, não se sabendo se ao longo dos próximos dias haverá uma saída para a situação por que os “açucareiros” estão a passar e que mina o normal curso da prova mãe do futebol moçambicano.


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Futebol

Costa do Sol mantém liderança do Moçambola 2019

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O Costa do Sol mantém-se firme na liderança do Moçambola, com 14 pontos, mercê da vitória caseira diante do Ferroviário da Beira, que deu muito trabalho aos pupilos de Horácio Gonçalves, sem, no entanto, evitar a derrota por uma bola sem concorrência, em jogo da sexta jornada da prova. Isolados do topo da tabela classificativa, os “canarinhos” são seguidos por uma dupla com 12 pontos, designadamente União Desportiva do Songo e Textáfrica, que nos seus compromissos da ronda se saíram a contento. O Songo recebeu e venceu o Ferroviário de Nacala, por 2-1, e o Textáfrica, na sua deslocação a Maputo, derrotou o Ferroviário, em pleno Estádio da Machava, por 2-0, naquilo que foi o melhor resultado da ronda. A jornada seis, que produziu 12 golos, registou dois empates, o primeiro no jogo de abertura da jornada, no sábado, no Estádio Municipal de Vilankulo, que colocou frente a frente a ENH e o recém-promovido Desportivo de Maputo, jogo terminado em 2-2. Já em Nampula, no Estádio 25 de Junho, o Ferroviário não foi para além do nulo diante do estreante Baía de Pemba. A jornada foi marcada negativamente por uma falta de comparência do Incomáti, que devia ter jogado no Campo da Bela Vista, em Nacala, diante do Desportivo local e não o fez, por conta de uma greve dos jogadores relacionada com o atraso no pagamento de salários, que não os recebem há três meses. Refira-se que o presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Ananias Couana, ainda tentou demover os membros da equipa do Incomáti, na quinta-feira, para não primarem pela ausência neste jogo. Estes esforços redundaram em fracasso, não se sabendo se ao longo dos próximos dias haverá uma saída para a situação por que os “açucareiros” estão a passar e que mina o normal curso da prova mãe do futebol moçambicano.


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Economia

Orçados em 32,2 milhões de dólares: BAD e TIKA assinam acordo para financiamento de projectos de Resiliência Agrícola

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Banco Africano de Desenvolvimento e a Agencia Turca de Cooperação, TIKA, assinaram hoje em Maputo um acordo para o financiamento de projectos de Resiliência Agrícola e Fortalecimento da Cadeia de Valor das Hortícolas e Carnes Vermelhas, em Moçambique.Em curso desde o ano passado nas províncias de Maputo e Gaza, os dois projectos estão orçados em 32,2 milhões de dólares.


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Economia

Orçados em 32,2 milhões de dólares: BAD e TIKA assinam acordo para financiamento de projectos de Resiliência Agrícola

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Banco Africano de Desenvolvimento e a Agencia Turca de Cooperação, TIKA, assinaram hoje em Maputo um acordo para o financiamento de projectos de Resiliência Agrícola e Fortalecimento da Cadeia de Valor das Hortícolas e Carnes Vermelhas, em Moçambique.Em curso desde o ano passado nas províncias de Maputo e Gaza, os dois projectos estão orçados em 32,2 milhões de dólares.


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